Como virei Cuck parte 6: primeiros passos

Voltamos de Mendoza e seguimos nossa vida normal, não voltamos a falar do nosso encontro com o Gustavo e eu, claro, nunca mencionei o que aconteceu no dia em que voltávamos. Já conhecíamos as famílias um do outro, porque era estranho ter viajado juntos e não conhecer os pais dela, embora eu já conhecesse a irmã dela, a Anahí, antes. A Adri tinha uma relação péssima com o pai dela, e isso seria um assunto mais pra frente. Não tivemos problema em retomar nossa vida sexual, éramos bem ativos e eu sempre assumia o papel de dominante, agarrando ela com força, chamando ela de puta ou vadia e oferecendo o fruto do meu ser em toda oportunidade que a boca viciosa dela pedia. Também continuamos vendo pornô, com bastante frequência, até que um dia ela veio com a ideia de comprar uns brinquedos extras pra ela. A gente já tinha naquela época umas algemas, coleira e vários apetrechos, mas dessa vez ela decidiu que eu comprasse um plug anal e um vibrador daqueles que têm formato de microfone clássico. Foi divertido! Tenho que dizer, ver ela brincando e fazendo amor com ela enquanto ela tremia de vontade de gozar com o vibrador foi uma experiência linda. Assim chegamos a mais um dia em que estávamos vendo pornô e ela recebeu uma notificação do Instagram onde um cara respondia um story dela. Ela fechou a notificação na hora e seguimos, mas eu perguntei quem era e ela respondeu que era "um amigo que conheceu na faculdade" — esse amigo, 10 anos mais velho que a gente, era o típico estudante crônico de agrupamento estudantil, que ela apoiava e que eu, mesmo apoiando as ideias meio de esquerda dela, duvidava em validar porque eles nunca se formavam na universidade — seguimos um pouco mais procurando vídeos e decidi investigar mais a fundo a mensagem, pedi pra ela contar mais e ela topou. Neves era o sobrenome do cara, um magrelo que parecia ter uns 40 anos por causa da barba desleixada e da roupa, sempre com algum motivo político, de camiseta branca e com pais bem de vida. Ela me contou quem era e que o conhecia desde que entrou na faculdade 6 anos antes, que ele tinha ajudado ela a se integrar e, mais de uma vez, tinha conseguido bolsas de xerox pra ela e ajudou a pegar horas de trabalho que a faculdade dava como estágio. Não curti o perfil, pelo que falei antes, mas ela parecia tolerar e ter um carinho por ele. Pedi pra ela me contar do que falavam e ela me mostrou que ele respondeu uma story que ela tinha postado na varanda tomando um mate, que ele sempre mandava vídeos engraçados e eles riam de coisas juntos, então ela começou a rolar o chat. O que eu não esperava é que, um pouco mais acima, tinha umas respostas quentes pra ela, onde ele respondia uma das várias fotos que ela sempre postava de lingerie e regata fumando um baseado. "Sempre a vista mais linda" ele dizia... isso não é coisa que dois estranhos ou conhecidos de faculdade falam, e eu perguntei se eles tinham ficado, coisa que ela negou pra depois se corrigir dizendo que quando tinha 18 e tava recém-entrando, ficou com ele algumas vezes já que ele era o único que a acompanhava e a integrava no grupo da organização política. Podia dizer que fiquei puto, mas senti tesão, já era algo encerrado e não rolava nada atualmente, mas me excitava a ideia da minha mina sendo comida e continuar falando com o cara, coisa que não consegui falar mas transmiti com minhas perguntas - ahh, olha, e ele te falou mais coisas assim antes? - perguntei com um sorriso de aprovação e ela, entendendo o recado, continuou subindo no chat, acontece que o Neves sempre respondia as stories dela, principalmente as mais quentes que eu, por não usar tantas redes sociais, nem sabia que existiam em tanta quantidade. A gente continuou lendo até chegar antes da data em que começamos a namorar e de repente não eram mais mensagens de que ela era gostosa ou que algo ficava bem nela, a gente tinha chegado a ler praticamente sexo por mensagens, onde ela mandava fotos, algumas que já não dava mais pra ver e outras que dava, quase todas de peitos ou sutiã ou no espelho mostrando aquela bunda linda, e ele respondia com fotos do pau dele, às vezes de cueca e às vezes sem nada. O tesão tava no ar e eu comecei a beijar ela, enquanto não parava de olhar as fotos de nós dois. Assim cheguei a um orgasmo tão repentino que surpreendeu a gente, eu tinha descoberto que ela era fiel pra mim e isso era suficiente pra eu curtir imaginar o passado dela.. ou foi o que eu pensei. Tempo depois eu troquei de emprego pra um melhor e propus que a gente mudasse junto já que eu podia pagar um apartamento maior pra nós dois e ajudar ela a se manter enquanto se formava e arrumava trabalho, ela aceitou e em menos de 1 ano de nos conhecermos já morávamos juntos num apê bonito a poucas quadras da avenida Einstein. Ela tava feliz, era um salto grande do prédio fedido anterior dela e ter 3 quartos em vez de um conjugado ajudava também, o Lucho vinha nos visitar com a namorada dele de vez em quando, assim como vários amigos meus com quem a gente fazia churrasco, carne e empanadas na varanda compartilhada. Nesse lugar novo a gente demorou pra se acostumar, pelo menos eu, eu trabalhava longe de lá então saía de carro às 7 da manhã e voltava às 18 todo dia, ela acordava às 12 e pedia comida, no fim dormia às 4 da manhã e depois reclamava que a gente passava pouco tempo junto. Foi um vai e vem que com o tempo só piorou, já era difícil explicar pra ela que eu não queria transar às 2 da manhã quando eu tinha que acordar em menos de 5 horas e ela podia dormir o quanto quisesse, mas eu aceitei e seguimos. Um dia a gente tava conversando num jantar e como um ato perfeitamente ensaiado ela me disse quase com surpresa genuína que um cara tava falando com ela no Instagram, que ela não queria dar abertura mas o moleque não entendia. "Olha só, esse cara idiota acha que consegue me pegar" eu, já mais ligado na parada, entendi a ideia e falei "deixa eu ver o que ele fala" ela sorridente, pegou o celular dela e começou a me mostrar como ele dizia que ela era gostosa, respondia as fotos de melhores amigos que estavam mais quentes do que nunca, mostrando a bunda de fio dental no espelho de um dos quartos enquanto ela estava deitada na cama. Ela só agradecia nas mensagens e colocava corações nas respostas dele, mas até aí, nesse momento a coisa começou a acelerar e eu falei - Esse cara acha que aguenta comer uma gostosa como você kkk + sim, ele não tem chance! - Você só se satisfaz com a minha pica de puta + Siiim, eu amo sua pica - ela disse soltando a risadinha de puta que já era clássica dela e que eu não ouvia há um tempo - Além disso, mesmo que eu fique com tesão, o cara é super lerdo e com certeza vai broxar - Esse magrinho te dá tesão? + Um pouco, nunca comi alguém mais novinho kkk o moleque tinha uns 19 ou 20 anos, no primeiro ano da faculdade de educação física numa particular, pelo que ela me contou. - Prova ele, vê se ele encara ou não + bom... e assim continuou a parada, como um acordo mútuo onde nas semanas seguintes a gente reacendeu o fogo lendo como ela mandava umas indiretas pra esquentar ele, tipo que ela tinha se vestido ou que achava os braços dele lindos, qualquer coisa pra ele responder elogiando o corpo dela, e em paralelo ela ia preparando histórias cada vez mais específicas e quentes pra ele, até o ponto em que ele pedia pra ela mandar nudes e ela dizia que não, que só postava fotos pra ela mesma, mas que ia pegar a ideia dele pra uma história e dedicar a ele, e quando chegou a hora ela postou uma foto de peitos de fora, mostrando a bunda só coberta por uma calcinha preta minúscula e a inicial do garoto, que coincidia com a minha, seguida de um emoji de beijo. O moleque explodiu e mandou uma mensagem perguntando se eles podiam se ver e ela imediatamente tirou um print e me reenviou. Lá estava eu, 5 da tarde olhando meu celular com uma parada daquelas no meio do trabalho, não consegui segurar a ereção e respondi "já volto", me desculpei e saí do trabalho antes, já que não tinha controle de horário e em 20 minutos já estava em casa, todo duro e procurando a Adri pra comê-la sem parar… e foi assim. Ao chegar, nem nos cumprimentamos, ela estava na mesma fio dental da foto e com uma camiseta grande que mal escondia as belas tetas dela. Encostei ela na cama, com os pés no chão e comecei a penetrá-la sem piedade, ela já estava lubrificada porque tinha ficado se tocando e eu não parava de falar que ela era uma puta queimando rola e que eu ia dar o que ela queria + você gosta que aquele cara queria me comer? - aquele moleque não tem chance com você, você é minha + não tem comparação com sua pica meu amor, ela tá duríssima - cala a boca puta, você é muito safada + e você um tarado, posso comer o cara? - come ele que você vai deixar ele voltando pedindo gozo igual sem parar continuamos por alguns minutos, até que senti que ia gozar e como não tinha colocado camisinha avisei que estava prestes a terminar, tirei e ela se virou para chupar até eu gozar na boca dela e logo depois disso ela se levantou e me beijou com a boca cheia dos meus fluidos ainda. Foi uma espécie de fechamento e início, uma reconciliação e um novo relacionamento. No final ela não se encontrou com o cara e assim passaram as semanas e depois meses, onde cada vez mais o interesse dele ia se apagando pelas desculpas dela. Mas como falei antes, esse foi o novo começo e os primeiros passos do nosso novo relacionamento. Como falei antes, essa é a história real dos meus anos de relacionamento com a Adri, espero seus pontos e mensagens no direct, aceito todo tipo de mensagem!

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