A última semana foi uma tortura lenta e deliciosa que foi desmontando minha sanidade centímetro por centímetro. O sexo com Mateo já não era o de dois namorados que se amam; tinha virado um ensaio geral para o pecado. Toda vez que a gente caía na cama, o ar ficava carregado de uma eletricidade obscena. Mateo já não buscava só o meu prazer, ele queria que eu me desprendesse da minha própria identidade pra me transformar no brinquedo do pai dele. No quarto, enquanto ele me penetrava num ritmo frenético, eu fechava os olhos e deixava minha mente voar pra imagem de Dom Gonzalo. Comecei a sussurrar o nome dele no meio dos gemidos, soltando como uma confissão proibida. CAMILA: (Ofegante, arqueando as costas enquanto sentia a pica do Mateo me arrebentando) ¡Mmmh!... ¡Sim!... ¡Gonzalo!... ¡Me fode, Gonzalo!... ¡Uff, sim, sogrinho, mete assim tão forte!
MATEO: (Com a respiração ofegante, beijando meu pescoço com uma urgência maníaca) Isso aí, meu amor... se acostuma com esse nome... imagina ele bem aqui... imagina que é o velho que tá te abrindo desse jeito... Isso, assim, grita! Chegou a noite do aniversário de cinquenta e três anos. A viagem no carro foi um desfile de nervos e umidade. Eu sentia o pulso disparado nas têmporas e minha calcinha estava completamente encharcada; cada buraco na estrada fazia meu clitóris roçar no tecido da calcinha e me dava um arrepio de antecipação. Mateo dirigia radiante, com um sorriso de quem sabe que tem o controle de todo o tabuleiro de xadrez. MATEO: (Me olhando de canto com um cinismo absoluto) Olha essa cara, Camila... você tá morrendo de vontade do velho, né? Não se segura mais não, coração. Aproveita. Se deixa possuir por um homem de verdade, um que sabe como tratar uma mulher como você. Você vai ver que quando meu pai te comer, você vai esquecer de tudo o que achava que era sexo. Chegamos na casa e meu coração martelava nos ouvidos. Mateo entrou primeiro e pediu pro Dom Gonzalo esperar na sala uns minutos enquanto ele organizava uma "surpresa". Ele me levou pela mão até o quarto principal. O silêncio do quarto era sepulcral. Com uma naturalidade que me deixou gelada, Mateo me pediu pra me despir. Tirei a roupa peça por peça até ficar completamente exposta, tremendo de frio e de tesão. Depois, ele colocou nas minhas mãos um pequeno bolo de aniversário com uma única vela acesa. MATEO: (Sussurrando no meu ouvido enquanto arrumava meu cabelo) Fica assim, gostosa. Não se mexe.
Mateo saiu por um momento e ligou para o pai dele. Dom Gonzalo entrou no quarto e o ar ficou denso, quase sólido. Vê-lo ali, parado na minha frente, com aquele olhar de predador que não pedia permissão, mas reivindicava o que considerava seu, me causou um choque moral que deixou meu coração na garganta. A vergonha era uma chama quente nas minhas bochechas, mas por baixo dessa vergonha, uma excitação suja e proibida começou a borbulhar no meu ventre. Era a adrenalina de saber que eu estava quebrando todos os tabus; que estava entregando meu corpo ao homem que deveria ser meu protetor, o pai do meu namorado, na mesma casa onde ele cresceu. MATEO: (Da porta, com uma voz tranquila e sem emoção) Fica tranquilo, velho, não fica aí parado. Pede o desejo e aproveita seu presente, que ela é sua a noite toda. Faz com ela o que quiser, que aqui ninguém vai incomodar vocês. Mateo soprou a vela por mim, fechou a porta por fora com um clique seco e foi dormir no quarto de hóspedes. Ficamos sozinhos. Ele tirou o bolo das minhas mãos com uma brusquidão que me fez tremer. Os olhos dele não desgrudavam do meu peito, das minhas tetas que subiam e desciam pela agitação da minha respiração. Sem dizer uma palavra, me pegou pelo cabelo, me obrigando a me curvar. DOM GONZALO: (Com uma voz que era puro grunhido) Olha pra você... tão gostosa e tão pecadora. Você não faz ideia de quanto tempo eu tive que me segurar enquanto te via sentada na mesa do meu filho. Ele me forçou a me ajoelhar e então eu vi. A pica dele saltou da calça com uma potência que me deixou estupefata. Naquele instante, minha mente não conseguiu evitar fazer a comparação mais cruel e vergonhosa da minha vida. A pica do Mateo era boa, sim, mas era previsível, quase infantil comparada à do Dom Gonzalo. A do meu sogro era uma besta de carne: mais grossa, mais densa, com um comprimento que parecia não ter fim e um peso que irradiava uma autoridade masculina esmagadora. O cheiro de uísque e de macho maduro me bateu na cara. sentidos. Abri caminho para recebê-lo e quando a cabeça dele afundou na minha boca, senti o impacto real do tamanho. Ele me forçou a engolir, a chupar com desespero enquanto as mãos dele se enterravam no meu cabelo. O sabor era intenso, metálico e quente. CAMILA: (Mmmh... ahhh... ufff...)
Sentia minha garganta esticando até o limite, mas a putaria de saber que tava chupando o sogrão enquanto meu namorado dormia no quarto ao lado me fazia querer engolir tudo. Quando ele decidiu que já era suficiente de brincadeira, me jogou na cama. Me colocou de papo pra cima e se posicionou entre minhas pernas. Quando começou a entrar em mim, senti um estiramento violento, uma dor aguda que num segundo virou um prazer avassalador e sufocante. Não era como com o Mateo, que era um ritmo constante; isso era uma invasão. Seu Gonzalo me preenchia por completo, não deixava um único milímetro do meu interior sem reivindicar. Sentia a grossura dele empurrando minhas paredes da buceta até o limite, me forçando a abrir mais do que eu jamais achei possível.
DON GONZALO: (Ofegando com uma fúria animal enquanto me penetrava) Porra!... Você é tão apertada que vai me fazer estourar!... Sente como eu te encho, vagabunda! Sente como eu te como do jeito que você merece! CAMILA: (Gemendo com uma voz que eu não reconhecia como minha) Ahhh!... Dom Gonzalo!... Ai meu Deus!... É demais!... É tão grande!... Ahhh, sim!... Mmmh!... Vai rasgar minha buceta!... Sim, sogrinho, sim!... Ahhh! Minha mente colapsava. Era insuportável: minha moral gritava que eu era uma porcaria, uma traidora, uma puta sem escrúpulos; mas meu corpo... meu corpo estava celebrando a traição. Percebi, com um terror erótico que me fez vibrar, que meu corpo preferia essa invasão violenta e madura acima de qualquer coisa que o Mateo já tinha tentado. Meus orgasmos com o Mateo eram bonitinhos; meus orgasmos com o Dom Gonzalo eram explosões de perda total de controle. Ele me virou e me colocou de quatro. O som do impacto da pélvis dele contra minha bunda era um estrondo no quarto. PLOC, PLOC, PLOC! PLAS, PLAS, PLAS!
DON GONZALO: (Dando palmadas fortes na minha bunda enquanto me comia por trás) Olha como essa carne quica!... Olha como a porra dela escorre por todo lado quando eu meto com força assim!... Uff!... Mmmh!... Que delícia de mulher que o meu filho arranjou! CAMILA: (Gritando enquanto minhas nádegas batiam nas coxas dele) Ahhh!... Isso!... Me arrebenta!... Ahhh, Don Gonzalo!... Adoro quando você me trata assim!... Mmmh, sim!... Ahhh, que pau grosso!... Tô ficando louca!... Ahhh! O suor escorria pelas minhas costas, se misturando com o suor dele. O cheiro de sexo, de uísque e de pele quente era tão denso que eu conseguia sentir o gosto. No clímax da noite, quando ele subiu em cima de mim e a gente começou aquela última dança frenética de cavalgada, senti minha sanidade se despedaçar de vez. Eu já não era mais a Camila, a namorada dedicada; eu era uma viciada na ousadia daquele homem. Quando Don Gonzalo gozou dentro de mim, sentindo aquele jato quente e grosso explodindo nas minhas paredes internas, meu corpo explodiu num orgasmo tão violento que meus olhos reviraram e meus músculos se contraíram em espasmos incontroláveis. Fiquei ali, deitada, sentindo a semente dele se espalhando dentro de mim, aceitando com uma submissão obscena que minha vida não tinha mais volta. Eu tinha sido possuída pela autoridade do pecado. Na manhã seguinte, saí do quarto com o corpo dolorido, as nádegas ainda ardendo e a sensação do esperma seco do sogro colado na minha pele. Mateo me recebeu na cozinha com um sorriso radiante e um beijo na boca que não tinha nenhum traço de nojo. Sentamos os três pra tomar café da manhã numa normalidade que me parecia surrealista. MATEO: (Olhando pro pai com descaramento enquanto tomava café) Então, pai, conta a verdade... Gostou do presente? Tava à altura? DON GONZALO: (Me olhando com uma possessão absoluta, com um brilho de triunfo nos olhos) Filho, te juro que foi o melhor aniversário da minha vida inteira. Não dormi nem um minuto de tão boa que foi a noite. CAMILA: (Com um sorriso safado que nem eu mesma reconhecia) É que a gente deu com muito amor, sogrinho... né não? Enquanto a gente recolhia os pratos, Dom Gonzalo passou por trás de mim e, sem ninguém impedir, agarrou uma peita minha por baixo da blusa e apertou com força, quase me fazendo soltar um gemido no meio da cozinha. Olhei pro Mateo buscando uma reação, mas ele só riu com cinismo e continuou falando do clima como se nada tivesse acontecido. De tarde, saímos os três pra fazer umas compras. No shopping, a troca de papéis foi total. Dom Gonzalo segurava minha mão com autoridade e apalpava minha bunda enquanto a gente andava pelos corredores. Ele me comprava roupas e acessórios como se eu fosse a namorada oficial dele, enquanto o Mateo caminhava do meu lado tranquilo, como se fosse o cunhado ou um amigo acompanhando a gente. Quando voltamos pra casa, já eram cinco da tarde. Tinha vários sofás livres na sala, mas Dom Gonzalo me puxou pelo braço e me sentou no colo dele. Me obrigou a sentar em cima da ereção dele enquanto o Mateo falava normal na nossa frente sobre o trabalho. Eu sentia a rola do sogro crescendo debaixo da minha bunda, empurrando o tecido do meu vestido. Na hora de nos despedir pra ir pro apartamento, Dom Gonzalo me agarrou pela cintura com força e me deu um beijo apaixonado e molhado na boca, na frente do Mateo. Não foi um beijo de despedida; foi uma marca de território. MATEO: (Se despedindo do pai com um sorriso feliz) Tchau, pai, fico muito feliz que você tenha curtido tanto. A gente se vê em breve. No carro de volta, o silêncio ficou pesado. Fiquei numa confusão psicológica total. O acordo era só pra noite de aniversário, mas o cinismo do Mateo e a autoridade do Dom Gonzalo tinham deixado a porta escancarada. Já não era só um presente; era uma nova dinâmica de poder onde eu era o prêmio e meu namorado, o cúmplice.
MATEO: (Com a respiração ofegante, beijando meu pescoço com uma urgência maníaca) Isso aí, meu amor... se acostuma com esse nome... imagina ele bem aqui... imagina que é o velho que tá te abrindo desse jeito... Isso, assim, grita! Chegou a noite do aniversário de cinquenta e três anos. A viagem no carro foi um desfile de nervos e umidade. Eu sentia o pulso disparado nas têmporas e minha calcinha estava completamente encharcada; cada buraco na estrada fazia meu clitóris roçar no tecido da calcinha e me dava um arrepio de antecipação. Mateo dirigia radiante, com um sorriso de quem sabe que tem o controle de todo o tabuleiro de xadrez. MATEO: (Me olhando de canto com um cinismo absoluto) Olha essa cara, Camila... você tá morrendo de vontade do velho, né? Não se segura mais não, coração. Aproveita. Se deixa possuir por um homem de verdade, um que sabe como tratar uma mulher como você. Você vai ver que quando meu pai te comer, você vai esquecer de tudo o que achava que era sexo. Chegamos na casa e meu coração martelava nos ouvidos. Mateo entrou primeiro e pediu pro Dom Gonzalo esperar na sala uns minutos enquanto ele organizava uma "surpresa". Ele me levou pela mão até o quarto principal. O silêncio do quarto era sepulcral. Com uma naturalidade que me deixou gelada, Mateo me pediu pra me despir. Tirei a roupa peça por peça até ficar completamente exposta, tremendo de frio e de tesão. Depois, ele colocou nas minhas mãos um pequeno bolo de aniversário com uma única vela acesa. MATEO: (Sussurrando no meu ouvido enquanto arrumava meu cabelo) Fica assim, gostosa. Não se mexe.
Mateo saiu por um momento e ligou para o pai dele. Dom Gonzalo entrou no quarto e o ar ficou denso, quase sólido. Vê-lo ali, parado na minha frente, com aquele olhar de predador que não pedia permissão, mas reivindicava o que considerava seu, me causou um choque moral que deixou meu coração na garganta. A vergonha era uma chama quente nas minhas bochechas, mas por baixo dessa vergonha, uma excitação suja e proibida começou a borbulhar no meu ventre. Era a adrenalina de saber que eu estava quebrando todos os tabus; que estava entregando meu corpo ao homem que deveria ser meu protetor, o pai do meu namorado, na mesma casa onde ele cresceu. MATEO: (Da porta, com uma voz tranquila e sem emoção) Fica tranquilo, velho, não fica aí parado. Pede o desejo e aproveita seu presente, que ela é sua a noite toda. Faz com ela o que quiser, que aqui ninguém vai incomodar vocês. Mateo soprou a vela por mim, fechou a porta por fora com um clique seco e foi dormir no quarto de hóspedes. Ficamos sozinhos. Ele tirou o bolo das minhas mãos com uma brusquidão que me fez tremer. Os olhos dele não desgrudavam do meu peito, das minhas tetas que subiam e desciam pela agitação da minha respiração. Sem dizer uma palavra, me pegou pelo cabelo, me obrigando a me curvar. DOM GONZALO: (Com uma voz que era puro grunhido) Olha pra você... tão gostosa e tão pecadora. Você não faz ideia de quanto tempo eu tive que me segurar enquanto te via sentada na mesa do meu filho. Ele me forçou a me ajoelhar e então eu vi. A pica dele saltou da calça com uma potência que me deixou estupefata. Naquele instante, minha mente não conseguiu evitar fazer a comparação mais cruel e vergonhosa da minha vida. A pica do Mateo era boa, sim, mas era previsível, quase infantil comparada à do Dom Gonzalo. A do meu sogro era uma besta de carne: mais grossa, mais densa, com um comprimento que parecia não ter fim e um peso que irradiava uma autoridade masculina esmagadora. O cheiro de uísque e de macho maduro me bateu na cara. sentidos. Abri caminho para recebê-lo e quando a cabeça dele afundou na minha boca, senti o impacto real do tamanho. Ele me forçou a engolir, a chupar com desespero enquanto as mãos dele se enterravam no meu cabelo. O sabor era intenso, metálico e quente. CAMILA: (Mmmh... ahhh... ufff...)
Sentia minha garganta esticando até o limite, mas a putaria de saber que tava chupando o sogrão enquanto meu namorado dormia no quarto ao lado me fazia querer engolir tudo. Quando ele decidiu que já era suficiente de brincadeira, me jogou na cama. Me colocou de papo pra cima e se posicionou entre minhas pernas. Quando começou a entrar em mim, senti um estiramento violento, uma dor aguda que num segundo virou um prazer avassalador e sufocante. Não era como com o Mateo, que era um ritmo constante; isso era uma invasão. Seu Gonzalo me preenchia por completo, não deixava um único milímetro do meu interior sem reivindicar. Sentia a grossura dele empurrando minhas paredes da buceta até o limite, me forçando a abrir mais do que eu jamais achei possível.
DON GONZALO: (Ofegando com uma fúria animal enquanto me penetrava) Porra!... Você é tão apertada que vai me fazer estourar!... Sente como eu te encho, vagabunda! Sente como eu te como do jeito que você merece! CAMILA: (Gemendo com uma voz que eu não reconhecia como minha) Ahhh!... Dom Gonzalo!... Ai meu Deus!... É demais!... É tão grande!... Ahhh, sim!... Mmmh!... Vai rasgar minha buceta!... Sim, sogrinho, sim!... Ahhh! Minha mente colapsava. Era insuportável: minha moral gritava que eu era uma porcaria, uma traidora, uma puta sem escrúpulos; mas meu corpo... meu corpo estava celebrando a traição. Percebi, com um terror erótico que me fez vibrar, que meu corpo preferia essa invasão violenta e madura acima de qualquer coisa que o Mateo já tinha tentado. Meus orgasmos com o Mateo eram bonitinhos; meus orgasmos com o Dom Gonzalo eram explosões de perda total de controle. Ele me virou e me colocou de quatro. O som do impacto da pélvis dele contra minha bunda era um estrondo no quarto. PLOC, PLOC, PLOC! PLAS, PLAS, PLAS!
DON GONZALO: (Dando palmadas fortes na minha bunda enquanto me comia por trás) Olha como essa carne quica!... Olha como a porra dela escorre por todo lado quando eu meto com força assim!... Uff!... Mmmh!... Que delícia de mulher que o meu filho arranjou! CAMILA: (Gritando enquanto minhas nádegas batiam nas coxas dele) Ahhh!... Isso!... Me arrebenta!... Ahhh, Don Gonzalo!... Adoro quando você me trata assim!... Mmmh, sim!... Ahhh, que pau grosso!... Tô ficando louca!... Ahhh! O suor escorria pelas minhas costas, se misturando com o suor dele. O cheiro de sexo, de uísque e de pele quente era tão denso que eu conseguia sentir o gosto. No clímax da noite, quando ele subiu em cima de mim e a gente começou aquela última dança frenética de cavalgada, senti minha sanidade se despedaçar de vez. Eu já não era mais a Camila, a namorada dedicada; eu era uma viciada na ousadia daquele homem. Quando Don Gonzalo gozou dentro de mim, sentindo aquele jato quente e grosso explodindo nas minhas paredes internas, meu corpo explodiu num orgasmo tão violento que meus olhos reviraram e meus músculos se contraíram em espasmos incontroláveis. Fiquei ali, deitada, sentindo a semente dele se espalhando dentro de mim, aceitando com uma submissão obscena que minha vida não tinha mais volta. Eu tinha sido possuída pela autoridade do pecado. Na manhã seguinte, saí do quarto com o corpo dolorido, as nádegas ainda ardendo e a sensação do esperma seco do sogro colado na minha pele. Mateo me recebeu na cozinha com um sorriso radiante e um beijo na boca que não tinha nenhum traço de nojo. Sentamos os três pra tomar café da manhã numa normalidade que me parecia surrealista. MATEO: (Olhando pro pai com descaramento enquanto tomava café) Então, pai, conta a verdade... Gostou do presente? Tava à altura? DON GONZALO: (Me olhando com uma possessão absoluta, com um brilho de triunfo nos olhos) Filho, te juro que foi o melhor aniversário da minha vida inteira. Não dormi nem um minuto de tão boa que foi a noite. CAMILA: (Com um sorriso safado que nem eu mesma reconhecia) É que a gente deu com muito amor, sogrinho... né não? Enquanto a gente recolhia os pratos, Dom Gonzalo passou por trás de mim e, sem ninguém impedir, agarrou uma peita minha por baixo da blusa e apertou com força, quase me fazendo soltar um gemido no meio da cozinha. Olhei pro Mateo buscando uma reação, mas ele só riu com cinismo e continuou falando do clima como se nada tivesse acontecido. De tarde, saímos os três pra fazer umas compras. No shopping, a troca de papéis foi total. Dom Gonzalo segurava minha mão com autoridade e apalpava minha bunda enquanto a gente andava pelos corredores. Ele me comprava roupas e acessórios como se eu fosse a namorada oficial dele, enquanto o Mateo caminhava do meu lado tranquilo, como se fosse o cunhado ou um amigo acompanhando a gente. Quando voltamos pra casa, já eram cinco da tarde. Tinha vários sofás livres na sala, mas Dom Gonzalo me puxou pelo braço e me sentou no colo dele. Me obrigou a sentar em cima da ereção dele enquanto o Mateo falava normal na nossa frente sobre o trabalho. Eu sentia a rola do sogro crescendo debaixo da minha bunda, empurrando o tecido do meu vestido. Na hora de nos despedir pra ir pro apartamento, Dom Gonzalo me agarrou pela cintura com força e me deu um beijo apaixonado e molhado na boca, na frente do Mateo. Não foi um beijo de despedida; foi uma marca de território. MATEO: (Se despedindo do pai com um sorriso feliz) Tchau, pai, fico muito feliz que você tenha curtido tanto. A gente se vê em breve. No carro de volta, o silêncio ficou pesado. Fiquei numa confusão psicológica total. O acordo era só pra noite de aniversário, mas o cinismo do Mateo e a autoridade do Dom Gonzalo tinham deixado a porta escancarada. Já não era só um presente; era uma nova dinâmica de poder onde eu era o prêmio e meu namorado, o cúmplice.
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