Isso aconteceu no último ano do colégio, todas as coleguinhas já estavam bem putas, com a saia da formatura e a camiseta bem apertada. Todas desenvolvidas. Óbvio que nunca faltava a santinha, mas não era o caso dessa coleguinha que era bem extrovertida e muito putinha, coitada. Ela sempre ia produzida, uma maquiagem básica e o uniforme sempre bem passado, assim como o cabelo comprido. Você olhava e ela era perfeita. A gente se esculachava entre os colegas, mas depois das férias de julho algo mudou. Ela vinha igual, mas algo na atitude dela a deixou ainda mais puta. Ela se aproximava da gente e dava pra ver que queria praticar. Ela era baixinha e muito rabuda. Peitos médios e pele morena. Na real, você olhava e já ficava de pau duro, e por causa da baixa estatura ela vivia pendurada nos caras. Isso fazia com que ela recebesse mais de uma apalpada naquele rabo por baixo da saia, e dava pra ver que a tesão dela tava no talo. A gente ficou sabendo que ela começou a boquetejar alguns colegas nas salas abandonadas do segundo andar. Óbvio que fui atrás do meu boquete, já que a gente tinha uma relação muito boa. Cheguei e vejo um colega saindo. Entro na sala e vejo ela subindo o zíper da saia. E: e aí, e eu? Não tô na lista? Ela: pra você sempre tem. E: o que aconteceu que você tá tão puta? Ela: quero chegar bem preparada, saber chupar bem porque as de São Paulo e Rio são todas umas putas e vão querer ficar com todos, e eu já com o pau duro e apalpando o rabo dela falo: E: começa agora então. Ela se ajoelha submissa, a putinha obedece e sozinha desabotoa minha calça jeans. Ela: esse é o pau que eu tava procurando pra praticar, grosso e cheio de veia, amigo, que delícia. Ela começa a cheirar e passar na boca e nas bochechas. E: vai, putinha, vai que você tá me deixando de pau duro. Eu pego ela pelas tranças que ela tava fazendo e começo a comer a boquinha dela, que ainda tava quentinha do boquete anterior, mas na real, pra tá só me chupando, eu achava ela quente demais. Ela para o boquete e me fala: pronto, agora eu já sei chupar, agora eu quero que me ensine a transar (óbvio que era só pra me esquentar porque todo mundo sabia que ela era uma puta tremenda e transava desde muito novinha) ela se ajeita e sobe a saia e pra minha surpresa não tinha nada por baixo. E: tô sem calcinha pra não molhar ela, me fode que eu preciso dessa rola dentro eu entro nela e a real é que aquela buceta jovem, sem um único fio de cabelo e a bunda bem fechadinha era um sonho. Aí eu percebi que sim, era puta, mas não uma puta arrombada. Só uma mina que curtia muito a própria sexualidade. a gente começou a se beijar enquanto eu comia ela com as pernas abertas em cima da carteira até que eu pergunto se ela se cuida porque quero gozar. Me beijando ela fala que toma pílula (a gente tava transando no pelo) mas não anima. Então eu viro ela e levanto a saia dela e desço pra chupar a buceta, esquentei tanto ela que ela pedia rola E: quero que você meta de novo por favor eu subo pra beijar ela com a cara toda melada dos próprios sucos e enfio a rola nela apoiada na carteira empinando a bundinha. eu batia bem forte enquanto massageava os peitos e a puta gemia até que ela fala E: me enche, me enche por favor que eu tô muito quente aí eu soltei o leite e a gente gozou junto ela gemendo e eu apertando os bicos dela como um louco. chupei o pescoço dela e beijei ela toda. saio e enfio minha rola meio leitada na cueca e me ajeito. E: me deixei levar mas agora o que eu faço ela tira a calcinha da mochila e era daquelas pretas transparentes (não ia segurar nem fudendo todo o leite que eu deixei dentro) Y: veste a calcinha assim não escorre a porra ela veste e a gente vai pra aula na aula chega um texto dela "quero repetir mas tá escorrendo toda a porra" e um emoji do diabinho. Vejo ela sentada com as pernas cruzadas e apertadas. Em Bariloche acabei transando todas as noites comigo, ela não provou outra rola que não fosse a minha e não me deixou comer mais ninguém além dela, mas a real é que não me arrependo.
1 comentários - A diretora gostosa do colégio