O álcool fazia sua mágica rapidamente, soltando as inibições. Ele se levantava pra servir outra dose, ir ao banheiro ou qualquer desculpa, e ao voltar sentava cada vez mais perto, a coxa dele roçando na minha. Eu o esperava de pernas cruzadas, os saltos bege brilhando sob a luz baixa, deixando ele vislumbrar a pele macia das minhas coxas. Finalmente, ficamos lado a lado; ele passou o braço esquerdo por trás do meu pescoço, me abraçando com calor, e seguimos conversando como se nada fosse. Uns segundos a mais, e a mão direita dele descansou casualmente na minha perna direita, os dedos quentes contra a minha pele. Logo, começou a acariciar suavemente, traçando círculos preguiçosos que mandavam arrepios nervosos pela minha espinha, um calafrio elétrico que me fazia morder o lábio. Ele sabia disso; não tinha esquecido como aquele toque sutil me acendia como um pavio. Com a mão atrás da minha cabeça, roçava minha orelha esquerda, o hálito quente perto do meu pescoço. Eu o tinha bem onde queria: perto, me tocando, com um desejo palpável no ar, pronto pra me devorar. Ele me beijou a orelha com delicadeza, um beijo molhado que me fez fechar os olhos. Ele se deslocou pra frente, buscando minha boca, e eu virei a cabeça rapidamente pra oferecê-la, nossos lábios se encontrando num beijo profundo, carregado de anos de separação mas cheio de paixão. A mão que roçava minha perna agora apertava com firmeza, os dedos se afundando na minha pele macia. Bastaram uns segundos pra ele subir decidido até meus seios, apertando-os suavemente através do tecido, mandando ondas de prazer pelo meu corpo. Eu me deitei no sofá, ficando totalmente esticada, convidando ele com minha postura aberta. Levantei as mãos e peguei uma almofada pra apoiar a cabeça, deixando meu corpo à mercê dele como uma tela viva. Ele entendeu na hora; baixou a mão direita de novo pras minhas pernas, mas dessa vez não parou: subiu meu vestido até a cintura, expondo meu umbigo liso, minhas curvas de quadril e a calcinha fio dental de renda negra já úmida pela antecipação. Beijou meu abdômen com lábios trêmulos, dava pra ver que estava nervoso, a respiração ofegante enquanto apertava minhas pernas com as duas mãos, explorando a textura macia da minha pele. Eu fechei os olhos, me deixando levar pela torrente de sensações, o aroma de vinho e da colônia dele se misturando no ar, fazia um tempo que a gente não ficava assim. Ficou ali por uns segundos eternos, saboreando minha pele, depois desceu pra beijar minhas pernas, lambendo dos joelhos pra cima, onde sou tão sensível que choques elétricos percorreram meu corpo, fazendo meus músculos se tensionarem sem querer. Enquanto fazia isso, levou uma mão à minha calcinha fio dental; sentiu ela encharcada, o tecido pegajoso contra os dedos, e por cima dela começou a mover o polegar em círculos precisos, procurando e encontrando meu clitóris inchado, esfregando com uma pressão que me fazia arquear as costas. Me masturbava assim, com maestria, enquanto com a outra mão subia o vestido até acima dos meus peitos, abaixando o sutiã pra liberá-los no ar fresco do quarto. A boca dele subiu pelo meu abdômen, úmida e quente, até chegar nos meus mamilos; lambeu eles com ternura, a língua girando em espirais que arrancavam suspiros de mim. Tudo sem parar o estímulo no meu clitóris, um ritmo constante que me fazia gemer baixinho. Enquanto lambia um dos meus mamilos, endurecido e sensível, com a mão esquerda massageava o outro seio, apertando e soltando num vai e vem hipnótico. Eu já gemia sem controle, os olhos fechados, focada no prazer que invadia cada célula: o calor da boca dele, a fricção do dedo, o roçar das palmas na minha pele. De repente, as mãos dele pararam, deixando um vazio momentâneo. Ele se levantou, me pegou pelas mãos com delicadeza e me sentou ereta. Levantou meus braços e, num movimento fluido, tirou meu vestido pela cabeça, me deixando só com os saltos, a calcinha fio dental e o sutiã caído. Sentada na frente dele, com as pernas abertas e ele de Pé entre elas, meus saltos roçando as panturrilhas dela, comecei a desabotoar a calça dele com dedos trêmulos de excitação e nervosismo por fazer algo proibido e indevido. Abaixei o zíper com um barulho audível, e a calça caiu até os tornozelos dele. Por cima da cueca, o volume ereto se marcava proeminente, pulsando visivelmente. Peguei a cintura da cueca e abaixei também, liberando o pau endurecido, cheio de veias e quente ao toque, nossa, a verdade é que continuava igual como antes, grande e grosso, muito mais que o do meu marido, e com a cabeça grande, já lembrava por que tinha me divertido tanto com meu ex e por que queria casar com ele. Comecei a masturbá-lo devagar, deslizando a pele de cima para baixo com uma pressão suave mas firme, sentindo como ele inchava mais na minha mão. Ele levou as mãos à minha cabeça, entrelaçando os dedos no meu cabelo, um gesto sutil que entendi perfeitamente. Me aproximei, passando minha língua da base até a ponta, lambendo com calma enquanto olhava nos olhos dele com uma expressão safada, brincalhona. Sorri disfarçadamente, dei uma piscadinha travessa, e enfiei ele inteiro na minha boca. Chupei com suavidade, meus lábios envolvendo ele num calor úmido, sugando num ritmo enquanto com uma mão acariciava as bolas dele, rolando-as gentilmente entre meus dedos.
Ele ficava louco, seus gemidos baixos ecoando no quarto, as mãos no meu cabelo sem pressionar, só guiando no ritmo da minha cabeça, meus lábios deslizando suavemente pela extensão dele, saboreando o gosto salgado da excitação dele. Passaram alguns minutos daquele intercâmbio intenso, o tempo se dissolvendo em prazer. Ele me levantou com cuidado, me levou até a mesa da sala, sólida e fria sob minhas palmas. Me inclinei sobre ela, oferecendo a ele a visão das minhas costas arqueadas e da minha bunda exposta. Apoiei os cotovelos na superfície, a madeira polida contra minha pele, enquanto Gustavo lambia minhas costas, a língua dele traçando linhas molhadas que arrepiavam minha pele. Ele agarrava minhas nádegas com força, os dedos afundando na minha pele macia, e roçava o pau ereto entre elas, a fricção quente e promissora enquanto me dizia que rabo gostoso você tem, igual a antes, como sinto falta de te ter de quatro ou por cima de mim, adoraria ter sido eu quem te engravidasse. Ele se ajoelhou atrás de mim, abaixou minha calcinha fio dental lentamente sem tirar de todo — ainda com os saltos altos, que me davam uma altura sensual —, e começou a me fazer sexo oral por trás. Essa sensação era um turbilhão de prazer: a língua dele passando pelo meu clitóris inchado, lambendo com avidez até meu cuzinho e voltando num ciclo interminável, o calor da boca dele misturado com a minha lubrificação, fazendo meu corpo se contorcer incontrolavelmente. A única coisa que eu podia fazer era me agarrar com força nas bordas da mesa, as unhas cravando na madeira, gemidos escapando da minha garganta como um rio transbordando.

Levantou-se, com a respiração ofegante, pegou uma garrafa de azeite e começou a passar no próprio pau e na entrada da minha bunda, colocou a ponta do pênis na entrada do meu cu, empurrando devagar enquanto murmurava com voz rouca: “Essa buceta sempre vai ser minha, vadia”. Gustavo tinha sido quem me iniciou no sexo anal anos antes, e pro meu marido eu nunca tinha dado, embora ele já tivesse pedido várias vezes. E agora, o membro dele abria caminho com uma pressão deliciosa e familiar, me esticando até me preencher por completo. Ele me segurou pelas cadeiras com mãos firmes, começando uma bombada rítmica, profunda, cada estocada mandando ondas de prazer e uma dorzinha inicial que se dissolvia em êxtase, como já tinha acontecido antes — era algo que eu já conhecia, doeu, mas não foi nada que eu não aguentasse ou que eu nunca tivesse sentido, porque antes ele me comia por ali toda hora. Ficou assim por um tempo, o som dos nossos corpos se chocando enchendo o quarto. Depois, com uma mão, me puxou o cabelo com força, jogando minha cabeça pra trás; doía de verdade, um puxão agudo que misturava prazer e dor, enquanto ele perfurava meu cu com fúria selvagem. Pedi pra ele me soltar, mas quando tentei levantar a mão, ele pegou meu pulso e o prendeu nas minhas costas, me imobilizando. Passaram instantes eternos assim, dominada pela urgência dele.

Depois me levantou e, quase sem tirar de dentro nem soltar meu cabelo ou meu pulso, me levou alguns passos até uma mesa perfeita pra altura dele. Saiu de mim só pra me deitar de costas sobre ela, meus saltos balançando no ar e ele entre minhas pernas. Ainda nem tinha terminado de erguer minhas pernas quando, de uma só estocada profunda, me penetrou de frente, o pau dele deslizando na minha buceta agora, molhada e ansiosa. Dos 3 namorados que eu tinha tido e meu marido, nenhum tinha sido tão violento quanto ele naquele momento de ser a namorada dele; já era bruto no sexo por natureza, mas agora fazia com uma raiva contida, como se estivesse se vingando dos anos perdidos, investindo com uma força que me fazia ofegar, sentindo o pau dele até o fundo do meu ventre, sem camisinha, só a pica enorme dele e minha buceta. Mas nessa nova posição, comecei a sentir prazer de novo: cada entrada e saída do pau dele me enchia de um tesão escaldante, eu gemia que nem uma louca, o suor brotando na minha pele, meu corpo se contorcendo sem controle debaixo dele. De vez em quando abria os olhos e via ele ali, dominante e no controle, os músculos tensos, se segurando firme nas minhas cadeiras, soltando só pra apertar meus peitos que balançavam no ritmo das investidas dele, os bicos endurecidos sob as palmas ásperas.
Eu estava tão imersa no prazer, nas sensações avassaladoras —o atrito interno, o calor do corpo dele, o cheiro de sexo e suor— que nem percebi quando o Gustavo se aproximou do clímax. Eu adoro ver um homem naquela fase sem volta, mas só senti quando ele tirou o pau, colocou sobre meus lábios da buceta e pressionou com o polegar, se masturbando com eles, esfregando o comprimento contra meu clitóris inchado, nos masturbando mutuamente num frenesi. Mas eu disse que queria eles dentro, então ele enfiou o pau de novo até o fundo e continuou metendo até começar a gozar: jatos quentes que encheram minha buceta, que gostoso era sentir todo o sêmen dele dentro da minha boceta quente, ufff, comecei a gemer como uma louca enquanto puxava ele pra me beijar enquanto ele continuava descarregando toda a porra dele, o calor do sêmen me provocando um orgasmo explosivo. Senti a porra dele se misturando com minha lubrificação, se espalhando com os movimentos persistentes do pau dele, ondas de prazer irradiando do meu centro até as pontas dos meus dedos, e então ele tirou o pau de mim e eu senti os jatos de sêmen saindo junto com o pau, deslizando pela minha buceta até meu cu e depois pra mesa. Me levantei da mesa e comecei a limpar com a boca todo o sêmen que tinha caído na mesa com minha língua, pra depois me abaixar e limpar o pau dele, deixando sem nenhum resto dos meus fluidos nem de porra, enquanto eu sentia toda a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, algo muito gostoso, e enquanto ele me dizia: "assim fica, amor, quero que você fique grávida e se recuperar, te fazer minha mulher depois de tudo". A verdade é que eu gostava muito da ideia, mas não tinha certeza. Ficamos imóveis por alguns segundos, recuperando o fôlego, o peito subindo e descendo em sincronia, enquanto o sêmen dele continuava escorrendo dos meus lábios pra minha bunda e depois pras minhas pernas, uma sensação pegajosa e quente. Ele me ajudou a levantar, murmurando com voz rouca: "Você tá tão gostosa como sempre e essa bunda que sempre me enlouqueceu". Ele foi pro banheiro se limpar, a água... correndo ao fundo, e voltou com papel higiênico pra eu me limpar, passando suavemente pela minha pele sensível. Me disse o quanto tinha gostado e que quando viesse a trabalho eu seria a putinha dele, ao que respondi que adoraria recebê-lo. Antes de se vestir e ir embora, me disse pra pensar em ficar com ele, terminou de se vestir e me beijou apaixonadamente enquanto me dava uns tapas na bunda e foi embora. Com um sorriso cansado mas firme, disse que tinha adorado ele me comer e que eu estaria ali pra satisfazê-lo. Fui pro meu quarto exausta, com as pernas tremendo, minha bunda pulsando e minha buceta toda molhada e pegajosa, minhas pernas do mesmo jeito. Me deitei nua como ele tinha me deixado, toda cheia de porra, o corpo ainda vibrando, e dormi profundamente. Algumas horas depois, senti uma mão deslizando sobre minha bunda pequena recém-detona, um toque familiar que me acordou com um sobressalto. Pensei aterrorizada que o Gustavo tinha achado um jeito de voltar, mas não: era meu marido, com a voz suave na escuridão: "Calma, amor, só vim trocar de roupa, dorme, você tá linda e como eu queria te comer do jeito que você tá, mas tô atrasado". Me beijou na testa e foi se trocar sem saber que a esposa dele tinha acabado de ser comida e tava cheia de porra.
Ele ficava louco, seus gemidos baixos ecoando no quarto, as mãos no meu cabelo sem pressionar, só guiando no ritmo da minha cabeça, meus lábios deslizando suavemente pela extensão dele, saboreando o gosto salgado da excitação dele. Passaram alguns minutos daquele intercâmbio intenso, o tempo se dissolvendo em prazer. Ele me levantou com cuidado, me levou até a mesa da sala, sólida e fria sob minhas palmas. Me inclinei sobre ela, oferecendo a ele a visão das minhas costas arqueadas e da minha bunda exposta. Apoiei os cotovelos na superfície, a madeira polida contra minha pele, enquanto Gustavo lambia minhas costas, a língua dele traçando linhas molhadas que arrepiavam minha pele. Ele agarrava minhas nádegas com força, os dedos afundando na minha pele macia, e roçava o pau ereto entre elas, a fricção quente e promissora enquanto me dizia que rabo gostoso você tem, igual a antes, como sinto falta de te ter de quatro ou por cima de mim, adoraria ter sido eu quem te engravidasse. Ele se ajoelhou atrás de mim, abaixou minha calcinha fio dental lentamente sem tirar de todo — ainda com os saltos altos, que me davam uma altura sensual —, e começou a me fazer sexo oral por trás. Essa sensação era um turbilhão de prazer: a língua dele passando pelo meu clitóris inchado, lambendo com avidez até meu cuzinho e voltando num ciclo interminável, o calor da boca dele misturado com a minha lubrificação, fazendo meu corpo se contorcer incontrolavelmente. A única coisa que eu podia fazer era me agarrar com força nas bordas da mesa, as unhas cravando na madeira, gemidos escapando da minha garganta como um rio transbordando.

Levantou-se, com a respiração ofegante, pegou uma garrafa de azeite e começou a passar no próprio pau e na entrada da minha bunda, colocou a ponta do pênis na entrada do meu cu, empurrando devagar enquanto murmurava com voz rouca: “Essa buceta sempre vai ser minha, vadia”. Gustavo tinha sido quem me iniciou no sexo anal anos antes, e pro meu marido eu nunca tinha dado, embora ele já tivesse pedido várias vezes. E agora, o membro dele abria caminho com uma pressão deliciosa e familiar, me esticando até me preencher por completo. Ele me segurou pelas cadeiras com mãos firmes, começando uma bombada rítmica, profunda, cada estocada mandando ondas de prazer e uma dorzinha inicial que se dissolvia em êxtase, como já tinha acontecido antes — era algo que eu já conhecia, doeu, mas não foi nada que eu não aguentasse ou que eu nunca tivesse sentido, porque antes ele me comia por ali toda hora. Ficou assim por um tempo, o som dos nossos corpos se chocando enchendo o quarto. Depois, com uma mão, me puxou o cabelo com força, jogando minha cabeça pra trás; doía de verdade, um puxão agudo que misturava prazer e dor, enquanto ele perfurava meu cu com fúria selvagem. Pedi pra ele me soltar, mas quando tentei levantar a mão, ele pegou meu pulso e o prendeu nas minhas costas, me imobilizando. Passaram instantes eternos assim, dominada pela urgência dele.

Depois me levantou e, quase sem tirar de dentro nem soltar meu cabelo ou meu pulso, me levou alguns passos até uma mesa perfeita pra altura dele. Saiu de mim só pra me deitar de costas sobre ela, meus saltos balançando no ar e ele entre minhas pernas. Ainda nem tinha terminado de erguer minhas pernas quando, de uma só estocada profunda, me penetrou de frente, o pau dele deslizando na minha buceta agora, molhada e ansiosa. Dos 3 namorados que eu tinha tido e meu marido, nenhum tinha sido tão violento quanto ele naquele momento de ser a namorada dele; já era bruto no sexo por natureza, mas agora fazia com uma raiva contida, como se estivesse se vingando dos anos perdidos, investindo com uma força que me fazia ofegar, sentindo o pau dele até o fundo do meu ventre, sem camisinha, só a pica enorme dele e minha buceta. Mas nessa nova posição, comecei a sentir prazer de novo: cada entrada e saída do pau dele me enchia de um tesão escaldante, eu gemia que nem uma louca, o suor brotando na minha pele, meu corpo se contorcendo sem controle debaixo dele. De vez em quando abria os olhos e via ele ali, dominante e no controle, os músculos tensos, se segurando firme nas minhas cadeiras, soltando só pra apertar meus peitos que balançavam no ritmo das investidas dele, os bicos endurecidos sob as palmas ásperas.
Eu estava tão imersa no prazer, nas sensações avassaladoras —o atrito interno, o calor do corpo dele, o cheiro de sexo e suor— que nem percebi quando o Gustavo se aproximou do clímax. Eu adoro ver um homem naquela fase sem volta, mas só senti quando ele tirou o pau, colocou sobre meus lábios da buceta e pressionou com o polegar, se masturbando com eles, esfregando o comprimento contra meu clitóris inchado, nos masturbando mutuamente num frenesi. Mas eu disse que queria eles dentro, então ele enfiou o pau de novo até o fundo e continuou metendo até começar a gozar: jatos quentes que encheram minha buceta, que gostoso era sentir todo o sêmen dele dentro da minha boceta quente, ufff, comecei a gemer como uma louca enquanto puxava ele pra me beijar enquanto ele continuava descarregando toda a porra dele, o calor do sêmen me provocando um orgasmo explosivo. Senti a porra dele se misturando com minha lubrificação, se espalhando com os movimentos persistentes do pau dele, ondas de prazer irradiando do meu centro até as pontas dos meus dedos, e então ele tirou o pau de mim e eu senti os jatos de sêmen saindo junto com o pau, deslizando pela minha buceta até meu cu e depois pra mesa. Me levantei da mesa e comecei a limpar com a boca todo o sêmen que tinha caído na mesa com minha língua, pra depois me abaixar e limpar o pau dele, deixando sem nenhum resto dos meus fluidos nem de porra, enquanto eu sentia toda a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, algo muito gostoso, e enquanto ele me dizia: "assim fica, amor, quero que você fique grávida e se recuperar, te fazer minha mulher depois de tudo". A verdade é que eu gostava muito da ideia, mas não tinha certeza. Ficamos imóveis por alguns segundos, recuperando o fôlego, o peito subindo e descendo em sincronia, enquanto o sêmen dele continuava escorrendo dos meus lábios pra minha bunda e depois pras minhas pernas, uma sensação pegajosa e quente. Ele me ajudou a levantar, murmurando com voz rouca: "Você tá tão gostosa como sempre e essa bunda que sempre me enlouqueceu". Ele foi pro banheiro se limpar, a água... correndo ao fundo, e voltou com papel higiênico pra eu me limpar, passando suavemente pela minha pele sensível. Me disse o quanto tinha gostado e que quando viesse a trabalho eu seria a putinha dele, ao que respondi que adoraria recebê-lo. Antes de se vestir e ir embora, me disse pra pensar em ficar com ele, terminou de se vestir e me beijou apaixonadamente enquanto me dava uns tapas na bunda e foi embora. Com um sorriso cansado mas firme, disse que tinha adorado ele me comer e que eu estaria ali pra satisfazê-lo. Fui pro meu quarto exausta, com as pernas tremendo, minha bunda pulsando e minha buceta toda molhada e pegajosa, minhas pernas do mesmo jeito. Me deitei nua como ele tinha me deixado, toda cheia de porra, o corpo ainda vibrando, e dormi profundamente. Algumas horas depois, senti uma mão deslizando sobre minha bunda pequena recém-detona, um toque familiar que me acordou com um sobressalto. Pensei aterrorizada que o Gustavo tinha achado um jeito de voltar, mas não: era meu marido, com a voz suave na escuridão: "Calma, amor, só vim trocar de roupa, dorme, você tá linda e como eu queria te comer do jeito que você tá, mas tô atrasado". Me beijou na testa e foi se trocar sem saber que a esposa dele tinha acabado de ser comida e tava cheia de porra.
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