A gata gostosa que meu marido quer

Quando minha parceira chegou ao bar, ele ficou surpreso ao me ver, eu não estava especialmente vestida para uma ocasião como aquelas que a gente gosta de curtir, mas eu ri porque sabia o que estava provocando nele.
Na real, de cima pra baixo não era grande coisa, uma regata justa e um casaquinho curto por cima, que logicamente marcavam meus peitos, mas nada de outro mundo.
Pra baixo, e aí estava meu sorriso, eu vestia umas leggings bem justas que deixavam à mostra minha bunda grande.
Sempre soube que minha bunda esquenta demais meu parceiro, mas dessa vez era óbvio que não era só ele que ela esquentava, porque toda vez que eu circulava pelo bar, todos os homens olhavam única e exclusivamente pra essa parte do meu corpo.
Quando fomos pra casa e nos despedimos de todo mundo, entrando no carro, a gente conversou um pouco.
A casa não fica longe do bar onde estávamos, ele pegou um caminho secundário, abaixou o zíper da calça e tirou o pênis pra fora, eu me curvei e comecei a chupar enquanto ele dirigia, eu afundava na boca e tirava devagar, ele dirigia cada vez mais lento, até que parou o carro numa esquina, reclinou o banco, pegou minha cabeça e afundou fazendo eu engolir o pênis inteiro até o fundo da garganta.
Eu brincava com o pau na minha boca, chupava, massageava com a língua, batia uma pra ele enquanto dava batidinhas na língua, queria fazer ele gozar, adoro ver como os homens gozam em mim; ele passou a mão pelas minhas costas pra enfiar com dificuldade a mão dentro da minha leggings, até alcançar minha bunda, brincava ali, enfiava um dos dedos, tirava e enfiava de novo, enquanto falava comigo, sem parar de bater uma pra ele e entre uma chupada e outra eu respondia, – sim, eu sou uma puta –, – a bunda é de todos –, – de qualquer um, de quem quiser usar –, eu sentia os dedos dele abrindo meu cu.
Eu tava gozando, de repente ele me levantou, vamos, ele disse, vem alguém aí, isso me excitou ainda mais, eu me agarrei no pau dele, mas ele insistiu em ir embora, eu implorei pra ele não fazer isso. e continuei chupando com ainda mais vontade.
A pessoa passou de largo, ou pelo menos foi o que eu pensei, de repente ouvi ele dizer que estavam nos vendo, da janela do lado de trás escondidos nos olhavam, podiam me ver como uma puta qualquer prestando um serviço no carro, acalmei ele e como pude tentei ficar de quatro enquanto continuava chupando, levantei minha bunda, sabia que podiam me ver, imaginava que o voyeur estaria se masturbando, -que puta você é- ele me disse, levei minha mão para trás e não sem dificuldade consegui abrir a porta, só esperei, pude sentir que se aproximavam, timidamente e por cima da minha legging tocavam minha bunda, com um gesto meu parceiro o encorajou dando confiança, levei minhas mãos para trás e baixei minha calcinha deixando ela no meio da coxa e toda minha bunda exposta, enquanto meu parceiro segurava minha cabeça sem me deixar olhar quem se divertia com minhas nádegas, fui para trás tirando minhas pernas para fora do veículo ficando na altura de outro cara, a legging não me deixava abrir as pernas, meu parceiro não me deixava olhar, só senti entrar na minha pussy um pau duro que começou a bombar em mim com desespero, eu gemia enquanto batia uma pro meu parceiro e sentia como abriam minha pussy, não posso negar o prazer que me dá ser usada desse jeito, gozei com um gritinho, que fez meu parceiro explodir na minha boca, enquanto meu delicioso desconhecido continuava buscando o próprio prazer -destrói essa puta- eu disse, -faz com força- e então ele começou a me bater com o pau no meu útero, até gozar com uma grande explosão de porra nas minhas costas.
Ele arrumou a calça e foi embora, eu me sentei, meu parceiro ligou o carro e partimos. Sorri e disse -curtinha mas boa-.
Ele só sorriu. Chegamos em casa e dispensei a babá da nossa filha e fomos transar no quarto, fiquei imaginando como meu parceiro ia descontar na babá antes de voltar.

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