Madura dominante

Oi, isso aconteceu depois que me compraram roupinhas. Sempre que eu esquentava um pouco, me vestia, tirava fotos e procurava coroas pra esquentar. Fazendo isso uma noite, caí num chat com um coroa espanhol. Galego safado, gordão e grandão. Não acreditei que ele era de lá, mas depois trocamos os números e confirmei que era da Europa. No começo era só foto, depois pediu videochamada e disse que queria me dar ordens. Eu topei pra ver até onde a gente podia ir. Ele pediu de tudo. Poses, passar creme, enfiar o dedo e aos poucos o tesão ia subindo. Cuspir na rola, enfiar meia na boca enquanto eu batia uma. Isso foi a primeira vez e repetíamos a cada duas semanas. Ele falava comigo e, se eu pudesse, eu conectava. Por mensagem o papo era normal, mas quando a câmera ligava, ele começava a me xingar e dar ordens. Eu só podia dizer: sim, senhor. Depois de um tempo, parei de responder e ficou por isso. Uns 7 meses depois, mais ou menos, ele me chama. Respondo, conversamos normal e ele diz que vai estar em Buenos Aires. Eu não sabia o que falar. Naquela época eu tava namorando e não tava fazendo essas coisas. Ele diz que tá trabalhando e que por duas noites poderia ir. Eu falo que teria que ver, então ele começou a me xingar: "Lê direito, putinha, você vai vir e eu vou te fazer minha. Entendeu?" Eu tava entre surpresa e excitada. As mensagens dele continuaram assim até eu responder: sim, senhor. Pensei numa desculpa pra minha namorada. Inventei que tinha aniversário de um colega de trabalho e que na sexta eu ia sair. Confirmo pro galego que vou na sexta, que saio do trabalho e chego à noite. Ele começa a perguntar sobre minha vida e eu falo que tava namorando. Ele explode em xingamentos: G: A submissa tem namorada. Ela sabe que você adora rola e esquentar coroas? Eu falo que é tudo segredo e discreto. Ele pede fotos dela, fotos normais porque queria ver. Mando e ele se masturba com essas fotos. Eu sentia vergonha e tesão. Chega o dia Na quinta à noite e me manda o endereço do lugar e acrescenta: "Amanhã quero que você venha com roupa da sua namorada. Lingerie. Senão, não vem." Eu não aguentava mais de tesão, procurei alguma roupa que ela deixou na minha casa e achei uma calcinha fio dental preta e a parte de cima de um biquíni. Mando uma foto e pergunto se tá ok. Ele me diz que sim, que o resto ele tem. Saio do trabalho e vou pro hotel. Ele tava me esperando na esquina. Era mais grandão do que parecia. Cumprimento e conversa normal até chegarmos no quarto dele. Ele tava tomando uísque e tinha pornô na TV. Ele já tava no personagem. Me diz que só posso tomar água e manda eu mostrar o que trouxe. Entrego pra ele, ele pega e passa a calcinha fio dental na pica. "Vai se trocar rápido", ele ordenou. Saio do banheiro, ele tava me esperando no sofá com a pica de fora. Colocou uma cadeira na frente e do lado, no chão, tinha um vibrador pequeno, creme e um lubrificante. G: Você já sabe o que tem que fazer. Eu: Sim, senhor. Sentei na cadeira com as pernas abertas. G: Pega o creme e passa no peito. Esfrega. G: Levanta e me mostra a raba. Com o lubrificante, começa a enfiar o dedo. Sua putinha de merda, olha como tá o seu buraco. Com certeza te comeram muito. G: Bate uma um pouco, passa creme e esfrega com a calcinha vestida. G: Fica de quatro olhando pra parede. Eu tava em transe de tesão. Não acreditava no que tava fazendo. Sinto ele levantar e se aproximar. Pega o vibrador, cospe na minha raba e começa a enfiar. Solto um grito de dor e ele me bate forte na raba. Eu gemia baixinho, mas cada vez que ele enfiava o vibrador eu não conseguia não gritar. G: Vou bater a cada barulho que você fizer! Eu: Sim, senhor! Ele continua brincando com a minha raba, me xingando e me batendo. Às vezes parava, tomava uísque e respondia mensagens. Eu tinha que ficar na posição. Ele tira o vibrador e volta pro sofá. G: Vem de joelhos e me mostra como você sabe chupar. Vou como ele mandou, eu tava à mercê do que ele dissesse. Abro as pernas dele... pernas e começo a lamber os ovos. A língua pelo tronco olhando nos olhos dele. Ele tomava uísque e respirava muito forte G: Que puta maravilhosa! Eu continuo como sei! Enfando toda a pica na boca, garganta funda até meus olhos lacrimejarem. Ele se levanta, me agarra com as duas mãos pelas orelhas e começa a foder minha boca. Eu só tinha ânsias G: Sim, sim. Abre bem. Sua namorada sabe que eu tô comendo sua boca? Que eu vou ficar com a lingerie dela? Que você é minha puta? Ele gritava tudo isso enquanto gemia. Eu não aguentava mais. Nunca tinham me afogado assim G: Vou gozar, vou gozar! Eu: O que eu faço, senhor? Me olhando com cara maliciosa G: Tira a calcinha e coloca na sua boca. G: Não é suficiente, que boca grande você tem, puta. Ele pega a cueca dele, faz uma bola e enfia na minha boca. Ajoelhado, afogado, tentando respirar pelo nariz, vejo ele começar a bater punheta bem forte. Ele coloca o pé no meu peito e me deixa deitado no chão. G: Toma a porra, toma, puta. Ele gozou um monte na minha cara e espalhou por todo o corpo. G: Olha o que você é, puta retardada. Afogada, com porra e a roupa da namorada. Você dá nojo. Se troca e amadurece. Não quero te ver mais, mas me deixa a calcinha e o biquíni. Eu me sentia exatamente como ele dizia. Eu: Sim, senhor

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