A primeira vez que o vi fazendo essas coisas com a minha calcinha, pensei que era normal que meu filho quisesse experimentar essas sensações. Eu devia ter dado um basta naquele momento, mas não tive coragem de confrontá-lo.
Me chamo Sonia, tenho trinta e seis anos. Sou uma mulher de dar água na boca; loira, magra, de rosto fino e bem conservado. Infelizmente meu marido não pensou o mesmo. Há alguns meses ele acabou me abandonando pra ir embora com uma das alunas dele. Uma magrela de vinte anos sem nenhum porte, mas com um rabo e umas pernas dos infernos.
Desde então tive que lidar com todas as contas da casa e gastos do meu filho, por isso tive que dobrar turno no trabalho. Isso tem complicado a criação do Armando, um adolescente tímido de dezoito anos e com problemas de aprendizagem. Sempre procurei ser paciente com ele, deixava passar muitas coisas estranhas e tentava ser amiga dele pra que ele tivesse essa confiança de me contar tudo.
Passei meio ano nessa situação. Armando ia mal na escola e minhas dívidas não paravam de crescer. Foi só quando no Instagram vi o vídeo de uma garota que falava de temas de sexualidade usando um decotão; os comentários dela eram uma mistura de mulheres interessadas no assunto e de tarados babando pela beleza dela. Tinha números muito bons e, embora fosse mais nova que eu, sabia que tinha boas chances de conseguir algo parecido. Foi aí que comecei a criar conteúdo desse tipo.
Em poucos meses comecei a monetizar o suficiente pra parar de dobrar turno e finalmente pude passar mais tempo com meu filho, o que eu mais desejava como mãe. Então as coisas começaram a mudar. O algoritmo começou a me colocar no lado sombrio do Instagram e do Facebook, já que de repente minha caixa de mensagens encheu de centenas de mensagens perguntando se eu vendia conteúdo explícito, se eu fazia videochamadas ou encontros, se eu gravava áudios personalizados, qual forma de pagamento eu aceitava. No começo achei muita graça e não posso negar que meu ego disparou. Eu sabia a mulher que era, mas ver isso confirmado por tanta gente me fez acreditar ainda mais. Fiquei pensativa sobre essa possibilidade. Se eu vendesse minha privacidade, poderia ganhar mais dinheiro do que tinha projetado. Talvez pudesse usar isso como catapulta e depois largar as redes. Só fui falar sobre isso numa bebedeira com minha melhor amiga. Ela me incentivou a fazer e se ofereceu para ser minha fotógrafa. Então decidi dar o salto. Naquela mesma noite vesti a melhor lingerie e fizemos quatro sessões. Cada uma com conteúdo softcore, mas que sempre terminava em explícito. Vendi minha primeira sessão de fotos para um público seleto e foi um sucesso absoluto. Ganhei 1.000 dólares e tudo foi direto para o meu cartão de crédito. Sem hesitar, criei um perfil secundário no Instagram e dediquei inteiramente à venda de conteúdo. Liberei as outras três sessões e minhas vendas dispararam. Em parte graças a um Reel que viralizou, onde eu aparecia usando uma camisola curta, sentada na cadeira do meu quarto, falando sobre o orgasmo feminino. Mostrava minhas pernas e decote, mas o verdadeiro hit foi que meu filho aparecia no fundo observando com curiosidade. Vale mencionar que meu quarto não tinha porta, e sim cortina. Não percebi esse detalhe, mas meus seguidores sim. O vídeo explodiu completamente e viralizou na hora. Essa foi a primeira vez que meu filho me ajudou a aumentar as vendas. Tentei manter a calma naqueles dias; ter dinheiro era bom, mas expor meu corpo a desconhecidos me fez sentir como uma prostituta. Quando passaram uns dias, assimilei melhor o que aconteceu e me senti pronta para criar conteúdo explícito. Foi então que começou minha nova fase na plataforma azul e, como era de se esperar, me saí muito melhor do que esperava. Meu público era jovem em sua maioria, que buscavam essa aproximação sensual com uma madura maternal, mas o público minoritário era o mais forte; os senhores tarados com dinheiro. Diversifiquei e passei para as videochamadas ao vivo, em um único dia podia ganhar até 500 USD. Enquanto tudo isso acontecia. A relação com meu filho Armando melhorou muito. Nos tornamos amigos e confidentes. Se cumpriu o que tanto quis e estava por dentro do que acontecia com seus amigos e com a garota de quem ele gostava. Mas também notei que ele tentava me espionar cada vez mais seguido. Espiava pela cortina, às vezes eu estando ao vivo. Várias vezes me pegou com a perna sobre a escrivaninha mostrando meu clitóris na câmera ou no meio de um orgasmo. Quando isso acontecia, eu encerrava a live e ia direto falar com ele. —Filho, por favor, já te disse que você não pode interromper a mamãe quando ela está trabalhando. —É que eu quero ver. —Não, meu amor, sou sua mãe e um filho não pode ver a mãe assim. Por favor me perdoa, eu juro que logo vamos esquecer tudo isso e vamos nos mudar bem longe. —Só você e eu? —Só você e eu. O abracei e imediatamente senti o volume dele pressionando minha barriga. Fiquei em choque, mas não tive coragem de me afastar. Algumas semanas depois descobri alguns pagamentos feitos com meu cartão na mesma plataforma de videochamada onde eu trabalhava. Depois de muito pensar, a resposta era definitiva. Armando assistia minhas lives, mas o bobo não teve ideia melhor do que pegar meu cartão. Fui ao quarto dele enquanto ele ainda estava na escola e fuçei nos dispositivos dele. Finalmente encontrei o usuário Macanudo70. Meus olhos se arregalaram, já que esse usuário era dos mais ativos ultimamente e também dos que mais putarias me diziam. Vi a caixa de entrada e me deparei com uma foto do pau dele duro que ele me mandou. Nunca pensei que Armando estaria tão bem preparado para a vida. Essa foi a primeira vez que uma fotopau de toda a vida me deixou com tesão. Procurei mais e descobri um perfil num site de contos onde ele tem salvos muitos sobre amor Filial, principalmente a temática de mãe e filho. Sentei na cama impactada. Deitei no travesseiro dele, mas na hora de enfiar a mão embaixo, encontrei algumas das minhas calcinhas completamente endurecidas de um fluido seco. Meu coração disparou feito louco. Eu não podia acreditar, meu próprio filho me olhava de forma sexual. Não entendia por que, de tantas mulheres no mundo, ele devia desejar a própria mãe. Talvez fosse o único contato feminino que ele tinha ou genuinamente me via como uma mulher desejável Fiquei uns dias sem fazer lives pensando no que deveria fazer, como deveria confrontá-lo ou se deveria deixar as plataformas da kitty. —Filho, posso te perguntar uma coisa? Mas preciso que você seja o mais sincero possível. —Sim, mãe —disse com ternura. —Você tem pegado minha calcinha? Ficou calado. —Você sabe que pode me contar o que quiser. —Sim, mãe, é que… uma vez eu as vi por acidente e… algo ativou dentro de mim. No começo ignorei, mas logo não consegui parar de pensar nisso. —O que você fez? Olhou para baixo. —Tá bem, amor, não vou te julgar, me diz o que você fazia com minhas calcinhas. Não esquece que estou sempre aqui pra te ajudar —acariciei o queixo dele. Essa palavra mexeu com algo nele, pude sentir no tom de voz. —Primeiro eu cheirei… depois ficou muito duro… tanto que começou a babar. Não pude evitar ficar vermelha de vergonha. —Depois comecei a usar pra isso… —Pra se masturbar? Ele assentiu. —E depois o que você fazia? —Eu gozava em todas. —Entendo... vem, abraça a mamãe. Nos abraçamos. Senti o calor dele e ele também ficou vermelho. Me afastei, segurei as mãos dele e disse olhando nos olhos: —Meu amor, sei que não pude te dar a melhor orientação e isso mostra que eu falhei com você… —Não fala isso, você foi a melhor mãe. —É que não entendo o que te levou a fazer essas coisas, sou sua mãe e você deveria me ver como tal, não como um objeto de desejo. —Não te vejo como um objeto, te vejo como uma mulher plena, independente e muito trabalhadora. Isso me liberta muito, mãe, nenhuma das garotas do colégio sequer fala comigo e isso me faz sentir menos mal. Fiquei pensativa tentando bolar uma solução. —Tem certeza que é tudo que você precisa? Ele assentiu. —Ok, Vamos fazer isso, mas preciso que seja nosso segredo. Pra ninguém, nem pros seus amigos, nem primos, nem tios. Só você e eu podemos saber disso ou o trato tá cancelado. —Juro pela minha vida. Suspirei. —Você pode ficar com uma das minhas calcinhas só pro seu uso, tenho umas novas que acabaram de chegar… Ele baixou a cabeça. —Que foi? —Posso ficar com uma das suas? —Sério? Bom, acho que tenho umas recém-lavadas… Ele assentiu. Fomos pro meu quarto onde estava a roupa limpa num cesto e a suja no outro. —Tá bom, pega uma e vai dormir… Isso é segredo, ok? entre você e eu, mais nada. Não esquece. Ele me abraçou e me deu um beijo no rosto. Foi direto na roupa suja e pegou a calcinha que eu usei hoje. Naquela noite a curiosidade me venceu. Então me aproximei do quarto dele. Ele também tinha uma cortina como porta, então pude escutar com clareza. —Sim, mamãe… que buceta gostosa… ah, ah, vou gozar na sua calcinha, mamãe. Isso se repetiu várias vezes. Ficou mais comum escutá-lo em plena masturbação desejando meu corpo e querendo minha presença. Como se fizesse de propósito. Decidi espioná-lo semanas depois. Consegui entrar no tablet e no PC dele. Descobri que o problema tinha aumentado. Ele guardou compulsivamente toda foto e vídeo meu. Desde fotos do meu perfil do Instagram, até meus vídeos do OnlyFans, umas lives da página e outros vazados pelo Telegram. Também sessões de horas inteiras na Webcam. Não só isso, ele tinha feito uma pasta especial onde criava vídeos com IA e me fazia de tudo. Onde eu tirava a roupa ou colocava lingerie, onde me faziam cumshots, faciais ou bukkake, também me agachava pra mijar ou onde eu fazia uma masturbação com os pés, onde eu ficava de quatro, onde eu abria as pernas pra enfiar o punho. Cada vídeo explorava o lado mais sombrio da mente dele e cada vez eu ficava mais decepcionada com ele e comigo. Algo na minha mente quebrou naquele momento. Pela primeira vez vi nele a maior a saudade que um homem já teve por mim, mas também o aspecto mais doentio que eu já soube. Eu precisava resolver aquilo, meu verdadeiro homem era meu filho Armando e eu não podia deixá-lo à deriva. Eu precisava agir agora, mas não tinha a menor ideia de quais palavras usar. Esperei ele chegar em casa e deixei passar alguns minutos para ele se acomodar. Me levantei e entrei decidida no quarto dele. Para minha surpresa, o encontrei se masturbando com uma calcinha diferente da que eu tinha dado.
—Filho…
Achei que ele ia se assustar, que ia se desculpar ou ficar com vergonha, mas ele me recebeu com naturalidade, como se estivesse esperando por aquele momento.
—Mãe. Olha pra mim, por favor, não para de me olhar… tá quase acontecendo…
Ele começou a se contorcer sem parar de me olhar. Fiquei chocada presenciando meu filho chegando ao orgasmo. O pau dele era enorme e brilhava como um cetro ostentoso.
—Mãezinha linda, você não sabe o quanto eu gosto de você…
—Termina logo, quero falar com você.
As costas dele se arquearam e jatos de porra brotaram por todo lado. Ele se limpou com as minhas calcinhas e, sem guardar o pau, falou comigo como se nada tivesse acontecido.
—Te amo muito, mãe, obrigado por isso. Foi a melhor coisa que já senti na vida… sem dúvida.
—Se veste, nos vemos na sala de jantar.
Saí sem dizer mais nada.
Uma vez lá, eu o confrontei. Falei tudo o que tinha encontrado e também que ele usava meu cartão para pagar a assinatura do OnlyFans. Ele ficou na defensiva no começo, mas foi tanta merda que eu joguei na cara dele, que ele acabou baixando a cabeça.
—Você é um bom garoto e além disso muito bonito. Tenho certeza que tudo o que você precisa é de uma garota que te ajude a descobrir o mundo. Eu não posso ser essa mulher.
—Não preciso de uma garota, mãe. Com você eu tenho tudo. O que aconteceu agora há pouco fez com que eu me conectasse com você como nunca tinha acontecido antes. Agora mais do que nunca me sinto unido a você. Se isso acontecesse de vez em quando… tenho certeza que…
—Não posso te ajudar, filho. De verdade, não posso. O que você me pede é irracional e irresponsável. Se alguém vai descobrir… —Eu não me arriscaria a perder meus direitos e se pra você também não convém contar, então é impossível que vaze. Somos só dois adultos numa casa grande. —Precisamos de ajuda profissional. Posso perguntar pra sua prima se ela conhece um psicólogo, talvez ele pudesse… Ele se levantou sem dizer nada, se aproximou e me beijou na boca. Soube me controlar porque eu continuei; alguns segundos onde nossos lábios e línguas se encontraram pela primeira vez. Me separei e devolvi um tapa que virou o rosto dele. —Você tá doente ou o que tá acontecendo? Mas ele se recuperou na hora e me beijou de novo. Dessa vez me agarrou pelos ombros com força e nos beijamos vários segundos mais. Passou a mão por uma das minhas tetas e se separou. Foi embora sem dizer nada e eu fiquei na sala de jantar à beira do choro, porque se ele não tivesse se separado, eu não teria parado ele. Naquela noite me masturbei tentando pensar em um dos meus fãs, depois no açougueiro, depois no meu ex-marido e quando minha mente cruzou com Armando, todo o meu ser derreteu e acabei gozando brutalmente. No dia seguinte enquanto eu tomava banho. Vi algo estranho pela janela. Eu gostava de deixá-la aberta e por isso mesmo alguém dentro de casa poderia me ver. Continuei tomando banho e discretamente comprovei que meu filho estava me espionando. De onde ele estava não dava pra ver muita coisa, mas eu sentia os olhos dele devorando minhas tetas. Me posicionei de um jeito que a cortina do banheiro cobrisse meu corpo e falei com ele pela janela. —Eu sei que você tá aí, Armando. Em poucos instantes escutei os passos dele e vi seu olhar de cachorrinho. —Que porra você tá fazendo? —Me perdoa, mãe. Tava vendo que o aquecedor tá falhando. —O aquecedor tá perfeito, não mente pra mim. Vem aqui agora. Fechei a janela, o chuveiro e me sequei com a toalha. Quando abri a porta do banheiro, Armando me esperava de cabeça baixa. —Nem um dia, Armando. Não entendo por que essa sua obsessão comigo. Eu sou sua… —Não precisa repetir. Eu sei perfeitamente que você é minha mãe e, se eu for sincero, esse fato faz com que eu te deseje ainda mais. Um volume na sua virilha cresceu a tal ponto que foi impossível ignorar. —Não, filho, isso não pode continuar. Você deve parar de uma vez por todas, do que você precisa? Posso conseguir o que você quiser… quer uma prostituta? Quer duas? Três? Posso conseguir uma namorada para você praticar. —Nada disso, mamãe. O que eu preciso é te ver quando cozinha ou fazendo tarefa doméstica, te ver quando toma banho, quando dorme, de biquíni quando vamos à praia. Você é a mulher mais linda que já vi e tenho certeza que nenhuma outra mulher é como você. Fiquei pensativa por alguns segundos. Senti o impulso de ajudá-lo, mas sabia que era antinatural. O chamado da carne era avassalador e imbatível. Tanto ele quanto eu queríamos ceder ao instinto de homem com mulher. —Filho, não sei se essa é a pior decisão de todas, mas prometa que depois disso, vamos deixar esse episódio de lado. —Prometo, o que você vai fazer? Tirei a toalha e me mostrei para ele. —Filho, essa é sua mãe. Esse é meu corpo. Quero que você veja bem. É assim que o corpo de uma mãe é, não tem nada de errado, só preciso que você foque mais, você deve prestar atenção em garotas da sua idade. Olha minha celulite, minhas estrias, a marca do seu nascimento. Meu corpo não é como o das suas coleguinhas. Você deve prestar atenção em mulheres mais jovens, meu amor. Ele ficou hipnotizado, completamente fora de si, como se não escutasse nada do que eu dizia. Logo percebi que tinha cometido um grave erro. —Filho, por favor, já amadureça, vá para o seu quarto agora mesmo. Mas ele se jogou e me abraçou. —Mamãe, é a mulher mais linda. Te amo muito, não quero me afastar de você nunca. Pegou meus peitos e afundou o rosto neles, logo apertou minha bunda e deslizou as mãos por toda as minhas costas. Eu estava em choque; meu menino era jovem, mas tinha uma força inata, detê-lo significava não só levantar a voz, seria me impor e afastá-lo fisicamente. Quando menos percebi, já Ele estava com o pau pra fora e esfregava na minha perna. Estava muito quente e tinha o formato de uma salsicha jumbo de churrasco. —Mamãe, fica assim mais um pouco, por favor. Ele abocanhou um dos meus peitos e começou a se masturbar rápido. Bem quando criei coragem pra empurrá-lo, ele gozou em cima de mim. Fechei os olhos com resignação e aos meus ouvidos chegou o som dos gemidos dele e na minha pele a sensação de líquido quente escorrendo pelas minhas pernas. Quando terminou, guardou tudo e ficou cabisbaixo. —Tá contente? É a primeira e única vez, ouviu bem? —Obrigado, mãe, é a melhor coisa que já me aconteceu na vida. —A gente precisa parar… —Mamãe, juro que se você me deixar te ver assim, vou parar de te encher o saco. Vou até ser um filho melhor e o melhor aluno. —Filho, sua obrigação é fazer tudo isso. Não posso te recompensar por cumprir com a sua parte. —Eu sei, mamãe, mas não consigo me concentrar na escola nem aqui. O tempo todo tô procurando um jeito de… Se você me der isso, eu prome… Meus olhos se encheram de lágrimas. Me cobri e mandei ele pro quarto. —Vai pro seu quarto agora mesmo. Tá de castigo. Ele baixou a cabeça e saiu. Me tranquei no meu quarto com uma mistura de emoções. Pensar no que meu filho me disse me preocupava, mas não consegui evitar ficar com tesão ao repassar as palavras dele na minha mente. Esse desejo e ardor por mim eu não sentia há muito tempo. Na verdade, a última pessoa que me quis com tanta intensidade foi o pai dele. Parece que vinha de família. Nas semanas seguintes a gente se distanciou, mas ele mostrou uma melhora superior na escola. Entrou no clube de música, dança e matemática. Parei de vê-lo boa parte do dia, já que ele chegava só à noite. Durante esse tempo sozinha, consegui aumentar minha produtividade. A cada dia eu gerava mais público e as quantias que me ofereciam pra ter encontros, aos poucos, eram mais difíceis de ignorar. Mesmo assim continuei aceitando só trabalhos por webcam. Foi durante uma sessão paga, enquanto eu enfiava um pepino na frente de 50 pessoas quando meu filho entrou em casa muito antes do normal. Tirei minha perna da escrivaninha, joguei o pepino longe e desliguei o monitor. Ele atravessou a cortina sem avisar e se aproximou. Me abraçou com força; ele cheirava a cerveja e cigarro, e me deu muitos beijos na bochecha.
—Mamãezinha linda, por favor me dá algo, fui um bom filho e estudante. Mereço um prêmio, não acha?
—Filho, para por favor, não é um bom momento.
Ele colocou a mão atrás da minha cabeça e me beijou na boca. Seu calor e sua dureza me lembraram o pai dele. Perdi a cabeça e continuei o beijo por um segundo. Me separei e ordenei que saísse do meu quarto. Quando olhei pra ele, já estava com a rola de fora e mais do que pronto pra entrar em mim. Quando fiquei sozinha, olhei pro teto desconsolada e confusa. Passei meus dedos pela minha buceta e notei que estava genuinamente molhada, não era só o lubrificante sintético que usava com o pepino, meu filho tinha me deixado excitada de novo. Esfreguei a ponta dos meus dedos no meu clitóris encharcado e pensei nele.
Depois de alguns segundos meu corpo ficou pálido, me levantei, liguei o monitor e encontrei os usuários completamente enlouquecidos e mandando doações como nunca tinha visto antes. Perguntavam se era mesmo meu filho, se era um ator, se seria recorrente nos meus vídeos. Fechei a transmissão e desliguei tudo. Durante meia hora o dinheiro continuou entrando.
Meu vídeo viralizou no X e no Telegram. Por sorte nossos rostos não apareciam, mas mesmo assim muitos dos que viram esse pequeno clipe, vinham procurar a artífice. Todos queriam mais e todos pareciam dispostos a torrar suas economias só pra me ver de novo com ele. Um perfil me contatou garantindo que podia me pagar dez mil dólares se eu me gravasse transando com meu filho. Com esse dinheiro podia largar tudo isso e empreender um negócio. Outro ofereceu trinta mil por um ménage com meu filho. Imaginei a cena e depois eu e meu filho gastando toda essa grana. Grande parte da naquela noite imaginei meu filho como meu homem. Onde o pepino se transformou no pau do Armando, o mesmo com o qual me acabei várias vezes até deixar o colchão encharcado.
Desde aquela noite fiquei mais compreensiva com meu filho, assim como generosa. Com o dinheiro ganho pelo último vídeo comprei um carro seminovo, o celular novo da vez e um PC gamer. Fomos fazer um cruzeiro pelo Cantábrico e ficamos na mesma cama. À noite fingia estar dormindo quando o ouvia se soltando, ele esticava a mão às cegas até tocar minha bunda ou minhas pernas. Ao fazer contato sua respiração mudava, sua agitação ficava imprevisível e ele gozava com força em poucos segundos.
Horas antes de chegar a Coruña, estando na piscina, ele me disse que iria à cabine pegar o carregador. Quando senti que já estava demorando, intuí que só podia haver um motivo. Abri a porta de repente e o encontrei nu sobre a cama com o mastro prestes a furar o teto. Fechei a porta e ficamos no silêncio incômodo do barulho do seu líquido pré-ejaculatório. Olhei nos olhos dele com curiosidade.
—Sim, mamãe, não pare de me olhar… ahhh, mamãezinha linda… ahhh deus… vou gozar por você… ahah ahhhh… Afasta seu biquíni pra eu ver seus peitos… nem que seja só um peitinho.
Um jato de esperma saiu pelos ares alcançando uma altura prodigiosa. Depois outro e outro. Caía na barriga dele e na cama, enquanto ele se contorcia mergulhado em prazer.
—Deixa tudo limpo —disse antes de dar meia-volta e sair da cabine.
No dia seguinte tivemos um dia maravilhoso percorrendo as Astúrias. Na noite de volta à cabine, entrei no chuveiro. Ao sair, encontrei Armando em plena masturbação. Meu coração bateu forte ao perceber que isso podia virar costume. Era óbvio por que ele escolheu esse momento, então não deixei que ele pedisse. Tirei a toalha e mostrei meu corpo nu pela segunda vez. Me aproximei passo a passo sem parar de olhá-lo e me sentei ao lado dele. Coloquei minha mão no seu peito e desci até as bolas dele. Estavam completamente depiladas e macias como pedra de rio. Ele colocou as mãos nas minhas pernas e acariciou. Eu estava me sentindo uma gostosa total. Me queimava a ideia de vê-lo gozar de perto.
—Que pernas lindas, mamãe. Você tá gostosa demais.
—Quero que você goze, meu amor.
—Mas e se eu te sujar?
—Não tem problema.
O olhar dele ficou selvagem, inclinou o corpo levemente na minha direção e se soltou. Urrou como um animal selvagem. Os jatos caíram nas minhas coxas, um atrás do outro sem parar. Minhas pernas foram ficando brancas e o excesso começou a escorrer lentamente pela minha virilha até molhar os pelos da minha buceta.
Armando se deitou de barriga pra cima, ofegante. Se levantou e passou a ponta dos dedos pelas minhas coxas engomadas.
—Nunca tinha gozado tanto.
Sorri pra ele, dei um beijo de boa noite e me levantei.
—Vou tomar banho de novo, descansa.
—Sim, mamãe. Boa noite… e… Muito obrigado, foram as melhores férias da minha vida, e não falo pelo cruzeiro.
—Também gostei de passar um tempo com você, meu amor.
Me inclinei e dei outro beijo na testa dele. Senti a porra esfriar e ficar mais líquida. Não parava de me sentir muito excitada e maternal ao mesmo tempo. Dois sentimentos contrários que não deveriam ser sentidos pelo próprio sangue.
Quando entrei de novo no chuveiro, a gozada dele já tinha escorrido até meus tornozelos. Antes de abrir a água me olhei as pernas. Fazia tempo que não me sentia tão puta. Meu corpo ainda ardia por dentro e queria a porra do Armando. Passei os dedos pelas minhas coxas, molhei e levei direto ao meu clitóris inchado. A ponta molhada do Armando conectou meu corpo por completo e fui direto ao orgasmo. Alguns minutos com a gozada do meu filho no clitóris bastaram pra me imolar num orgasmo terrível. Minhas pernas tremeram e levantei o rosto implorando piedade ao céu. De repente meus sucos começaram a jorrar como se eu estivesse mijando; meu primeiro squirt em anos, tinha esquecido que podia fazer isso. Fui pra cama sem culpa nem arrependimento. Quando o amor atravessa todas as fronteiras, ele se torna absoluto. E eu amava o Armando absolutamente. No dia seguinte um pressentimento me acordou. Eu estava deitada de lado, de costas pro Armando. Me virei e vi o mastro dele levantando o lençol feito tenda de circo. Me ajeitei pra ver melhor e enfiei a mão no meio das pernas pra me tocar um pouco. Quando já estava molhadinha não resisti aos meus desejos, então deslizei minha mão até lá e encontrei o pau dele petrificado. Ele dormiu sem cueca. Armando acordou com a mão da mãe segurando a virilidade ereta dele. —Shhh, continua dormindo, meu amor. A mamãe vai fazer uma coisa porque tá muito quente. Ele assentiu, mas sem parar de olhar a cena. Comecei a punhetá-lo bem devagar, enquanto me dava prazer no clitóris com a outra mão. O pau dele latejava desesperado e a cabeça parecia inchar cada vez mais. Era a primeira rola que eu tocava em anos. Comprovei que o que se aprende bem, não se esquece. —Já quase… aggg…ahhh. —Espera um pouco, meu amor, a mamãe já tá quase gozando. —Que gostoso que você tá se tocando, mamãe. Não consegui evitar gemer diante do orgasmo iminente. Isso deixou o Armando mais louco, que não parou de ofegar num ritmo acelerado. —Ahhhhhh —gememos ao mesmo tempo. De repente nada. Meu corpo explodiu por dentro e senti que minha pele se revirava com minhas entranhas. Soltei o pau dele e me deixei consumir por um clímax sem fim. Sem parar de me tocar me deixei levar pelas ondas do prazer. Suquinhos brotaram sem controle molhando toda a cama e do nada outro clímax atingiu meu corpo. —AHHHHHH, meu Deus, que gostoso… Não vi o Armando nesse momento porque fechei os olhos, só vi de canto de olho que ele estava de pé do lado da cama. Com o pau duro pra caralho, observando com atenção meus multiorgasmos enquanto se acabava com uma tremenda punheta. Parei porque minha mão já não aguentava mais e o Armando, na inocência dele, não teve a ideia de fazer um movimento ousado. Em Naquele instante, se ele tivesse me penetrado, eu teria deixado ele me comer.
Parei exausta e ofegante. Armando parou por um momento e colocou o pau dele nos lábios da minha boca. Fim do primeiro capítulo, Fim do primeiro capítulo, capítulo 2 aquihttps://x.com/leonelly777/status/2095124787920023833na rede social do autor original todos os créditos reservados
Me chamo Sonia, tenho trinta e seis anos. Sou uma mulher de dar água na boca; loira, magra, de rosto fino e bem conservado. Infelizmente meu marido não pensou o mesmo. Há alguns meses ele acabou me abandonando pra ir embora com uma das alunas dele. Uma magrela de vinte anos sem nenhum porte, mas com um rabo e umas pernas dos infernos.
Desde então tive que lidar com todas as contas da casa e gastos do meu filho, por isso tive que dobrar turno no trabalho. Isso tem complicado a criação do Armando, um adolescente tímido de dezoito anos e com problemas de aprendizagem. Sempre procurei ser paciente com ele, deixava passar muitas coisas estranhas e tentava ser amiga dele pra que ele tivesse essa confiança de me contar tudo.
Passei meio ano nessa situação. Armando ia mal na escola e minhas dívidas não paravam de crescer. Foi só quando no Instagram vi o vídeo de uma garota que falava de temas de sexualidade usando um decotão; os comentários dela eram uma mistura de mulheres interessadas no assunto e de tarados babando pela beleza dela. Tinha números muito bons e, embora fosse mais nova que eu, sabia que tinha boas chances de conseguir algo parecido. Foi aí que comecei a criar conteúdo desse tipo.
Em poucos meses comecei a monetizar o suficiente pra parar de dobrar turno e finalmente pude passar mais tempo com meu filho, o que eu mais desejava como mãe. Então as coisas começaram a mudar. O algoritmo começou a me colocar no lado sombrio do Instagram e do Facebook, já que de repente minha caixa de mensagens encheu de centenas de mensagens perguntando se eu vendia conteúdo explícito, se eu fazia videochamadas ou encontros, se eu gravava áudios personalizados, qual forma de pagamento eu aceitava. No começo achei muita graça e não posso negar que meu ego disparou. Eu sabia a mulher que era, mas ver isso confirmado por tanta gente me fez acreditar ainda mais. Fiquei pensativa sobre essa possibilidade. Se eu vendesse minha privacidade, poderia ganhar mais dinheiro do que tinha projetado. Talvez pudesse usar isso como catapulta e depois largar as redes. Só fui falar sobre isso numa bebedeira com minha melhor amiga. Ela me incentivou a fazer e se ofereceu para ser minha fotógrafa. Então decidi dar o salto. Naquela mesma noite vesti a melhor lingerie e fizemos quatro sessões. Cada uma com conteúdo softcore, mas que sempre terminava em explícito. Vendi minha primeira sessão de fotos para um público seleto e foi um sucesso absoluto. Ganhei 1.000 dólares e tudo foi direto para o meu cartão de crédito. Sem hesitar, criei um perfil secundário no Instagram e dediquei inteiramente à venda de conteúdo. Liberei as outras três sessões e minhas vendas dispararam. Em parte graças a um Reel que viralizou, onde eu aparecia usando uma camisola curta, sentada na cadeira do meu quarto, falando sobre o orgasmo feminino. Mostrava minhas pernas e decote, mas o verdadeiro hit foi que meu filho aparecia no fundo observando com curiosidade. Vale mencionar que meu quarto não tinha porta, e sim cortina. Não percebi esse detalhe, mas meus seguidores sim. O vídeo explodiu completamente e viralizou na hora. Essa foi a primeira vez que meu filho me ajudou a aumentar as vendas. Tentei manter a calma naqueles dias; ter dinheiro era bom, mas expor meu corpo a desconhecidos me fez sentir como uma prostituta. Quando passaram uns dias, assimilei melhor o que aconteceu e me senti pronta para criar conteúdo explícito. Foi então que começou minha nova fase na plataforma azul e, como era de se esperar, me saí muito melhor do que esperava. Meu público era jovem em sua maioria, que buscavam essa aproximação sensual com uma madura maternal, mas o público minoritário era o mais forte; os senhores tarados com dinheiro. Diversifiquei e passei para as videochamadas ao vivo, em um único dia podia ganhar até 500 USD. Enquanto tudo isso acontecia. A relação com meu filho Armando melhorou muito. Nos tornamos amigos e confidentes. Se cumpriu o que tanto quis e estava por dentro do que acontecia com seus amigos e com a garota de quem ele gostava. Mas também notei que ele tentava me espionar cada vez mais seguido. Espiava pela cortina, às vezes eu estando ao vivo. Várias vezes me pegou com a perna sobre a escrivaninha mostrando meu clitóris na câmera ou no meio de um orgasmo. Quando isso acontecia, eu encerrava a live e ia direto falar com ele. —Filho, por favor, já te disse que você não pode interromper a mamãe quando ela está trabalhando. —É que eu quero ver. —Não, meu amor, sou sua mãe e um filho não pode ver a mãe assim. Por favor me perdoa, eu juro que logo vamos esquecer tudo isso e vamos nos mudar bem longe. —Só você e eu? —Só você e eu. O abracei e imediatamente senti o volume dele pressionando minha barriga. Fiquei em choque, mas não tive coragem de me afastar. Algumas semanas depois descobri alguns pagamentos feitos com meu cartão na mesma plataforma de videochamada onde eu trabalhava. Depois de muito pensar, a resposta era definitiva. Armando assistia minhas lives, mas o bobo não teve ideia melhor do que pegar meu cartão. Fui ao quarto dele enquanto ele ainda estava na escola e fuçei nos dispositivos dele. Finalmente encontrei o usuário Macanudo70. Meus olhos se arregalaram, já que esse usuário era dos mais ativos ultimamente e também dos que mais putarias me diziam. Vi a caixa de entrada e me deparei com uma foto do pau dele duro que ele me mandou. Nunca pensei que Armando estaria tão bem preparado para a vida. Essa foi a primeira vez que uma fotopau de toda a vida me deixou com tesão. Procurei mais e descobri um perfil num site de contos onde ele tem salvos muitos sobre amor Filial, principalmente a temática de mãe e filho. Sentei na cama impactada. Deitei no travesseiro dele, mas na hora de enfiar a mão embaixo, encontrei algumas das minhas calcinhas completamente endurecidas de um fluido seco. Meu coração disparou feito louco. Eu não podia acreditar, meu próprio filho me olhava de forma sexual. Não entendia por que, de tantas mulheres no mundo, ele devia desejar a própria mãe. Talvez fosse o único contato feminino que ele tinha ou genuinamente me via como uma mulher desejável Fiquei uns dias sem fazer lives pensando no que deveria fazer, como deveria confrontá-lo ou se deveria deixar as plataformas da kitty. —Filho, posso te perguntar uma coisa? Mas preciso que você seja o mais sincero possível. —Sim, mãe —disse com ternura. —Você tem pegado minha calcinha? Ficou calado. —Você sabe que pode me contar o que quiser. —Sim, mãe, é que… uma vez eu as vi por acidente e… algo ativou dentro de mim. No começo ignorei, mas logo não consegui parar de pensar nisso. —O que você fez? Olhou para baixo. —Tá bem, amor, não vou te julgar, me diz o que você fazia com minhas calcinhas. Não esquece que estou sempre aqui pra te ajudar —acariciei o queixo dele. Essa palavra mexeu com algo nele, pude sentir no tom de voz. —Primeiro eu cheirei… depois ficou muito duro… tanto que começou a babar. Não pude evitar ficar vermelha de vergonha. —Depois comecei a usar pra isso… —Pra se masturbar? Ele assentiu. —E depois o que você fazia? —Eu gozava em todas. —Entendo... vem, abraça a mamãe. Nos abraçamos. Senti o calor dele e ele também ficou vermelho. Me afastei, segurei as mãos dele e disse olhando nos olhos: —Meu amor, sei que não pude te dar a melhor orientação e isso mostra que eu falhei com você… —Não fala isso, você foi a melhor mãe. —É que não entendo o que te levou a fazer essas coisas, sou sua mãe e você deveria me ver como tal, não como um objeto de desejo. —Não te vejo como um objeto, te vejo como uma mulher plena, independente e muito trabalhadora. Isso me liberta muito, mãe, nenhuma das garotas do colégio sequer fala comigo e isso me faz sentir menos mal. Fiquei pensativa tentando bolar uma solução. —Tem certeza que é tudo que você precisa? Ele assentiu. —Ok, Vamos fazer isso, mas preciso que seja nosso segredo. Pra ninguém, nem pros seus amigos, nem primos, nem tios. Só você e eu podemos saber disso ou o trato tá cancelado. —Juro pela minha vida. Suspirei. —Você pode ficar com uma das minhas calcinhas só pro seu uso, tenho umas novas que acabaram de chegar… Ele baixou a cabeça. —Que foi? —Posso ficar com uma das suas? —Sério? Bom, acho que tenho umas recém-lavadas… Ele assentiu. Fomos pro meu quarto onde estava a roupa limpa num cesto e a suja no outro. —Tá bom, pega uma e vai dormir… Isso é segredo, ok? entre você e eu, mais nada. Não esquece. Ele me abraçou e me deu um beijo no rosto. Foi direto na roupa suja e pegou a calcinha que eu usei hoje. Naquela noite a curiosidade me venceu. Então me aproximei do quarto dele. Ele também tinha uma cortina como porta, então pude escutar com clareza. —Sim, mamãe… que buceta gostosa… ah, ah, vou gozar na sua calcinha, mamãe. Isso se repetiu várias vezes. Ficou mais comum escutá-lo em plena masturbação desejando meu corpo e querendo minha presença. Como se fizesse de propósito. Decidi espioná-lo semanas depois. Consegui entrar no tablet e no PC dele. Descobri que o problema tinha aumentado. Ele guardou compulsivamente toda foto e vídeo meu. Desde fotos do meu perfil do Instagram, até meus vídeos do OnlyFans, umas lives da página e outros vazados pelo Telegram. Também sessões de horas inteiras na Webcam. Não só isso, ele tinha feito uma pasta especial onde criava vídeos com IA e me fazia de tudo. Onde eu tirava a roupa ou colocava lingerie, onde me faziam cumshots, faciais ou bukkake, também me agachava pra mijar ou onde eu fazia uma masturbação com os pés, onde eu ficava de quatro, onde eu abria as pernas pra enfiar o punho. Cada vídeo explorava o lado mais sombrio da mente dele e cada vez eu ficava mais decepcionada com ele e comigo. Algo na minha mente quebrou naquele momento. Pela primeira vez vi nele a maior a saudade que um homem já teve por mim, mas também o aspecto mais doentio que eu já soube. Eu precisava resolver aquilo, meu verdadeiro homem era meu filho Armando e eu não podia deixá-lo à deriva. Eu precisava agir agora, mas não tinha a menor ideia de quais palavras usar. Esperei ele chegar em casa e deixei passar alguns minutos para ele se acomodar. Me levantei e entrei decidida no quarto dele. Para minha surpresa, o encontrei se masturbando com uma calcinha diferente da que eu tinha dado.
—Filho…
Achei que ele ia se assustar, que ia se desculpar ou ficar com vergonha, mas ele me recebeu com naturalidade, como se estivesse esperando por aquele momento.
—Mãe. Olha pra mim, por favor, não para de me olhar… tá quase acontecendo…
Ele começou a se contorcer sem parar de me olhar. Fiquei chocada presenciando meu filho chegando ao orgasmo. O pau dele era enorme e brilhava como um cetro ostentoso.
—Mãezinha linda, você não sabe o quanto eu gosto de você…
—Termina logo, quero falar com você.
As costas dele se arquearam e jatos de porra brotaram por todo lado. Ele se limpou com as minhas calcinhas e, sem guardar o pau, falou comigo como se nada tivesse acontecido.
—Te amo muito, mãe, obrigado por isso. Foi a melhor coisa que já senti na vida… sem dúvida.
—Se veste, nos vemos na sala de jantar.
Saí sem dizer mais nada.
Uma vez lá, eu o confrontei. Falei tudo o que tinha encontrado e também que ele usava meu cartão para pagar a assinatura do OnlyFans. Ele ficou na defensiva no começo, mas foi tanta merda que eu joguei na cara dele, que ele acabou baixando a cabeça.
—Você é um bom garoto e além disso muito bonito. Tenho certeza que tudo o que você precisa é de uma garota que te ajude a descobrir o mundo. Eu não posso ser essa mulher.
—Não preciso de uma garota, mãe. Com você eu tenho tudo. O que aconteceu agora há pouco fez com que eu me conectasse com você como nunca tinha acontecido antes. Agora mais do que nunca me sinto unido a você. Se isso acontecesse de vez em quando… tenho certeza que…
—Não posso te ajudar, filho. De verdade, não posso. O que você me pede é irracional e irresponsável. Se alguém vai descobrir… —Eu não me arriscaria a perder meus direitos e se pra você também não convém contar, então é impossível que vaze. Somos só dois adultos numa casa grande. —Precisamos de ajuda profissional. Posso perguntar pra sua prima se ela conhece um psicólogo, talvez ele pudesse… Ele se levantou sem dizer nada, se aproximou e me beijou na boca. Soube me controlar porque eu continuei; alguns segundos onde nossos lábios e línguas se encontraram pela primeira vez. Me separei e devolvi um tapa que virou o rosto dele. —Você tá doente ou o que tá acontecendo? Mas ele se recuperou na hora e me beijou de novo. Dessa vez me agarrou pelos ombros com força e nos beijamos vários segundos mais. Passou a mão por uma das minhas tetas e se separou. Foi embora sem dizer nada e eu fiquei na sala de jantar à beira do choro, porque se ele não tivesse se separado, eu não teria parado ele. Naquela noite me masturbei tentando pensar em um dos meus fãs, depois no açougueiro, depois no meu ex-marido e quando minha mente cruzou com Armando, todo o meu ser derreteu e acabei gozando brutalmente. No dia seguinte enquanto eu tomava banho. Vi algo estranho pela janela. Eu gostava de deixá-la aberta e por isso mesmo alguém dentro de casa poderia me ver. Continuei tomando banho e discretamente comprovei que meu filho estava me espionando. De onde ele estava não dava pra ver muita coisa, mas eu sentia os olhos dele devorando minhas tetas. Me posicionei de um jeito que a cortina do banheiro cobrisse meu corpo e falei com ele pela janela. —Eu sei que você tá aí, Armando. Em poucos instantes escutei os passos dele e vi seu olhar de cachorrinho. —Que porra você tá fazendo? —Me perdoa, mãe. Tava vendo que o aquecedor tá falhando. —O aquecedor tá perfeito, não mente pra mim. Vem aqui agora. Fechei a janela, o chuveiro e me sequei com a toalha. Quando abri a porta do banheiro, Armando me esperava de cabeça baixa. —Nem um dia, Armando. Não entendo por que essa sua obsessão comigo. Eu sou sua… —Não precisa repetir. Eu sei perfeitamente que você é minha mãe e, se eu for sincero, esse fato faz com que eu te deseje ainda mais. Um volume na sua virilha cresceu a tal ponto que foi impossível ignorar. —Não, filho, isso não pode continuar. Você deve parar de uma vez por todas, do que você precisa? Posso conseguir o que você quiser… quer uma prostituta? Quer duas? Três? Posso conseguir uma namorada para você praticar. —Nada disso, mamãe. O que eu preciso é te ver quando cozinha ou fazendo tarefa doméstica, te ver quando toma banho, quando dorme, de biquíni quando vamos à praia. Você é a mulher mais linda que já vi e tenho certeza que nenhuma outra mulher é como você. Fiquei pensativa por alguns segundos. Senti o impulso de ajudá-lo, mas sabia que era antinatural. O chamado da carne era avassalador e imbatível. Tanto ele quanto eu queríamos ceder ao instinto de homem com mulher. —Filho, não sei se essa é a pior decisão de todas, mas prometa que depois disso, vamos deixar esse episódio de lado. —Prometo, o que você vai fazer? Tirei a toalha e me mostrei para ele. —Filho, essa é sua mãe. Esse é meu corpo. Quero que você veja bem. É assim que o corpo de uma mãe é, não tem nada de errado, só preciso que você foque mais, você deve prestar atenção em garotas da sua idade. Olha minha celulite, minhas estrias, a marca do seu nascimento. Meu corpo não é como o das suas coleguinhas. Você deve prestar atenção em mulheres mais jovens, meu amor. Ele ficou hipnotizado, completamente fora de si, como se não escutasse nada do que eu dizia. Logo percebi que tinha cometido um grave erro. —Filho, por favor, já amadureça, vá para o seu quarto agora mesmo. Mas ele se jogou e me abraçou. —Mamãe, é a mulher mais linda. Te amo muito, não quero me afastar de você nunca. Pegou meus peitos e afundou o rosto neles, logo apertou minha bunda e deslizou as mãos por toda as minhas costas. Eu estava em choque; meu menino era jovem, mas tinha uma força inata, detê-lo significava não só levantar a voz, seria me impor e afastá-lo fisicamente. Quando menos percebi, já Ele estava com o pau pra fora e esfregava na minha perna. Estava muito quente e tinha o formato de uma salsicha jumbo de churrasco. —Mamãe, fica assim mais um pouco, por favor. Ele abocanhou um dos meus peitos e começou a se masturbar rápido. Bem quando criei coragem pra empurrá-lo, ele gozou em cima de mim. Fechei os olhos com resignação e aos meus ouvidos chegou o som dos gemidos dele e na minha pele a sensação de líquido quente escorrendo pelas minhas pernas. Quando terminou, guardou tudo e ficou cabisbaixo. —Tá contente? É a primeira e única vez, ouviu bem? —Obrigado, mãe, é a melhor coisa que já me aconteceu na vida. —A gente precisa parar… —Mamãe, juro que se você me deixar te ver assim, vou parar de te encher o saco. Vou até ser um filho melhor e o melhor aluno. —Filho, sua obrigação é fazer tudo isso. Não posso te recompensar por cumprir com a sua parte. —Eu sei, mamãe, mas não consigo me concentrar na escola nem aqui. O tempo todo tô procurando um jeito de… Se você me der isso, eu prome… Meus olhos se encheram de lágrimas. Me cobri e mandei ele pro quarto. —Vai pro seu quarto agora mesmo. Tá de castigo. Ele baixou a cabeça e saiu. Me tranquei no meu quarto com uma mistura de emoções. Pensar no que meu filho me disse me preocupava, mas não consegui evitar ficar com tesão ao repassar as palavras dele na minha mente. Esse desejo e ardor por mim eu não sentia há muito tempo. Na verdade, a última pessoa que me quis com tanta intensidade foi o pai dele. Parece que vinha de família. Nas semanas seguintes a gente se distanciou, mas ele mostrou uma melhora superior na escola. Entrou no clube de música, dança e matemática. Parei de vê-lo boa parte do dia, já que ele chegava só à noite. Durante esse tempo sozinha, consegui aumentar minha produtividade. A cada dia eu gerava mais público e as quantias que me ofereciam pra ter encontros, aos poucos, eram mais difíceis de ignorar. Mesmo assim continuei aceitando só trabalhos por webcam. Foi durante uma sessão paga, enquanto eu enfiava um pepino na frente de 50 pessoas quando meu filho entrou em casa muito antes do normal. Tirei minha perna da escrivaninha, joguei o pepino longe e desliguei o monitor. Ele atravessou a cortina sem avisar e se aproximou. Me abraçou com força; ele cheirava a cerveja e cigarro, e me deu muitos beijos na bochecha.
—Mamãezinha linda, por favor me dá algo, fui um bom filho e estudante. Mereço um prêmio, não acha?
—Filho, para por favor, não é um bom momento.
Ele colocou a mão atrás da minha cabeça e me beijou na boca. Seu calor e sua dureza me lembraram o pai dele. Perdi a cabeça e continuei o beijo por um segundo. Me separei e ordenei que saísse do meu quarto. Quando olhei pra ele, já estava com a rola de fora e mais do que pronto pra entrar em mim. Quando fiquei sozinha, olhei pro teto desconsolada e confusa. Passei meus dedos pela minha buceta e notei que estava genuinamente molhada, não era só o lubrificante sintético que usava com o pepino, meu filho tinha me deixado excitada de novo. Esfreguei a ponta dos meus dedos no meu clitóris encharcado e pensei nele.
Depois de alguns segundos meu corpo ficou pálido, me levantei, liguei o monitor e encontrei os usuários completamente enlouquecidos e mandando doações como nunca tinha visto antes. Perguntavam se era mesmo meu filho, se era um ator, se seria recorrente nos meus vídeos. Fechei a transmissão e desliguei tudo. Durante meia hora o dinheiro continuou entrando.
Meu vídeo viralizou no X e no Telegram. Por sorte nossos rostos não apareciam, mas mesmo assim muitos dos que viram esse pequeno clipe, vinham procurar a artífice. Todos queriam mais e todos pareciam dispostos a torrar suas economias só pra me ver de novo com ele. Um perfil me contatou garantindo que podia me pagar dez mil dólares se eu me gravasse transando com meu filho. Com esse dinheiro podia largar tudo isso e empreender um negócio. Outro ofereceu trinta mil por um ménage com meu filho. Imaginei a cena e depois eu e meu filho gastando toda essa grana. Grande parte da naquela noite imaginei meu filho como meu homem. Onde o pepino se transformou no pau do Armando, o mesmo com o qual me acabei várias vezes até deixar o colchão encharcado.
Desde aquela noite fiquei mais compreensiva com meu filho, assim como generosa. Com o dinheiro ganho pelo último vídeo comprei um carro seminovo, o celular novo da vez e um PC gamer. Fomos fazer um cruzeiro pelo Cantábrico e ficamos na mesma cama. À noite fingia estar dormindo quando o ouvia se soltando, ele esticava a mão às cegas até tocar minha bunda ou minhas pernas. Ao fazer contato sua respiração mudava, sua agitação ficava imprevisível e ele gozava com força em poucos segundos.
Horas antes de chegar a Coruña, estando na piscina, ele me disse que iria à cabine pegar o carregador. Quando senti que já estava demorando, intuí que só podia haver um motivo. Abri a porta de repente e o encontrei nu sobre a cama com o mastro prestes a furar o teto. Fechei a porta e ficamos no silêncio incômodo do barulho do seu líquido pré-ejaculatório. Olhei nos olhos dele com curiosidade.
—Sim, mamãe, não pare de me olhar… ahhh, mamãezinha linda… ahhh deus… vou gozar por você… ahah ahhhh… Afasta seu biquíni pra eu ver seus peitos… nem que seja só um peitinho.
Um jato de esperma saiu pelos ares alcançando uma altura prodigiosa. Depois outro e outro. Caía na barriga dele e na cama, enquanto ele se contorcia mergulhado em prazer.
—Deixa tudo limpo —disse antes de dar meia-volta e sair da cabine.
No dia seguinte tivemos um dia maravilhoso percorrendo as Astúrias. Na noite de volta à cabine, entrei no chuveiro. Ao sair, encontrei Armando em plena masturbação. Meu coração bateu forte ao perceber que isso podia virar costume. Era óbvio por que ele escolheu esse momento, então não deixei que ele pedisse. Tirei a toalha e mostrei meu corpo nu pela segunda vez. Me aproximei passo a passo sem parar de olhá-lo e me sentei ao lado dele. Coloquei minha mão no seu peito e desci até as bolas dele. Estavam completamente depiladas e macias como pedra de rio. Ele colocou as mãos nas minhas pernas e acariciou. Eu estava me sentindo uma gostosa total. Me queimava a ideia de vê-lo gozar de perto.
—Que pernas lindas, mamãe. Você tá gostosa demais.
—Quero que você goze, meu amor.
—Mas e se eu te sujar?
—Não tem problema.
O olhar dele ficou selvagem, inclinou o corpo levemente na minha direção e se soltou. Urrou como um animal selvagem. Os jatos caíram nas minhas coxas, um atrás do outro sem parar. Minhas pernas foram ficando brancas e o excesso começou a escorrer lentamente pela minha virilha até molhar os pelos da minha buceta.
Armando se deitou de barriga pra cima, ofegante. Se levantou e passou a ponta dos dedos pelas minhas coxas engomadas.
—Nunca tinha gozado tanto.
Sorri pra ele, dei um beijo de boa noite e me levantei.
—Vou tomar banho de novo, descansa.
—Sim, mamãe. Boa noite… e… Muito obrigado, foram as melhores férias da minha vida, e não falo pelo cruzeiro.
—Também gostei de passar um tempo com você, meu amor.
Me inclinei e dei outro beijo na testa dele. Senti a porra esfriar e ficar mais líquida. Não parava de me sentir muito excitada e maternal ao mesmo tempo. Dois sentimentos contrários que não deveriam ser sentidos pelo próprio sangue.
Quando entrei de novo no chuveiro, a gozada dele já tinha escorrido até meus tornozelos. Antes de abrir a água me olhei as pernas. Fazia tempo que não me sentia tão puta. Meu corpo ainda ardia por dentro e queria a porra do Armando. Passei os dedos pelas minhas coxas, molhei e levei direto ao meu clitóris inchado. A ponta molhada do Armando conectou meu corpo por completo e fui direto ao orgasmo. Alguns minutos com a gozada do meu filho no clitóris bastaram pra me imolar num orgasmo terrível. Minhas pernas tremeram e levantei o rosto implorando piedade ao céu. De repente meus sucos começaram a jorrar como se eu estivesse mijando; meu primeiro squirt em anos, tinha esquecido que podia fazer isso. Fui pra cama sem culpa nem arrependimento. Quando o amor atravessa todas as fronteiras, ele se torna absoluto. E eu amava o Armando absolutamente. No dia seguinte um pressentimento me acordou. Eu estava deitada de lado, de costas pro Armando. Me virei e vi o mastro dele levantando o lençol feito tenda de circo. Me ajeitei pra ver melhor e enfiei a mão no meio das pernas pra me tocar um pouco. Quando já estava molhadinha não resisti aos meus desejos, então deslizei minha mão até lá e encontrei o pau dele petrificado. Ele dormiu sem cueca. Armando acordou com a mão da mãe segurando a virilidade ereta dele. —Shhh, continua dormindo, meu amor. A mamãe vai fazer uma coisa porque tá muito quente. Ele assentiu, mas sem parar de olhar a cena. Comecei a punhetá-lo bem devagar, enquanto me dava prazer no clitóris com a outra mão. O pau dele latejava desesperado e a cabeça parecia inchar cada vez mais. Era a primeira rola que eu tocava em anos. Comprovei que o que se aprende bem, não se esquece. —Já quase… aggg…ahhh. —Espera um pouco, meu amor, a mamãe já tá quase gozando. —Que gostoso que você tá se tocando, mamãe. Não consegui evitar gemer diante do orgasmo iminente. Isso deixou o Armando mais louco, que não parou de ofegar num ritmo acelerado. —Ahhhhhh —gememos ao mesmo tempo. De repente nada. Meu corpo explodiu por dentro e senti que minha pele se revirava com minhas entranhas. Soltei o pau dele e me deixei consumir por um clímax sem fim. Sem parar de me tocar me deixei levar pelas ondas do prazer. Suquinhos brotaram sem controle molhando toda a cama e do nada outro clímax atingiu meu corpo. —AHHHHHH, meu Deus, que gostoso… Não vi o Armando nesse momento porque fechei os olhos, só vi de canto de olho que ele estava de pé do lado da cama. Com o pau duro pra caralho, observando com atenção meus multiorgasmos enquanto se acabava com uma tremenda punheta. Parei porque minha mão já não aguentava mais e o Armando, na inocência dele, não teve a ideia de fazer um movimento ousado. Em Naquele instante, se ele tivesse me penetrado, eu teria deixado ele me comer.
Parei exausta e ofegante. Armando parou por um momento e colocou o pau dele nos lábios da minha boca. Fim do primeiro capítulo, Fim do primeiro capítulo, capítulo 2 aquihttps://x.com/leonelly777/status/2095124787920023833na rede social do autor original todos os créditos reservados
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