Como virei corno parte 4

Continuo a história da nossa viagem a Mendoza. O Gustavo estava prestes a chegar, eram 10 horas, tínhamos comprado uma pizza e vinho, do qual não sabíamos nada, como jovens de 25 com estabilidade econômica média e sem cultura de álcool além de gim e fernet. - E aí, o que a gente faz quando ele chegar? - Comecei + Sei lá, temos que ver se a gente curte, deixa fluir, bota uma música e algo na TV. A Adri estava se trocando, vestiu uma camisa preta e uma calça jeans com tênis, e me dizia isso enquanto se maquiava um pouco no banheiro + To, só pra garantir, você tá seguro disso, né? - Sim, sim, se a gente não curtir, falamos que não rola e pronto + É, óbvio, to - Queria que a gente estabelecesse algumas regras + Tipo o quê? - Sem beijos nem abraços, obviamente usar camisinha pra tudo (a gente fazia assim, exceto no oral) e se qualquer um de nós quiser parar a qualquer momento, a gente aperta a perna do outro e se olha pra avisar + Acho justo, você tem camisinha, né? - Sim, tenho as duas caixas que sobraram, são as grandes, então dá e sobra. Ela terminou de se trocar e sentou no sofá, 10 minutos depois o Gustavo chegou e tocou a campainha > Oi! - cumprimentou, a gente abriu a porta com uma cara de sorriso nervoso - Oi, Gustavo, né? > Isso, isso, você é o Toto, não é? - Sim, entra, a Adri tá lá dentro. E subimos juntos pro andar, não lembro qual era da torre. Ao entrar, a Adri estava vendo TV se fazendo de desentendida e já com o vinho aberto e servido em umas taças que o host do airbnb deixou + Oi! Sou a Adri, prazer - Cumprimentei com um beijo no rosto e o fiz entrar. Enquanto ele sentava, sorria nervoso, o Gustavo olhando tudo ao redor. Eu tava feliz que ele era exatamente como nas fotos, tinha cara de pessoa normal e isso me tranquilizava. Começamos a conversar sobre futebol enquanto a Adri descia pra buscar a pizza, ele era torcedor do River, embora estivéssemos em Mendoza e eu pensei que a gente fosse falar do Tomba, que na época tava indo bem. Falamos do trabalho dele e do meu, quando a Adri chegou, ela entrou na conversa. conversa e tentou se levantar, contando que era estudante e fazendo sua carreira soar mais glamorosa do que era. Ela estava diferente, sorria muito e tocava nas costas dele, como o sofá era gigante e no L ela sentou na parte pequena do L e nós dois na parte comprida, eu gostaria de dizer que foi tudo fácil e fogoso, mas essa é uma história real e mais que uma fantasia, vou contar o que aconteceu. Depois de mais ou menos uma hora de conversa e já com um vinho e meio na cabeça, a Adri tinha perguntado se o Gustavo tinha namorada e se ele gostava de meninas ou de tudo, aos poucos foi subindo o tom da conversa + E você já tentou ficar com duas minas? > Não haha - ria o Gustavo quase tão nervoso quanto eu + Eu uma vez fiquei com dois caras, mas foi há muito tempo e acho que porque a gente tava chapado haha Gustavo me olhou buscando aprovação > E você Toto? Você era um deles ou já ficou com mais de uma pessoa? - Não, na real, são gostos dela que eu não pude experimentar + Querem fumar algo? - disse a Adri já com um baseado saindo do bolso dela "Bora" falamos em uníssono. Ela acendeu o bagulho e começou a passar, um a um experimentando até que depois de alguns minutos a gente já tava rindo que nem idiota. + O Toto não curte muito baseado, deve estar aceitando só por sua causa - E eu só aceito em ocasiões especiais, na real + Sim, tipo quando você quer que eu chupe sua rola na sacada haha - E não vou mentir, a sensação é melhor assim! + Com certeza, se você fica lerdo e quer gozar na minha cara nesses dias! Não me deixa nem engolir - Disse sem se abalar enquanto me tocava por cima da calça com os anos e repassando isso, percebi que ela não falava comigo, ela queria esquentar o Gustavo e eu era só mais um elemento na minha inocência + E você Gus, já te chuparam chapado? > Na real não, só fumo com amigos + Você devia experimentar uma vez, com alguma amiga que fume então e enquanto dizia isso ela tava me abrindo a calça, com dificuldade e um pouco de cheiro de óleo da pizza e das batatas que o Gustavo tinha trazido. Enquanto ela se acomodava e começava a beijar minha rola por cima da cueca, o Gustavo olhava incrédulo e a Adri descia do sofá pra continuar o serviço dela. Tendo se preparado o suficiente, ela tirou minha rola da cueca e começou a me chupar enquanto olhava pro Gustavo de canto de olho. Pra ser sincero, eu nem conseguia pensar, entre o vinho, a excitação e o baseado minha cabeça tava girando, então foi uma surpresa quando olhei de novo e, enquanto a Adri decidia dar mais uma tragada, sem tirar a cabeça de entre minhas pernas, ela roçava a virilha do Gustavo, ainda de jeans. "To, você vai me dar gozo hoje?" Eu não consegui responder, só olhava a mão dela tocando o Gustavo enquanto as emoções me invadiam. A Adri se levantou alguns segundos depois e os peitos dela apareceram, que ela tinha calculado bem que ficariam evidentes sem sutiã, deixou o baseado na mesinha de centro e sentou no colo do Gus, que tava sentado a 10 centímetros do meu lado, começou a me bater uma enquanto me olhava e eu via de canto o que o Gus fazia. Ele não demorou nada pra começar e começou a roçar a palma da mão na virilha dela e a respirar no pescoço dela. Minhas lembranças tão meio borradas, mas a próxima coisa que lembro é a Adri abaixando a calça e mostrando uma calcinha fio dental vermelha que eu nunca tinha visto na vida, e o Gustavo de rola pra fora, se tocando, e segundos depois ela sentando no colo dele de novo, enquanto ele apalpava os peitos dela colocando a mão por baixo da camisa e depois tocando o sexo dela, com certeza bem molhado, por cima da calcinha que eu ainda não tinha tocado. Eu não conseguia raciocinar direito, ela continuava me batendo uma e de repente eu já tava sem camisa, o Gustavo ou ela mesma tirou, e ele apalpava os peitos dela. Preciso fazer uma pausa, porque aqui eu senti algo que nunca tinha sentido antes, uma espécie de emoção intensa como uma droga injetada direto no meu cérebro, acho que era um nível de tesão novo que se alcança chegando nos limites ou algo parecido, só dessa forma eu consigo descrever o instante que vem. Depois de vê-lo tocando as tetas dela, ela se vira e o beija, girando o pescoço sem parar de me tocar, assim, naquele instante aconteceu o que descrevi agora. Era isso e uma forte sensação de impotência que me dizia para parar tudo porque não era o combinado e naquele momento a voz da Adri me interrompeu dizendo M + To, quero que você me coma. E como robô sem vontade eu aceitei, me levantei, ela se levantou do colo daquele filho da puta e ficou de quatro no sofá, coloquei a camisinha e comecei a penetrar ela sem pensar, dando com toda a força que podia. Gustavo reagiu, se levantou com um joelho no sofá e a outra perna normal e já de pau duro ficou na frente dela, claramente com intenção de que ela chupasse ele. A verdade é que era a primeira vez que eu via outro pau, ele era um pouco menor que o meu, me impressionou ver e me deu curiosidade, eu olhava sem pudor enquanto ele se ajeitava. Agora vem uma parte decepcionante, não contei isso antes, mas com a Adri a gente tinha começado a ver porno juntos, tem um detalhe chave pelo qual omiti o que a gente via até agora, mas uma dessas coisas era dupla penetração e sexo de quatro enquanto ela chupa. Acontece que não é tão fácil essa posição, tentamos nos ajeitar mas parecia estranho, então depois de alguns minutos a Adri decidiu parar, pediu pro Gus sentar e me disse + To, posso tentar? E eu entendendo o que ela queria dizer, sem responder com palavras fiz um gesto de aprovação. Em seguida ela senta em cima dele e começa a cavalgar enquanto dizia + love me dá na boca, quero seu pau!!!! eu reagi devagar, não conseguia processar a imagem da minha love sendo penetrada com força, que fazia o choque da pélvis dela e da bunda dela soar, então quando me levantei no sofá e aproximei meu pau da boca dela, demorei menos de 5 segundos pra gozar, não consegui controlar e acabei enchendo a cara dela e parte do sofá de porra quase sem receber um toque dela. dela. Tive que me sentar porque senti uma queda forte de energia e ela continuou por mais alguns segundos, movia tão forte os quadris como se quisesse liquidar o assunto e fez o Gustavo gozar segundos depois de mim. Deu um beijinho e pediu pra ele se levantar. Ela se recompôs, eu me aproximei dela que tinha se sentado e continuou se tocando, na nossa frente como se não tivesse tido o suficiente e segundos depois gozou com um grito enquanto eu apalpava as tetas dela. No final, me deu um beijo meio exagerado porque ainda tinha meu gozo na cara dela, então me limpei rápido. O Gustavo se trocou rápido, eu vesti um short e uma camiseta e o acompanhei até a porta de baixo que precisava da chave eletrônica. Ao voltar pro apê, a Adri tinha aberto a água do banheiro e estava prestes a tomar banho, enquanto eu sentia uma sensação estranha, tinha compartilhado minha mulher, tinham comido ela na minha frente e eu não falei nada. Não foi espetacular como num pornô, foi caseiro, cru e desajeitado, mas igualmente excitante. Comecei a me sentir mal, pensando no que ela pensaria de mim e fiquei deitado, 5 minutos depois ela saiu do banheiro, me deu um beijo e disse que me amava, eu sorri e pensei que tudo ficaria bem, sem perceber, já estava praticamente entrando no mundo dos sonhos e o resto é difuso. Esse é o fim da primeira parte da nossa viagem com a Adri pra Mendoza, na próxima parte vou contar o que aconteceu antes de ir, quando ainda estávamos em Salta, já que é relevante pro final da história da viagem de novo, qualquer dúvida/pergunta/saudação/tributo é aceita nas mensagens diretas.

1 comentários - Como virei corno parte 4