A casa onde tudo é permitido - cap. 3

Olá! Obrigado pela preferência, deixo um novo capítulo pra vocês.

Capítulo 3

—É só isso que vocês vão jantar? —perguntou Carlos à filha. Mesmo com a esposa tendo cozinhado o suficiente, Esther e Edgar dividiam um hambúrguer simples.
—Tenho que cuidar da minha figura de menina boazinha —comentou a garota.
—E eu tô cortando os carboidratos. Tô na fase de definição, olha só.
Edgar flexionou o braço e um bíceps de tamanho considerável inchou. Melisa ergueu uma sobrancelha para a filha num gesto de cumplicidade. Carlos só balançou a cabeça e continuou comendo.
—Imagino que vai passar a noite aqui, Edgar.
—Sim, amanhã cedo eu vou trabalhar. Meu carro tá no mecânico e o escritório não fica longe daqui. Tô tentando conseguir uma promoção, então tem que beijar uns culhões, né?
—Não beija muitos —disse Melisa—. Você também tem que beijar o da minha filha.
Tanto Esther quanto Carlos se engasgaram com as bebidas. O comentário safado da mulher arrancou risadas de Edgar, que observou a sogra com um quê de tesão. Como sempre, Melisa vestia uma camiseta simples e meio transparente. Os peitos marcavam por baixo do tecido.
—Vou lavar a louça antes de dormir —anunciou Esther.
Carlos seguiu a filha com o olhar assim que ela se levantou. A garota usava calcinha fio dental preta e top esportivo. As duas peças colavam no corpo dela, trazendo à mente dele as lembranças de quando a viu de pernas abertas com a cara de Carlos enfiada na buceta dela. Ele teria dado metade da vida dele pra ser ele.
Manteve a atenção naquele rabo pequeno de nádegas brancas. Enquanto isso, Melisa e Edgar conversavam sobre o trabalho dele e a promoção que ele tava buscando. Se conseguisse, viraria o braço direito do chefe e teria um salário melhor com férias pagas duas vezes por ano.
Melisa aprovava completamente o namorado da filha. Ele era uns dez anos mais velho. Era melhor assim. A diferença de idade não só era sexy, como também garantia um futuro promissor. Muito melhor do que se a Esther tivesse se apaixonado por um garoto sem futuro qualquer.
Assim que terminaram de comer, os homens se retiraram para os quartos. As únicas que ficaram lá foram Melisa e a filha, que terminavam de arrumar a cozinha.
—E o que você tem planejado pra essa noite, love?
—Bom... —um sorriso safado escapou da boca da Esther—. Tava pensando em experimentar por trás. Eu gosto, embora seja meio doloroso por causa da pica grossa do Edgar.
—Comprei o lubrificante que você me pediu. Deve entrar com mais facilidade agora. Só... tenta relaxar. Não quero que você rasgue o cu.
—Eu sei, mãe. Obrigada —Esther abraçou a mulher, afundando o rosto entre as tetas generosas dela—. Não sei o que seria de mim sem você. Papai é meio... bom, ele não passa do Edgar.
—Eu notei, mas você precisa entender —Melisa massageou as costas da filha—. Ele é um homem possessivo e a princesinha dele tá namorando um cara dez anos mais velho. Além disso, ele consegue te ouvir quando você transa e isso tira ele do sério.
—Eu tento ficar quieta, mas não consigo.
—E não precisa —Melisa segurou o rosto dela com suavidade—. Você é tão mulher quanto eu. Aproveita o sexo. Grita se quiser. É pra isso que serve. Não se segura em nada.
Uma ternura levemente pervertida surgiu entre as duas. Mãe e filha se deram um beijo nos lábios como boa noite. Melisa disse pra ela ir pro quarto se preparar e que ela terminaria os afazeres.
Mais tarde, a casa se encheu dos sons deliciosos do sexo. Os barulhos que a Esther fazia eram diferentes dos de costume. Mais... gostosos. Ela tava de quatro na cama. As nádegas erguidas e as pernas abertas o máximo que conseguia pra manter a posição. Edgar tava atrás dela. Segurava as cadeiras da garota com as duas mãos, afundando os dedos na carne branca. A pica dele, grossa e coberta de veias, penetrava o cu da Esther com estocadas fortes e profundas. Ele tirava quase a pica inteira até a cabeça rosada ficar visível na abertura escura e distendida, e então voltava a Cravar de uma vez até a base. As bolas pesadas e balançantes dele batiam contra a base da bunda com um som seco e repetido que ecoava por todo o quarto.
Ao mesmo tempo, um dildo vibrador preto estava enfiado até a base na buceta apertada da garota. A base redonda sobressaía entre os lábios inchados da racha dela. Vibrava com uma intensidade constante que fazia os sucos abundantes jorrarem da boceta e escorrerem em fios pelas coxas até molhar o colchão. Os peitos pequenos e pontudos balançavam violentamente para frente e para trás a cada golpe brutal do namorado contra as nádegas dela. A boca dela se abria para soltar gemidos agudos, longos e dilacerantes que atravessavam a parede fina e chegavam ao outro lado da casa.
O lubrificante que a mãe dela tinha comprado era bom, mas o cu dela ainda não dilatava para aguentar o pauzão do namorado.
No quarto ao lado, também não havia silêncio. Melisa estava sentada em cima de Carlos, numa posição de cowgirl invertida para ficar de costas para ele. As pernas dela abertas sobre as coxas dele e o tronco levemente inclinado para frente. Ela conseguia ouvir os gemidos da filha saindo da garganta dela. A pica ereta de Carlos se enterrava fundo na buceta dela. Preenchia a carne molhada. Ela movia os quadris em círculos amplos e brutais. Levantava só até a ponta da pica ficar na abertura, e depois se deixava cair de uma vez para empurrar até a base.
Os peitos grandes e pesados dela quicavam a cada movimento descendente. Os bicos grandes oscilavam em círculos. Carlos agarrava os quadris da mulher com força. Os dedos afundavam marcando a pele, reivindicando-a como sua. Ele investia de baixo com o quadril para enfiar mais a pica na buceta encharcada de Melisa. Ele também ouvia a bagunça da filha no quarto ao lado. Os gemidos altos e agudos de Esther se misturavam com os da esposa. Como podia aguentar o orgasmo com tantos estímulos sonoros por perto?
Apesar de estar excitadíssimo, uma parte dele ainda acreditava que não era certo usar o prazer da filha para si mesmo. Poucos pais ousariam fazer isso. E no entanto, justamente porque poucos fariam, era que o ato em si se tornava delicioso. Sim. Todos os pais deveriam ouvir suas filhas transando pelo menos uma vez na vida. Ter certeza de que, como mulheres, estavam recebendo o prazer que mereciam.
Carlos escutava com atenção cada barulho. Melisa acelerou o movimento dos quadris, levantando a bunda até que a pica do Carlos quase saía da buceta dela. Ela se deixava cair com força brutal e fazia a pica bater contra os lábios dela. O marido continuava metendo com mais força por baixo. As bolas dele batiam na bunda dela com sons secos. As mãos dele subiram pela lateral da Melisa até que ela se jogou para trás. Então, ele conseguiu agarrar os peitos dela. Beliscou os bicos e esticou para cima para torcê-los como castigo. Melisa ficou parada para respirar. Nesse intervalo, os sons da Esther, as batidas repetidas da bunda dela contra o Edgar, ouviam-se com clareza. Eram os gritos de uma gatinha que excitava os pais dela. Carlos imaginava os peitinhos da filha balançando sob as investidas da pica do Edgar.
— Dá pra ver... que ela tá se divertindo — comentou o homem.
— Devem estar comendo ela por trás. Esse era o plano de hoje.
— Quão grande deve ser a pica desse cara?
— Ou melhor, quão pequenininho deve estar o cuzinho da tua filha.
O tom safado da esposa fez Carlos sorrir. Ele esfregou as coxas dela enquanto ela descansava, com o pau ainda dentro da buceta dela.
— Aposto que tu não teria problema em enfiar o pau do Edgar.
— Claro que não. Meu cu dilata fácil — Melisa afastou um fio de cabelo —. Eu falei pra Esther que ela devia começar a treinar com um plug anal há um tempão. Pra o cu ganhar flexibilidade tem que estimular ele muito antes de começar a vida sexual.
—Concordo.
—Damos uma pausa? Quero beber água.
—Sim, já tô com as bolas doendo de tanto que você pula em cima.
—Já vai gozar?
—Quase.
—Então a gente continua mais um pouco. Goza no meu cu.
Os maridos voltaram a foder, embora dessa vez com mais força do que momentos antes. Melisa se levantou e caiu uma e outra vez sobre a pica. Seu cu chupava o órgão enquanto o marido agarrava suas nádegas e as separava para ver como a pica afundava com grande facilidade na saída daquele reto treinado. Os fluidos da mulher escorriam da buceta e encharcavam as bolas dele.
O corpo de Carlos ficou visivelmente tenso. Melisa se cravou até a base, mantendo o esfíncter apertado ao redor da pica. Carlos expeliu jatos de porra quente e grossa pra dentro, enchendo a carne macia interna com seu sêmen branco. Melisa continuou se movendo com um sorriso ao sentir como se entupia dele. Contraiu o cu pra espremer a pica até ter certeza de que o marido terminou de esvaziar as bolas.
Ao se levantar, o pau saiu do cu dela com um som úmido de sucção, e na hora, a porra que Carlos tinha gozado dentro começou a escorrer abundante do buraco dela e formou fios grossos que caíram sobre ele e o lençol. Ela levou uns minutos pra recuperar o fôlego e limpar o suor enquanto o marido fazia o mesmo com um rolo de papel higiênico que tinha ao lado da cama.
—Ei, eu ia comer isso —reclamou ela—. Você sabe que eu adoro lamber a porra que sai do meu cu.
—Por favor, amor. Isso é nojento.
—Pra você. Lembra que você casou com uma safada.
Orgulhosa, Melisa deu um beijo nos lábios dele, vestiu um roupão aberto e saiu do quarto. Foi pra cozinha beber um pouco de água e também dar uma passada no banheiro pra expelir os últimos restinhos de porra que ficaram dentro do reto. Depois de limpa, com o rosto lavado e o cu preparado pra mais uma rodada, decidiu que seria uma boa hora para fazer uma visitinha à sua filha.
A porta do quarto da Esther não estava totalmente fechada. Melisa entrou e viu o genro metendo com força descomunal no cu da Esther, quase como se quisesse machucá-la. Ela teria interrompido o ato, não fosse porque a filha soltava risadinhas de prazer, embora estivesse chorando. As mãos do homem agarravam os quadris da garota. A pica entrava e saía brilhando, por causa da saliva e do lubrificante que se misturavam com os fluidos internos do cu. O vibrador continuava zumbindo sem parar na buceta apertada. Melisa viu os sucos esbranquiçados da buceta da sua adorável filha escorrendo pelo colchão.
Ela se aproximou da cabeceira da cama. Edgar não parou. Ele gostava que a sogra o visse foder a filha. Não era a primeira vez — embora fosse óbvio que Carlos não sabia disso —.
A mulher olhou o rosto da filha. Os olhos dela estavam abertos, com lágrimas pequenas. Gemidos deliciosos saíam dos seus lábios. O corpo dela convulsionava a cada investida no rabo.
— Vamos dormir, amor. Tenta fazer um pouco de silêncio.
Esther não respondeu. Só assentiu. O suor escorria pela testa dela. Edgar também não parou. Continuou agarrado nos quadris da garota, enfiando a pica em investidas profundas. O cu distendido se fechava e abria em volta da carne. Mesmo com a mãe olhando, isso não a impediu. As mãos dela agarravam os lençóis com força e o corpo tremia com os espasmos que o vibrador e a pica proporcionavam.
Melisa entendeu que seria um pecado interromper aquela foda, por mais que o cu da filha recebesse castigo. Ela teria que aprender. Suspirou, girou nos calcanhares e foi embora pelo corredor iluminado.
Entrou no quarto dela. Carlos estava deitado de barriga pra cima, com a pica mole e as bolas penduradas. Melisa sorriu. Pegou o telefone dele e colocou música na caixa de som, pra tentar disfarçar os gemidos constantes da Esther.
— Já melhor acabar. Acho que a menina não vai pra aula amanhã.
—Sério? —Carlos franziu a testa—. É a terceira vez que falta por exaustão de sexo.
—E o que você quer que eu faça? O Edgar tá arrebentando a buceta dela e ela tá adorando. Anda, não seja mau pai. Deixa ela aproveitar e dormir até tarde.
—Uhm... tá bom —o homem resmungou—. Tá certo.
A mulher se abraçou no marido, deixou um beijo nos lábios dele e os dois tentaram pegar no sono.

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aff que vontade de ter uma família assim né? comentem se fariam o mesmo de ter uma filha tão gostosa

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