A casa estava imersa em uma escuridão densa. Ao meu lado, Laura dormia com o peso de quem se entregou por completo ao prazer; estava despenteada, com um braço caído para fora do lençol e a respiração profunda e ritmada. Fiquei parado por um momento, observando a curva das suas costas, sabendo que aquela mesma pele guardava os segredos mais sujos da família. Com um movimento lento e quase imperceptível, estendi a mão até a mesinha de cabeceira e peguei o celular dela. A adrenalina subiu pela minha espinha como um choque elétrico; o simples ato de roubar a privacidade dela já me deixava com a pica tão dura que eu sentia que ia rasgar o tecido da minha cueca.
Na escuridão, a luz da tela foi um clarão violento. Comecei a inspeção minuciosa, com o coração martelando nos meus ouvidos. A primeira coisa que vi foi um chat com um contato sem nome nem foto de perfil, uma jogada cínica da Laura pra proteger o rastro dela. Mas ao entrar, a identidade do interlocutor saltou aos olhos na hora pela forma como se falavam. NÚMERO DESCONHECIDO (TIO MANUEL): (Vídeo anexado de 45 segundos) Olha essa lembrancinha que achei no celular, meu amor... Me lembro daquele motel e me dá fome de novo. Olha como essas bundas quicavam quando eu meto bem fundo. Tão certinha que parece em casa e a puta que fica comigo. Reproduzi o vídeo com o volume no mínimo. A imagem era nítida e obscena: Laura na banheira de um motel, com a água espirrando enquanto a bunda dela se mexia e dava pra ver o cuzão bem grandão sob o empurrão de uma pica que afundava na buceta dela com uma fúria animal. Os gemidos abafados no vídeo eram uma sinfonia de depravação.
LAURA: Ai, Manu! Não me manda isso a essa hora que me dá vontade de sair correndo pra lá... Guarda bem esses vídeos pra quando o Daniel for jogar futebol e a gente ficar com a tarde livre. Prepara essa pica porque da próxima vez eu não vou te deixar sair da banheira. Senti um nó de tesão no estômago. Minha mulher planejava os encontros dela com o próprio tio aproveitando meus horários de academia. Mas o verdadeiro golpe não viria daquele chat, e sim do próximo. Passei pro chat com a Paola e li a conversa que elas tinham tido naquela mesma tarde. LAURA: Pao, vou ter um troço! Tô com duas semanas de atraso e o teste da farmácia acabou de marcar as duas linhas. Tô grávida, caralho, não sei o que fazer! PAOLA: Kkkkkkk não me fala isso! Mas vem cá, e de quem é o presentinho? Porque a sua lista parece folha de ponto de empresa... LAURA: Esse é o problema! Não sei se é do Daniel, se escapou um soldado do Esteban, dos strippers da despedida... ou se é do Tio Manuel! Aliás, Pao, até você pode ser o pai por todas as surras que me dá com essa cinta em hotel. PAOLA: Kkkkkkk que safada! Relaxa que se saiu da minha cinta eu te respondo pela porra e pago o aborto pro chinês. Mas agora sério, para de viadagem. Atribui pro Daniel. Você é a esposa perfeita, ele é um santo que não desconfia de merda nenhuma. Fala que ele vai ser pai e continua coroando. LAURA: É, você tem razão... Eu amo a vida com o Daniel, não vou perder isso por nada. Vou falar que é dele e assim garanto o melhor dos dois mundos. Desliguei a tela e fiquei no escuro, com o rosto iluminado pela memória daquelas palavras. A revelação foi um tiro de prazer que me deixou sem fôlego: a Laura estava grávida e planejava me usar como bode expiatório da bagunça dela. Eu não sabia se o filho que crescia na barriga dela era meu, do Esteban, de um stripper ou do próprio Tio Manuel, e aquela incerteza me enlouquecia. Tirei a pica da calça e comecei a me masturbar em silêncio, com o olhar fixo na silhueta dela dormindo, curtindo minha posição de manipulador nessa farsa obscena. Gozei na penumbra, sentindo que a morbidez de saber que meu filho era um produto da depravação coletiva me elevava a um nível de êxtase que eu nunca tinha conhecido antes. Na manhã seguinte, a luz do sol inundava a cozinha quando ouvi os passos dela. Laura se aproximou de mim com aquela expressão de "santinha" que eu tanto amava e tanto odiava. Ela estava radiante, mas as mãos tremiam levemente enquanto segurava um pequeno objeto de plástico. Ela se aproximou e me mostrou o teste de gravidez com umas lágrimas fingidas de emoção que teriam enganado qualquer santo. LAURA: (Com a voz embargada e um sorriso de pura ternura) Meu amor... não sei como te dizer isso... mas acho que vamos ser papais. Olha... deu positivo. Senti um aperto no coração, mas não de surpresa, e sim de um triunfo perverso. Me aproximei dela e a envolvi nos meus braços, levantando-a e girando com ela enquanto fingia ser o homem mais feliz e orgulhoso do mundo. DANIEL: (Com uma voz carregada de uma emoção perfeitamente ensaiada) Não pode ser!... Minha vida, é a notícia mais maravilhosa da minha vida! Vamos ser papais!... Te amo tanto, Laura, obrigado por esse presente. A beijei com paixão, enquanto por dentro ria com cinismo. A princesa da mentira acabava de se coroar, e eu, o corno mais feliz do mundo, estava pronto para representar meu papel nessa família de demônios. EPÍLOGO: 8 ANOS DEPOIS Dessa história que venho contando já se passaram oito longos anos. Hoje posso dizer, com uma taça de whisky na mão e um sorriso de satisfação nos lábios, que continuo felizmente casado com Laura. Na nossa casa já correm dois pirralhos. E sou 100% sincero: jamais na vida me passou pela cabeça pedir um teste de DNA, nem me tirou o sono um único segundo saber se o sangue que corre nas veias deles é meu, dos strippers, do Esteban ou do próprio Tio. Manuel. Para a sociedade, para a família e para o mundo inteiro, eu sou o pai dedicado, carinhoso e exemplar que educa e faz todas as vontades deles. A parte mais gostosa de todos esses anos foi ver como a dinâmica se assentou numa harmonia perfeita de depravação. Com o Esteban, continuo jogando futebol aos domingos; a gente toma umas cervejas depois do jogo, ele me abraça dizendo que sou o irmão da alma dele, e isso me dá um tesão insuportável ver como ele tenta disfarçar o suor quando come a minha mulher escondido no carro. A Laura continua inventando "reuniões de trabalho" ou fugas de fim de semana pra se perder com o Tio Manuel em motéis de estrada, chegando domingo à noite com cara de exausta pra me pedir massagem nas costas. E a Paola... bom, a Paola virou visitante frequente da casa, aparecendo às sextas pra noites de vinho, segredos e brincadeiras de porta fechada que eu adoro ouvir da sala. A Laura jura que me fizeram de otário. Todos andam pisando em ovos ao meu redor, se achando os espertalhões por passarem a perna no "maridinho inocente". O que nenhum deles jamais vai desconfiar é que fui eu quem levou o prêmio principal: tenho o lar perfeito, uma esposa complacente e o espetáculo voyeurista mais safado e depravado da terra garantido na minha cara... pra toda a vida.
Na escuridão, a luz da tela foi um clarão violento. Comecei a inspeção minuciosa, com o coração martelando nos meus ouvidos. A primeira coisa que vi foi um chat com um contato sem nome nem foto de perfil, uma jogada cínica da Laura pra proteger o rastro dela. Mas ao entrar, a identidade do interlocutor saltou aos olhos na hora pela forma como se falavam. NÚMERO DESCONHECIDO (TIO MANUEL): (Vídeo anexado de 45 segundos) Olha essa lembrancinha que achei no celular, meu amor... Me lembro daquele motel e me dá fome de novo. Olha como essas bundas quicavam quando eu meto bem fundo. Tão certinha que parece em casa e a puta que fica comigo. Reproduzi o vídeo com o volume no mínimo. A imagem era nítida e obscena: Laura na banheira de um motel, com a água espirrando enquanto a bunda dela se mexia e dava pra ver o cuzão bem grandão sob o empurrão de uma pica que afundava na buceta dela com uma fúria animal. Os gemidos abafados no vídeo eram uma sinfonia de depravação.
LAURA: Ai, Manu! Não me manda isso a essa hora que me dá vontade de sair correndo pra lá... Guarda bem esses vídeos pra quando o Daniel for jogar futebol e a gente ficar com a tarde livre. Prepara essa pica porque da próxima vez eu não vou te deixar sair da banheira. Senti um nó de tesão no estômago. Minha mulher planejava os encontros dela com o próprio tio aproveitando meus horários de academia. Mas o verdadeiro golpe não viria daquele chat, e sim do próximo. Passei pro chat com a Paola e li a conversa que elas tinham tido naquela mesma tarde. LAURA: Pao, vou ter um troço! Tô com duas semanas de atraso e o teste da farmácia acabou de marcar as duas linhas. Tô grávida, caralho, não sei o que fazer! PAOLA: Kkkkkkk não me fala isso! Mas vem cá, e de quem é o presentinho? Porque a sua lista parece folha de ponto de empresa... LAURA: Esse é o problema! Não sei se é do Daniel, se escapou um soldado do Esteban, dos strippers da despedida... ou se é do Tio Manuel! Aliás, Pao, até você pode ser o pai por todas as surras que me dá com essa cinta em hotel. PAOLA: Kkkkkkk que safada! Relaxa que se saiu da minha cinta eu te respondo pela porra e pago o aborto pro chinês. Mas agora sério, para de viadagem. Atribui pro Daniel. Você é a esposa perfeita, ele é um santo que não desconfia de merda nenhuma. Fala que ele vai ser pai e continua coroando. LAURA: É, você tem razão... Eu amo a vida com o Daniel, não vou perder isso por nada. Vou falar que é dele e assim garanto o melhor dos dois mundos. Desliguei a tela e fiquei no escuro, com o rosto iluminado pela memória daquelas palavras. A revelação foi um tiro de prazer que me deixou sem fôlego: a Laura estava grávida e planejava me usar como bode expiatório da bagunça dela. Eu não sabia se o filho que crescia na barriga dela era meu, do Esteban, de um stripper ou do próprio Tio Manuel, e aquela incerteza me enlouquecia. Tirei a pica da calça e comecei a me masturbar em silêncio, com o olhar fixo na silhueta dela dormindo, curtindo minha posição de manipulador nessa farsa obscena. Gozei na penumbra, sentindo que a morbidez de saber que meu filho era um produto da depravação coletiva me elevava a um nível de êxtase que eu nunca tinha conhecido antes. Na manhã seguinte, a luz do sol inundava a cozinha quando ouvi os passos dela. Laura se aproximou de mim com aquela expressão de "santinha" que eu tanto amava e tanto odiava. Ela estava radiante, mas as mãos tremiam levemente enquanto segurava um pequeno objeto de plástico. Ela se aproximou e me mostrou o teste de gravidez com umas lágrimas fingidas de emoção que teriam enganado qualquer santo. LAURA: (Com a voz embargada e um sorriso de pura ternura) Meu amor... não sei como te dizer isso... mas acho que vamos ser papais. Olha... deu positivo. Senti um aperto no coração, mas não de surpresa, e sim de um triunfo perverso. Me aproximei dela e a envolvi nos meus braços, levantando-a e girando com ela enquanto fingia ser o homem mais feliz e orgulhoso do mundo. DANIEL: (Com uma voz carregada de uma emoção perfeitamente ensaiada) Não pode ser!... Minha vida, é a notícia mais maravilhosa da minha vida! Vamos ser papais!... Te amo tanto, Laura, obrigado por esse presente. A beijei com paixão, enquanto por dentro ria com cinismo. A princesa da mentira acabava de se coroar, e eu, o corno mais feliz do mundo, estava pronto para representar meu papel nessa família de demônios. EPÍLOGO: 8 ANOS DEPOIS Dessa história que venho contando já se passaram oito longos anos. Hoje posso dizer, com uma taça de whisky na mão e um sorriso de satisfação nos lábios, que continuo felizmente casado com Laura. Na nossa casa já correm dois pirralhos. E sou 100% sincero: jamais na vida me passou pela cabeça pedir um teste de DNA, nem me tirou o sono um único segundo saber se o sangue que corre nas veias deles é meu, dos strippers, do Esteban ou do próprio Tio. Manuel. Para a sociedade, para a família e para o mundo inteiro, eu sou o pai dedicado, carinhoso e exemplar que educa e faz todas as vontades deles. A parte mais gostosa de todos esses anos foi ver como a dinâmica se assentou numa harmonia perfeita de depravação. Com o Esteban, continuo jogando futebol aos domingos; a gente toma umas cervejas depois do jogo, ele me abraça dizendo que sou o irmão da alma dele, e isso me dá um tesão insuportável ver como ele tenta disfarçar o suor quando come a minha mulher escondido no carro. A Laura continua inventando "reuniões de trabalho" ou fugas de fim de semana pra se perder com o Tio Manuel em motéis de estrada, chegando domingo à noite com cara de exausta pra me pedir massagem nas costas. E a Paola... bom, a Paola virou visitante frequente da casa, aparecendo às sextas pra noites de vinho, segredos e brincadeiras de porta fechada que eu adoro ouvir da sala. A Laura jura que me fizeram de otário. Todos andam pisando em ovos ao meu redor, se achando os espertalhões por passarem a perna no "maridinho inocente". O que nenhum deles jamais vai desconfiar é que fui eu quem levou o prêmio principal: tenho o lar perfeito, uma esposa complacente e o espetáculo voyeurista mais safado e depravado da terra garantido na minha cara... pra toda a vida.
1 comentários - O pacto 27 - fim