Daniela e o vizinho tarado

Por fora pareciam um daqueles casais típicos que parece que tudo dá certo, Jorge tem um cargo importante numa empresa de renome, atualmente está num relacionamento com a Daniela, que é 8 anos mais nova que ele. A mina era muito gostosa e com um corpo de dar inveja, mas apesar de estarem morando juntos há um bom tempo, ela só se dedicava aos estudos universitários e à carreira crescente no mundo da modelagem. Ela tinha um coração enorme pra ajudar os outros, mas as tarefas de casa não eram o forte dela. Obviamente, o Jorge já sabia como ela era, e pra ele bastava que a mulher dele ficasse o mais linda possível pra ele poder exibir ela em qualquer lugar, até porque com o que ele ganhava dava pra cobrir as necessidades de limpeza e comida numa boa.






Daniela tem 23 anos, abençoada com um corpo espetacular que mantém em dia na academia, suas pernas longas e sua bunda bem trabalhada eram suas partes favoritas e foi com elas que conquistou Jorge, mas seus outros atributos físicos não ficavam para trás, já que era dona de um belo par de peitos que balançavam majestosamente toda vez que ela corria na esteira da academia, sua pele era clara, seus olhos cor de avelã e seu cabelo comprido que chegava até a cintura a faziam parecer uma modelo profissional, mesmo ainda sendo uma novata nessa área, seu jeito de ser provocante e brincalhona era muito útil para conseguir o que queria na maioria das vezes, seu rostinho inocente fazia com que muitos caras, tanto na academia quanto na faculdade, quisessem algo com ela, mas apesar de seu comportamento dar a entender que era uma garota fácil, ela sempre se fazia respeitar quando a situação pedia.






Apesar da aparência e dos atributos incríveis dela, qualquer um pensaria que a experiência com homens era enorme, mas no caso dela era exatamente o contrário. Daniela era uma novata no assunto amoroso. Antes do Jorge, ela só tinha ficado com um cara, e foi uma experiência rápida. Então, basicamente, o Jorge foi o homem da vida dela. Já estavam juntos há quase 4 anos, e desde o segundo ano ela foi morar com ele na casa dele, que mesmo não sendo muito grande, era acolhedora o suficiente pros dois viverem ali.






Os primeiros meses de convivência foram os mais gratificantes para os dois, teve muito love e sexo nunca faltou, mas com o passar do tempo Jorge foi subindo de cargo na empresa, em pouco tempo já estava no comando de um grupo de pessoas e por causa disso tinha que fazer certos sacrifícios no tempo livre, negligenciando muito a sua namorada deslumbrante. Aos poucos, as relações íntimas foram diminuindo e para uma jovem tão ardente e curiosa como ela, era frustrante não conseguir fazer pelo menos uma vez por dia. Ela, de certa forma, entendia o quanto o trabalho do seu querido podia ser cansativo, mas ainda assim queria fazer a parte dela para que aquelas noites de paixão voltassem. Muitas vezes tentou animá-lo esperando por ele com conjuntos provocantes que caíam perfeitamente nela, e embora nos primeiros dias funcionasse maravilhosamente, logo virou algo rotineiro e o cansaço do homem era maior, chegando a se desculpar e dizer que talvez amanhã eles pudessem fazer antes de desmaiar na cama, ferindo o orgulho da jovenzinha. A coitada, toda excitada, não teve outra opção a não ser se satisfazer sozinha.






Os meses passavam e parecia que a coisa não ia melhorar, logo se satisfazer sozinha não era mais suficiente para ela, ficou meio viciada em sites de pornô caseiro, gostava de ver como as garotas dos vídeos gozavam sem precisar fingir nada como as estrelas pornô faziam, logo descobriu e criou um gosto por vídeos onde caras sem nenhuma graça, entre maduros e velhos, comiam mulheres muito mais jovens e lindas, gostava de ver aqueles rostos horríveis aproveitando o momento, as garotas dos vídeos na grande maioria gozavam sem nenhum pudor já que na maioria dos vídeos caseiros não faziam ideia de que tinha uma câmera gravando ou talvez simplesmente se soltavam porque na vida normal não tinham a oportunidade de se divertir como naquele momento, aos poucos Daniela adquiriu um vício por esse tipo de pornô em particular, já que pensava que as garotas daqueles vídeos passavam pelo mesmo que ela, que tinham maridos muito ocupados deixando-as insatisfeitas e só um maduro com toda a experiência dele podia levá-las até aquele êxtase que tanto desejavam.






A garotinha muitas vezes ficava pensando se fosse ela que estivesse nesse tipo de situação, encarar aqueles velhos tristes e solitários e dar uma alegria que eles nunca esquecessem, ou pelo contrário, ser subjugada por aqueles coroas "malvados", se curvando a tudo que pedissem, por mais humilhante que fosse, e fazê-la chegar ao orgasmo mais profundo. Só de pensar, a pele dela ficava bem sensível e os bicos dos peitos denunciavam. Ela sabia que com o corpo dela podia tornar tudo aquilo realidade, mas ao mesmo tempo sentia remorso e um pouco de vergonha de pensar nessas coisas tendo o parceiro dela, que se mata de trabalhar por ela. Mas a tesão dela era maior, e muitas vezes ela se perdia nos pensamentos tarados.






Uma manhã, depois de se despedir do namorado e passar várias horas no notebook vendo pornô, ela decidiu dar uma volta pela cidade e arejar a cabeça. Vestiu uma blusa azul-clara que não era muito justa, mas, com os atributos que tinha, era impossível esconder os peitos de copa C, uma legging preta que valorizava bastante as pernas longas e o rabo bem definido, um tênis branco, óculos de sol, fez um rabo de cavalo e foi em direção ao centro da cidade.






A figura da garotinha não passava despercebida pelas pessoas que mandavam assobios, elogios e até cantadas pesadas, coisa que ela já tava acostumada e só precisava ignorar. Decidiu desviar um pouco antes de chegar no centro, não demorou muito pra começar a andar por um lugar nada agradável de se ver, a cara típica da pobreza, sujeira e da desigualdade que existia em toda cidade grande. Passou pela parte de trás de um mercadão popular, a visão triste junto com o fedor forte de lixo e cachaça barata eram impossíveis de ignorar. Via num canto gente de má fama jogando cartas numa mesa improvisada e bebendo umas pingas artesanais. A jovem, por segurança, decidiu atravessar pro outro lado da calçada, mas mesmo assim os assobios não demoraram a aparecer. Os óculos de sol ajudavam a não entregar pra onde ela tava olhando, via como aqueles caras horríveis devoravam ela com o olhar. A maioria era uns tiozões de rua com pelo menos 50 anos pra cima, todos esfarrapados e nem precisava chegar perto pra perceber que não tomavam banho há semanas. Via também gente caída por causa do excesso de bebida e uns velhinhos pedindo algumas moedas, no geral, uma cena deplorável.






De repente, como uma ideia passageira, veio-lhe à cabeça que podia alegrar a manhã de algum deles. Mesmo que muitos parecessem brutos, ela achava que também precisavam de um pouco de carinho, e quem melhor do que ela pra dar isso, e talvez ainda ganhar algo gostoso em troca pela boa ação. Lembrava que nos vídeos da internet, a maioria das minas curtia uns encontros casuais com caras nada bonitos e bem mais velhos, como aqueles que via. Por um instante, se imaginou sentada no colo de um deles, recebendo umas carícias sem vergonha na frente de todo mundo, enquanto eles seguiam no jogo de cartas. Um impulso besta animava ela a se aproximar daqueles caras, talvez perguntar algo inocente, ganhar a confiança de um deles e ver o que podia rolar depois, mas o medo e a vergonha eram mais fortes, e ela só seguiu seu caminho.






Depois de se retirar naquele lugar, seguiu seu passo firme até chegar ao centro, tentou se distrair percorrendo os shoppings comprando algumas roupas e maquiagem, depois de muito caminhar, decidiu descansar um pouco numa pracinha antes de voltar pra casa, estava exausta depois de tudo que tinha comprado, antes de se sentar nos banquinhos se aproximou do triciclo de um humilde vendedor de sorvetes artesanais e pediu que lhe desse uma casquinha com duas bolas de chocolate, o sorveteiro, que era um homem de traços andinos bem marcados, uma pele morena produto do sol implacável a que esteve exposto todos esses anos e uma estatura abaixo da média, não tirava os olhos da escultural gatinha, o velho que devia ter uns 65-70 anos daria tudo pra ter ela só por algumas horinhas pra se esbaldar e se sentir jovem de novo, por sua vez a Daniela, apesar do cansaço e do calor sufocante, percebeu os olhares lascivos pros seus peitos bem formados, se sentia muito caridosa naquele dia e como com os outros velhos não fez nada por vergonha e medo, já que eram muitos, agora sentia que devia fazer algo, já que comparado aos outros, esse era só um velhinho inofensivo, pensava ela, então na hora de receber o sorvete se inclinou lentamente de forma que o velho tivesse uma boa visão do começo dos seus peitos bem formados e um pouco mais.






Satisfeita com o presentinho que tinha dado pro velho sorveteiro, ela deu um sorriso meigo, pagou e depois se afastou dele em direção a um banco na sombra, rebolando o mais provocante que conseguia.






Uma vez sentada, finalmente se dispôs a aproveitar seu sorvete, sentindo que tinha feito uma boa ação para um velho e humilde vendedor de sorvetes. A garota brincalhona sabia que tinha mexido com o velhinho quando percebeu que ele tinha movido seu triciclo de sorvetes para o outro lado da pracinha, tentando agir como se esperasse mais clientes, mas a intenção era clara: o velho queria continuar se deleitando com o corpão da universitária e observava não muito longe de onde ela estava. A necessidade de dar outra guloseima ao velho começava a excitá-la e despertar seu lado mais brincalhão. Ela percebeu que não havia ninguém por perto, cruzou as pernas e começou a lamber o sorvete de uma forma bem erótica, como se fosse uma rola. O velho olhava embasbacado como aquela gostosa arrumava o cabelo e movia levemente a boca de um jeito bem provocante, passando a língua por todo lado e lambuzando os lábios com todo o sorvete. A cereja do bolo no plano safado da garota foi quando, de propósito, deixou cair um pouco de sorvete na altura dos peitos, escorrendo um pouco para dentro, fazendo com que ela pegasse um lenço para se limpar: primeiro a parte de cima, depois esticou um pouco a blusa para baixo e começou a limpar tudo o que tinha derramado e escorrido pelos seios. Ela sabia que o velho estava olhando, então abaixou um pouco mais a blusa e se demorou na limpeza.






Agora sim ela estava satisfeita, sabia que seu velhinho tarado tinha visto tudo, então como último presente deixou o lenço com que tinha limpado os peitos no banco e se retirou do mesmo jeito, rebolando aquelas cadeiras ritmicamente, sabia que agora ele teria algo em que pensar nas noites e lembrar dela pra sempre. Alguns minutos depois que a gostosona jovem foi embora, o véio foi até o banco onde sua jovem musa tinha estado, pegou o lenço e antes de guardá-lo deu uma baita cheirada nele, sentindo o aroma de rosas que ela com certeza usava como perfume, depois disso enfiou no bolso e com um sorrisão montou no seu triciclo pra continuar vendendo seus sorvetes.






Daniela voltou para casa e começou a relembrar a experiência que tinha tido com o velho sorveteiro. Mesmo sentindo que tinha feito algo bom por um velho de aparência triste, sentia um pouco de remorso pelo que Jorge poderia dizer se descobrisse. Sabia que não devia pensar mais nisso, mas a ideia e todo o pornô que tinha visto nas últimas semanas já estava entranhado nela, e com um namorado que não a satisfazia como antes, ficava difícil pensar com clareza. A universitária decidiu tomar um banho longo para meditar sobre tudo o que tinha acontecido. Enquanto relaxava na banheira, ouviu a campainha tocar. No começo, não deu importância, mas era tanta insistência que teve que vestir o roupão e sair para ver quem era que batia daquele jeito. Para sua surpresa, era o velho Rômulo, o vizinho mais antigo do condomínio.






Dom Rômulo era um velho de 62 anos, um pouco mais baixo que a Daniela, chegando na altura dos lábios dela. A pele dele era morena, com umas rugas e olheiras bem marcadas que denunciavam uma juventude bem difícil, desde a pobreza extrema que sofreu na infância até os maus caminhos que seguiu por um tempo na juventude-vida adulta. O corpo dele era magro, embora já estivesse aparecendo uma barriguinha de cerveja. As roupas dele consistiam basicamente numa camisa branca bem encardida, que ele deixava aberta mostrando a regata por baixo, e uma calça de tecido bem gasta e folgada. Apesar do visual horrível e dos maus hábitos, o velho ainda tinha força suficiente pra encher o saco dos outros vizinhos com qualquer coisa. Era o tradicional velho rabugento do condomínio, embora o comportamento dele mudasse quando se tratava de alguma gatinha bonita, se comportando da melhor forma possível pra ver se alguma caía na lábia dele, coisa que não fazia muito sucesso por causa da aparência, da idade e do dinheiro curto.






Daniela e o namorado dela tinham conhecido o senhor desde que se mudaram, numa época em que os vizinhos quase nem se cumprimentam, ele tinha sido um dos vizinhos que melhor tinha tratado ela e tinha ajudado ela e o Jorge mais de uma vez quando precisavam. Era um velho habilidoso, já que na juventude tinha que se virar e aprender muita coisa pra sobreviver e não voltar pra vida ruim do roubo e outras coisas. Daniela sentia que ele era como um tio pra ela e amava a natureza gentil dele, claro que aquela gentileza que o dom Rômulo irradiava era só pra ela, já que com o namorado dela as coisas mudavam e tinham tido mais de uma discussão por coisas triviais, ele morava numa das casas mais humildes do condomínio, a casa modesta pertencia na verdade à esposa dele, que era quem trabalhava quando ainda estava viva, ele por sua vez sempre tinha passado o tempo vagabundeando desde que se casou, já tinham se passado uns 15 anos desde que a esposa morreu, o filho único dele nunca teve boas lembranças dele e fazia muito tempo que não o visitava, nessa altura da vida e por causa do jeito dele, praticamente ninguém ligava pra situação dele, era só um velho solitário e triste que se um dia caísse morto ninguém ia dar a mínima.






Daniela, mesmo estando só de roupão, deu um sorriso carinhoso e perguntou o que ele queria, mas pra surpresa dela, naquele dia o velho tava bem irritado, queria descontar no Jorge, já que o bichinho do casal tinha fama de fugir e dessa vez tinha destruído quase todas as plantas da frente da casa dele. Mas como só a doce mocinha tava ali, ele teve que se segurar e parar um tempo pra processar a visão da jovem dona de casa de roupão, depois de um instante rápido pra clarear as ideias, ele lembrou do jardim de novo e explicou, bem puto, tudo o que tinha acontecido. Depois de ouvir a situação, a garota só conseguiu se desculpar e se oferecer pra repor todas as flores que o bichinho tinha estragado, pediu um tempinho pra se trocar e ir junto com ele ver o tamanho do estrago. Depois de um tempo, a doce mocinha saiu com um vestido florido típico de verão que batia um pouco acima do joelho, umas sandálias brancas e um chapéu panamenho que tava na moda na época, esses foram os toques finais.






Ao chegar na casa do velho, percebo que o cachorro dele tinha feito uma bagunça danada e que aquilo não ia levar só um dia, então prometi que viria de manhã pra restaurar o jardim e ainda ajudar com uns serviços básicos, já que dava pra ver que a casa tava bem largada, porque o velho pouco se importava com limpeza e organização, o único hobby dele era o jardim e só.






Dada a sua inexperiência em jardinagem, a Daniela levou vários dias para arrumar toda a bagunça do bichinho dela, todos os dias ela vinha com roupa de academia. Seu Rômulo nunca perdia um detalhe do corpo gostoso da mocinha, toda vez que ela vinha na casa dele, ele se deitava na velha rede e, com a ajuda de uns óculos escuros, podia admirá-la sem problema nenhum de deixá-la desconfortável. Ao terminar o trabalho do dia, o velho oferecia alguma bebida, mas se recusava a ajudar no jardim, já que sentia que aquilo era obrigação dela. Quando ela já estava quase indo embora, sentavam para bater um papo rapidinho. A Dani gostava muito do velho, não ligava que ele não ajudasse, porque sentia que tudo aquilo era culpa dela por não controlar o bicho, então também não contou pro Jorge o que fazia de manhã. A moça estava realmente satisfeita arrumando e aprendendo sobre jardinagem, e nem passava pela cabeça dela usar isso para as novas taras dela, com medo de estragar aquela amizade tão boa.






No terceiro dia, o jardim estava quase pronto e o seu Rômulo pediu pra ela ajudar a carregar umas caixas.






- Sem problema, seu Rômulo. Me mostra o caminho -- respondeu Dani e seguiu Dom Rômulo pelas escadas, onde ele apontou várias caixas carregadas de velhas posses. O velho observou a jovem pegar a primeira caixa e subir as escadas. Ele olhou pra ela por trás enquanto ela subia. O velho enrugado notou como era grande e firme aquele rabo jovem coberto por aquela legging preta apertada, enquanto ele ficava lá embaixo, observando atentamente como ela subia com passos firmes.






O sortudo ficou parado olhando enquanto ela descia de novo, os peitos dela balançando suavemente dentro da camiseta esportiva a cada passo, mostrando que, apesar do bom tamanho, continuavam firmes, fruto da juventude. Dani parecia alheia ao olhar do Seu Rômulo, ainda o via como um velho amigo e não deu muita atenção enquanto voltava para pegar outra caixa. Conforme Dani avançava na tarefa, ela diminuía um pouco o ritmo, o que dava ao velho tempo extra para admirar aquela bunda grande e linda se mexendo a cada degrau que a garota subia.






Pronto, Daniela moveu todas as caixas. Um leve suor cobria seu rosto, ela levantou a parte de baixo da blusa para limpar a testa enquanto seu Rômulo observava. A camiseta esportiva subiu, revelando uma barriga firme e chapada. A camiseta foi erguida até o ponto de mostrar as bordas do sutiã, depois ela baixou a peça de volta e sorriu ao encontrar os olhos do velho.






Uau! Tudo pronto, Sr. Rômulo. Precisa de mais alguma coisa?


—Ah, não querida, é só isso. Que prazer te ver trabalhando. Quer dizer, bem, você já sabe... umm






O que foi, senhor? — perguntou a moça, intrigada com a gagueira do velho.


--Bom, Daniela, me desculpa se meu olhar te deixou desconfortável esses dias, faz tanto tempo que não vejo o corpo de uma mulher, principalmente um tão gostoso quanto o seu, espero que não te incomode eu te falar isso






Sério, seu Rômulo? Não, de jeito nenhum. Eu nem percebi! Kkkk... ééé... cê acha que eu tenho um corpo bom? — perguntou a Daniela e, sem perceber, passou as mãos pelos lados até descer pela cintura e pela barriga.


—Ah, sim... você é realmente muito gostosa. Fico me perguntando se você poderia me fazer um pequeno favor. Hum, algo tipo... esquece... nem devia estar pedindo... desculpa.






Daniela fez uma pausa e observou o velho desviar o olhar por um segundo, se afastando e murmurando um pouco desconfortável e envergonhado.






O que é, seu Rômulo? O senhor me ajudou tanto esse tempo todo, que tipo de favor eu posso fazer pro senhor? Eu realmente posso tentar ajudar.


Não, Dani... eu não devia ter falado nada... é que quando te vi trabalhando hoje, percebi quanto tempo fazia que eu não via uma mulher gostosa e podia admirar o corpo dela.






- Ah, muito obrigado, seu Rômulo, mas me diga, que favor o senhor queria me pedir? Pode falar com confiança.






—Ah, me sinto meio idiota agora... é que nesses dias eu tenho te visto com sua roupa de academia, que por sinal fica muito bem em você, mas... eu tava pensando se talvez eu pudesse te ver com outro tipo de roupa... sabe, algo mais leve, típico de verão e típico de uma mulher tão jovem e gostosa como você, talvez um shortinho... ou uma minissaia ou algo assim. Seria uma forma de lembrar e apreciar como uma mulher realmente se parece, já que, como você sabe, minha esposa faleceu há 15 anos e desde então não estive com outra mulher.






Daniela ficou um pouco surpresa, não tinha percebido que o velho estava olhando para ela o tempo todo, e é que com os óculos escuros que seu Rômulo usava, era difícil saber para onde ele dirigia o olhar.






Nossa, seu Rômulo, não sei... isso é um favor diferente... tô te falando porque não acho que meu namorado vá gostar da ideia de eu usar esse tipo de roupa quando não tô com ele.


Não, tá tudo bem, eu nem devia ter perguntado. Por favor, esquece que eu falei qualquer coisa... Não quero que você pense que eu sou um velho babaca... me desculpa.






-Oh, não se preocupe, Seu. Na real, seu comentário não me incomodou nada, é só que eu não tenho nada assim, embora eu ache que não é muito diferente dos shorts de academia que eu uso quando vou malhar. Comecei a usar eles neste verão, mas fora da academia eu não uso.






--Gatinha, teu corpo é uma delícia, você devia comprar umas coisas como as que eu te falei... ou será que eu poderia?... Quer uns looks bonitinhos? Te falo uma coisa, por todo o trabalho que você fez no jardim e dentro de casa, como agradecimento eu posso te comprar uns conjuntinhos desses pra você e pode usar quando quiser aqui.






-ummm, bom, acho que não seria nada mal variar um pouco minhas roupas pra não ficar sempre com as mesmas, não é que me falte, mas um conjunto novo de roupa nunca cai mal hehe, tá bom, aceito, vou anotar meus tamanhos pra você, pra ser sincera, tava pensando em comprar algumas agora que o verão começa






—Bom, se eu te comprar algo... você sabe... de bom gosto, talvez você pudesse modelar aqui, só por uns minutos— sugeriu com um pouco de medo, conseguindo a aprovação da jovenzinha que balançou a cabeça positivamente.






Realmente isso era um pouco estranho, o velho senhor Rômulo acabou de me pedir pra modelar uma minissaia pra ele lembrar como é uma mulher jovem. Acho que ele deve estar bem sozinho mesmo, e faz muitos anos que a esposa dele morreu. Bom, o que pode dar de errado? Tá começando o verão e mostrar um pouco as pernas não vai fazer mal nenhum" — pensou a garotinha.






- Bem, seria legal ter uma roupa ou duas, então... por que não?






--Pronto então, isso resolve, escolho algo mais tarde em alguma loja do centro e você pode ter pra você bem rapidinho, pensa nisso como um presente meu pra esse verão! e também por ser uma vizinha responsável que assume as travessuras do seu bicho.






¡De acordo! — declarou Dani, pegou uma caneta sobre a mesa e anotou os tamanhos que costuma usar nesse tipo de roupa.


O velho olhou o papel, fez uma ideia dos tamanhos, sorriu ao se imaginar como a garotinha ficaria com o tipo de roupa que ele escolheria por ela e, depois de um silêncio constrangedor, o velho voltou dos seus pensamentos e ofereceu um pouco de chá pra ela.






-Não, tá tudo bem, seu Rômulo. Eu realmente preciso ir.






Daniela foi até a porta de saída, o velhote seguiu de perto, olhando ainda mais de perto aquela bunda deliciosa. Antes de ir embora, a moça se abaixou para ajustar um dos tênis na frente do velho. Enquanto se curvava, o ancião observou a camiseta esportiva cair um pouco, deixando à mostra parte daqueles peitos lindos que balançavam quando ela se mexia para amarrar o tênis. Quando a moça se levantou, o velho desviou o olhar rapidamente e viu a garota sorridente dar tchau e sair.






Naquela mesma tarde, Seu Rômulo chegou a uma loja de roupas jovens, o nervosismo dele era evidente, mas a vergonha de entrar naquela loja pra olhar roupa de mulher sendo ele um velho, ele sabia que ia valer a pena. Quando entrou, uma moça atrás do caixa cumprimentou ele calorosamente.






-Olá, senhor, pode entrar. Está procurando algo especial para algum familiar?






—Bom, eu queria comprar uns presentes… pra minha neta — respondeu o velho e tirou a folha de papel com as medidas da moça.






-Oh, sim, temos muita coisa desse tamanho.






A mulher mostrou a ela uma prateleira com todo tipo de roupa, onde tinha desde a mais recatada até as mais ousadas.






Dá uma olhada e me avisa se precisar de ajuda — disse alegremente a vendedora e depois voltou pro caixa.






O velho examinou a prateleira e encontrou algumas roupas que achou que ficariam uma delícia na garota. Primeiro pegou uma microsaia pequenininha, combinada com uma blusa preta de decote generoso, também viu uns shorts bem curtinhos que com certeza não chegariam a cobrir completamente a bunda enorme da mocinha. O velho não queria levar as coisas longe demais na primeira vez, não queria parecer muito tarado. Mas só de imaginá-la com alguma dessas roupas já o fazia babar.






O velho continuou procurando, já tinha algumas peças pré-selecionadas. Chamou a atenção dele umas blusas justas, ele notou que o tecido branco era meio transparente na luz plena, sabia que tinha que levar aquela peça de qualquer jeito.






Já era noite na casa da mocinha, e Jorge mais uma vez tinha apagado assim que chegou do trabalho, deixando a pobre universitária com vontade de uma transa. Já na cama, a gata ficou pensando em tudo que tinha rolado durante o dia e no que poderia usar amanhã. Por um instante, vieram à mente aquelas imagens do computador dela, onde uns caras horríveis curtem corpos jovens como o dela. Mesmo assim, ela se recusava a acreditar que seu vizinho bonzinho se prestaria a essas coisas. No máximo, achava que ele era um pouco tarado, mas não o culpava, já que fazia muito tempo que a esposa dele tinha morrido. Mas daí a ele passar dos limites com ela, era impossível. De algum jeito, ela estava ansiosa pra ver que tipo de roupa o vizinho velho tinha comprado pra ela.






No dia seguinte, Dani apareceu pontualmente como sempre, vestindo mais uma vez suas leggings pretas, mas agora com uma blusinha rosa justa e decotada. Como hoje não ia trabalhar no jardim, pensou que poderia usá-la e ver a reação dos caras que passavam por ela até chegar na casa do velho. Era um dia quente e a garota se perguntava que tipo de roupa o velho tinha comprado pra ela.






Ela só chegou na porta, seu Rômulo abriu a porta, o velho estava esperando ansioso desde as primeiras horas da manhã, o ancião tinha separado os conjuntos que havia escolhido e os deixou em saquinhos sobre a mesa da sala de jantar. Assim que a garotinha entrou, o velho se ocupou em preparar um chá e em ouvir tudo o que a garotinha tinha feito durante a tarde de ontem.






Já tinham se passado alguns minutos, o velho não prestava atenção na história da Daniela, só queria chegar no momento em que ela fosse se trocar, mal conseguia se segurar, então foi mudando a conversa aos poucos até chegar na parte dos presentes. Ele entregou a sacola que continha um shortinho jeans branco de cintura baixa junto com uma blusa de verão com um decote generoso, ela viu a marca e percebeu que era de uma loja famosa, então não era nada barato o que tinha nas mãos, se sentiu meio culpada já que sabia que o vizinho não tinha muito dinheiro e ainda por cima tinha comprado roupa de marca, o mínimo que ela podia fazer era vestir pra ele e agradecer o gesto.






Oh, que gostosa, valeu, moço!


Ela viu a roupa e segurou contra o corpo. Achou que não seria tão reveladora quando vestisse, na verdade, ficou um pouco decepcionada, já que pensava em usar um dia pra provocar de novo aqueles velhos bêbados do mercado, mesmo assim, estava bem animada com a roupa.






A garota levou a bolsa com ela pro banheiro e vestiu a roupa nova. Ela gostou de como ficou e notou como aquele decote valorizava os peitos dela, depois continuou com o shortinho bem justinho que no começo não chamou muita atenção dela, mas na hora de vestir percebeu que era bem menor e mais chamativo do que tinha imaginado. Ela se virou várias vezes no espelho do banheiro antes de sair, a primeira impressão que teve da roupa tinha parecido normal, mas uma vez vestida, ela ficava realmente espetacular nela, surpreendia ela o quão bem ajustado ficava, e o que ela não sabia é que o velho tinha recebido ajuda da recepcionista da loja pra escolher a melhor peça de acordo com as medidas anotadas por ela. Só tinha um detalhe: ela sentia que os tênis dela não combinavam com a roupa. Depois de pensar por um momento, decidiu tirá-los junto com as meias e sair assim, ela preferia sair descalça do que sair com uns tênis que não combinassem com a roupa bonita que o velho vizinho tinha comprado pra ela.






O velhote esperou impaciente no sofá, mal se contendo. Já começava a imaginar a cena da universitária se trocando, até que finalmente ouviu a porta do banheiro abrir e a cabeça da Dani espiar pelo canto.






- Seu Rômulo... Não tô muito segura disso... é que eu mmm... o senhor sabe.






--calma, garota, tá tudo bem, tenho certeza de que você tá linda, eu tirei um tempo pra garantir que fosse do tamanho que você anotou no papel, mas se mesmo assim não servir, me disseram que dava pra trocar, mas não acho que seja o caso, tenho certeza de que acertei e que você tá maravilhosa.






- Bem, está tudo bem, eu acho... a jovem universitária pensou que talvez tudo isso não fosse uma boa ideia, mas, mesmo assim, Seu Rômulo era um cara tão gentil com ela e realmente parecia tão inofensivo que, se alguém devia vê-la usando aqueles shortinhos além do namorado, que fosse o velho vizinho, então ela saiu do banheiro e entrou na sala.






O velho nojento viu a garota sair tímida do banheiro vestindo a roupa. O tarado não podia acreditar no que via. O decote era maior do que ele tinha previsto e dava uma boa visão daqueles peitos de amamentar sem que ela se abaixasse. Devagar, ele baixou o olhar e pôde ver aquelas pernas bem torneadas, totalmente depiladas. O detalhe dela estar descalça tinha agradado ele, já que destacava ainda mais as pernas longas. O velho ficou embasbacado por uns segundos admirando a garota, foi então que percebeu que um silêncio desconfortável estava se formando e olhou para a Dani. Notou que ela, tímida, desviou o olhar para baixo e com as mãos para trás, como se esperasse a aprovação dele.






—oh meu Deus!, você é uma verdadeira gostosa!, …é, é… uau, essa roupa fica fantástica em você. É perfeita.






-rsrs obrigada, confesso que não estava muito segura no começo, faz tempo que não visto um shortinho tão pequeno e apertado.






--foi feita pra você, Dani, vamos me dá uma voltinha






A garotinha hesitou por um segundo, mas graças ao incentivo do velho, ela se virou lentamente, como se estivesse desfilando para ele.






--Bem, Senhorita Daniela, você está uma gostosa. Tenho certeza de que vai enlouquecer seu namorado quando ele te ver usando essa roupa, vai ser o cara mais feliz do mundo.






-Obrigada, senhor, eu realmente gosto do conjunto que o senhor escolheu.






--Bom, não fica tão tensa, garota, solta um pouco, anda de um lado pro outro. Tenta dar uma volta ou duas como se fosse a passarela de moda que você tá acostumada -- sugeriu o velho querendo que a jovenzinha ganhasse muito mais confiança.






Dani sabia que o velho exagerava, já que ela ainda era novata no assunto desfiles e só tinha participado de uns dois, mas mesmo assim se sentiu encorajada pelo elogio e ficou mais confiante na hora de desfilar pra ele. O velho mal tirava os olhos dela o tempo todo, não queria deixá-la desconfortável encarando, mas era impossível desviar o olhar daquele rabão quando a garota virava as costas. Logo ele começou a bater palmas pra dar ritmo à caminhada, e ela reagiu colocando um pouco de rebolado nos passos, contornava a cintura como se realmente estivesse desfilando num daqueles concursos de beleza. Ela foi ganhando confiança, parando um pouco mais perto dele a cada vez, até que quase esfregou a bunda no sortudo pervertido que tava sentado no sofá.






--Bem, Dani. Acho que com esse conjunto você vai ser a inveja de todas as minas.






Daniela respondeu com um sorriso leve, um pouco corada com os movimentos dele, mas deixando claro que estava se divertindo.






—isto… Dani. Consegui mais alguns looks pra você, talvez você curta esse daqui também, é mais de verão, então pode provar agora ou mais tarde, mas acho que vai te deixar bem gostosa, pega a sacola, fica a seu critério, mas se quiser experimentar, faria um baita favor pra esse velho viúvo.






Daniela pegou a bolsa e olhou pra dentro pra encontrar uma microsaia daquelas que com um leve movimento não te garantem que vai cobrir a bunda inteira e uma blusa bem curiosa. Esse era o tipo de roupa que ela realmente tinha pensado ontem, mas parecia atrevida demais pra vestir, finalmente entendeu que o velho não era tão inocente quanto pensava, mas não podia culpá-lo, fazia muito tempo que a mulher dele tinha morrido, então alegrar um pouco a vista dele não faria mal a ninguém, além de que aos poucos essa situação tava ficando parecida com os vídeos que ela gostava de ver, por um momento deu uma vergonhinha de continuar, mas depois de um tempo decidiu seguir com o jogo. Uma vez dentro do banheiro, foi se trocar, começou com aquela microsaia preta, deu um certo trabalho vestir e ajustar bem o zíper, notou que mal e mal cobria toda a sua bunda imponente e bem trabalhada, mas ao se inclinar só um pouquinho já começava a mostrar mais do que devia, depois foi pra blusa que tinha chamado a atenção dela quando viu na bolsa e agora que tinha vestido notou que não tinha se enganado, o tecido era levemente transparente e pra azar dela naquele dia tava usando um sutiã preto de meia taça que destacava bastante com aquela blusa, olhou de novo o conjunto todo, posou algumas vezes no espelho contemplando a natureza reveladora das roupas, por um momento se imaginou passando com aquela roupa perto dos vagabundos que jogavam cartas ou provocando de novo o velho sorveteiro do triciclo, a mente dela começava a voar embora soubesse que o Jorge nunca ia deixar ela sair sozinha com uns trajes tão "vulgares", então teria que dar um jeito de conseguir o que queria.






Quando a garota parou de imaginar coisas que não devia, voltou a se perguntar se devia modelar a roupa, de repente ouviu o velho horrível perguntar se estava tudo encaixando bem.






-Sim, seu Rômulo, bom... acho que sim.






--Vamos, gostosa, sai daí e a gente confere com certeza.






O tom amigável do velho fez a garotinha encontrar coragem para sair do banheiro. "Acho que não tem nada de mais em modelar um pouquinho pra ele, com certeza é mais revelador que a outra roupa, mas é só o Sr. Rômulo, então não pode ser tão ruim assim ganhar um pouco esse velhinho tarado kkk". — Pensava a gostosa jovenzinha, que não percebia o quanto o velho já estava excitado naquele momento, só de esperar por ela.






-Ok, seu Rômulo, acho que o senhor pode dar uma olhada.






Ela abriu a porta lentamente, mais uma vez, com uma leve hesitação, a universitária cruzou a porta e encontrou o velho horrível de pé esperando por ela. Ela notou como os olhos dele se arregalaram quando ela saiu e ele a viu com aquela roupinha minúscula,






A vista era de tirar o fôlego, o velho teve que sentar por um momento, não podia acreditar na sorte dele enquanto via a Daniela sair do banheiro com a roupa mais sexy que ele podia imaginar. O conjunto realçava perfeitamente as curvas da gostosa, quando ela entrou na sala, a blusa transparente mostrou aquele sutiã de meia-taça que sustentava aqueles peitos cheios de vida. A cada passo da universitária sexy dava pra notar o leve balanço dos peitos dela e umas pequenas protuberâncias que apareciam por causa de tudo que a Daniela tinha pensado antes de sair do banheiro e que ela nem tinha percebido. Quando ela se aproximou mais, viu que os olhos do velho se perdiam nos peitos dela, foi aí que ela percebeu que os mamilos tinham ficado duros e que dava pra ver claramente através da roupa, então ela cruzou os braços tentando esconder.






O velho notou a expressão da garotinha e pensou: "tenho que me controlar, se eu continuar olhando desse jeito essa putinha vai ficar desconfortável e tudo vai pro caralho, ela não pode saber o quanto eu tô doido pra comer ela, tenho que aguentar... pelo menos até ela ficar mais à vontade comigo






Epaaaaaaaa senhorita Daniela, você é incrível, é um prazer para um velhote ter a oportunidade de apreciar esse espetáculo lindo






—Seu Rômulo, eu realmente não tô muito à vontade com essa blusa transparente... desculpa... não tô segura disso.






—Ah, tá bom, gostosa, só queria ver como ficava em você e com certeza essas roupas foram feitas pra você, vamos, me dá outra modelada como a anterior.






A universitária hesitou um pouco, mas mesmo assim começou a posar com os braços cruzados, a transparência da peça de cima a deixava meio atordoada de vergonha e ela tinha esquecido da microsaia que, ao se inclinar um pouco, dava um show indescritível para o velho nojento das suas bundas incríveis e apetitosas.






O velho enrugado não tava preparado pra um acontecimento desses, mas viu o suficiente pra perceber que acabava de ver a bunda mais linda de toda a sua vida miserável, e tava a poucos metros dos olhos dele, e não era à toa, porque o rabo da novinha era o melhor atributo dela.






--Daniela, você está uma gostosa






Sem saber se o dom Rômulo se referia à roupa ou a alguma parte do corpo dela, ela se virou pra olhar pra ele, a gostosa novinha ficou parada enquanto o velho examinava o corpo dela. Aos poucos, ela começava a relaxar, "o pior já tinha passado" pensava ela enquanto via o velho examinando ela sentado no sofá, sem dúvida o dom Rômulo tava curtindo muito aquilo e bom, ela também tava começando a gostar da putaria que aquilo tava causando.






Isso não é tão ruim". "De alguma forma, eu estou ajudando uma pessoa solitária", pensava ela, a garotinha estava feliz em poder dar um pouco de alegria a um velho solitário.






--Tenta andar de novo como se fosse um desfile de moda, mas agora sem as mãos cruzadas.






A garotinha mais confiante de ter a situação sob controle obedeceu e fez a mesma caminhada pelo corredor da sala, deixando os peitos balançarem livremente a cada rebolado que ela dava, girando no final e voltando.






O pervertido aproveitou ao máximo aquilo e ficou de olho na bunda perfeita dela e no balanço daqueles peitos jovens que quicavam a cada passo enquanto ela se aproximava.






A jovem, já mais solta, ouviu de novo o velho começar a bater palmas devagar e, depois de uma passada pelo corredor, pegou o ritmo das palmas e voltou a rebolgar no compasso delas.






A situação logo fez ele lembrar de um dos vídeos que tinha visto no computador, onde uma garotinha fazia um striptease pra um velho enrugado e nojento, e aquilo já estava começando a esquentar ele.






Um, dois, três e quatro, Um, dois, três e..." falava o velho nojento enquanto os aplausos eram bem altos pra Daniela seguir o ritmo. A garota continuou o show do desfile e cada vez mais se aproximava do velho que estava parado. Aí ela começou a se esfregar de propósito nele enquanto girava, e como a bunda dela só estava coberta por aquela tela fina e a calcinha preta pequenininha, o coroa pôde sentir a maciez daquelas carnes quando ela chegava perto.






O sortudo viu a universitária se aproximar de novo levantando a mão. Quando ele se virou, aquela mão brincalhona roçou toda a largura daquela bochecha enrugada.






Mais alguns passos e a menina parou, virou-se para olhar para o senhor Rômulo, parecia estar esperando alguma instrução. O velho pediu mais um desfile e ela assentiu com um sorriso e um leve movimento afirmativo de cabeça. A cada volta que dava, parecia relaxar e curtir mais a sua exibição. Nem se importou tanto que parte da bunda dela ficava à mostra quando fazia o giro. Ela podia ver o efeito que estava causando no velho tarado e adorava ter aquele velho naquela situação, que nunca conseguiria em nenhum outro lugar o show que ela estava dando de presente. Depois de algumas modeladas, estava de frente para o velho de novo, um pouco cansada do desfile pelo corredor.






Tudo o que o velho tinha passado até agora era como um sonho, ele via a Daniela muito mais segura do que antes, sentia que talvez a garotinha pudesse estar disposta a mostrar mais se ele pedisse do jeito certo.






—Sabe, mocinha, tudo isso foi lindo, você me deu um espetáculo delicioso, faz tantos anos que não vejo um corpo tão perfeito e feminino como o seu... Tem algum jeito de você se sentir à vontade pra mostrar... talvez... um pouquinho mais? Prometo que não faço nada, é que seu corpo é tão... tão perfeito.






A proposta atrevida do velho surpreendeu Daniela, ela sabia que o certo seria recusar e sair dali, mas naquele momento lembrou daqueles vídeos pornôs onde muitas vezes começavam daquele jeito e depois terminavam de repente na melhor parte, deixando a pobre novinha com vontade de mais. Ela ficou congelada no lugar por alguns segundos, pensativa. Até onde ela poderia ir naquela situação? A situação dela era muito parecida com a de alguns vídeos que ela gostava de assistir, será que ela conseguiria continuar? Realmente, aquilo tinha começado como um pequeno favor ao experimentar as roupas que o "gentil" velho tinha comprado, mas aquilo já era um pouco diferente.






-Humm, senhor, o senhor realmente quer ver mais? Quer dizer, eu de lingerie? Humm, isso já é um pouco mais difícil, não acha?






—Não, menina, tá tudo bem, me desculpa, perguntei porque acho que qualquer homem ia querer te ver um pouquinho mais à mostra se tivesse a chance, você é tão gostosa… qualquer homem cairia aos seus pés.






O velho agora sentado na poltrona antiga da sala ficou um pouco preocupado com a forma como se mandou na proposta, começou a gaguejar na resposta, e ainda tinha outro problema: a ereção dele estava no auge por causa de todo o espetáculo que tinha recebido. Felizmente, a gatinha não tinha percebido, porque o homem se sentou, disfarçando a enorme ereção.






—Se… se você pudesse me fazer esse favor, eu ficaria eternamente grato a você, Danielita. Imagina que fosse como se você estivesse experimentando um biquíni antes de ir pra praia, é quase a mesma coisa, talvez só pudesse ser uma peça… Será que só a parte de cima?






Daniela estava pensativa, posar de biquíni ela já tinha feito algumas vezes, num concurso de beleza na praia e pro namorado, mas nunca pra outra pessoa em específico. Além disso, sabia que os biquínis que usava eram de tamanho normal, já a sua lingerie era bem menor, tanto na parte de cima quanto na de baixo. Mesmo assim, a tarada nela era maior, e logo começou a ver mais prós do que contras no pedido do velho. Na cabeça dela, pensava e sentia pena ao lembrar que talvez aquela fosse a última vez que ele veria uma garotinha de lingerie.






-Bom, está bem…suponho






O velho esboçou um sorriso ao ouvir aquelas palavras mágicas, dito isso, a gostosa levantou as mãos e começou a tirar aquela blusa transparente que enlouquecia o velho, de repente aqueles olhos remelentos se arregalaram quando viram aquele par perfeito de peitos balançando no momento em que a gostosa tirou a blusa, era inacreditável o balanço que eles davam, pareciam majestosos, firmes e prontos para serem chupados.






Apesar da dúvida inicial, logo percebeu que estava curtindo a atenção que aquele velho safado estava dando pra ela. Ela observou aqueles olhos que encaravam fixamente o peito dela.






Meu Deus… OH meu Deus






O velho arfou, vendo como aquela jovem deusa tinha atendido ao seu pedido e agora via aquelas esplêndidas montanhas de carne adornadas com aquele sutiãzinho na própria sala de estar dela. Ela permaneceu imóvel, sentiu os mamilos se endurecerem mais uma vez ao saber que ele estava encarando-os fixamente. Ninguém disse nada por alguns segundos. A garota ficou parada enquanto o velho safado a olhava sem piscar, agora sem aquela blusa, ele pôde notar as pequenas sardas que enfeitavam a parte de cima dos seios, soltou um elogio safado sobre aquelas sardas lindas, surpreendendo a jovem com o quão observador o velho era, e ela se lembrou de como o namorado dela nunca tinha dito nada sobre as sardas dela.






A jovem universitária se mexeu levemente e os peitos dela balançaram. Seu Rômulo finalmente desviou o olhar e encarou sua musa, que buscava a reação dele.






—nossa!, meu Deus, fiquei sem palavras, são magníficos... digo, ummm, não consigo acreditar como são perfeitos.






vejo que você realmente gosta da vista, seu senhor pervertido rsrs


A moça, um pouco mais calma e excitada com a situação, pegou cada peito com a mão, levantando-os enquanto o velho acompanhava com o olhar, depois os soltou para que a força da gravidade fizesse seu trabalho e o sortudo pudesse ver o balanço e a firmeza daqueles peitos jovens que voltavam ao lugar depois de alguns quiques.






-ufff, são perfeitas mesmo, Danielita, qualquer homem morreria pra ter elas nas mãos






Apesar da situação tensa e de o velho cada vez se soltar mais nas palavras, Dani rapidamente se acostumava com a situação. Por sua vez, o velho, nesse momento, já pouco se importava em esconder a ereção, só queria continuar vendo aquelas toronjas perfeitas e de dar água na boca.






A situação estava ficando cada vez mais favorável para o velho Rômulo, já que sem muito esforço ele tinha conseguido que a jovem universitária e dona de casa ficasse na frente dele com uma microsaia e com o sutiã preto de meia taça. Vendo sua sorte, ele decidiu esticar um pouco mais.






—pequena Daniela, você é mesmo um anjo caído, estou muito feliz com tudo o que você fez por este pobre velho solitário, mas…






-não me diga, agora você quer que eu tire a saia, né?






A resposta surpreendeu o velho enrugado, que só balançou a cabeça.






Daniela olhou para os olhos suplicantes do seu Rómulo. Não tinha certeza se conseguiria ir tão longe, sua bunda firme era o que os homens mais desejavam nela, mas já estava envolvida no momento, um pequeno impulso dentro dela insistia para que continuasse, já que com essa putaria com certeza teria muito em que pensar nas noites frias em que Jorge não a tocava. Então, sem mais, abaixou o zíper e começou a tirar lentamente aquela microsaia apertada, foi meio difícil fazer isso porque ela realmente estava bem justa e, a cada movimento que fazia, nem percebia que seus peitos balançavam alegremente diante dos olhos daquele velho tarado.






Dom Rômulo mal podia acreditar na sorte dele, dessa vez a garotinha tinha dado o primeiro passo, os olhos dele se arregalaram quando as mãos finas da menina foram para os lados da cintura dela e começaram a descer devagarinho a microsaia pra depois virar de costas e se inclinar levemente mostrando a parte favorita do corpo dela, a parte que tinha feito ela famosa na faculdade, aquela bunda enorme e bem trabalhada que ela tinha malhado por anos na academia, uma calcinha fina preta que parecia uma fio dental completou o espetáculo






—Oh, meu Deus...






O velho Rômulo arfou, mal conseguindo falar.






O senhor gosta, seu Rômulo? — perguntou, toda provocante, a Daniela.


-nunca tinha ficado assim tão exposta na frente de outra pessoa que não fosse meu namorado, mas isso eu só faço por você, já que sempre foi um docinho comigo e vai ser nosso segredinho.






--sim, sim, o que você disser, preciosa, vai ser nosso segredo, ufff, você é uma deusa completa, tá me enlouquecendo, gata, essa bunda é perfeita






-jiji obrigado, Don. Adorei os dois conjuntos, mas infelizmente acho que não dá pra usar na rua, o povo lá fora não é tão educado quanto você, e além disso meu namorado nunca deixaria eu usar eles.






—mas que bobagem você fala, gostosa, tudo fica tão bem em você e seria uma pena você não usar de novo






-hummm bom, se o senhor continuar sendo tão gostoso comigo, talvez e só taaaalvez eu possa vir te visitar um dia ou outro e vestir de novo a roupa que o senhor me comprou, mas só isso hein, o de hoje é um presente especial jiji






—sempre vou te tratar como uma rainha, neném, e já que hoje é um dia especial, como você mesma disse… que tal um abraço?






Ai! Seu Rômulo, como o senhor ficou atrevido, não te conhecia assim, mas acho que vou negar o seu pedido, porque pode olhar, mas não pode tocar, kkk.


--vamos, Danielita, só por hoje, que é um dia especial, você mesmo disse.






A gostosa logo percebeu que não devia falar demais, já que qualquer coisa poderia ser usada contra ela mais tarde.






-mmm bom tá bom, mas só por hoje que é especial






Dito isso, abriu os braços e esperou o velho se levantar do sofá pra vir até ela. O velho Rômulo se levantou como se fosse uma mola e praticamente se jogou em cima dela pra dar o melhor abraço. A menina conseguiu sentir um cheiro estranho, e é que o velho, por ficar sozinho, não frequentava muito o chuveiro até ser realmente necessário. Mas o que mais a surpreendeu foi que ela sentiu algo duro na perna direita, era impossível não saber o que era aquilo.






--obrigado por tudo, gostosa, esse foi o melhor dia da minha vida, você tem um corpo realmente delicioso, qualquer homem mataria pra estar no meu lugar






A gostosa correspondeu ao abraço por uns momentos, mas aquela coisa dura que sentia na perna dela a deixava nervosa, então depois de alguns segundos ela mesma quebrou o abraço e deu um passo pra trás.






- Ok, seu Rômulo, acho que já chega de abraçinho.






—Bom, pequena Daniela, você realmente me deixou muito feliz, mas como todo homem ao ver esse monumento de mulher que você é, sempre quer mais, então... tem algum jeito de você me deixar...






Senhor Rômulo!


A gostosa da novinha riu depois da bronca. Ela se surpreendia como o velho sem-vergonha queria ainda mais.






O que mais ela poderia me pedir?, Quer dizer, estou na sala dela só de calcinha e já desfilei pra ela todas as vezes que ela quis, o que mais ela poderia me pedir? – falei num tom provocante, mas meio surpresa


O velho notou o tom de voz com que falei com sua musa e sabia que tinha luz verde pra se

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