Estava vestindo uma fio dental linda e bem cavada, os dois se olharam com a boca entreaberta, com certeza não esperavam essa recepção que eu dei. Me olharam de baixo pra cima, tirando com os olhos a pouca roupa que eu tinha, não deixei muita coisa pra imaginação. Me virei de costas pra mostrar minha raba, girando a cabeça pra olhar pra eles e perguntar.
Eu: Vocês gostam?
Não responderam com palavras, mas com ações, se jogaram em cima de mim como se fossem predadores e eu a presa deles. Não tive tempo de dizer nada, porque o Ale já estava encostando a pica na minha bunda, beijando minhas costas, e o Dani apertando meus peitos, me tocando um pouco abaixo do umbigo sem chegar no prêmio.
Me deixei levar pelas carícias, beijos e apertões dele em algumas partes do meu corpo, aos poucos comecei a me molhar de novo, estava custando um pouco, o Nico tinha feito bem o trabalho dele há uns minutos e meu corpo parecia pedir um tempinho a mais de descanso, mas minha mente dizia "Nem pensa em parar, é isso que você queria".
Eu: Espera. Consegui dizer entre suspiros, mas eles não deram ouvidos.
Eu: Espera. Falei mais firme e afastei um pouco a Dani pra depois fazer com a Ale.
Dani: O que foi?
Eu: Não quero que vocês fiquem brigando mais entre si.
Ale: Ele começou, sabia que não devia ter vindo.
Eu: Vocês vão continuar brigando?
Dani: Tem que entender que a gente vem os 3 ou ninguém.
Eu: Então vocês entendam que eu fodo com quem eu quiser e quando eu quiser.
Elas se surpreenderam.
Eu: E se agora eu não quiser transar com vocês?
Ale: Fico com toda a porra nos meus ovos.
Eu: E não vai ser problema meu. O único que tem os ovo vazio ou quase aqui é o Nico, e se eu quiser tenho a noite toda pra descobrir se tão vazio ou não.
Dani: Não é justo.
Ale: Por que você chamou ele e não nenhum de nós?
Olhei para o Nico, queria fazer ele se sentir melhor, animar ele, engrandecer ele um pouco na frente deles.
Eu: Porque fiquei com vontade de aproveitar a piroca dele e, por sorte, escolhi bem.
Pisquei um olho e mandei um beijo pra ele, ele sorriu e agarrou a rola por cima da calça mordendo o lábio inferior. Já tava me dando vontade de mandar os outros dois embora e ficar só com o Nico de novo, a brincadeirinha tinha tomado conta de mim.
Dani: Não fica assim não, a gente também quer te comer.
Eu: Não brigam mais?
Dani: Não, eu prometo.
Eu: E você?
Ale: Só se desta vez, ele não participar.
Olhei para o Nico, nós dois sabíamos que isso podia acontecer, mas eu já tinha acertado as contas com ele antes.
Eu: Tá bom, mas ninguém fica bravo com ninguém. Se eu quiser fazer algo com alguém, eu faço e pronto.
Os caras toparam e agora começava a parte boa. Fechei os olhos pra me deixar levar, não via quem pegava, beijava e acariciava cada parte do meu corpo, só tava entregue ao prazer. Senti um deles encostando a pica na minha bunda, as mãos dele acariciando minha barriga e descendo cada vez mais enquanto beijava meu pescoço. O outro apertava e chupava meus peitos, os mesmos que há pouco o amigo dele tinha enchido de porra. Tavam limpos, mas pensei em avisar ele, só pelo tesão, mas decidi que ia ficar só na minha cabeça, imaginando que ainda tavam cheios de porra e que ele não ligava de chupar do mesmo jeito, com a mesma desesperação que tava fazendo agora.
Eu: Sim, continuem assim.
Com a minha mão esquerda segurava a cabeça do que estava atrás e com a direita o que estava na frente.
Eu: Chupa, chupa. Pedi pro responsável pelas minhas tetas.
Enfiei a mão direita na roupa do cara que estava na frente e na hora percebi que era o Dani pelo pau dele, quando consegui agarrar comecei a masturbar ele devagar. Com a mão esquerda agora empurrei a bunda do Ale que estava atrás, pra sentir mais o pau dele roçando na minha bunda.
Ale: E aí? Quer minha pica? Ela me falou no ouvido.
Eu: Sim, me dá, me dá.
Ale: Pede pra ela.
Eu: Me dá a pica, por favor, me dá a pica.
Desesperadamente procurei até encontrá-la e masturbei ele com força, meio sem jeito porque era minha mão inábil.
Ale: É isso que você quer?
Ai sim.
Ale: Já tá bem molhadinha pra eu meter?
Eu: Olha só.
Os dedos dele quase roçavam minha buceta, mas quando ele ouviu minha resposta, o dedo do meio foi direto pra minha entrada.
Ale: Já tá pronta.
Eu: Ah, é? Eu disse gemendo.
Ale: Me diz você.
Tiro o dedo com que eu me tocava e o aproximo da minha boca. Seria puta demais pra chupar? Óbvio que sim. Não só provei meus fluidos como também chupei o dedo dele como se fosse a pica dele.
Ale: É assim que você vai me chupar?
Eu: Não. Disse enquanto balançava a cabeça.
Ale: Como assim não?
Eu: Vou te chupar melhor.
Ale: Vem cá e me mostra então.
Eu: Me levem.
Dani: No sofá.
Ale se sentou no sofá, me fizeram deitar ficando com o pau dele na cara e a nuca contra a barriga dele. Dani cuidou de levantar minha perna esquerda e colocá-la sobre as costas dele, fiquei completamente aberta, quase indefesa ao que ele quisesse fazer. Peguei nas bolas e na base do pau do Ale pra começar a chupar a cabeça dele, passei a língua pra provar o líquido pré-gozo, forte e salgado, não foi tão agradável mas foi excitante, o próximo passo foi cobrir a cabeça com minha boca inteira e ir tirando devagar pra ele sentir cada centímetro dos meus lábios percorrendo, eu ouvia o gemido de alívio dele.
Quando quis voltar a fazer aquilo, senti uma língua percorrendo de ponta a ponta minha buceta, senti um alívio parecido com o da Ale quando sentiu minha boca, não consegui continuar, parei para curtir um pouco de prazer por uns segundos, porque me trouxe de volta à realidade as batidas que a Ale dava na minha cara com o pau dela, pedindo pra eu voltar a chupar.
Cada um ficava com uma teta pra apalpar, um enquanto me fazia oral e o outro quando eu recebia. Eu tinha esquecido completamente do Nico por aqueles minutos até ele entrar em cena, colocando uma cadeira na nossa frente, tirando a rola da calça e, me olhando, perguntou.
N: Posso?
Eu: Sim.
Ale: Eu não deveria poder.
Eu: Ela não está participando.
Dani: Pra mim, parece que sim.
Eu: Querem que eu repita o que eu falei pra vocês há pouco?
Ninguém falou, eu olhei de novo direto nos olhos do Nico.
Eu: Toca essa buceta. Foi mais uma ordem do que uma permissão.
Tiro a pica pra fora, ele começou a se tocar me olhando dos pés à cabeça, eu olhava fixo pra ele enquanto chupava a pica do amigo dele e ele aumentava o ritmo. Dani me virou um pouco, deixando a raba pra cima, e com as duas mãos fez eu levantar a cintura só um pouco, numa posição intermediária entre deitada e de quatro.
Eu: O que você vai fazer?
Dani: Uma coisa que ficou me dando vontade da última vez.
Por um momento pensei que ele ia querer me comer no cu, não é do meu gosto embora talvez tivesse deixado só a pontinha, mas eu tava guardando pra um deles se surgisse a oportunidade e não era ele. Senti alívio quando ele começou a chupar, pelo visto a preferência dele era me fazer oral, aos poucos vou conhecendo eles melhor, ele se masturbava enquanto fazia e eu já queria sentir algum deles tirando uma porra pra mim.
Eu: Ah, isso sim é uma delícia.
…
Eu: Continua chupando minha buceta assim, você faz muito bem.
…
Eu: Vai lá, cara, chupa minha bunda.
Minhas palavras safadas iam aumentando no mesmo ritmo que a minha tesão.
Cala a boca e chupa, que a porra já tá vindo.
Eu: Você vai me dar na boquinha?
Ale: Pode ser, ainda não me decidi.
Antes que eu pudesse responder, o Ale tinha pegado no meu cabelo, guiando minha cabeça pra chupar ele. Ele ia até o fundo, tudo, eu batia na coxa dele pra ele me deixar respirar, meus olhos ficavam brancos e segundos depois ele me deixava dar uma golfada de ar pra me recompor.
Por outro lado, a Dani continuava na dela, me chupando a buceta enquanto se tocava até que decidiu mudar. Molhou um pouco a ponta da pica e encostou na minha buceta, que alívio que não era meu cu, pensei. Num movimento só, ela tava toda pra dentro, eu queria tirar um de nós dois de cima de mim logo, a posição não era confortável, mas eu não podia fraquejar, não podiam me vencer dois caras.
Use as duas mãos para agarrar minhas nádegas e abri-las o máximo que conseguia, precisava dar a melhor vista que podia pra ele terminar rápido. Uma cuspida caiu no meu cu e agora sim eu achei que pelo menos um dedo ia entrar, ele brincou com o polegar acariciando só por fora, era gostoso e mesmo não querendo, eu tava me preparando psicologicamente pra sentir ele dentro. Parece que a vista que eu dei funcionou porque ele não chegou a fazer isso, pelo contrário, ele se agarrou na minha bunda segurando forte cada nádega e 1 segundo antes de explodir dentro de mim, ele tirou a pica pra apoiar ela no meio delas. Alguns jatos de porra chegaram quase nas minhas escápulas, dava pra sentir o quanto era quente, ele suspirou e sentou pra trás se apoiando no encosto, por último uma palmada gostosa pra mostrar que o ato tinha acabado da parte dele, no máximo foram dois minutos.
Ainda faltava o Ale e eu precisava terminar com ele também. Aproveitei toda a saliva que tinha escorrido da minha boca por usar tão bruscamente e massageei as bolas dele, enormes e pesadas. "Esse cara vai me afogar com a porra que ele tem aí", pensava enquanto lutava pra fazer ele gozar. Momentos depois, ele também gozou, mas tinha a rola tão fundo na minha boca que quase nem precisei engolir, desceu direto. Ele soltou meu cabelo e se recostou pra trás. Ele também me deu um belo tapa na bunda, um pouco mais forte que o do Dani, apertou e bateu de novo.
Fiquei toda molhada, me fizeram de tudo menos me fazer gozar, mas por sorte eu tinha ele, o Nico era o único com a rola dura o suficiente pra me ajudar, só tinha que aguentar algumas reboladas minhas até eu explodir de prazer.
Levantei e andei os 3 ou 4 passos que tinha até ele, coloquei uma perna de cada lado, com uma mão me apoiei no ombro dele e com a outra coloquei um pouco de saliva na minha buceta, tava toda suja ainda por causa dos amigos dele, mas ele não ligou e isso me excitou, ele me segurou pela cintura esperando eu sentar em cima dele.
Ale: Agora ela vai participar e isso a gente não tinha combinado.
Eu: Então você teria aguentado, porque não gozou comigo?
Dani: Ela tem razão.
Com certeza ele lembrou do que a gente tinha conversado antes e queria garantir que eu não ficasse brava com ele, pra poder continuar me comendo, basicamente. Quis apimentar mais a situação e falei direto com o Nico, olhando nos olhos dele enquanto sentava devagar na pica dele.
Eu: Você vai me comer?
Claro.
Vocês vão ensinar como tem que transar pra ela gozar?
N: Sim, vem. Senta na minha pica.
Enfiei a pica inteira, até o fundo, e suspirei. Comecei a me mexer devagar, mas rapidamente aumentei o ritmo.
Eu: Me empresta essa pica, quero gozar.
N: Usa ela, é toda sua.
Minhas mãos seguravam os ombros dela e os cotovelos tocavam o peito dela, minha cara colada na dela, bochecha com bochecha.
Eu: Quer dar uma foda na mamãe? Falei baixinho no ouvido dele, só pra ele ouvir.
N: Sim, mamãe, que vontade que eu tenho de você
Eu: Deixa a mamãe usar seu pau pra gozar.
N: Usa ela, mas só por um pouquinho.
Eu: Por que só um pouquinho, bebê?
Não: Isso está errado, mas quero te ajudar.
Eu: Se meu amor, você tem razão, só um pouquinho deixa a mamãe gozar, por favor.
N: Vai vai vai, mexe vai vai. Falou em voz alta. Mexe em cima da minha pica vai.
Eu: Ai sim, sim, vou gozar.
Ele me deu um tapa forte na bunda, nada a ver com os outros dois, isso me deixou ainda mais excitada, parecia mostrar quem era o verdadeiro homem dos três, estava me marcando como sua putinha. Cravei minhas unhas nos ombros dele e gozei. Fiquei parada por alguns segundos, recuperei o fôlego e juntei meus peitos com a parte dos meus bíceps pra colocá-los direto na cara dele.
Eu: Agora é a sua vez, tira toda essa porra de cima.
Ele me agarrou pela bunda e me levantou alguns centímetros, a pica quase saiu do meu corpo, ele começou a meter forte e rápido, minhas nádegas quicavam quando ele batia com o corpo, chupava meus peitos como e onde podia pela velocidade dos movimentos, até que ele avisou "Tô gozando". Eu saí rapidinho dele e me sentei mais perto do umbigo dele, a pica dele ficou presa entre minhas nádegas e com a mão direita eu batia uma pra ele como dava, até que ele gozou um pouco nas minhas costas e outro pouco na bunda, agora sim, o serviço tava feito.
Eu: Satisfeitos? Perguntei, olhando para todos eles, nua e suja.
Gente: Sim, agora sim.
Coloquei uma regata que mal cobria a bunda que eu tinha por ali.
Eu: Bom, agora chegou a hora de todo mundo ir embora.
Olharam para mim sem acreditar, mas aceitaram. Acompanhei-os até a porta, estava meio cansada, mas meu coração batia forte. "Ainda não", pensei.
Você: Você.
Eu disse e os 3 se viraram, apontei pra um deles com o dedo.
Chico: Eu que?
Eu: Você, fica aqui. Os outros, a gente se vê outra hora.
Entrei segurando ele pelo braço e caminhando pra dentro, os outros dois ficaram do lado de fora da minha casa na calçada, surpresos e talvez pensando no que ia rolar com aquela pessoa que eu escolhi, ninguém falou nada, ficou claro que quem mandava de novo era eu, pelo menos até eles fazerem algo que mudasse o jogo de novo. Ainda era de noite, madrugada de sábado pra domingo, lá pela 1h, e pra ele, capaz que a noite tava só começando.
Eu: Vocês gostam?
Não responderam com palavras, mas com ações, se jogaram em cima de mim como se fossem predadores e eu a presa deles. Não tive tempo de dizer nada, porque o Ale já estava encostando a pica na minha bunda, beijando minhas costas, e o Dani apertando meus peitos, me tocando um pouco abaixo do umbigo sem chegar no prêmio.
Me deixei levar pelas carícias, beijos e apertões dele em algumas partes do meu corpo, aos poucos comecei a me molhar de novo, estava custando um pouco, o Nico tinha feito bem o trabalho dele há uns minutos e meu corpo parecia pedir um tempinho a mais de descanso, mas minha mente dizia "Nem pensa em parar, é isso que você queria".
Eu: Espera. Consegui dizer entre suspiros, mas eles não deram ouvidos.
Eu: Espera. Falei mais firme e afastei um pouco a Dani pra depois fazer com a Ale.
Dani: O que foi?
Eu: Não quero que vocês fiquem brigando mais entre si.
Ale: Ele começou, sabia que não devia ter vindo.
Eu: Vocês vão continuar brigando?
Dani: Tem que entender que a gente vem os 3 ou ninguém.
Eu: Então vocês entendam que eu fodo com quem eu quiser e quando eu quiser.
Elas se surpreenderam.
Eu: E se agora eu não quiser transar com vocês?
Ale: Fico com toda a porra nos meus ovos.
Eu: E não vai ser problema meu. O único que tem os ovo vazio ou quase aqui é o Nico, e se eu quiser tenho a noite toda pra descobrir se tão vazio ou não.
Dani: Não é justo.
Ale: Por que você chamou ele e não nenhum de nós?
Olhei para o Nico, queria fazer ele se sentir melhor, animar ele, engrandecer ele um pouco na frente deles.
Eu: Porque fiquei com vontade de aproveitar a piroca dele e, por sorte, escolhi bem.
Pisquei um olho e mandei um beijo pra ele, ele sorriu e agarrou a rola por cima da calça mordendo o lábio inferior. Já tava me dando vontade de mandar os outros dois embora e ficar só com o Nico de novo, a brincadeirinha tinha tomado conta de mim.
Dani: Não fica assim não, a gente também quer te comer.
Eu: Não brigam mais?
Dani: Não, eu prometo.
Eu: E você?
Ale: Só se desta vez, ele não participar.
Olhei para o Nico, nós dois sabíamos que isso podia acontecer, mas eu já tinha acertado as contas com ele antes.
Eu: Tá bom, mas ninguém fica bravo com ninguém. Se eu quiser fazer algo com alguém, eu faço e pronto.
Os caras toparam e agora começava a parte boa. Fechei os olhos pra me deixar levar, não via quem pegava, beijava e acariciava cada parte do meu corpo, só tava entregue ao prazer. Senti um deles encostando a pica na minha bunda, as mãos dele acariciando minha barriga e descendo cada vez mais enquanto beijava meu pescoço. O outro apertava e chupava meus peitos, os mesmos que há pouco o amigo dele tinha enchido de porra. Tavam limpos, mas pensei em avisar ele, só pelo tesão, mas decidi que ia ficar só na minha cabeça, imaginando que ainda tavam cheios de porra e que ele não ligava de chupar do mesmo jeito, com a mesma desesperação que tava fazendo agora.
Eu: Sim, continuem assim.
Com a minha mão esquerda segurava a cabeça do que estava atrás e com a direita o que estava na frente.
Eu: Chupa, chupa. Pedi pro responsável pelas minhas tetas.
Enfiei a mão direita na roupa do cara que estava na frente e na hora percebi que era o Dani pelo pau dele, quando consegui agarrar comecei a masturbar ele devagar. Com a mão esquerda agora empurrei a bunda do Ale que estava atrás, pra sentir mais o pau dele roçando na minha bunda.
Ale: E aí? Quer minha pica? Ela me falou no ouvido.
Eu: Sim, me dá, me dá.
Ale: Pede pra ela.
Eu: Me dá a pica, por favor, me dá a pica.
Desesperadamente procurei até encontrá-la e masturbei ele com força, meio sem jeito porque era minha mão inábil.
Ale: É isso que você quer?
Ai sim.
Ale: Já tá bem molhadinha pra eu meter?
Eu: Olha só.
Os dedos dele quase roçavam minha buceta, mas quando ele ouviu minha resposta, o dedo do meio foi direto pra minha entrada.
Ale: Já tá pronta.
Eu: Ah, é? Eu disse gemendo.
Ale: Me diz você.
Tiro o dedo com que eu me tocava e o aproximo da minha boca. Seria puta demais pra chupar? Óbvio que sim. Não só provei meus fluidos como também chupei o dedo dele como se fosse a pica dele.
Ale: É assim que você vai me chupar?
Eu: Não. Disse enquanto balançava a cabeça.
Ale: Como assim não?
Eu: Vou te chupar melhor.
Ale: Vem cá e me mostra então.
Eu: Me levem.
Dani: No sofá.
Ale se sentou no sofá, me fizeram deitar ficando com o pau dele na cara e a nuca contra a barriga dele. Dani cuidou de levantar minha perna esquerda e colocá-la sobre as costas dele, fiquei completamente aberta, quase indefesa ao que ele quisesse fazer. Peguei nas bolas e na base do pau do Ale pra começar a chupar a cabeça dele, passei a língua pra provar o líquido pré-gozo, forte e salgado, não foi tão agradável mas foi excitante, o próximo passo foi cobrir a cabeça com minha boca inteira e ir tirando devagar pra ele sentir cada centímetro dos meus lábios percorrendo, eu ouvia o gemido de alívio dele.
Quando quis voltar a fazer aquilo, senti uma língua percorrendo de ponta a ponta minha buceta, senti um alívio parecido com o da Ale quando sentiu minha boca, não consegui continuar, parei para curtir um pouco de prazer por uns segundos, porque me trouxe de volta à realidade as batidas que a Ale dava na minha cara com o pau dela, pedindo pra eu voltar a chupar.
Cada um ficava com uma teta pra apalpar, um enquanto me fazia oral e o outro quando eu recebia. Eu tinha esquecido completamente do Nico por aqueles minutos até ele entrar em cena, colocando uma cadeira na nossa frente, tirando a rola da calça e, me olhando, perguntou.
N: Posso?
Eu: Sim.
Ale: Eu não deveria poder.
Eu: Ela não está participando.
Dani: Pra mim, parece que sim.
Eu: Querem que eu repita o que eu falei pra vocês há pouco?
Ninguém falou, eu olhei de novo direto nos olhos do Nico.
Eu: Toca essa buceta. Foi mais uma ordem do que uma permissão.
Tiro a pica pra fora, ele começou a se tocar me olhando dos pés à cabeça, eu olhava fixo pra ele enquanto chupava a pica do amigo dele e ele aumentava o ritmo. Dani me virou um pouco, deixando a raba pra cima, e com as duas mãos fez eu levantar a cintura só um pouco, numa posição intermediária entre deitada e de quatro.
Eu: O que você vai fazer?
Dani: Uma coisa que ficou me dando vontade da última vez.
Por um momento pensei que ele ia querer me comer no cu, não é do meu gosto embora talvez tivesse deixado só a pontinha, mas eu tava guardando pra um deles se surgisse a oportunidade e não era ele. Senti alívio quando ele começou a chupar, pelo visto a preferência dele era me fazer oral, aos poucos vou conhecendo eles melhor, ele se masturbava enquanto fazia e eu já queria sentir algum deles tirando uma porra pra mim.
Eu: Ah, isso sim é uma delícia.
…
Eu: Continua chupando minha buceta assim, você faz muito bem.
…
Eu: Vai lá, cara, chupa minha bunda.
Minhas palavras safadas iam aumentando no mesmo ritmo que a minha tesão.
Cala a boca e chupa, que a porra já tá vindo.
Eu: Você vai me dar na boquinha?
Ale: Pode ser, ainda não me decidi.
Antes que eu pudesse responder, o Ale tinha pegado no meu cabelo, guiando minha cabeça pra chupar ele. Ele ia até o fundo, tudo, eu batia na coxa dele pra ele me deixar respirar, meus olhos ficavam brancos e segundos depois ele me deixava dar uma golfada de ar pra me recompor.
Por outro lado, a Dani continuava na dela, me chupando a buceta enquanto se tocava até que decidiu mudar. Molhou um pouco a ponta da pica e encostou na minha buceta, que alívio que não era meu cu, pensei. Num movimento só, ela tava toda pra dentro, eu queria tirar um de nós dois de cima de mim logo, a posição não era confortável, mas eu não podia fraquejar, não podiam me vencer dois caras.
Use as duas mãos para agarrar minhas nádegas e abri-las o máximo que conseguia, precisava dar a melhor vista que podia pra ele terminar rápido. Uma cuspida caiu no meu cu e agora sim eu achei que pelo menos um dedo ia entrar, ele brincou com o polegar acariciando só por fora, era gostoso e mesmo não querendo, eu tava me preparando psicologicamente pra sentir ele dentro. Parece que a vista que eu dei funcionou porque ele não chegou a fazer isso, pelo contrário, ele se agarrou na minha bunda segurando forte cada nádega e 1 segundo antes de explodir dentro de mim, ele tirou a pica pra apoiar ela no meio delas. Alguns jatos de porra chegaram quase nas minhas escápulas, dava pra sentir o quanto era quente, ele suspirou e sentou pra trás se apoiando no encosto, por último uma palmada gostosa pra mostrar que o ato tinha acabado da parte dele, no máximo foram dois minutos.
Ainda faltava o Ale e eu precisava terminar com ele também. Aproveitei toda a saliva que tinha escorrido da minha boca por usar tão bruscamente e massageei as bolas dele, enormes e pesadas. "Esse cara vai me afogar com a porra que ele tem aí", pensava enquanto lutava pra fazer ele gozar. Momentos depois, ele também gozou, mas tinha a rola tão fundo na minha boca que quase nem precisei engolir, desceu direto. Ele soltou meu cabelo e se recostou pra trás. Ele também me deu um belo tapa na bunda, um pouco mais forte que o do Dani, apertou e bateu de novo.
Fiquei toda molhada, me fizeram de tudo menos me fazer gozar, mas por sorte eu tinha ele, o Nico era o único com a rola dura o suficiente pra me ajudar, só tinha que aguentar algumas reboladas minhas até eu explodir de prazer.
Levantei e andei os 3 ou 4 passos que tinha até ele, coloquei uma perna de cada lado, com uma mão me apoiei no ombro dele e com a outra coloquei um pouco de saliva na minha buceta, tava toda suja ainda por causa dos amigos dele, mas ele não ligou e isso me excitou, ele me segurou pela cintura esperando eu sentar em cima dele.
Ale: Agora ela vai participar e isso a gente não tinha combinado.
Eu: Então você teria aguentado, porque não gozou comigo?
Dani: Ela tem razão.
Com certeza ele lembrou do que a gente tinha conversado antes e queria garantir que eu não ficasse brava com ele, pra poder continuar me comendo, basicamente. Quis apimentar mais a situação e falei direto com o Nico, olhando nos olhos dele enquanto sentava devagar na pica dele.
Eu: Você vai me comer?
Claro.
Vocês vão ensinar como tem que transar pra ela gozar?
N: Sim, vem. Senta na minha pica.
Enfiei a pica inteira, até o fundo, e suspirei. Comecei a me mexer devagar, mas rapidamente aumentei o ritmo.
Eu: Me empresta essa pica, quero gozar.
N: Usa ela, é toda sua.
Minhas mãos seguravam os ombros dela e os cotovelos tocavam o peito dela, minha cara colada na dela, bochecha com bochecha.
Eu: Quer dar uma foda na mamãe? Falei baixinho no ouvido dele, só pra ele ouvir.
N: Sim, mamãe, que vontade que eu tenho de você
Eu: Deixa a mamãe usar seu pau pra gozar.
N: Usa ela, mas só por um pouquinho.
Eu: Por que só um pouquinho, bebê?
Não: Isso está errado, mas quero te ajudar.
Eu: Se meu amor, você tem razão, só um pouquinho deixa a mamãe gozar, por favor.
N: Vai vai vai, mexe vai vai. Falou em voz alta. Mexe em cima da minha pica vai.
Eu: Ai sim, sim, vou gozar.
Ele me deu um tapa forte na bunda, nada a ver com os outros dois, isso me deixou ainda mais excitada, parecia mostrar quem era o verdadeiro homem dos três, estava me marcando como sua putinha. Cravei minhas unhas nos ombros dele e gozei. Fiquei parada por alguns segundos, recuperei o fôlego e juntei meus peitos com a parte dos meus bíceps pra colocá-los direto na cara dele.
Eu: Agora é a sua vez, tira toda essa porra de cima.
Ele me agarrou pela bunda e me levantou alguns centímetros, a pica quase saiu do meu corpo, ele começou a meter forte e rápido, minhas nádegas quicavam quando ele batia com o corpo, chupava meus peitos como e onde podia pela velocidade dos movimentos, até que ele avisou "Tô gozando". Eu saí rapidinho dele e me sentei mais perto do umbigo dele, a pica dele ficou presa entre minhas nádegas e com a mão direita eu batia uma pra ele como dava, até que ele gozou um pouco nas minhas costas e outro pouco na bunda, agora sim, o serviço tava feito.
Eu: Satisfeitos? Perguntei, olhando para todos eles, nua e suja.
Gente: Sim, agora sim.
Coloquei uma regata que mal cobria a bunda que eu tinha por ali.
Eu: Bom, agora chegou a hora de todo mundo ir embora.
Olharam para mim sem acreditar, mas aceitaram. Acompanhei-os até a porta, estava meio cansada, mas meu coração batia forte. "Ainda não", pensei.
Você: Você.
Eu disse e os 3 se viraram, apontei pra um deles com o dedo.
Chico: Eu que?
Eu: Você, fica aqui. Os outros, a gente se vê outra hora.
Entrei segurando ele pelo braço e caminhando pra dentro, os outros dois ficaram do lado de fora da minha casa na calçada, surpresos e talvez pensando no que ia rolar com aquela pessoa que eu escolhi, ninguém falou nada, ficou claro que quem mandava de novo era eu, pelo menos até eles fazerem algo que mudasse o jogo de novo. Ainda era de noite, madrugada de sábado pra domingo, lá pela 1h, e pra ele, capaz que a noite tava só começando.
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