Katherine Riveros Caballero - Meu marido insiste em me entregar para estranhos

Tudo por causa da febre perversa do meu marido, que insistiu tanto que acabei cedendo pra agradá-lo... Naquela época eu tinha 18 anos, com apenas alguns meses de casada, a experiência que eu tinha tido com meu marido e o zelador ainda era conflitante pra mim, porque até aquele dia, eu sempre me relacionei com pessoas que eu conhecia socialmente, dessa vez, ao contrário, ele tinha permitido que eu transasse com um completo desconhecido, e tudo por causa da perversidade do meu marido, que insistiu tanto que acabei cedendo pra agradá-lo.
No entanto, a experiência vivida, algo totalmente desconhecido pra mim, fez com que eu não só ficasse de mil pés, mas fez minha fantasia voar enquanto o velho tarado aproveitava meu corpo, metendo o pau em mim do jeito que ele queria e me fazendo explodir em orgasmos imensos e tremendos, algo que nem meu marido teria sido capaz de alcançar.
Toda vez que eu me lembrava do acontecido eu ficava super excitada e minha buceta ficava molhada até encharcar minha calcinha. Só de lembrar daquela experiência com um desconhecido, só de imaginar aquela sensação de ser usada e a adrenalina do perigo que aquilo envolvia, fazia meu tesão atingir limites que eu nem sabia que existiam em mim e, claro, fazia minha imaginação voar.
Sem querer, ela frequentemente passava da lembrança da experiência para fantasiar em ser uma puta usada por algum pervertido desconhecido.
Naquela noite, algo mudou profundamente dentro de mim. Meu desejo de ser usada por estranhos de novo fez meu sangue ferver. Não era pelo fato em si, já que meu marido fazia isso comigo o tempo todo, mas pelo fato de me sentir abusada por estranhos, já que o que aquele velho depravado me fez sentir, eu nunca esqueceria e, com certeza, eu queria reviver aquele tesão, aquela adrenalina, aquele perigo, aquela fantasia.
Tomei a decisão e jurei que não me arrependeria de arranjar alguém pra realizar essa fantasia com aquele desconhecido, que algum estranho me fizesse sentir que eu era a puta dele e me humilhasse até o orgasmo.
Comecei a sair sozinha à noite em busca de aventura. Cada vez que saía nessas incursões noturnas, com o passar dos dias, sem perceber, comecei a me arrumar de um jeito diferente, colocava mais maquiagem, minhas roupas eram mais provocantes e não só eu notava essas mudanças, mas também todos os meus conhecidos que me olhavam na rua.
No entanto, andar sozinha na rua tarde da noite em busca de aventura era uma coisa, tomar a decisão de aceitar mexer com um estranho era outra, havia algo em mim que me impedia, eu realmente sentia pena, eu estava morrendo de desejo, mas também estava morrendo de vergonha, realmente não era tão fácil quanto eu imaginava. Além disso, sem esquecer que eu era casada e muitas pessoas nos conheciam.
Finalmente, um belo dia, quer dizer, uma noite quente, eu estava queimando de desejo, então, quando um carro para do meu lado, apesar de eu estar super nervosa, eu estava morrendo de angústia porque era praticamente minha primeira vez, respirei fundo, me armei de coragem e, sem parar pra pensar mais nisso, num impulso irresistível, entrei no carro do desconhecido.
Meu coração estava disparado, parecia que ia sair pela boca, de tanta emoção, eu estava meio atordoada e super nervosa, quase não sabia como agir. O homem ligou o veículo e foi para uns bairros escuros, um setor muito perigoso, meu coração estava saltando no peito, medo e tesão, num setor deserto ele parou o carro sem desligar o motor, olhando pra mim com desejo, ele abaixou o zíper da minha jaqueta e apalpou meus peitos, eu deixei ele fazer, eu estava morrendo de tesão, libertando meus peitos, ele levantou o sutiã até a altura do meu pescoço e começou a apalpar e chupar meus peitos com desejo, eu já estava ficando mais excitada e não era à toa.
Ele pegou minha mão e colocou no volume dele, esfregando, então eu, sem mais delongas, liberei o membro dele e comecei a chupar, deixando entrar até o fundo da minha boca, tirei e lambi dos testículos até a cabeça, chupei e inalei, meu tesão só aumentava, ele dita o ritmo dos movimentos da minha boca, estou louca pra ele me pegar, quando de repente, ele goza na minha boca jorrando uma grande quantidade de leite que escorre pelos cantos, ele nunca tirou o membro da minha boca me forçando a engolir toda a explosão dele, no final ele retira e me pergunta onde ele me deixa, eu digo que no mesmo lugar onde ele me pegou, não passaram vinte minutos e meu corpo está pegando fogo, preciso de uma penetração agora, urgente, o filho da puta me deixou pior do que quando entrei no carro dele, então eu ainda estava morrendo de vontade de sentir um pau dentro de mim.
Sem dizer nada, ele dirige e chegamos ao lugar onde eu levanto e ele me passa dois mil pesos!! Só por um boquete e a verdade é que ele nem dura nada, me deixou com um desejo enorme.
Eu tinha acabado de sair, quando de repente aparece uma van de luxo, que para bem perto de mim me sinalizando para me aproximar.
Vou até a janela e os dois passageiros me oferecem uma carona, então, sem hesitar um segundo, aceito a oferta gentil deles e imediatamente entro no veículo, sento no meio dos dois homens e rapidamente saio de lá.
Durante a viagem, apoiei cada uma das minhas mãos no volume de cada uma, sorrindo inocentemente, mas de forma tão provocante, insinuante e descarada quanto possível.
Já não era mais hora de andar por aí com falsos pretextos. Ele passou as mãos por cima da calça deles, percebendo como cresciam e ficavam duras, sem desviar o olhar dos olhos deles e sabendo o quanto aquilo os excitava.
Quando chegamos no lugar, descemos e entramos numa sala muito luxuosa, me ofereceram uma bebida e nós três começamos a beber, colocaram a música e se aproximando de mim, começaram a me beijar com tesão me apalpando por todo lado.
Um apertou meus peitos e me comeu, o outro por trás, também agarrou meus peitos e minha bunda. Eu me mexia de forma provocante, sorrindo e ronronando como uma gatinha.
Um deles levanta minha saia e por baixo da calcinha começa a colocar os dedos no meu ânus, ele enfiava e tirava simulando penetração, meus gemidos o excitavam, eu precisava que ele me penetrasse agora, não aguentava mais de tanto tesão, precisava sentir um pau atravessando meu corpo.
O outro homem fez o mesmo, chupando meus mamilos e colocando os dedos na minha buceta, percebendo como eu já estava molhada. Eu suspirei e gemi com as apalpadelas dele, deixando eles loucos de tesão.
Gosto da sua bunda, um deles disse, quero te dar por trás. Sim, gostoso, me dá por trás — eu digo pra ele, o outro homem se recostou no sofá abaixando as calças num sinal claro de que ia chupar.
Então eu tirei minha calcinha e comecei a chupar ela enquanto ficava de quatro de costas pro outro cara, que, sem mais nem menos, se posicionou atrás de mim e começou a colocar devagarzinho atrás de mim. Me fazendo gemer e suspirar de prazer e tesão.
Eu já estava quente feito uma puta de verdade, me ajeitei em cima do cara que estava deitado no sofá, peguei o pau dele, coloquei na entrada da minha buceta e comecei a descer devagar, senti ele abrindo até a cabeça entrar, fiquei parada um tempo e depois deixei todo o meu peso cair pra que o pau entrasse de uma vez só, um grito de tesão e prazer saiu da minha garganta, o cara atrás de mim me segurou pelas nádegas enquanto ele
Ele tirou e colocou o pau dentro da minha bunda, eu gritei de prazer, pedindo pra ele meter mais forte, pra usar bem aquela bundinha que eu ofereci pra alguém pela primeira vez, até eu acabar com um orgasmo tremendo e infinito que me deixou exausta, pedi pra eles gozarem dentro de mim, até eu sentir um mar de leite quente molhar meu reto e minha buceta.
Os dois homens me deram um pau muito bom por um longo tempo até se esvaziarem dentro de mim, me enchendo de leite quente.
Finalmente, os dois caras foram embora me deixando, concordando que iriam me procurar outra vez e me deram 2000 cada um. Me senti super orgulhosa, não por ter ganhado esse dinheiro, mas porque significava que eu tinha feito um bom trabalho com aqueles homens e daquela forma eles me agradeceram, pra mim foi como uma formatura por ter conseguido passar no teste como uma verdadeira puta e isso me causou uma grande satisfação.
Me sentindo uma puta no meio de estranhos me fez viajar e quase na mesma hora fiquei toda molhada, só de pensar nisso.
Então, quando cheguei em casa, dei de cara com o porteiro que já tinha tomado uns drinques, então não precisei de nada pra seduzi-lo. Ele imediatamente me levou pro quarto dele e deixou soltar toda a sua perversão e instintos mais baixos, do que ele arrancou de mim orgasmos tremendos e incontroláveis. O velho sabia gostar como poucos e te deixava exausta no chão, pingando porra e pedindo mais. Desses homens vale a pena arrumar pelo menos uns dois amigos assim pra qualquer coisa que se ofereça.
Então eu comecei a me oferecer como puta nos cantos escuros do bairro. Eu me sentia uma mulher super gostosa e super realizada. Não achava que estava fazendo nada de errado por causa do tremendo tesão que isso me causava e da tremenda satisfação que eu alcançava com os clientes ocasionais.
tudo por causa da febre perversa do meu marido que insistiu tanto que acabei agradando ele...
Naquela época eu tinha 18 anos, com apenas alguns meses de casada, a experiência que eu tinha tido com meu marido e o zelador ainda era conflitante pra mim, porque até aquele dia, eu sempre me relacionei com pessoas que eu conhecia socialmente, dessa vez ao invés disso, ele tinha permitido que eu fizesse sexo com um completo estranho, e tudo por causa da perversão do meu marido que insistiu tanto que acabei agradando ele.
No entanto, a experiência vivida, algo totalmente desconhecido pra mim, fez com que eu não só ficasse de mil pés, mas fez minha fantasia voar enquanto o velho tarado aproveitava meu corpo, metendo o pau em mim do jeito que ele queria e me fazendo explodir em orgasmos imensos e tremendos, algo que nem meu marido teria sido capaz de alcançar.
Toda vez que eu me lembrava do acontecido eu ficava super excitada e minha buceta ficava molhada até encharcar a calcinha. Só de lembrar daquela experiência com um desconhecido, só de imaginar aquela sensação de ser usada e a adrenalina do perigo que aquilo envolvia, fazia meu tesão atingir limites que eu nem sabia que existiam em mim e, claro, fazia minha imaginação voar.
Sem querer, ela frequentemente passava da lembrança da experiência para fantasiar em ser uma puta usada por algum pervertido desconhecido.
Naquela noite, algo mudou profundamente dentro de mim. Meu desejo de ser usada por estranhos de novo fez meu sangue ferver. Não era pelo fato em si, já que meu marido fazia isso comigo o tempo todo, mas pelo fato de me sentir abusada por estranhos, já que o que aquele velho depravado me fez sentir, eu nunca esqueceria e, com certeza, eu queria reviver aquela emoção, aquela adrenalina, aquele perigo, aquela fantasia.
Tomei a decisão e jurei que não me arrependeria de arranjar alguém pra realizar essa fantasia com aquele desconhecido, que algum estranho me fizesse sentir que eu era a puta dele e me humilhasse até o orgasmo.
Comecei a sair sozinha à noite em busca de aventura. Cada vez que saía nessas incursões noturnas, com o passar dos dias, sem perceber, comecei a me arrumar de um jeito diferente, colocava mais maquiagem, minhas roupas eram mais provocantes e não só eu notava essas mudanças, mas também todos os meus conhecidos que me olhavam na rua.
No entanto, andar sozinha na rua tarde da noite em busca de aventura era uma coisa, tomar a decisão de aceitar mexer com um estranho era outra, havia algo em mim que me impedia, eu realmente sentia pena, eu estava morrendo de desejo, mas também morrendo de vergonha, realmente não era tão fácil quanto eu imaginava. Além disso, sem esquecer que eu era casada e muitas pessoas nos conheciam.
Finalmente, um belo dia, quer dizer, uma noite quente, eu estava queimando de desejo, então, quando um carro para do meu lado, apesar de eu estar super nervosa, eu estava morrendo de angústia porque era praticamente minha primeira vez, respirei fundo, me armei de coragem e, sem parar pra pensar mais nisso, num impulso irresistível eu entrei no carro do desconhecido.
Meu coração estava disparado, parecia que ia sair pela boca, de tanta emoção, eu estava meio atordoada e super nervosa, quase não sabia como agir. O homem ligou o veículo e foi para uns bairros escuros, um setor muito perigoso, meu coração estava saltando no peito, medo e tesão, num setor deserto ele parou o carro sem desligar o motor, olhando pra mim com desejo, ele abaixou o zíper da minha jaqueta e apalpou meus peitos, eu deixei ele fazer, eu estava morrendo de tesão, libertando meus peitos, ele levantou o sutiã até a altura do meu pescoço e começou a apalpar e chupar meus peitos com desejo, eu já estava ficando mais excitada e não era à toa.
Ele pegou minha mão e colocou no volume dele, esfregando, então eu, sem mais delongas, liberei o membro dele e comecei a chupar, deixando entrar até o fundo da minha boca, tirei e lambi dos testículos até a cabeça, chupei e inalei, meu tesão só aumentava, ele dita o ritmo dos movimentos da minha boca, estou louca pra ele me pegar, quando de repente, ele goza na minha boca jorrando uma grande quantidade de leite que escorre pelos cantos, ele nunca tirou o membro da minha boca me forçando a engolir toda a explosão dele, no final ele retira e me pergunta onde ele me deixa, eu digo que no mesmo lugar onde ele me pegou, não passou vinte minutos e meu corpo está pegando fogo, preciso de uma penetração agora, urgente, o filho da puta me deixou pior do que quando entrei no carro dele, então eu ainda estava morrendo de vontade de sentir um pau dentro de mim.
Sem dizer nada, ele dirige e a gente chega no lugar, eu levanto e ele me passa dois mil pesos!! Só por um boquete e a verdade é que ele nem dura nada, me deixou com um desejo do caralho.
Eu tinha acabado de sair, quando de repente aparece uma van de luxo, que para bem perto de mim me sinalizando para me aproximar.
Vou até a janela e os dois passageiros me oferecem uma carona, então, sem hesitar nem por um segundo, aceito a oferta gentil deles e imediatamente entro no veículo, sento no meio dos dois homens e rapidamente saio de lá.
Durante a viagem, apoiei cada uma das minhas mãos no volume de cada uma, sorrindo com inocência, mas de forma tão provocante, insinuante e descarada quanto possível.
Já não era mais hora de andar por aí com falsos pretextos. Ele passou as mãos por cima da calça deles, percebendo como cresciam e ficavam duros, sem parar de olhar nos olhos deles e sabendo o quanto aquilo os excitava.
Quando chegamos no lugar, descemos e entramos numa sala muito luxuosa, me ofereceram uma bebida e nós três começamos a beber, colocaram a música e se aproximando de mim, começaram a me beijar com tesão me apalpando por todo lado.
Um apalpou meus peitos e a buceta, o outro por trás, também agarrou meus peitos e a bunda. Eu me movia de forma provocante, sorrindo e ronronando como uma gatinha.
Um deles levanta minha saia e por baixo da calcinha começa a colocar os dedos no meu ânus, ele inseriu e tirou simulando penetração, meus gemidos o excitaram, eu precisava que ele me penetrasse agora, não aguentava mais de tanto tesão, precisava sentir um pau atravessando meu corpo.
O outro homem fez o mesmo, chupando meus mamilos e colocando os dedos na minha buceta, percebendo como eu já estava molhada. Eu suspirei e gemi com o apalpamento dele, deixando-os excitados ao máximo.
Gosto da sua bunda, disse um deles, quero te dar por trás. Sim, gostoso, me dá por trás — eu disse a ele, o outro homem se recostou no sofá puxando as calças para baixo num claro sinal de que ia chupar.
Então tirei a calcinha e comecei a chupá-lo enquanto ficava de quatro de costas para o outro homem, que, sem mais delongas, se posicionou atrás de mim e começou a colocá-lo aos poucos atrás de mim. Me fazendo gemer e suspirar de prazer e tesão.
Eu já estava quente feito uma puta de verdade, me ajeitei em cima do cara que estava deitado no sofá, peguei o pau dele, coloquei na entrada da minha buceta e comecei a descer devagar, senti ele abrir até a cabeça entrar, fiquei parada um tempo e depois deixei todo o meu peso cair pra que o pau entrasse de uma vez só, um grito de tesão e prazer saiu da minha garganta, o cara atrás de mim me segurou pelas nádegas enquanto se movia tirando e colocando o pau dentro do meu cu, eu gritei de prazer, pedindo pra ele me dar mais forte, pra usar bem aquela bundinha que eu oferecia pra alguém pela primeira vez, até eu acabar com um orgasmo tremendo e sem fim que me deixou exausta, pedi pra eles gozarem dentro de mim, até eu sentir um mar de leite quente molhar meu reto e minha buceta.
Os dois caras me deram um pau muito bom por um longo tempo até se esvaziarem dentro de mim, me enchendo de leite quente.
Finalmente, os dois caras foram me deixar, combinando que me procurariam outra vez e me deram 2000 cada. Me senti super orgulhosa, não por ter ganhado esse dinheiro, mas significava que eu tinha feito um bom trabalho com aqueles caras e dessa forma eles me agradeceram, pra mim foi como uma formatura por ter conseguido passar no teste como uma verdadeira puta e isso me causou uma grande satisfação.
Me sentindo uma puta no meio de estranhos me fez voar e quase imediatamente fiquei toda molhada, só de pensar nisso.
Então quando cheguei em casa, dei de cara com o porteiro que já tinha tomado uns drinks, então não me custou nada seduzi-lo. Ele imediatamente me colocou no quarto dele e deixei ele dar asas à sua perversão e instintos mais baixos, do que ele me fez ter orgasmos tremendos e incontroláveis. O velho sabia gostar como poucos e te deixava exausta no chão pingando porra e pedindo mais. Desses homens vale a pena temer pelo menos uns dois amigos assim pra qualquer coisa que se ofereça.
Então eu comecei a me oferecer como puta nos cantos escuros do bairro. Eu me sentia uma mulher super gostosa e super realizada. Não achava que estava fazendo nada de errado por causa do tremendo tesão que isso me causava e da tremenda satisfação que eu alcançava com os clientes ocasionais.


Tudo por causa da febre perversa do meu marido, que insistiu tanto que acabei cedendo pra agradá-lo... Naquela época eu tinha 18 anos, com apenas alguns meses de casada, a experiência que eu tinha tido com meu marido e o zelador ainda era conflitante pra mim, porque até aquele dia, eu sempre me relacionei com pessoas que eu conhecia socialmente, dessa vez, ao contrário, ele tinha permitido que eu transasse com um completo desconhecido, e tudo por causa da perversidade do meu marido, que insistiu tanto que acabei cedendo pra agradá-lo.
No entanto, a experiência vivida, algo totalmente desconhecido pra mim, fez com que eu não só ficasse de mil pés, mas fez minha fantasia voar enquanto o velho tarado aproveitava meu corpo, metendo o pau em mim do jeito que ele queria e me fazendo explodir em orgasmos imensos e tremendos, algo que nem meu marido teria sido capaz de alcançar.
Toda vez que eu me lembrava do acontecido eu ficava super excitada e minha buceta ficava molhada até encharcar minha calcinha. Só de lembrar daquela experiência com um desconhecido, só de imaginar aquela sensação de ser usada e a adrenalina do perigo que aquilo envolvia, fazia meu tesão atingir limites que eu nem sabia que existiam em mim e, claro, fazia minha imaginação voar.
Sem querer, ela frequentemente passava da lembrança da experiência para fantasiar em ser uma puta usada por algum pervertido desconhecido.
Naquela noite, algo mudou profundamente dentro de mim. Meu desejo de ser usada por estranhos de novo fez meu sangue ferver. Não era pelo fato em si, já que meu marido fazia isso comigo o tempo todo, mas pelo fato de me sentir abusada por estranhos, já que o que aquele velho depravado me fez sentir, eu nunca esqueceria e, com certeza, eu queria reviver aquele tesão, aquela adrenalina, aquele perigo, aquela fantasia.
Tomei a decisão e jurei que não me arrependeria de arranjar alguém pra realizar essa fantasia com aquele desconhecido, que algum estranho me fizesse sentir que eu era a puta dele e me humilhasse até o orgasmo.
Comecei a sair sozinha à noite em busca de aventura. Cada vez que saía nessas incursões noturnas, com o passar dos dias, sem perceber, comecei a me arrumar de um jeito diferente, colocava mais maquiagem, minhas roupas eram mais provocantes e não só eu notava essas mudanças, mas também todos os meus conhecidos que me olhavam na rua.
No entanto, andar sozinha na rua tarde da noite em busca de aventura era uma coisa, tomar a decisão de aceitar mexer com um estranho era outra, havia algo em mim que me impedia, eu realmente sentia pena, eu estava morrendo de desejo, mas também estava morrendo de vergonha, realmente não era tão fácil quanto eu imaginava. Além disso, sem esquecer que eu era casada e muitas pessoas nos conheciam.
Finalmente, um belo dia, quer dizer, uma noite quente, eu estava queimando de desejo, então, quando um carro para do meu lado, apesar de eu estar super nervosa, eu estava morrendo de angústia porque era praticamente minha primeira vez, respirei fundo, me armei de coragem e, sem parar pra pensar mais nisso, num impulso irresistível, entrei no carro do desconhecido.
Meu coração estava disparado, parecia que ia sair pela boca, de tanta emoção, eu estava meio atordoada e super nervosa, quase não sabia como agir. O homem ligou o veículo e foi para uns bairros escuros, um setor muito perigoso, meu coração estava saltando no peito, medo e tesão, num setor deserto ele parou o carro sem desligar o motor, olhando pra mim com desejo, ele abaixou o zíper da minha jaqueta e apalpou meus peitos, eu deixei ele fazer, eu estava morrendo de tesão, libertando meus peitos, ele levantou o sutiã até a altura do meu pescoço e começou a apalpar e chupar meus peitos com desejo, eu já estava ficando mais excitada e não era à toa.
Ele pegou minha mão e colocou no volume dele, esfregando, então eu, sem mais delongas, liberei o membro dele e comecei a chupar, deixando entrar até o fundo da minha boca, tirei e lambi dos testículos até a cabeça, chupei e inalei, meu tesão só aumentava, ele dita o ritmo dos movimentos da minha boca, estou louca pra ele me pegar, quando de repente, ele goza na minha boca jorrando uma grande quantidade de leite que escorre pelos cantos, ele nunca tirou o membro da minha boca me forçando a engolir toda a explosão dele, no final ele retira e me pergunta onde ele me deixa, eu digo que no mesmo lugar onde ele me pegou, não passaram vinte minutos e meu corpo está pegando fogo, preciso de uma penetração agora, urgente, o filho da puta me deixou pior do que quando entrei no carro dele, então eu ainda estava morrendo de vontade de sentir um pau dentro de mim.
Sem dizer nada, ele dirige e chegamos ao lugar onde eu levanto e ele me passa dois mil pesos!! Só por um boquete e a verdade é que ele nem dura nada, me deixou com um desejo enorme.
Eu tinha acabado de sair, quando de repente aparece uma van de luxo, que para bem perto de mim me sinalizando para me aproximar.
Vou até a janela e os dois passageiros me oferecem uma carona, então, sem hesitar um segundo, aceito a oferta gentil deles e imediatamente entro no veículo, sento no meio dos dois homens e rapidamente saio de lá.
Durante a viagem, apoiei cada uma das minhas mãos no volume de cada uma, sorrindo inocentemente, mas de forma tão provocante, insinuante e descarada quanto possível.
Já não era mais hora de andar por aí com falsos pretextos. Ele passou as mãos por cima da calça deles, percebendo como cresciam e ficavam duras, sem desviar o olhar dos olhos deles e sabendo o quanto aquilo os excitava.
Quando chegamos no lugar, descemos e entramos numa sala muito luxuosa, me ofereceram uma bebida e nós três começamos a beber, colocaram a música e se aproximando de mim, começaram a me beijar com tesão me apalpando por todo lado.
Um apertou meus peitos e me comeu, o outro por trás, também agarrou meus peitos e minha bunda. Eu me mexia de forma provocante, sorrindo e ronronando como uma gatinha.
Um deles levanta minha saia e por baixo da calcinha começa a colocar os dedos no meu ânus, ele enfiava e tirava simulando penetração, meus gemidos o excitavam, eu precisava que ele me penetrasse agora, não aguentava mais de tanto tesão, precisava sentir um pau atravessando meu corpo.
O outro homem fez o mesmo, chupando meus mamilos e colocando os dedos na minha buceta, percebendo como eu já estava molhada. Eu suspirei e gemi com as apalpadelas dele, deixando eles loucos de tesão.
Gosto da sua bunda, um deles disse, quero te dar por trás. Sim, gostoso, me dá por trás — eu digo pra ele, o outro homem se recostou no sofá abaixando as calças num sinal claro de que ia chupar.
Então eu tirei minha calcinha e comecei a chupar ela enquanto ficava de quatro de costas pro outro cara, que, sem mais nem menos, se posicionou atrás de mim e começou a colocar devagarzinho atrás de mim. Me fazendo gemer e suspirar de prazer e tesão.
Eu já estava quente feito uma puta de verdade, me ajeitei em cima do cara que estava deitado no sofá, peguei o pau dele, coloquei na entrada da minha buceta e comecei a descer devagar, senti ele abrindo até a cabeça entrar, fiquei parada um tempo e depois deixei todo o meu peso cair pra que o pau entrasse de uma vez só, um grito de tesão e prazer saiu da minha garganta, o cara atrás de mim me segurou pelas nádegas enquanto ele
Ele tirou e colocou o pau dentro da minha bunda, eu gritei de prazer, pedindo pra ele meter mais forte, pra usar bem aquela bundinha que eu ofereci pra alguém pela primeira vez, até eu acabar com um orgasmo tremendo e infinito que me deixou exausta, pedi pra eles gozarem dentro de mim, até eu sentir um mar de leite quente molhar meu reto e minha buceta.
Os dois homens me deram um pau muito bom por um longo tempo até se esvaziarem dentro de mim, me enchendo de leite quente.
Finalmente, os dois caras foram embora me deixando, concordando que iriam me procurar outra vez e me deram 2000 cada um. Me senti super orgulhosa, não por ter ganhado esse dinheiro, mas porque significava que eu tinha feito um bom trabalho com aqueles homens e daquela forma eles me agradeceram, pra mim foi como uma formatura por ter conseguido passar no teste como uma verdadeira puta e isso me causou uma grande satisfação.
Me sentindo uma puta no meio de estranhos me fez viajar e quase na mesma hora fiquei toda molhada, só de pensar nisso.
Então, quando cheguei em casa, dei de cara com o porteiro que já tinha tomado uns drinques, então não precisei de nada pra seduzi-lo. Ele imediatamente me levou pro quarto dele e deixou soltar toda a sua perversão e instintos mais baixos, do que ele arrancou de mim orgasmos tremendos e incontroláveis. O velho sabia gostar como poucos e te deixava exausta no chão, pingando porra e pedindo mais. Desses homens vale a pena arrumar pelo menos uns dois amigos assim pra qualquer coisa que se ofereça.
Então eu comecei a me oferecer como puta nos cantos escuros do bairro. Eu me sentia uma mulher super gostosa e super realizada. Não achava que estava fazendo nada de errado por causa do tremendo tesão que isso me causava e da tremenda satisfação que eu alcançava com os clientes ocasionais.
tudo por causa da febre perversa do meu marido que insistiu tanto que acabei agradando ele...
Naquela época eu tinha 18 anos, com apenas alguns meses de casada, a experiência que eu tinha tido com meu marido e o zelador ainda era conflitante pra mim, porque até aquele dia, eu sempre me relacionei com pessoas que eu conhecia socialmente, dessa vez ao invés disso, ele tinha permitido que eu fizesse sexo com um completo estranho, e tudo por causa da perversão do meu marido que insistiu tanto que acabei agradando ele.
No entanto, a experiência vivida, algo totalmente desconhecido pra mim, fez com que eu não só ficasse de mil pés, mas fez minha fantasia voar enquanto o velho tarado aproveitava meu corpo, metendo o pau em mim do jeito que ele queria e me fazendo explodir em orgasmos imensos e tremendos, algo que nem meu marido teria sido capaz de alcançar.
Toda vez que eu me lembrava do acontecido eu ficava super excitada e minha buceta ficava molhada até encharcar a calcinha. Só de lembrar daquela experiência com um desconhecido, só de imaginar aquela sensação de ser usada e a adrenalina do perigo que aquilo envolvia, fazia meu tesão atingir limites que eu nem sabia que existiam em mim e, claro, fazia minha imaginação voar.
Sem querer, ela frequentemente passava da lembrança da experiência para fantasiar em ser uma puta usada por algum pervertido desconhecido.
Naquela noite, algo mudou profundamente dentro de mim. Meu desejo de ser usada por estranhos de novo fez meu sangue ferver. Não era pelo fato em si, já que meu marido fazia isso comigo o tempo todo, mas pelo fato de me sentir abusada por estranhos, já que o que aquele velho depravado me fez sentir, eu nunca esqueceria e, com certeza, eu queria reviver aquela emoção, aquela adrenalina, aquele perigo, aquela fantasia.
Tomei a decisão e jurei que não me arrependeria de arranjar alguém pra realizar essa fantasia com aquele desconhecido, que algum estranho me fizesse sentir que eu era a puta dele e me humilhasse até o orgasmo.
Comecei a sair sozinha à noite em busca de aventura. Cada vez que saía nessas incursões noturnas, com o passar dos dias, sem perceber, comecei a me arrumar de um jeito diferente, colocava mais maquiagem, minhas roupas eram mais provocantes e não só eu notava essas mudanças, mas também todos os meus conhecidos que me olhavam na rua.
No entanto, andar sozinha na rua tarde da noite em busca de aventura era uma coisa, tomar a decisão de aceitar mexer com um estranho era outra, havia algo em mim que me impedia, eu realmente sentia pena, eu estava morrendo de desejo, mas também morrendo de vergonha, realmente não era tão fácil quanto eu imaginava. Além disso, sem esquecer que eu era casada e muitas pessoas nos conheciam.
Finalmente, um belo dia, quer dizer, uma noite quente, eu estava queimando de desejo, então, quando um carro para do meu lado, apesar de eu estar super nervosa, eu estava morrendo de angústia porque era praticamente minha primeira vez, respirei fundo, me armei de coragem e, sem parar pra pensar mais nisso, num impulso irresistível eu entrei no carro do desconhecido.
Meu coração estava disparado, parecia que ia sair pela boca, de tanta emoção, eu estava meio atordoada e super nervosa, quase não sabia como agir. O homem ligou o veículo e foi para uns bairros escuros, um setor muito perigoso, meu coração estava saltando no peito, medo e tesão, num setor deserto ele parou o carro sem desligar o motor, olhando pra mim com desejo, ele abaixou o zíper da minha jaqueta e apalpou meus peitos, eu deixei ele fazer, eu estava morrendo de tesão, libertando meus peitos, ele levantou o sutiã até a altura do meu pescoço e começou a apalpar e chupar meus peitos com desejo, eu já estava ficando mais excitada e não era à toa.
Ele pegou minha mão e colocou no volume dele, esfregando, então eu, sem mais delongas, liberei o membro dele e comecei a chupar, deixando entrar até o fundo da minha boca, tirei e lambi dos testículos até a cabeça, chupei e inalei, meu tesão só aumentava, ele dita o ritmo dos movimentos da minha boca, estou louca pra ele me pegar, quando de repente, ele goza na minha boca jorrando uma grande quantidade de leite que escorre pelos cantos, ele nunca tirou o membro da minha boca me forçando a engolir toda a explosão dele, no final ele retira e me pergunta onde ele me deixa, eu digo que no mesmo lugar onde ele me pegou, não passou vinte minutos e meu corpo está pegando fogo, preciso de uma penetração agora, urgente, o filho da puta me deixou pior do que quando entrei no carro dele, então eu ainda estava morrendo de vontade de sentir um pau dentro de mim.
Sem dizer nada, ele dirige e a gente chega no lugar, eu levanto e ele me passa dois mil pesos!! Só por um boquete e a verdade é que ele nem dura nada, me deixou com um desejo do caralho.
Eu tinha acabado de sair, quando de repente aparece uma van de luxo, que para bem perto de mim me sinalizando para me aproximar.
Vou até a janela e os dois passageiros me oferecem uma carona, então, sem hesitar nem por um segundo, aceito a oferta gentil deles e imediatamente entro no veículo, sento no meio dos dois homens e rapidamente saio de lá.
Durante a viagem, apoiei cada uma das minhas mãos no volume de cada uma, sorrindo com inocência, mas de forma tão provocante, insinuante e descarada quanto possível.
Já não era mais hora de andar por aí com falsos pretextos. Ele passou as mãos por cima da calça deles, percebendo como cresciam e ficavam duros, sem parar de olhar nos olhos deles e sabendo o quanto aquilo os excitava.
Quando chegamos no lugar, descemos e entramos numa sala muito luxuosa, me ofereceram uma bebida e nós três começamos a beber, colocaram a música e se aproximando de mim, começaram a me beijar com tesão me apalpando por todo lado.
Um apalpou meus peitos e a buceta, o outro por trás, também agarrou meus peitos e a bunda. Eu me movia de forma provocante, sorrindo e ronronando como uma gatinha.
Um deles levanta minha saia e por baixo da calcinha começa a colocar os dedos no meu ânus, ele inseriu e tirou simulando penetração, meus gemidos o excitaram, eu precisava que ele me penetrasse agora, não aguentava mais de tanto tesão, precisava sentir um pau atravessando meu corpo.
O outro homem fez o mesmo, chupando meus mamilos e colocando os dedos na minha buceta, percebendo como eu já estava molhada. Eu suspirei e gemi com o apalpamento dele, deixando-os excitados ao máximo.Gosto da sua bunda, disse um deles, quero te dar por trás. Sim, gostoso, me dá por trás — eu disse a ele, o outro homem se recostou no sofá puxando as calças para baixo num claro sinal de que ia chupar.
Então tirei a calcinha e comecei a chupá-lo enquanto ficava de quatro de costas para o outro homem, que, sem mais delongas, se posicionou atrás de mim e começou a colocá-lo aos poucos atrás de mim. Me fazendo gemer e suspirar de prazer e tesão.
Eu já estava quente feito uma puta de verdade, me ajeitei em cima do cara que estava deitado no sofá, peguei o pau dele, coloquei na entrada da minha buceta e comecei a descer devagar, senti ele abrir até a cabeça entrar, fiquei parada um tempo e depois deixei todo o meu peso cair pra que o pau entrasse de uma vez só, um grito de tesão e prazer saiu da minha garganta, o cara atrás de mim me segurou pelas nádegas enquanto se movia tirando e colocando o pau dentro do meu cu, eu gritei de prazer, pedindo pra ele me dar mais forte, pra usar bem aquela bundinha que eu oferecia pra alguém pela primeira vez, até eu acabar com um orgasmo tremendo e sem fim que me deixou exausta, pedi pra eles gozarem dentro de mim, até eu sentir um mar de leite quente molhar meu reto e minha buceta.
Os dois caras me deram um pau muito bom por um longo tempo até se esvaziarem dentro de mim, me enchendo de leite quente.
Finalmente, os dois caras foram me deixar, combinando que me procurariam outra vez e me deram 2000 cada. Me senti super orgulhosa, não por ter ganhado esse dinheiro, mas significava que eu tinha feito um bom trabalho com aqueles caras e dessa forma eles me agradeceram, pra mim foi como uma formatura por ter conseguido passar no teste como uma verdadeira puta e isso me causou uma grande satisfação.
Me sentindo uma puta no meio de estranhos me fez voar e quase imediatamente fiquei toda molhada, só de pensar nisso.
Então quando cheguei em casa, dei de cara com o porteiro que já tinha tomado uns drinks, então não me custou nada seduzi-lo. Ele imediatamente me colocou no quarto dele e deixei ele dar asas à sua perversão e instintos mais baixos, do que ele me fez ter orgasmos tremendos e incontroláveis. O velho sabia gostar como poucos e te deixava exausta no chão pingando porra e pedindo mais. Desses homens vale a pena temer pelo menos uns dois amigos assim pra qualquer coisa que se ofereça.
Então eu comecei a me oferecer como puta nos cantos escuros do bairro. Eu me sentia uma mulher super gostosa e super realizada. Não achava que estava fazendo nada de errado por causa do tremendo tesão que isso me causava e da tremenda satisfação que eu alcançava com os clientes ocasionais.
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