Uma noite na represa

Naquela noite, saí de casa quando ele veio me buscar e fomos dar uma volta pelo centro, depois por Valle Viejo e paramos num quiosque. Ele me perguntou se eu queria beber algo, eu disse que não, que não bebia, então ele me comprou uma água saborizada. Ele comprou umas duas ou três cervejas e, além disso, me comprou chocolates, alfajores e essas coisas. Seguimos pela estrada, ele me perguntou se eu queria ir até Pirquitas, ficar por lá, conversar e também ver a lua, porque naquela noite tinha lua cheia e o céu estava limpo, então eu disse que tudo bem. Chegamos e descemos do carro enquanto ele tomava a cerveja e eu tomava minha água saborizada, e conversamos sobre tudo: o trabalho dele, meus estudos, a vida dele, a família, vários assuntos, na real. E foi aí que ele se aproximou de mim e perguntou se podia me beijar. Eu, claro, disse que não, e continuamos conversando e bebendo. Já depois de um tempo, ele não perguntou mais se podia me beijar, simplesmente me encarou e me beijou. Depois seguimos conversando e eu comendo meu chocolate, e num momento começou a fazer frio, então subimos no carro. Quando estávamos lá dentro, ele começou a me beijar, estávamos obviamente no banco da frente, então ele começou a me beijar e eu deixei ele me tocar os peitos, e ele continuou me beijando bem intensamente e começou a me tocar por cima da roupa nos meus peitos, e desceu até minha buceta por cima da legging, tudo isso no banco da frente, inclinado sobre mim. Depois ele levantou minhas camisetas, tirou meus peitos pra fora e começou a me beijar enquanto passava as mãos pela minha calça e me tocava o clitóris bem devagar com a mão. Ele me abaixou a calça e se inclinou pra me chupar a buceta. Como ele se sentia meio desconfortável, me perguntou se a gente queria ir pra trás, e eu disse que sim, então a gente passou pra lá e ele começou a me despir enquanto me beijava, e depois começou a me chupar os peitos, ele por cima de mim, deitados no banco de trás, e começou a descer até minha buceta e me chupou, levantando minhas pernas enquanto ele ia tirando a roupa, e Ele também ficou nu e continuou me chupando até me fazer gozar na boca dele. Depois, ele se posicionou na minha frente, querendo meter o pau em mim, mas eu o parei e disse que sem camisinha a gente não ia fazer nada. Ele se abaixou, pegou uma camisinha na carteira dele, vestiu e voltou a se ajoelhar na minha frente, começando a meter o pau devagar. Ele me comeu assim enquanto eu estava de barriga pra cima. Ele levantava minhas pernas e as apoiava nos braços dele, depois levantava uma e colocava no ombro, e me comia daquele jeito. Depois de muitos minutos, ele me virou de lado enquanto continuava ajoelhado, me comendo e apalpando meus peitos, dizendo que eu era muito boa e que não tinha nada a invejar de outras mulheres. Enquanto me segurava daquele jeito, ele saiu de dentro de mim, tirou a camisinha e gozou na minha cintura. Aí a gente se limpou, se vestiu e saiu do carro pra pegar um ar fresco. Não tinha quase ninguém na represa, além de estar escuro e os vidros serem polarizados. Depois de descer, ficamos lá conversando, bebendo o que a gente tinha levado, e voltamos pra cidade. No final, ele me deixou em casa.

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