Esclareço que os contos um e dois não são meus, só gostei deles e quis fazer minha atualização.https://www.poringa.net/posts/relatos/6144683/El-viaje-en-familia-pt1.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6144688/El-viaje-en-familia-pt2.htmlEu podia ver o corpo inteiro da minha tia, bem voluptuoso, genuinamente dava pra dizer que o corpo dela não tinha nada a invejar da minha namorada, um corpo violão, rabo espetacular e peitos de tirar o fôlego, sem falar que são bem firmes, nada caídos, com os bicos durinhos.
Só conseguia sentir minha ereção crescendo mais, eu tava imaginando como seria minha primeira vez com minha tia, assim como a da minha namorada com meu tio, e esse pensamento deixou ela mais dura ainda. Me deitei na cama tentando baixar meu short de pijama, minha tia notou meu nervosismo e ansiedade.
— Fica tranquilo... deixa que eu te guio — ela me empurrou com a mão e baixou uma parte do short, deixando minha ereção exposta, bem dura e já com líquido pré-seminal escorrendo do meu pau — uau, você não é nada mal dotado, sobrinho, nada a invejar do tio — esse comentário me deixou mais calmo, mas também animado por saber que daria prazer igual, e fiquei vendo minha tia, sem perguntar nada, começar a lamber aos poucos a minha cabeça.
Eu podia sentir a língua dela inteira e a ânsia de chupar meu pau. Deixei de me importar com a calma, peguei ela pela cabeça e comecei a pressionar pra ela comer meu pau inteiro, que não ficasse um centímetro sem ela provar, se queria tanta chispa que sentisse com meu pau na boca dela.
— Por favor, se acalma, sobrinho —
— Não, quero que você continue — fodendo a opinião dela, bati uma palmada com meu pau na cara dela, peguei de novo pela nuca e fui pressionando assim por vários minutos, não muitos, mas um tempinho.
— Por favor, deixa eu respirar — ela dizia com lágrimas nos olhos e maquiagem borrada. Logo tocou um telefone, era meu tio perguntando se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, mas naquele momento eu ouvi a Cláudia gemer e, sem nenhum pudor.
— Desculpa, amor, a putinha quer mais pau e não vou deixar ela sem isso nem sem gozo —
— Tá bem, amor, vou demorar um pouco, mas pode ser que eu leve alguma coisa —
Ele só desligou a chamada — tá bem, podemos continuar — já sem medo, eu peguei Seu rosto e a beijei com bastante paixão e desespero, poder colocar minhas mãos em todo o corpo dela, deitá-la na cama e me jogar por cima dela, podia sentir todo o corpo dela e cravar meus dedos nela, isso me fazia sentir que isso é mais justo, ele tá comendo minha mina, eu vou comer a esposa dele.
Já tava tão duro que só queria comer minha tia, mas antes queria dar uma provadinha nela, deixei ela se deitar e comecei a lamber a buceta dela já molhada, talvez com mais fluidos misturados da Cláudia e do meu tio.
- haaaa haaa haaa, continua, sobrinho -
Os gemidos dela me confirmavam que ela tava gostando, então continuei, peguei as coxas dela até colocar as pernas dela sobre meus ombros e continuei comendo esse puta bolo delicioso.
- cê gosta que teu sobrinho e a namorada dele comam tua buceta? -
- siiiim por favor siiiim -
Sinto ela começar a fechar as pernas com pequenos espasmos, minha tia quase gozando, aumentei o ritmo das lambidas e chupadas enquanto ouço mais gemidos dela, aperto mais as pernas dela, com força minha tia fecha as pernas em volta da minha cabeça com um gemido forte e os fluidos que agora cobrem minha cabeça.
- isso foi incrível pra pouca experiência que você tem, ela tem sorte -
- kkkkkk muito obrigado tia, isso foi muito gostoso -
me acomodo na cama do lado dela, aproximando minha cabeça, beijando ela e tocando todo o corpo dela, enfiando minhas mãos por baixo de toda aquela lingerie, mas quando já tô prestes a meter.
- espera, vem -
minha tia se levanta, abre bem as cortinas do quarto deixando ver o carro onde estavam Cláudia e meu tio, dava pra ver o carro balançando, com certeza ele tava deixando minha mina prenha, e só de pensar nisso me deixava mais duro ainda, até dava pra ver umas mãos se apoiando no vidro embaçado.
- vamos, me come por favor, mas tenta não deixar eles te verem, só que vejam que alguém tá me dando -
entrei fácil com a buceta da minha tia molhada e meus próprios fluidos, entrou fácil mas foi tão gostoso, muito melhor que bater punheta pensando em ter aquela bunda, e comecei num ritmo nem rápido nem lento, dando palmadas sonoras que faziam minha tia tremer e gemer por 10 minutos até a caminhonete parar de balançar e o telefone tocar.
- com quem você tá? -
- por que vocês não vêm e descobrem? haaaaa, mais por favor -
pude ver meu tio descendo rápido, vestindo a roupa a duras penas, mas por outro lado via a claudia de lingerie de duas peças e meia-calça de renda, o que só me fez comer minha tia com mais força, tanto por ciúme quanto por tesão de só olhar pra ela, ela tá toda suada, com a calcinha fio dental molhada e maquiagem borrada, dá até pra ver umas lágrimas.
consigo ouvir eles entrando em casa, cada vez mais perto do quarto, e só me excita pensar em como vão me ver comendo minha tia, eu bato nela pra ela gemer pra mim, a putinha, que nesse momento seja minha putinha.
eles entram no quarto direto e eu só olho pra eles, mantenho o olhar meio desafiador enquanto encaro os dois, minhas estocadas não param, minha tia só geme mais alto, sem ligar que a porta tá aberta ou que o marido dela tá vendo.
- me desculpa, tio, mas já que você tava comendo minha namorada, assumi que eu podia comer sua esposa, sem problemas, né? - sinceramente não sei de onde tirei coragem pra falar aquilo, só senti e queria muito dizer.
minha tia teve um orgasmo enorme só de ver o marido e a jovem sobrinha familiar, ela se joga na cama, o peso batendo e aquela bunda linda na minha frente, suada e cheia dos próprios fluidos, e eu ainda nem gozei.
já dá pra ver o cu dela dilatado, talvez meu tio já tinha comido ela, como qualquer uma das duas, e eu já não ligo, só subo minha perna na cama, coloco meu pau na entrada do cu dela e enfio sem pedir permissão, ouço os gemidos dela entre dor e prazer, me excita tanto que nem sei, eles tão me vendo mostrar que sou suficiente pra comer minha tia na frente do marido e eu não consigo parar de penetrar, do jeito que tô estuprando ela buceta do meu jeito, mas não consigo tirar os olhos da Cláudia, que vejo toda excitada, vermelha e molhada, nem sequer totalmente coberta pelo roupão que deixa à mostra a buceta inchada e cheia de fluidos.
A Cláudia se aproximou de nós, abriu a boca e beijou minha tia com paixão, mas deixava o rabo pra cima como se quisesse que pegassem. Pude ver que meu tio não perdeu tempo com a mesma ideia que eu, foi rápido até a mesa de cabeceira, pegou uma camisinha e colocou com certa pressa, mas sem descuido, suponho que pra não ter problema depois, mas simplesmente meteu sem mais.
Ouvi o gemido forte da Cláudia, profundo, doce e acima de tudo excitante. Ver meu tio comendo ela sem piedade como se fosse só um brinquedo dele realmente me excitou. Nós dois metíamos com força, só me deixava mais duro ver a Cláudia sendo usada como um brinquedo, como a putinha que ela é. Por um momento cruzei olhares com meu tio e a mesma ideia veio à nossa cabeça.
Uma palmada forte foi dada nas duas vadias, seus rabos quicaram com grandiosidade e foi espetacular. Eu podia sentir que ia gozar, cada estocada mais forte, já tava quase.
- Nãooo, espera - minha tia se afastou e até parou meu tio e a Cláudia, aproximando ela de mim - vamos, dá o que ela merece e o que você deve - minha tia se afastou pro lado do meu tio, deixando a Cláudia do meu lado.
A Cláudia me deu um boquete espetacular, eu a parei no seco - maldita puta, já te ensinaram muito bem - peguei ela pelo cabelo e comi aquela boquinha de puta. Cada estocada sentia a saliva dela e até como tentava me frear, e numa estocada final - mais vale que não escape nem uma gota, senão eu vou comer tua boca de novo.
Pra minha surpresa, ela cuspiu na cama e me olhou com um sorrisão - vamos, love, quero ver se é verdade.
Sério, não sei o que essa maldita mulher tem que só a presença dela me excita, mas agora minha ereção simplesmente não baixa.
Virei pra ver meus tios que só estavam se tocando junto com a gente. O prazer que eu sentia não tinha limite, entre saber que comeram a Claudia e eu mesmo ia comer ela, coloquei ela de missionário, as pernas gordas dela nos meus ombros e o olhar perdido mas excitado,
— Não vai colocar camisinha?
— Não, não preciso pra comer essa puta que você é, você vai ser minha puta e minha propriedade, e a gente tem direito de usar o que é da gente do jeito que quiser —
cravei minhas unhas na bunda dela e penetrei sem piedade uma atrás da outra e mais outra
— haaaa mais por favor me deixa cheia do seu leite, igual seu tio queria —
— é? você gosta de ser infiel, sua puta, com quantos você já foi? —
— meus vibradores contam, mas se quiser agora sim você vai ser meu corno —
— puta de merda, mas antes de ser um brinquedo público você vai ser minha puta e meu depósito de porra —
continuei metendo uma atrás da outra, só queria ela, já não era mais virgem e porra, como eu amo essa experiência de comer uma puta e só vejo meus tios do mesmo jeito que a gente, metida atrás de metida.
— vou gozar, fica prenha, sua puta —
— já tô cansada, me deixa descansar —
— não, de jeito nenhum, falta só mais uma —
me acomodei na cama bem, empurrando meus tios pro lado, e subi a Claudia por cima de mim, deixei ela cavalgar por um bom tempo, ver os peitos dela quicando e ver ela gemer enquanto se tocava de tesão só me fez perder a noção do tempo, mas só troquei um olhar de cumplicidade com meu tio.
- vamos assim sem camisinha -
- bom, você quem disse, sobrinho -
meu tio se posicionou atrás da claudia e também penetrou ela na buceta, eu sentia o pau dele pressionando o meu e como a claudia gritava alto sem se importar.
- por favor, acalmem os dois -
nós dois respondemos - a opinião das putas prenhas não importa
seguíamos mais devagar, mas excitados, o fato de estarmos já lubrificados de esperma e cansados só fez a gente explodir, eu chupava e brincava com as tetas dela, mas meu tio brincava com o pescoço dela, sinceramente a Cláudia já nem sabia mais o que tava fazendo, parecia drogada de prazer e cheia de esperma dos dois, mas sinceramente já nem importava mais
- bom, chega, hora de ir dormir, sobrinho vai pro seu quarto e eu levo a Cláudia pro quarto dela -
- sim, e sobre isso não se preocupa - ele falou essas palavras enquanto me dava um tapinha nas costas, - eu te ofereço um emprego, e quanto antes você pegar essa puta, melhor - e depois deu uma palmada daquelas na Cláudia, que mal conseguia se levantar e tava toda escorrida
eu só assenti, sabendo o que aquilo significava, e simplesmente fui dormir.
com o tempo, claramente a Cláudia acabou engravidando, sinceramente não foi fácil, ainda mais com as reclamações da minha mãe e a obrigação de casar tão novos, mas sinceramente isso era o de menos.
meu tio me ofereceu um puta cargo bom de trabalho e, no entanto, só pediu que a gente tivesse mais "viagens em família", o que sinceramente aceitei com prazer, a Cláudia teve mais "amigos" normais, que eu permitia desde que me deixasse ver, me avisasse e sempre usasse camisinha, embora com o tempo a gente tivesse mais filhos
e sinceramente eu não sei se meu primeiro filho é meu de verdade, pois meu tio e eu somos família de sangue, só sabemos que ele é igual a nós, embora com o resto eu tenha uma ou outra dúvida sobre aquela puta, mas posso dizer que eles são bem parecidos com a minha família, acho.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6144688/El-viaje-en-familia-pt2.htmlEu podia ver o corpo inteiro da minha tia, bem voluptuoso, genuinamente dava pra dizer que o corpo dela não tinha nada a invejar da minha namorada, um corpo violão, rabo espetacular e peitos de tirar o fôlego, sem falar que são bem firmes, nada caídos, com os bicos durinhos.
Só conseguia sentir minha ereção crescendo mais, eu tava imaginando como seria minha primeira vez com minha tia, assim como a da minha namorada com meu tio, e esse pensamento deixou ela mais dura ainda. Me deitei na cama tentando baixar meu short de pijama, minha tia notou meu nervosismo e ansiedade.
— Fica tranquilo... deixa que eu te guio — ela me empurrou com a mão e baixou uma parte do short, deixando minha ereção exposta, bem dura e já com líquido pré-seminal escorrendo do meu pau — uau, você não é nada mal dotado, sobrinho, nada a invejar do tio — esse comentário me deixou mais calmo, mas também animado por saber que daria prazer igual, e fiquei vendo minha tia, sem perguntar nada, começar a lamber aos poucos a minha cabeça.
Eu podia sentir a língua dela inteira e a ânsia de chupar meu pau. Deixei de me importar com a calma, peguei ela pela cabeça e comecei a pressionar pra ela comer meu pau inteiro, que não ficasse um centímetro sem ela provar, se queria tanta chispa que sentisse com meu pau na boca dela.
— Por favor, se acalma, sobrinho —
— Não, quero que você continue — fodendo a opinião dela, bati uma palmada com meu pau na cara dela, peguei de novo pela nuca e fui pressionando assim por vários minutos, não muitos, mas um tempinho.
— Por favor, deixa eu respirar — ela dizia com lágrimas nos olhos e maquiagem borrada. Logo tocou um telefone, era meu tio perguntando se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, mas naquele momento eu ouvi a Cláudia gemer e, sem nenhum pudor.
— Desculpa, amor, a putinha quer mais pau e não vou deixar ela sem isso nem sem gozo —
— Tá bem, amor, vou demorar um pouco, mas pode ser que eu leve alguma coisa —
Ele só desligou a chamada — tá bem, podemos continuar — já sem medo, eu peguei Seu rosto e a beijei com bastante paixão e desespero, poder colocar minhas mãos em todo o corpo dela, deitá-la na cama e me jogar por cima dela, podia sentir todo o corpo dela e cravar meus dedos nela, isso me fazia sentir que isso é mais justo, ele tá comendo minha mina, eu vou comer a esposa dele.
Já tava tão duro que só queria comer minha tia, mas antes queria dar uma provadinha nela, deixei ela se deitar e comecei a lamber a buceta dela já molhada, talvez com mais fluidos misturados da Cláudia e do meu tio.
- haaaa haaa haaa, continua, sobrinho -
Os gemidos dela me confirmavam que ela tava gostando, então continuei, peguei as coxas dela até colocar as pernas dela sobre meus ombros e continuei comendo esse puta bolo delicioso.
- cê gosta que teu sobrinho e a namorada dele comam tua buceta? -
- siiiim por favor siiiim -
Sinto ela começar a fechar as pernas com pequenos espasmos, minha tia quase gozando, aumentei o ritmo das lambidas e chupadas enquanto ouço mais gemidos dela, aperto mais as pernas dela, com força minha tia fecha as pernas em volta da minha cabeça com um gemido forte e os fluidos que agora cobrem minha cabeça.
- isso foi incrível pra pouca experiência que você tem, ela tem sorte -
- kkkkkk muito obrigado tia, isso foi muito gostoso -
me acomodo na cama do lado dela, aproximando minha cabeça, beijando ela e tocando todo o corpo dela, enfiando minhas mãos por baixo de toda aquela lingerie, mas quando já tô prestes a meter.
- espera, vem -
minha tia se levanta, abre bem as cortinas do quarto deixando ver o carro onde estavam Cláudia e meu tio, dava pra ver o carro balançando, com certeza ele tava deixando minha mina prenha, e só de pensar nisso me deixava mais duro ainda, até dava pra ver umas mãos se apoiando no vidro embaçado.
- vamos, me come por favor, mas tenta não deixar eles te verem, só que vejam que alguém tá me dando -
entrei fácil com a buceta da minha tia molhada e meus próprios fluidos, entrou fácil mas foi tão gostoso, muito melhor que bater punheta pensando em ter aquela bunda, e comecei num ritmo nem rápido nem lento, dando palmadas sonoras que faziam minha tia tremer e gemer por 10 minutos até a caminhonete parar de balançar e o telefone tocar.
- com quem você tá? -
- por que vocês não vêm e descobrem? haaaaa, mais por favor -
pude ver meu tio descendo rápido, vestindo a roupa a duras penas, mas por outro lado via a claudia de lingerie de duas peças e meia-calça de renda, o que só me fez comer minha tia com mais força, tanto por ciúme quanto por tesão de só olhar pra ela, ela tá toda suada, com a calcinha fio dental molhada e maquiagem borrada, dá até pra ver umas lágrimas.
consigo ouvir eles entrando em casa, cada vez mais perto do quarto, e só me excita pensar em como vão me ver comendo minha tia, eu bato nela pra ela gemer pra mim, a putinha, que nesse momento seja minha putinha.
eles entram no quarto direto e eu só olho pra eles, mantenho o olhar meio desafiador enquanto encaro os dois, minhas estocadas não param, minha tia só geme mais alto, sem ligar que a porta tá aberta ou que o marido dela tá vendo.
- me desculpa, tio, mas já que você tava comendo minha namorada, assumi que eu podia comer sua esposa, sem problemas, né? - sinceramente não sei de onde tirei coragem pra falar aquilo, só senti e queria muito dizer.
minha tia teve um orgasmo enorme só de ver o marido e a jovem sobrinha familiar, ela se joga na cama, o peso batendo e aquela bunda linda na minha frente, suada e cheia dos próprios fluidos, e eu ainda nem gozei.
já dá pra ver o cu dela dilatado, talvez meu tio já tinha comido ela, como qualquer uma das duas, e eu já não ligo, só subo minha perna na cama, coloco meu pau na entrada do cu dela e enfio sem pedir permissão, ouço os gemidos dela entre dor e prazer, me excita tanto que nem sei, eles tão me vendo mostrar que sou suficiente pra comer minha tia na frente do marido e eu não consigo parar de penetrar, do jeito que tô estuprando ela buceta do meu jeito, mas não consigo tirar os olhos da Cláudia, que vejo toda excitada, vermelha e molhada, nem sequer totalmente coberta pelo roupão que deixa à mostra a buceta inchada e cheia de fluidos.
A Cláudia se aproximou de nós, abriu a boca e beijou minha tia com paixão, mas deixava o rabo pra cima como se quisesse que pegassem. Pude ver que meu tio não perdeu tempo com a mesma ideia que eu, foi rápido até a mesa de cabeceira, pegou uma camisinha e colocou com certa pressa, mas sem descuido, suponho que pra não ter problema depois, mas simplesmente meteu sem mais.
Ouvi o gemido forte da Cláudia, profundo, doce e acima de tudo excitante. Ver meu tio comendo ela sem piedade como se fosse só um brinquedo dele realmente me excitou. Nós dois metíamos com força, só me deixava mais duro ver a Cláudia sendo usada como um brinquedo, como a putinha que ela é. Por um momento cruzei olhares com meu tio e a mesma ideia veio à nossa cabeça.
Uma palmada forte foi dada nas duas vadias, seus rabos quicaram com grandiosidade e foi espetacular. Eu podia sentir que ia gozar, cada estocada mais forte, já tava quase.
- Nãooo, espera - minha tia se afastou e até parou meu tio e a Cláudia, aproximando ela de mim - vamos, dá o que ela merece e o que você deve - minha tia se afastou pro lado do meu tio, deixando a Cláudia do meu lado.
A Cláudia me deu um boquete espetacular, eu a parei no seco - maldita puta, já te ensinaram muito bem - peguei ela pelo cabelo e comi aquela boquinha de puta. Cada estocada sentia a saliva dela e até como tentava me frear, e numa estocada final - mais vale que não escape nem uma gota, senão eu vou comer tua boca de novo.
Pra minha surpresa, ela cuspiu na cama e me olhou com um sorrisão - vamos, love, quero ver se é verdade.
Sério, não sei o que essa maldita mulher tem que só a presença dela me excita, mas agora minha ereção simplesmente não baixa.
Virei pra ver meus tios que só estavam se tocando junto com a gente. O prazer que eu sentia não tinha limite, entre saber que comeram a Claudia e eu mesmo ia comer ela, coloquei ela de missionário, as pernas gordas dela nos meus ombros e o olhar perdido mas excitado,
— Não vai colocar camisinha?
— Não, não preciso pra comer essa puta que você é, você vai ser minha puta e minha propriedade, e a gente tem direito de usar o que é da gente do jeito que quiser —
cravei minhas unhas na bunda dela e penetrei sem piedade uma atrás da outra e mais outra
— haaaa mais por favor me deixa cheia do seu leite, igual seu tio queria —
— é? você gosta de ser infiel, sua puta, com quantos você já foi? —
— meus vibradores contam, mas se quiser agora sim você vai ser meu corno —
— puta de merda, mas antes de ser um brinquedo público você vai ser minha puta e meu depósito de porra —
continuei metendo uma atrás da outra, só queria ela, já não era mais virgem e porra, como eu amo essa experiência de comer uma puta e só vejo meus tios do mesmo jeito que a gente, metida atrás de metida.
— vou gozar, fica prenha, sua puta —
— já tô cansada, me deixa descansar —
— não, de jeito nenhum, falta só mais uma —
me acomodei na cama bem, empurrando meus tios pro lado, e subi a Claudia por cima de mim, deixei ela cavalgar por um bom tempo, ver os peitos dela quicando e ver ela gemer enquanto se tocava de tesão só me fez perder a noção do tempo, mas só troquei um olhar de cumplicidade com meu tio.
- vamos assim sem camisinha - - bom, você quem disse, sobrinho -
meu tio se posicionou atrás da claudia e também penetrou ela na buceta, eu sentia o pau dele pressionando o meu e como a claudia gritava alto sem se importar.
- por favor, acalmem os dois -
nós dois respondemos - a opinião das putas prenhas não importa
seguíamos mais devagar, mas excitados, o fato de estarmos já lubrificados de esperma e cansados só fez a gente explodir, eu chupava e brincava com as tetas dela, mas meu tio brincava com o pescoço dela, sinceramente a Cláudia já nem sabia mais o que tava fazendo, parecia drogada de prazer e cheia de esperma dos dois, mas sinceramente já nem importava mais- bom, chega, hora de ir dormir, sobrinho vai pro seu quarto e eu levo a Cláudia pro quarto dela -
- sim, e sobre isso não se preocupa - ele falou essas palavras enquanto me dava um tapinha nas costas, - eu te ofereço um emprego, e quanto antes você pegar essa puta, melhor - e depois deu uma palmada daquelas na Cláudia, que mal conseguia se levantar e tava toda escorrida
eu só assenti, sabendo o que aquilo significava, e simplesmente fui dormir.
com o tempo, claramente a Cláudia acabou engravidando, sinceramente não foi fácil, ainda mais com as reclamações da minha mãe e a obrigação de casar tão novos, mas sinceramente isso era o de menos.
meu tio me ofereceu um puta cargo bom de trabalho e, no entanto, só pediu que a gente tivesse mais "viagens em família", o que sinceramente aceitei com prazer, a Cláudia teve mais "amigos" normais, que eu permitia desde que me deixasse ver, me avisasse e sempre usasse camisinha, embora com o tempo a gente tivesse mais filhos
e sinceramente eu não sei se meu primeiro filho é meu de verdade, pois meu tio e eu somos família de sangue, só sabemos que ele é igual a nós, embora com o resto eu tenha uma ou outra dúvida sobre aquela puta, mas posso dizer que eles são bem parecidos com a minha família, acho.
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