Capítulo I:https://www.poringa.net/posts/relatos/6423881/Detective-Sencler-1.htmlCapítulo II:https://www.poringa.net/posts/relatos/6425234/Detective-Sencler-2.html
Capítulo III: A delegacia.
—Suponho que ficou clara a vontade do departamento de polícia de normalizar as relações com o senhor, Sencler.
—Fica claro que você precisa de mim para alguma coisa... Entendo que para algo importante, se não sua comissária não estaria de joelhos na minha frente...
—A viúva do almirante é minha amiga... Ela me pediu ajuda para encontrar esse maldito colar.
—E a investigação oficial não avança com o seu pessoal, né?
—Precisamos de outro ponto de vista... Alguém me disse que você é o melhor usando métodos alternativos de investigação.
—Sempre me fascinou esse uso da linguagem... Passaram de "métodos cavernícolas" para "métodos alternativos".
—Sencler, estou aqui ajoelhada com o seu sêmen na cara... — a detetive respirou... deixava de ter sentido essa atitude defensiva ruminada durante anos, as cartas estavam na mesa.
—Tá bem, quer que eu investigue?
—Sim...
—Sabe o que vou te perguntar agora?
—Sim... Tegan, minha amiga, a viúva do almirante Morrison, oferece muita grana pra recuperar a joia dela...
—Quando posso me reunir com ela?
—Primeiro fale com o meu pessoal pra te atualizarem, quero que a gente colabore. O caso tá sendo conduzido pela tenente Powell.
A comissária, ao ter engolido o orgulho daquele jeito, amoleceu Sencler, que concordou em ouvir a responsável pelo caso, essa tal de Powell. Não perdia nada em fazer isso. Parrish lhe disse que estava esperando, sua sala ficava no prédio ao lado e se dirigiu pra lá.
—Minha nossa! É possível que o próprio Templeton Semcler esteja no meu escritório? — e fez um gesto com a mão para se abanar.
—A tenente Powell, suponho — era morena, alegre, desperta... e de olhar intenso.
—Você é muito mais... Ufa... Não sei...
—Baixa?
—Não, não... — disse suspirando —, melhor não te contar.
—Vamos direto ao assunto?
—Ahhh, sim — parecia distraída olhando para ele —. É importante para a delegacia, a senhora Morrison está muito preocupada, o colar que roubaram dela é muito caro, ela recebeu como herança, vinha de antigamente na família do almirante.
—Como aconteceu o roubo?
—Durante a recepção que ela fez para comemorar o quinto aniversário da morte do marido... Está tudo aqui, na documentação do caso, preparei tudo pessoalmente para você. Alguém entrou no escritório dela, abriu o cofre e saiu sem levantar suspeitas.
—Arrombaram o cofre?
—Não... Quem quer que tenha sido, ou sabia a combinação, ou é um chaveiro especialista em dials de segurança de nova geração.
—Eu começaria pelos próximos, por qualquer um que pudesse saber essa combinação.
—Foi o que fizemos... Senhor Sencler — disse colocando uma mão sobre a documentação —, está tudo aqui. Estude. As vias legais estão esgotadas, em ponto morto. Precisamos da sua ajuda, dos seus métodos alternativos.
—Alternativos?
—Sim, isso... Alternativos.
—Por um momento pareceu que ela ia dizer "sujos"
—E são? — perguntou a tenente.
—Em algumas ocasiões.
—Não me cairiam mal umas aulas, vou te acompanhar na investigação — ao ouvi-la Sencler mudou a expressão.
—Eu trabalho sozinho, tenente.
—A delegada quer assim.
—Ignore ela.
—Não posso... Eu...
—Ignora ela... não é difícil. Vai ser o melhor tanto pra você quanto pra mim —Sencler decidido ativou sua “maldição”, tinha chegado a hora de jogar pesado. Olhou fixamente pra ela, só como ele sabia fazer, e aproximou o rosto. Ela, assustada, tentou aguentar o desafio.
—Eu, não... não...
O detetive lançou os lábios... ela não se afastou.
—Ummm, Sencler... Você é uma lenda nesta delegacia...
—É mesmo?
—Várias passaram pelos seus braços, antes de você ser demitido e depois...
—Isso é pouco pra virar lenda.
—Ummm, você não ouviu o que falam sobre você.
—Costumam exagerar essas coisas...
—Vai me deixar julgar por mim mesma...? —sugeriu mordendo o lábio inferior.
Sencler se afastou, mas só pra empurrar a tenente sobre a mesa e contemplá-la ali deitada. Enquanto se olhavam, ela abriu as pernas.
—Claro, nunca quis ser uma lenda falsa —e depois de dizer isso, agarrou a calcinha dela e arrancou de um puxão. A tenente bufou cravando o olhar nele e mordendo o lábio inferior.
—Você não faz ideia do quanto estou necessitada.
—Você é solteira?
—Não, mas meu namorado... Meu namorado é um cara incrível, sério, mas eu preciso...
—Não se preocupe, eu vou te dar.
O detetive agarrou a coxa da moça e, implacável, a empalou sem cerimônia sobre a própria mesa. Ela gritou enquanto os papéis do caso se espalhavam pelo chão.
—¡Ahhhhh! Porra... Buffff... ¡Que grande, pelo amor de Deus! —Sencler começou a meter e a tenente se agarrou à mesa bufando, gemendo e tremendo —. Ahhhh, que absurdo... Que pau tão tremendo...
—À altura da lenda?
—Ahhhh... buffff.... Sim, porra.... —mal conseguia falar. Pela sua experiência, Sencler entendeu que era um bom momento aquele
—Tenente, eu trabalho sozinho... Não quero te ver metendo o nariz na minha investigação.
—Ufff, ahhhhh... Porra, Sencler, se eu não fizer isso, arrisco meu cargo... Ahhhhhh —ela parecia ter chegado à reta final do corpo que conduz ao clímax.
—Vamos, me diga que não vai se intrometer —e bem no momento antes de a tenente explodir de prazer, Sencler diminuiu o ritmo da metida e a penetrou milímetro a milímetro, naquele exato momento. Ela ficou num terrível impasse orgásmico com seu corpo sofrendo pequenos e múltiplos espasmos, ansioso pela estocada final. Os pelos do seu corpo tinham se arrepiado e a pele queimava. Cada instante se tornou uma atroz agonia.
—¡Aaaaaaaay.... Porra! Eu imploro... Bufff, mete em mim.... Mete forte... Muito forte...
—Vai se intrometer no caso?
—Aaay... Não, porra, eu prometo —conseguiu dizer com um fio de voz.
O detetive sorriu e finalizou a tenente com três fortes empurrões para que ela explodisse de prazer, tremendo. Ela ficou um tempo se contorcendo com a mão entre as pernas, surpresa com a reação incontrolável do próprio corpo, o pubis não parava de tremer. Assim que parou, virou-se para o detetive:
—Pode ser que eu perca o cargo, mas uma lenda como você não vai sair daqui tão facilmente... —então ela assumiu o controle e empurrou Sencler contra o sofá do escritório. Lá, ela o atacou, subindo em cima dele e se preparando para montá-lo.
»Bufff, Sencler... Vai ser difícil esquecer essa cock tremenda sua... Ahhhh... É tão bestial... Tão dura e grossa... Buffff, ahhhh... Tá me deixando louquinha... Você tá me deixando louquinha... Me sinto mulher, me sinto tão slut... Ahhhh.
—Seu namorado não...
—Não... ele... Bom, ahhhh, ele é um amor... um autêntico love —resfolegava entrecortadamente enquanto tentava explicar—. Conheci ele no colégio, a gente era do mesmo bairro... Ufff, ahhhhh.... Ele é criativo numa grande empresa, é um cara bom... Mas é verdade que Deus não deu as habilidades masculinas pra ele... Ahhhh, essa potência bestial...
—Isso é só sexo... Me escute, não perca um homem desses.
—Porra, de novo... ¡Bufff, vou gozar, vou gozaaaar!
Continua...
Capítulo III: A delegacia.
—Suponho que ficou clara a vontade do departamento de polícia de normalizar as relações com o senhor, Sencler.—Fica claro que você precisa de mim para alguma coisa... Entendo que para algo importante, se não sua comissária não estaria de joelhos na minha frente...
—A viúva do almirante é minha amiga... Ela me pediu ajuda para encontrar esse maldito colar.
—E a investigação oficial não avança com o seu pessoal, né?
—Precisamos de outro ponto de vista... Alguém me disse que você é o melhor usando métodos alternativos de investigação.—Sempre me fascinou esse uso da linguagem... Passaram de "métodos cavernícolas" para "métodos alternativos".
—Sencler, estou aqui ajoelhada com o seu sêmen na cara... — a detetive respirou... deixava de ter sentido essa atitude defensiva ruminada durante anos, as cartas estavam na mesa.
—Tá bem, quer que eu investigue?
—Sim...
—Sabe o que vou te perguntar agora?
—Sim... Tegan, minha amiga, a viúva do almirante Morrison, oferece muita grana pra recuperar a joia dela...
—Quando posso me reunir com ela?
—Primeiro fale com o meu pessoal pra te atualizarem, quero que a gente colabore. O caso tá sendo conduzido pela tenente Powell.
A comissária, ao ter engolido o orgulho daquele jeito, amoleceu Sencler, que concordou em ouvir a responsável pelo caso, essa tal de Powell. Não perdia nada em fazer isso. Parrish lhe disse que estava esperando, sua sala ficava no prédio ao lado e se dirigiu pra lá.
—Minha nossa! É possível que o próprio Templeton Semcler esteja no meu escritório? — e fez um gesto com a mão para se abanar.—A tenente Powell, suponho — era morena, alegre, desperta... e de olhar intenso.
—Você é muito mais... Ufa... Não sei...
—Baixa?
—Não, não... — disse suspirando —, melhor não te contar.
—Vamos direto ao assunto?
—Ahhh, sim — parecia distraída olhando para ele —. É importante para a delegacia, a senhora Morrison está muito preocupada, o colar que roubaram dela é muito caro, ela recebeu como herança, vinha de antigamente na família do almirante.
—Como aconteceu o roubo?
—Durante a recepção que ela fez para comemorar o quinto aniversário da morte do marido... Está tudo aqui, na documentação do caso, preparei tudo pessoalmente para você. Alguém entrou no escritório dela, abriu o cofre e saiu sem levantar suspeitas.
—Arrombaram o cofre?
—Não... Quem quer que tenha sido, ou sabia a combinação, ou é um chaveiro especialista em dials de segurança de nova geração.
—Eu começaria pelos próximos, por qualquer um que pudesse saber essa combinação.
—Foi o que fizemos... Senhor Sencler — disse colocando uma mão sobre a documentação —, está tudo aqui. Estude. As vias legais estão esgotadas, em ponto morto. Precisamos da sua ajuda, dos seus métodos alternativos.
—Alternativos?
—Sim, isso... Alternativos.
—Por um momento pareceu que ela ia dizer "sujos"
—E são? — perguntou a tenente.
—Em algumas ocasiões.
—Não me cairiam mal umas aulas, vou te acompanhar na investigação — ao ouvi-la Sencler mudou a expressão.
—Eu trabalho sozinho, tenente.
—A delegada quer assim.
—Ignore ela.
—Não posso... Eu...
—Ignora ela... não é difícil. Vai ser o melhor tanto pra você quanto pra mim —Sencler decidido ativou sua “maldição”, tinha chegado a hora de jogar pesado. Olhou fixamente pra ela, só como ele sabia fazer, e aproximou o rosto. Ela, assustada, tentou aguentar o desafio.
—Eu, não... não...
O detetive lançou os lábios... ela não se afastou.
—Ummm, Sencler... Você é uma lenda nesta delegacia...
—É mesmo?
—Várias passaram pelos seus braços, antes de você ser demitido e depois...
—Isso é pouco pra virar lenda.
—Ummm, você não ouviu o que falam sobre você.
—Costumam exagerar essas coisas...
—Vai me deixar julgar por mim mesma...? —sugeriu mordendo o lábio inferior.
Sencler se afastou, mas só pra empurrar a tenente sobre a mesa e contemplá-la ali deitada. Enquanto se olhavam, ela abriu as pernas.
—Claro, nunca quis ser uma lenda falsa —e depois de dizer isso, agarrou a calcinha dela e arrancou de um puxão. A tenente bufou cravando o olhar nele e mordendo o lábio inferior.
—Você não faz ideia do quanto estou necessitada.
—Você é solteira?
—Não, mas meu namorado... Meu namorado é um cara incrível, sério, mas eu preciso...
—Não se preocupe, eu vou te dar.
O detetive agarrou a coxa da moça e, implacável, a empalou sem cerimônia sobre a própria mesa. Ela gritou enquanto os papéis do caso se espalhavam pelo chão.
—¡Ahhhhh! Porra... Buffff... ¡Que grande, pelo amor de Deus! —Sencler começou a meter e a tenente se agarrou à mesa bufando, gemendo e tremendo —. Ahhhh, que absurdo... Que pau tão tremendo...—À altura da lenda?
—Ahhhh... buffff.... Sim, porra.... —mal conseguia falar. Pela sua experiência, Sencler entendeu que era um bom momento aquele
—Tenente, eu trabalho sozinho... Não quero te ver metendo o nariz na minha investigação.
—Ufff, ahhhhh... Porra, Sencler, se eu não fizer isso, arrisco meu cargo... Ahhhhhh —ela parecia ter chegado à reta final do corpo que conduz ao clímax.
—Vamos, me diga que não vai se intrometer —e bem no momento antes de a tenente explodir de prazer, Sencler diminuiu o ritmo da metida e a penetrou milímetro a milímetro, naquele exato momento. Ela ficou num terrível impasse orgásmico com seu corpo sofrendo pequenos e múltiplos espasmos, ansioso pela estocada final. Os pelos do seu corpo tinham se arrepiado e a pele queimava. Cada instante se tornou uma atroz agonia.
—¡Aaaaaaaay.... Porra! Eu imploro... Bufff, mete em mim.... Mete forte... Muito forte...
—Vai se intrometer no caso?
—Aaay... Não, porra, eu prometo —conseguiu dizer com um fio de voz.
O detetive sorriu e finalizou a tenente com três fortes empurrões para que ela explodisse de prazer, tremendo. Ela ficou um tempo se contorcendo com a mão entre as pernas, surpresa com a reação incontrolável do próprio corpo, o pubis não parava de tremer. Assim que parou, virou-se para o detetive:—Pode ser que eu perca o cargo, mas uma lenda como você não vai sair daqui tão facilmente... —então ela assumiu o controle e empurrou Sencler contra o sofá do escritório. Lá, ela o atacou, subindo em cima dele e se preparando para montá-lo.
»Bufff, Sencler... Vai ser difícil esquecer essa cock tremenda sua... Ahhhh... É tão bestial... Tão dura e grossa... Buffff, ahhhh... Tá me deixando louquinha... Você tá me deixando louquinha... Me sinto mulher, me sinto tão slut... Ahhhh.—Seu namorado não...
—Não... ele... Bom, ahhhh, ele é um amor... um autêntico love —resfolegava entrecortadamente enquanto tentava explicar—. Conheci ele no colégio, a gente era do mesmo bairro... Ufff, ahhhhh.... Ele é criativo numa grande empresa, é um cara bom... Mas é verdade que Deus não deu as habilidades masculinas pra ele... Ahhhh, essa potência bestial...
—Isso é só sexo... Me escute, não perca um homem desses.
—Porra, de novo... ¡Bufff, vou gozar, vou gozaaaar!
Continua...
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