Desde que me entendo por gente, sempre gostei e sempre vou gostar de mulheres. Desde muito novo descobri a pornografia, tipo com uns 10 anos. Depois, aos 13, tive acesso direto a pornô, porque comecei a ter internet e um computador; quando ficava sozinho, sempre via pornô, assim, normal. Aí comecei a ver só pornô anal, porque me excitava mais ver esse tipo de conteúdo com atrizes como Jada Stevens, Kelly Divine, Sheena Shaw, etc. Também gostava de ver pornô anal de atrizes brasileiras como Soraya Carioca, Mônica Santiago, Elisa Sanches, Babalu, Regina Rizzi, Bruna Ferraz. A partir dos 18 anos, sem querer, me deparei com uma categoria chamada "transexuais". Cliquei e apareceram um monte de minas trans. No começo, não me chamou atenção; depois cliquei num vídeo de uma atriz chamada Renata Dávila. No início, senti nojo quando vi ela se masturbando e fechei. Na próxima vez que vi pornô, voltei a procurar o mesmo vídeo pra entender por que tanta gente curte ver e ficar com minas trans, mas mesmo assim me deu nojo. Porém, enquanto o vídeo continuava, na parte em que o cara começou a penetrar ela e ela parecia muito feminina, comecei a ficar de pau duro e excitado. Pensei "que porra tá acontecendo comigo?" e fechei assustado. Outra vez, vendo pornô, reproduzi o vídeo de novo e me excitou de novo, até que comecei a ver outros vídeos de outras minas trans, como Carla Novaes, Maria Pia, etc., e comecei a bater punheta com esse tipo de conteúdo. Comecei a me questionar por que eu gostava e se eu era gay, mas com o tempo percebi que não era gay, porque não me atraíam homens nem paus — nem os paus das minas trans —, mas o que me chama atenção são os corpos femininos: pernas, raba e peitos, e o tipo de mina trans que me atrai são as passivas. Até hoje continuo batendo punheta com esse tipo de pornô, assim como com o pornô normal e anal, já que sempre gostei e sempre vou gostar de minas, assim como de garotas trans.
2 comentários - Como comecei a gostar de trans