Como virei corno parte 7: conversas

Lamento a espera, foram uns dias longos e eu não sabia se continuava contando minha história, mas no final decidiu-se que sim e aqui estamos! Depois do incidente com o carrinho onde a Adri ficava provocando e no final não acontecia nada, ficou claro que era algo que estava entre nós, tinha um elefante na sala e precisávamos conversar. Em menos de um ano já morávamos juntos, conhecíamos as famílias um do outro e éramos um casal estável. Eu bancava tudo já que a Adri continuava estudando, embora não parecesse avançar na faculdade nem ir muito pra aula, só pra eventos de política. Tinham sido umas semanas de sexo intenso, vendo de vez em quando os chats com o cara, vendo pornô e lembrando de coisas como a vez que mandamos um vídeo pra um guri de porno. Isso foi moldando nossa relação no sexual e fora dele também, onde a Adri sempre marcava o ritmo e eu aceitava as propostas dela, ela era claramente quem tinha a personalidade mais forte, uma morena com um olhar muitas vezes desfocado, onde você não sabia com o que ela ia aparecer ou no que estava pensando, ela gostava muito de fumar maconha, de festas e de sexo. Eu, por outro lado, era tranquilo, filho de dois contadores que não eram a alma da festa, assim como eu também não era, me faltava me soltar mais e eu não gostava de correr muitos riscos, sempre trabalhei o suficiente pra estar bem e ser independente, mas essa independência eu não soube aproveitar e já estava num relacionamento que na minha mente seria o último que eu teria. Embora estivéssemos no mesmo relacionamento, com a mesma idade e no mesmo ponto, vivíamos com necessidades diferentes e isso se refletia no que exigíamos da relação: ela queria mais e novas experiências e eu queria estabilidade, me sentia culpado pelo que tinha feito em Mendoza e ela sentia que eu ignorava isso, queria fazer mais coisas como as que fez no dia anterior à minha traição. Assim decidimos conversar numa tarde de fim de semana de agosto ou setembro de 2017 – O que você quer? + Eu não quero que a gente não faça nada, você nunca querés sair - Mas você quer sair o tempo todo + Mas você nunca tá afim - Eu não ter afim de sair pra comer uma pizza ou tomar vinho às 2 da manhã é porque eu trabalho e acordo às 6 + Você tá me jogando na cara que eu ainda não tenho emprego - Tô te dizendo que você não pensa que eu também preciso descansar e no que eu gosto + E você não pensa no que eu quero, nunca quer ficar ouvindo música comigo e te incomoda que eu fume e fica fazendo cara feia - Mas Adri, eu tô bancando tudo, até pago o que você fuma e você fica brava porque eu quero dormir + sempre? Você nunca quer nem transar de noite - e você não quer transar de manhã… + não é a mesma coisa, tô parafraseando, mas a discussão girava em torno do mesmo. Eu sentia que eu cuidava de tudo e ela sentia que eu não tava junto, que ela tava sozinha e eu não dava bola. + Se a gente não vê porno ou se alguém não dá em cima de mim, você nem me toca - tinham começado os golpes baixos. - Olha a merda que você tá me falando!! + Me diz que é mentira - Não tem nada a ver com trabalhar o dia todo e querer dormir, além do mais você queria fazer ménage com mulheres e no final é você que comeu outro e fica por aí esquentando pica + você é um idiota, bem que você gostou que eu comesse ele na sua frente e agora chora, eu teria dado pra ele também. Me atingiu no orgulho, porque ela tinha razão, além do mais a conversa tinha mudado, já não era uma briga, tinha um tom que eu não saberia descrever, mas as pausas e o assunto faziam sentir um certo tesão no ar. Pouco depois, trocamos mais algumas frases, começamos a nos beijar, puxei o short dela bruscamente e comecei a tocar ela "você é uma puta, muito puta, só quer pica e pica, nunca é porra suficiente pra você" e enquanto eu falava isso, subia montado nela e fazia ela me chupar, fiquei vários minutos comendo a boca dela, fazendo ela engasgar com meu pau ereto e molhado da saliva dela que eu não controlava enquanto não parava de tocá-la, eventualmente acabei na boca dela, bem lá no fundo da garganta, e toquei ela até que ela me substituiu e também consegui gozar. Ficamos em silêncio por uns minutos, voltamos a nos recompor + To… eu quero que a gente faça mais coisas, só isso - Preciso que você me ajude e me entenda, não posso segurar tudo sozinho, entendo que você precisa de mais tempo e quero que você me entenda também + Se eu te entendo, valorizo o que você faz por nós dois - E eu te entendo, Adri, você tem razão que a gente não tem conectado muito ultimamente + Eu realmente quero transar mais… teve uns segundos de silêncio - Adri, então vamos transar mais, eu quero esclarecer umas coisas + me fala - não gostei que você viu aquele cara em Mendoza e também não gostei que no final você ficou com dois caras e a gente nunca tentou aquilo outro + você disse que tava tudo bem e que não importava - sim, mas eu pensei que seria equilibrado + Bom, mas você também tem que falar sobre isso - E sim, mas não quero que você pense que quero ficar com outras minas porque não é que você não me atrai + eu acho que você não me acha gostosa quando você não me toca, não sei se você curte outra mulher também… eu amo homens mas te amo você. Ela tinha um ponto, talvez tudo fosse culpa minha por guardar as coisas pra mim, depois de feita a paz a gente assumiu o compromisso de que ela se ligaria e procuraria um emprego, assim como terminaria a faculdade e eu seria mais atento a ela e mais ativo no sexo. Com as águas calmas, ficava uma pergunta, alguma vez a gente ficaria com outra mulher? E se sim, quem? Isso a gente conversou mais um pouco e ela disse… "e a Luana?" Luana era a namorada do Luciano, amigo dele, ela era bi e a gente tinha conversado algumas vezes, era uma branquinha linda, professora de inglês que tinha vários tatuagens, um pouco cheinha e bem simpática. A gente conversou sobre ela, vimos o Instagram dela e lembramos das vezes que o Lucho contou que faziam ménage de vez em quando, que ela curtia mulheres e que o parceiro dela era mais ou menos aberto. Assim passaram os dias e a semana, onde a gente no início houve mudanças, eu sempre tentava transar à noite, a Adri ia mais pra facul e ajudava em casa e a gente se juntava cada vez mais com o Lucho e a Luana. Como sempre, quem puxava a ação era a Adri e em menos de algumas semanas, numa das visitas dela à casa do Lucho e da Luana, ao voltar ela me contou que tinham se beijado. Naquela mesma noite a gente transou fantasiando com ela no meio e como nós dois desejávamos o corpo dela. Eventualmente a gente criou coragem e depois de várias sondadas da Adri, aproveitamos que o Lucho tava ocupado uma noite e convidamos ela pra vir comer e tomar uns vinhos cafayateños. Naquele sábado tanto eu quanto a Adri sabíamos o que a gente queria, a Lu já tinha pistas e a gente combinou de se ver às 9 na nossa casa. Como se fosse um ritual, repetimos o de Mendoza, praticamente a mesma roupa, vinho e pizza. Quando a Lu chegou, notei na hora a roupa dela tão diferente do normal, ela tinha vestido um short que deixava pouco das pernas carnudas pra imaginação e uma regata bem decotada que mostrava boa parte dos peitos brancos lindos dela. A conversa fluiu, falamos do Lucho e de como tinha sido pra eles irem morar juntos e como tinha sido pra gente, ela contava que tinham aberto o relacionamento e que ela tinha começado a conhecer uma mina com quem achava que podia ter futuro e sem a gente perceber a conversa foi esquentando até que a Adri e a Lu falaram de ir ver um filme, mas como nosso sofá era muito pequeno a gente podia ver na cama, eu entendi a ideia e fui rápido ligar a TV e arrumar um pouco, só pra que alguns segundos depois as duas entrassem se beijando e a Luana caísse de costas na nossa cama com a Adri por cima comendo a boca dela. Instantaneamente eu fiquei de pau duro e comecei a me esfregar o pinto na calça enquanto olhava elas se beijando e se tocando, era uma imagem linda que eu não achava que veria na vida. A Adri me fez um sinal e eu me aproximei, ela me abaixou a calça e começou a me chupar sem sair de cima da Luana, que Ela tirou o short num movimento delicado de quadril, deixando à mostra a lingerie preta. A Adri correu o pouco que restava da minha roupa e começou a me tocar com os dedos enquanto me chupava. Era inacreditável o quão puta ela parecia, e isso a excitava ainda mais. A Adri tirou o top também, interrompendo por um segundo o boquete que me dava, e subiu na cara da Lu, que sem hesitar começou a chupá-la e usar a língua pra fazer ela gemer como eu nunca tinha conseguido até aquele dia. Assim seguimos até a Adri se erguer e ficar de quatro, deixando a Lu se deitar por baixo dela e me dando a chance de me posicionar atrás e começar a penetrá-la, enquanto a Lu ficava na frente e pedia que agora fosse a Adri quem a chupasse... e assim foi! Que visão linda, minha namorada sendo uma puta sem controle, na cama com a namorada de um dos nossos amigos. Com aquela imagem na retina, tirei o pênis de dentro da Adri e, com um grito, gozei nas costas dela, só pra ver as duas se virarem 180 graus e continuarem num 69 perfeito junto com a Luana, pra terminar ambas alguns minutos depois, uma nas mãos da outra. A Adri foi se limpar e a Lu fez o mesmo logo em seguida. 5 minutos depois, estávamos os três de roupa íntima assistindo a um filme do Adam Sandler que não me lembro qual era, de cueca e calcinha embaixo dos lençóis. Não assistimos nem 30 minutos daquele filme quando decidimos que era um tédio e que era melhor irmos dormir. A Lu pegou as coisas dela e se trocou na nossa frente, pra ir embora de táxi alguns minutos depois. Embora eu não tivesse interagido diretamente com a Luana, amei a experiência e ficou implícita a ideia de repetir. A Adri se destacou com a paixão dela, e eu tive a imagem da minha vida diante dos meus olhos. Uma semana depois, a Luana disse que queria nos convidar pra jantar, que o Lucho ia estar lá e fazer um churrasco na laje. Sem saber, estávamos sendo convidados pra uma nova fase... Obrigado por ler, de novo comento que isso é uma experiência 100% real do meu relacionamento de vários anos com a Adriana. Só isso. mudado aqui estão alguns nomes e algumas coisas completadas das minhas lembranças um pouco embaçadas pelos 10 anos já passados. De novo, agradeço os comentários e pontos de vocês, que são a motivação pra compartilhar minha história, e também agradeço as mensagens de todo tipo que mandam.

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