L: Segura, sobrinha? Última vez que te pergunto.
I: Sim, tia, meu homem hoje é todo seu.
L: E você?
I: Eu vou te obedecer, faço tudo o que você quiser.
L: Ajoelha-te na frente dele e passa devagar a língua nas bolas dele.
Sim, sobrinha obedeceu enquanto ela me masturbava devagar, beijando meu pescoço e chupando minha orelha, falava baixinho me dizendo sacanagens.
L: Ela queria que você gozasse, mas eu não, e você não sabe o quanto eu vou curtir isso.
Não conseguia responder.
L: Vou te fazer sofrer, até eu decidir.
I: Por que você é tão safada assim?
L: Porque agora eu sou isso por culpa dele. Ele me fez fazer de tudo e você não imagina os jeitos que ele me comeu.
I: Você não gostou?
L: Eu adorei por isso sou assim. Ela te contou tudo o que a gente fez?
I: Não, nunca.
L: Quer que eu te conte?
I: Eu adoraria.
Eu via elas como se estivessem implorando pras duas me fazerem gozar, mas o plano da que mandava naquele momento não era esse, e pelo menos por um bom tempo, não tinha cara de que ia mudar nada.
L: Me levou pro jardim do moleque se fazendo de bonzinho e me fez chupar a pica dele na calçada.
I: Apa
L: Ele me comeu no quiosque, na garagem e até sabe o quê?
O quê?
L: Apostou com seu tio que me comeria.
I: Como ela fez isso? E o que aconteceu?
L: Sim, jogando cartas.
I: Quero me tocar, tia.
L: Faz isso, gostosa. Disse acariciando a cabeça dela.
I: Me conta mais.
L: Ela venceu e me comeu na frente dele.
Ai, que atrevido você é, meu amor.
L: E a última..
I: Me conta, me conta..
Sabia que ela diria, mas não me importava, fiz isso por ser uma puta.
L: Me vendou os olhos, me algemou e me fez chupar a pica dele.
I: Mmm… que delícia
L: E de repente, senti outra pica entrando na minha buceta
I: E de quem era?
L: Do... ele estava chupando a pica de um amigo dele, me compartilhou como se eu fosse um pedaço de carne, uma puta.
I: Ai, eu também quero
L: Ela não vai te dividir, ela me disse…
Não sei como consegui, mas tirei o que tinham colocado na minha boca pra eu não falar.
Eu: Eu fiz isso porquê você é uma putinha e você gostou, você adorou. Não lembra como você pedia mais?
Cala a boca.
Eu: E ainda por cima seu marido veio te buscar e eu te mandei pra casa cheia de porra, puta gostosa do caralho você é.
Ai, tia...
Eu: Calem a boca as duas e tirem essa porra de mim de uma vez, vou arrebentar a bunda de vocês duas.
L: Não aguento mais…
Correu pra sobrinha e ficou de costas pra mim, se preparou pra sentar em cima de mim e ali estava ela bufando, finalmente minha pica tava dentro da bunda dela.
Você tá vendo que você gosta?
Sim...
Você percebe por que eu trato sua tia como uma puta? Porque o marido não come ela como eu como.
L: Não, não faz…
Eu: Você nunca vai ter esse problema, Ingrid, vou viver te comendo.
I: Ah siii, maluco pra chegar logo..
Eu: Mas se vocês não me soltarem, essa vai ser a última vez que provam da minha pica, eu juro…
L: Não fala a verdade.
Você acha que são as únicas duas putas que existem no mundo?
I: Não posso permitir isso, tia, me desculpa.
Levantou rápido e começou a soltar meus pés pra continuar com as mãos.
L: Não faz isso, ainda não…
Tarde, a sobrinha dela já tinha me liberado, era hora de receberem o troco ou pelo menos por enquanto, a puta da Lorena.
Eu: E agora, o que você vai fazer, putinha?
L: Não não, para para..
De um empurrão eu tirei ela da minha pica, doeu porque ela reclamou e segurou a bunda. Virei ela e coloquei de quatro na mesma cadeira onde ela tinha me deixado amarrado e sem mais, enfiei de novo na bunda dela, a vadiazinha gemia como poucas vezes antes, mas ela gostava, nem tentava me tirar.
Eu: Agora não se faz mais de mandona, hein?
L: Aaay, aaaiiaaaa…
Você vai aguentar agora?
L: Não consigo, não consigo…
Eu: E se esta for a última vez que eu te como?
L: Não vai ser a última…
Fiz um sinal pra Ingrid me acompanhar na brincadeira.
I: Sim, tia, essa é a última vez que te empresto o meu homem.
L: Não seja assim, por favor.
I: Quero que seja só meu e tudo o que ele te fez, que fique pra trás.
L: Então me destrói toda, me destrói toda, filho da puta.
Eu: Assim?
L: Sim, meu amor, mesmo que você esteja com outra, essa buceta sempre vai ser sua, sabe disso?
Eu: Ah é?
L: Sempre que você precisar, minha bunda vai estar à sua disposição.
Eu: Ahhh, você vai me fazer gozar.
L: Acaba, me enche de porra. Essa mina nunca vai conseguir chegar perto do que você fez comigo, você nunca vai sair da minha cabeça.
Eu: Não, nunca.
Isso a gente vai ver, filho da puta.
L: Me dá, me dá, me dá. Não para, me rasga como nunca meu marido fez.
Eu: Assim?
L: Sim, assim. Por isso eu sou sua putinha e sempre vou ser.
Segurei ela dos dois lados da boca, enfiando alguns dedos de cada mão só pra me firmar e gozei, imaginem tudo isso antes, quanto tempo eu tava segurando a porra e tudo que eu consegui gozar nesse momento.
Lorena provou a porra que saía do seu cu, me olhava com desejo, luxúria e até nostalgia, nós dois pensávamos a mesma coisa, que podia ser o último encontro, uma despedida, embora eu pensasse em conversar com a Ingrid para propor que, em alguma ocasião especial, a tia dela pudesse se juntar, e se não, eu faria escondido, porque eu já não conseguia me desprender daquela puta e daquele cu que me fizeram tão feliz, me dando prazer por tanto tempo.
L: Já tenho que ir?
I: Sim. Ela disse de forma terminante.
Queria falar algo pra ela ficar, mas não achava as palavras, tava trocando uma milf pela sobrinha dela e já não tinha certeza se queria aquilo. Ela se vestia, e enquanto subia a calça ele não conseguia parar de olhar pra bunda dela, parecia que as costuras iam estourar e a fio dental nunca mais ia sair daquele rabo.
Então... nunca vou conseguir igualar o que você fez com ele?
L: Não acredito não, gata, te falta muito.
I: Como você está tão segura?
L: Tive que te ensinar muita coisa, você também não tem ideia nenhuma.
I: O que você sabe?
L: Você vai entediá-lo rapidinho. Ela se virou, piscou pra mim e mandou um beijo. A gente se vê em breve, quando você enjoar.
I: Ela não vai ficar entediada.
L: Sim, claro.
Fica e a gente tira a dúvida.
Uf sim, por favor. Fez o que eu queria e sem me penetrar.
L: Ainda te sobra vontade de competir comigo?
I: Nunca fiquei sem vontade de fazer isso.
L: E se eu ganhar?
I: Se você ganhar, podemos te convidar de vez em quando.
L: Me interessa.
I: Mas se eu ganhar, essa é a última vez que você prova a pica dele, enquanto estiver comigo.
L: Aceito o desafio, gata, mas quando eu ganhar também quero que você me compre uma fantasia e que veja como eu uso ela com o seu “macho”. Disse fazendo aspas no ar.
I: Aceito.
Eles apertaram as mãos, enquanto eu queria pular e comemorar de alegria, meu pau estava do mesmo jeito.
L: Agora sim, eu vou usar com teu namorado o que comprei pra foder com ele, pra ficar gostosa pra ele, pra ser a putinha dele.
Eu também.
Viu? Você não tem mais nada pra usar com ele, se não fosse pela minha ideia você não teria nada, vai entediar ele rapidinho hahaha.
A cara de raiva que a Ingrid fez eu nunca tinha visto, elas foram pro meu quarto, passaram uns minutos e me chamaram. Quando entrei, meu Deus, a única coisa que eu fazia era pedir a Deus que me ajudasse a não gozar rápido pra poder aproveitar as duas putas terríveis que eu tinha no meu quarto, vestidas como tal.
I: Sim, tia, meu homem hoje é todo seu.
L: E você?
I: Eu vou te obedecer, faço tudo o que você quiser.
L: Ajoelha-te na frente dele e passa devagar a língua nas bolas dele.
Sim, sobrinha obedeceu enquanto ela me masturbava devagar, beijando meu pescoço e chupando minha orelha, falava baixinho me dizendo sacanagens.
L: Ela queria que você gozasse, mas eu não, e você não sabe o quanto eu vou curtir isso.
Não conseguia responder.
L: Vou te fazer sofrer, até eu decidir.
I: Por que você é tão safada assim?
L: Porque agora eu sou isso por culpa dele. Ele me fez fazer de tudo e você não imagina os jeitos que ele me comeu.
I: Você não gostou?
L: Eu adorei por isso sou assim. Ela te contou tudo o que a gente fez?
I: Não, nunca.
L: Quer que eu te conte?
I: Eu adoraria.
Eu via elas como se estivessem implorando pras duas me fazerem gozar, mas o plano da que mandava naquele momento não era esse, e pelo menos por um bom tempo, não tinha cara de que ia mudar nada.
L: Me levou pro jardim do moleque se fazendo de bonzinho e me fez chupar a pica dele na calçada.
I: Apa
L: Ele me comeu no quiosque, na garagem e até sabe o quê?
O quê?
L: Apostou com seu tio que me comeria.
I: Como ela fez isso? E o que aconteceu?
L: Sim, jogando cartas.
I: Quero me tocar, tia.
L: Faz isso, gostosa. Disse acariciando a cabeça dela.
I: Me conta mais.
L: Ela venceu e me comeu na frente dele.
Ai, que atrevido você é, meu amor.
L: E a última..
I: Me conta, me conta..
Sabia que ela diria, mas não me importava, fiz isso por ser uma puta.
L: Me vendou os olhos, me algemou e me fez chupar a pica dele.
I: Mmm… que delícia
L: E de repente, senti outra pica entrando na minha buceta
I: E de quem era?
L: Do... ele estava chupando a pica de um amigo dele, me compartilhou como se eu fosse um pedaço de carne, uma puta.
I: Ai, eu também quero
L: Ela não vai te dividir, ela me disse…
Não sei como consegui, mas tirei o que tinham colocado na minha boca pra eu não falar.
Eu: Eu fiz isso porquê você é uma putinha e você gostou, você adorou. Não lembra como você pedia mais?
Cala a boca.
Eu: E ainda por cima seu marido veio te buscar e eu te mandei pra casa cheia de porra, puta gostosa do caralho você é.
Ai, tia...
Eu: Calem a boca as duas e tirem essa porra de mim de uma vez, vou arrebentar a bunda de vocês duas.
L: Não aguento mais…
Correu pra sobrinha e ficou de costas pra mim, se preparou pra sentar em cima de mim e ali estava ela bufando, finalmente minha pica tava dentro da bunda dela.
Você tá vendo que você gosta?
Sim...
Você percebe por que eu trato sua tia como uma puta? Porque o marido não come ela como eu como.
L: Não, não faz…
Eu: Você nunca vai ter esse problema, Ingrid, vou viver te comendo.
I: Ah siii, maluco pra chegar logo..
Eu: Mas se vocês não me soltarem, essa vai ser a última vez que provam da minha pica, eu juro…
L: Não fala a verdade.
Você acha que são as únicas duas putas que existem no mundo?
I: Não posso permitir isso, tia, me desculpa.
Levantou rápido e começou a soltar meus pés pra continuar com as mãos.
L: Não faz isso, ainda não…
Tarde, a sobrinha dela já tinha me liberado, era hora de receberem o troco ou pelo menos por enquanto, a puta da Lorena.
Eu: E agora, o que você vai fazer, putinha?
L: Não não, para para..
De um empurrão eu tirei ela da minha pica, doeu porque ela reclamou e segurou a bunda. Virei ela e coloquei de quatro na mesma cadeira onde ela tinha me deixado amarrado e sem mais, enfiei de novo na bunda dela, a vadiazinha gemia como poucas vezes antes, mas ela gostava, nem tentava me tirar.
Eu: Agora não se faz mais de mandona, hein?
L: Aaay, aaaiiaaaa…
Você vai aguentar agora?
L: Não consigo, não consigo…
Eu: E se esta for a última vez que eu te como?
L: Não vai ser a última…
Fiz um sinal pra Ingrid me acompanhar na brincadeira.
I: Sim, tia, essa é a última vez que te empresto o meu homem.
L: Não seja assim, por favor.
I: Quero que seja só meu e tudo o que ele te fez, que fique pra trás.
L: Então me destrói toda, me destrói toda, filho da puta.
Eu: Assim?
L: Sim, meu amor, mesmo que você esteja com outra, essa buceta sempre vai ser sua, sabe disso?
Eu: Ah é?
L: Sempre que você precisar, minha bunda vai estar à sua disposição.
Eu: Ahhh, você vai me fazer gozar.
L: Acaba, me enche de porra. Essa mina nunca vai conseguir chegar perto do que você fez comigo, você nunca vai sair da minha cabeça.
Eu: Não, nunca.
Isso a gente vai ver, filho da puta.
L: Me dá, me dá, me dá. Não para, me rasga como nunca meu marido fez.
Eu: Assim?
L: Sim, assim. Por isso eu sou sua putinha e sempre vou ser.
Segurei ela dos dois lados da boca, enfiando alguns dedos de cada mão só pra me firmar e gozei, imaginem tudo isso antes, quanto tempo eu tava segurando a porra e tudo que eu consegui gozar nesse momento.
Lorena provou a porra que saía do seu cu, me olhava com desejo, luxúria e até nostalgia, nós dois pensávamos a mesma coisa, que podia ser o último encontro, uma despedida, embora eu pensasse em conversar com a Ingrid para propor que, em alguma ocasião especial, a tia dela pudesse se juntar, e se não, eu faria escondido, porque eu já não conseguia me desprender daquela puta e daquele cu que me fizeram tão feliz, me dando prazer por tanto tempo.
L: Já tenho que ir?
I: Sim. Ela disse de forma terminante.
Queria falar algo pra ela ficar, mas não achava as palavras, tava trocando uma milf pela sobrinha dela e já não tinha certeza se queria aquilo. Ela se vestia, e enquanto subia a calça ele não conseguia parar de olhar pra bunda dela, parecia que as costuras iam estourar e a fio dental nunca mais ia sair daquele rabo.
Então... nunca vou conseguir igualar o que você fez com ele?
L: Não acredito não, gata, te falta muito.
I: Como você está tão segura?
L: Tive que te ensinar muita coisa, você também não tem ideia nenhuma.
I: O que você sabe?
L: Você vai entediá-lo rapidinho. Ela se virou, piscou pra mim e mandou um beijo. A gente se vê em breve, quando você enjoar.
I: Ela não vai ficar entediada.
L: Sim, claro.
Fica e a gente tira a dúvida.
Uf sim, por favor. Fez o que eu queria e sem me penetrar.
L: Ainda te sobra vontade de competir comigo?
I: Nunca fiquei sem vontade de fazer isso.
L: E se eu ganhar?
I: Se você ganhar, podemos te convidar de vez em quando.
L: Me interessa.
I: Mas se eu ganhar, essa é a última vez que você prova a pica dele, enquanto estiver comigo.
L: Aceito o desafio, gata, mas quando eu ganhar também quero que você me compre uma fantasia e que veja como eu uso ela com o seu “macho”. Disse fazendo aspas no ar.
I: Aceito.
Eles apertaram as mãos, enquanto eu queria pular e comemorar de alegria, meu pau estava do mesmo jeito.
L: Agora sim, eu vou usar com teu namorado o que comprei pra foder com ele, pra ficar gostosa pra ele, pra ser a putinha dele.
Eu também.
Viu? Você não tem mais nada pra usar com ele, se não fosse pela minha ideia você não teria nada, vai entediar ele rapidinho hahaha.
A cara de raiva que a Ingrid fez eu nunca tinha visto, elas foram pro meu quarto, passaram uns minutos e me chamaram. Quando entrei, meu Deus, a única coisa que eu fazia era pedir a Deus que me ajudasse a não gozar rápido pra poder aproveitar as duas putas terríveis que eu tinha no meu quarto, vestidas como tal.
11 comentários - Milf da banca 39