Tô pegando o gosto por isso de escrever minhas experiências sexuais de marica beta nesse portal maravilhoso... me excito muito enquanto lembro e escrevo, e além disso adoro que vocês opinem sobre minhas experiências e se curtiram com elas...
Bom, indo direto ao ponto... tô escrevendo minhas experiências sexuais em ordem cronológica, a primeira foi tipo minha experiência mais precoce e como percebi que tinha uma certa atração sexual por caras "De vida hétero a neném 👙👠💄 na intimidade...", a segunda foi sobre "Primeira vez que dou prazer a um homem" e hoje é a vez da minha primeira mamada e o primeiro contato que tive com a porra espalhada por toda minha cara, boca e corpo.
Se vocês leram meus relatos anteriores, vão saber que eu trabalhava num negócio de família, tinha as chaves e um PC, então quando você é jovem e não tem uma casa só pra você, esse é o lugar perfeito pra ficar sozinho com seus lados mais sombrios e escondidos...
Eu costumava sair à noite com os amigos, a gente bebia, se divertia e também... pegava gente. Eu me considero bissexual, na real levo uma vida dupla onde nenhuma pessoa que me conhece desconfia de nada da minha faceta oculta. Eu era uma máquina de pegar mina e adorava, aliás, acho que minha devoção por me sentir uma sissy é por causa do amor que tenho pelo corpo feminino, gosto tanto e desejo tanto que no fim quero isso pra mim e desejo ao máximo me tornar uma garota gostosa.
As noites sempre tomavam um rumo em que rolavam os bailes de rock e disco. Esse era o meu momento, eu chegava nas minas que me interessavam, dançava com elas e muitas vezes acabava na cama de alguma. Mas tinha vezes que eu não dava certo e todo mundo ia pra casa... Todo mundo? Bom, todo mundo menos eu, como bom viciado em sexo, eu rumava pro escritório, chegava, ligava o PC e entrava nos chats e em todos os sites de contato que eu conhecia pra ver se a noite terminava com final feliz.
Depois da minha última experiência (Relato 2 "Primeira vez que dou prazer a um homem de verdade"). Ainda lembrava do toque e da dureza da pica daquele desconhecido, o cheiro do esperma dele nas minhas mãos... então queria dar o próximo passo, desejava com força fazer um boquete num homem pra dar prazer a ele. Botava pornô, principalmente boquetes, no pc enquanto conversava com caras desconhecidos nos chats. Minha cidade é pequena e eu não achava muitos homens alfa que quisessem uma putinha beta como eu, então o normal era gozar me acabando com pornô depois de passar horas até quase o sol da manhã me pegar e voltar pra casa pra evitar a bronca dos meus pais.
Mas naquele dia, vi um nick que me soava familiar... me perguntei - será o desconhecido do outro dia?,- então escrevi pra ele, ele respondeu e pronto!! efetivamente, o homem de quem tirei a porra da outra vez estava de novo conectado no chat. Disse pra ele que adorei a outra vez e que tava com vontade de fazer um boquete nele, ele me dizia que a outra vez foi uma noite incrível e que ficaria feliz em me dar a buceta e a porra, -"tudo pra você!"- ele dizia... e eu me tocava pensando que em instantes poderia realizar o sonho de chupar a pica de um macho tarado.
Dessa vez eu disse que estava no escritório e chamei ele pra vir. O escritório tinha uma área nos fundos que, com pouca luz, é perfeita pra esses momentos safados. A gente planejava tudo, como ele tinha que entrar, que eu esperaria ele atrás, pelada e com pouca luz, de frente pra parede e na posição de revista.
Dessa vez meu macho vinha com uma atitude ainda mais poderosa, ele estava muito, muito tarado. Normal! Depois de tanto tempo conversando no chat planejando como íamos fazer, estávamos os dois completamente molhados. Ele veio como um animal, entrou pela porta, deixei as chaves pra ele poder trancar e ninguém nos incomodar, ele girou a chave e comecei a ouvir seus passos cada vez mais perto, também ouvia sua respiração e... ele parou atrás de mim, pressionando o corpo dele contra o meu enquanto me agarrava o pescoço com uma mão e meu pacote com a outra. Ele sussurrava no meu ouvido: — "Você é uma putinha! É minha putinha, como você é gostosa, puta!" — e eu respondia com a voz embargada — "Sim! papai sim! sou sua putinha." —
Ele continuava falando comigo enquanto me apertava com a pica dele e esfregava ela na minha bunda, —"Quer chupar ela, gostosa?"— ele dizia... e eu respondia, —"sim, por favor, papai, deixa eu meter sua pica na minha boca"— Ele pegou minha cabeça, me virou e me abaixou pra ficar com o pacote dele bem na frente dos meus olhos.
Eu estava excitadíssima, me sentia pequenininha do lado dele e isso me adorava, estava na mesma situação do outro dia, mas nua e completamente decidida a enfiar aquela pica dura na minha boca. Então, abaixei o zíper, desabotoei a calça, puxei pra baixo... de novo a pica dele saltou pra cima, toda dura e ereta.
Puxei minha língua e comecei a brincar, dando voltinhas na cabecinha dele. Ele gemia e dizia: "Ohhh, putinha, isso... chupa!" Por sorte, ele era uma pessoa limpa e nunca veio um cheiro desagradável pra mim, eu gostava do sabor, a cabecinha dele estava macia e molhada, sentia o pau todo quente, ardendo, e dava pra ver que ele tava prestes a explodir. Comecei a meter ele inteiro na boca, não era um pau muito grande e cabia tudo... hummm, tava adorando aquela sensação.
Ele segurava minha cabeça e começava a guiar... pra frente, pra trás, pra frente, pra trás... e apertava, me deixando quase sem respirar com meu nariz colado na barriga dele, as bolas batiam no meu queixo e eu só conseguia curtir o momento, adorava me sentir uma putinha servil, adorava dar prazer pro meu macho, adorava ouvir ele gemer me chamando de "vadia".
Com o tesão que a gente tava, eu sabia que não ia durar muito, mas ele continuava guiando minha cabeça do jeito que queria enquanto se abaixava pra me dar umas palmadas na bunda, me chamando de rabuda.
Com voz viril, mas calma, ele me disse: — "Vou gozar, putinha... você quer meu leite?" — Eu, doida perdida, grata pelo momento que ele estava me dando e desejosa do leite dele, suplicava: — "Sim, por favor, papai! Siiiiim, me dá seu leite!" — Ele respondia: — "Tem certeza? Vai sair muita porra e vou te deixar toda melada, neném..." — E eu: — "Ummm, sim, papai, por favor, me dá logo, quero que você me encha toda!
-Vem, abre a boca!- ele me disse enquanto me separava da bunda dele e me agarrava pelo cabelo...
-"aí vai toda foxy"-. Eu obedeci e abri a boca, coloquei a língua pra fora enquanto olhava hipnotizada como ele se batia bem na minha frente... -Ohhhh slut, isso, vai slut! toma meu cum... aaaahhhh- e ele começou a me espirrar toda, caía na minha língua, na cara... ficou um pouco no meu olho e ele continuava -"ooooohhhh, slut, que delícia slut!..."-
Eu exausta, com o cheiro do sêmen dele impregnado na minha cara toda e aquele gosto característico que eu nunca tinha provado, estava em êxtase total, tremendo e satisfeita por ter cumprido minha missão. Aquele homem curtiu de mim e daquele momento possivelmente mais do que com qualquer outra mulher, soltando seu lado selvagem e proibido como nunca tinha feito antes.
De novo, mas com um tímido "Que gostoso!", meu homem alfa subiu as calças, disse "até mais" e foi embora. Eu me vi ajoelhada no chão, nua, com porra na cara toda, no peito. Sentei no chão e comecei a passar os dedos pela porra que estava espalhada pela minha cara e corpo.
Mas eu não tinha acabado e precisava aliviar... comecei a me masturbar, enfiava o dedo sujo de porra na boca enquanto gemia baixinho e dizia — "ummm sim, papai, me dá mais porra" com os olhos fechados... não levei nem um minuto pra gozar... e gozei que nem um cavalo.
Me levantei do chão cheio de porra por todo lado e soltei um —"que merda!"— comecei a me sentir sujo e mal comigo mesmo, me lavei bem por dentro e por fora e fui limpar tudo. Depois dessa experiência, passou muito tempo até eu ficar de novo com um homem, eu tinha aquele sentimento de culpa por fazer algo que era quase proibido e que eu não podia contar pra ninguém.
Ninguém vai poder tirar de mim aquele momento, aquela experiência selvagem do meu lado mais piranha beta se oferecendo, toda solícita, pro seu macho alfa.
Bom, indo direto ao ponto... tô escrevendo minhas experiências sexuais em ordem cronológica, a primeira foi tipo minha experiência mais precoce e como percebi que tinha uma certa atração sexual por caras "De vida hétero a neném 👙👠💄 na intimidade...", a segunda foi sobre "Primeira vez que dou prazer a um homem" e hoje é a vez da minha primeira mamada e o primeiro contato que tive com a porra espalhada por toda minha cara, boca e corpo.
Se vocês leram meus relatos anteriores, vão saber que eu trabalhava num negócio de família, tinha as chaves e um PC, então quando você é jovem e não tem uma casa só pra você, esse é o lugar perfeito pra ficar sozinho com seus lados mais sombrios e escondidos...
Eu costumava sair à noite com os amigos, a gente bebia, se divertia e também... pegava gente. Eu me considero bissexual, na real levo uma vida dupla onde nenhuma pessoa que me conhece desconfia de nada da minha faceta oculta. Eu era uma máquina de pegar mina e adorava, aliás, acho que minha devoção por me sentir uma sissy é por causa do amor que tenho pelo corpo feminino, gosto tanto e desejo tanto que no fim quero isso pra mim e desejo ao máximo me tornar uma garota gostosa.
As noites sempre tomavam um rumo em que rolavam os bailes de rock e disco. Esse era o meu momento, eu chegava nas minas que me interessavam, dançava com elas e muitas vezes acabava na cama de alguma. Mas tinha vezes que eu não dava certo e todo mundo ia pra casa... Todo mundo? Bom, todo mundo menos eu, como bom viciado em sexo, eu rumava pro escritório, chegava, ligava o PC e entrava nos chats e em todos os sites de contato que eu conhecia pra ver se a noite terminava com final feliz.
Depois da minha última experiência (Relato 2 "Primeira vez que dou prazer a um homem de verdade"). Ainda lembrava do toque e da dureza da pica daquele desconhecido, o cheiro do esperma dele nas minhas mãos... então queria dar o próximo passo, desejava com força fazer um boquete num homem pra dar prazer a ele. Botava pornô, principalmente boquetes, no pc enquanto conversava com caras desconhecidos nos chats. Minha cidade é pequena e eu não achava muitos homens alfa que quisessem uma putinha beta como eu, então o normal era gozar me acabando com pornô depois de passar horas até quase o sol da manhã me pegar e voltar pra casa pra evitar a bronca dos meus pais.
Mas naquele dia, vi um nick que me soava familiar... me perguntei - será o desconhecido do outro dia?,- então escrevi pra ele, ele respondeu e pronto!! efetivamente, o homem de quem tirei a porra da outra vez estava de novo conectado no chat. Disse pra ele que adorei a outra vez e que tava com vontade de fazer um boquete nele, ele me dizia que a outra vez foi uma noite incrível e que ficaria feliz em me dar a buceta e a porra, -"tudo pra você!"- ele dizia... e eu me tocava pensando que em instantes poderia realizar o sonho de chupar a pica de um macho tarado.
Dessa vez eu disse que estava no escritório e chamei ele pra vir. O escritório tinha uma área nos fundos que, com pouca luz, é perfeita pra esses momentos safados. A gente planejava tudo, como ele tinha que entrar, que eu esperaria ele atrás, pelada e com pouca luz, de frente pra parede e na posição de revista.
Dessa vez meu macho vinha com uma atitude ainda mais poderosa, ele estava muito, muito tarado. Normal! Depois de tanto tempo conversando no chat planejando como íamos fazer, estávamos os dois completamente molhados. Ele veio como um animal, entrou pela porta, deixei as chaves pra ele poder trancar e ninguém nos incomodar, ele girou a chave e comecei a ouvir seus passos cada vez mais perto, também ouvia sua respiração e... ele parou atrás de mim, pressionando o corpo dele contra o meu enquanto me agarrava o pescoço com uma mão e meu pacote com a outra. Ele sussurrava no meu ouvido: — "Você é uma putinha! É minha putinha, como você é gostosa, puta!" — e eu respondia com a voz embargada — "Sim! papai sim! sou sua putinha." —
Ele continuava falando comigo enquanto me apertava com a pica dele e esfregava ela na minha bunda, —"Quer chupar ela, gostosa?"— ele dizia... e eu respondia, —"sim, por favor, papai, deixa eu meter sua pica na minha boca"— Ele pegou minha cabeça, me virou e me abaixou pra ficar com o pacote dele bem na frente dos meus olhos.
Eu estava excitadíssima, me sentia pequenininha do lado dele e isso me adorava, estava na mesma situação do outro dia, mas nua e completamente decidida a enfiar aquela pica dura na minha boca. Então, abaixei o zíper, desabotoei a calça, puxei pra baixo... de novo a pica dele saltou pra cima, toda dura e ereta.
Puxei minha língua e comecei a brincar, dando voltinhas na cabecinha dele. Ele gemia e dizia: "Ohhh, putinha, isso... chupa!" Por sorte, ele era uma pessoa limpa e nunca veio um cheiro desagradável pra mim, eu gostava do sabor, a cabecinha dele estava macia e molhada, sentia o pau todo quente, ardendo, e dava pra ver que ele tava prestes a explodir. Comecei a meter ele inteiro na boca, não era um pau muito grande e cabia tudo... hummm, tava adorando aquela sensação.
Ele segurava minha cabeça e começava a guiar... pra frente, pra trás, pra frente, pra trás... e apertava, me deixando quase sem respirar com meu nariz colado na barriga dele, as bolas batiam no meu queixo e eu só conseguia curtir o momento, adorava me sentir uma putinha servil, adorava dar prazer pro meu macho, adorava ouvir ele gemer me chamando de "vadia".
Com o tesão que a gente tava, eu sabia que não ia durar muito, mas ele continuava guiando minha cabeça do jeito que queria enquanto se abaixava pra me dar umas palmadas na bunda, me chamando de rabuda.
Com voz viril, mas calma, ele me disse: — "Vou gozar, putinha... você quer meu leite?" — Eu, doida perdida, grata pelo momento que ele estava me dando e desejosa do leite dele, suplicava: — "Sim, por favor, papai! Siiiiim, me dá seu leite!" — Ele respondia: — "Tem certeza? Vai sair muita porra e vou te deixar toda melada, neném..." — E eu: — "Ummm, sim, papai, por favor, me dá logo, quero que você me encha toda!
-Vem, abre a boca!- ele me disse enquanto me separava da bunda dele e me agarrava pelo cabelo...
-"aí vai toda foxy"-. Eu obedeci e abri a boca, coloquei a língua pra fora enquanto olhava hipnotizada como ele se batia bem na minha frente... -Ohhhh slut, isso, vai slut! toma meu cum... aaaahhhh- e ele começou a me espirrar toda, caía na minha língua, na cara... ficou um pouco no meu olho e ele continuava -"ooooohhhh, slut, que delícia slut!..."-
Eu exausta, com o cheiro do sêmen dele impregnado na minha cara toda e aquele gosto característico que eu nunca tinha provado, estava em êxtase total, tremendo e satisfeita por ter cumprido minha missão. Aquele homem curtiu de mim e daquele momento possivelmente mais do que com qualquer outra mulher, soltando seu lado selvagem e proibido como nunca tinha feito antes.De novo, mas com um tímido "Que gostoso!", meu homem alfa subiu as calças, disse "até mais" e foi embora. Eu me vi ajoelhada no chão, nua, com porra na cara toda, no peito. Sentei no chão e comecei a passar os dedos pela porra que estava espalhada pela minha cara e corpo.
Mas eu não tinha acabado e precisava aliviar... comecei a me masturbar, enfiava o dedo sujo de porra na boca enquanto gemia baixinho e dizia — "ummm sim, papai, me dá mais porra" com os olhos fechados... não levei nem um minuto pra gozar... e gozei que nem um cavalo.
Me levantei do chão cheio de porra por todo lado e soltei um —"que merda!"— comecei a me sentir sujo e mal comigo mesmo, me lavei bem por dentro e por fora e fui limpar tudo. Depois dessa experiência, passou muito tempo até eu ficar de novo com um homem, eu tinha aquele sentimento de culpa por fazer algo que era quase proibido e que eu não podia contar pra ninguém.
Ninguém vai poder tirar de mim aquele momento, aquela experiência selvagem do meu lado mais piranha beta se oferecendo, toda solícita, pro seu macho alfa.
1 comentários - Minha primeira mamada, fiquei toda melada!