Oi, como é que vocês estão? Meu nome é Javier e sou gay enrustido. Apesar de ter tido encontros casuais, sempre fui muito reservado, ninguém do meu círculo sabe disso, pra todo mundo eu sou hétero e me comporto como tal, mas na intimidade, mais de uma vez já meti coisas em mim. Tenho um dilema enorme de não saber se um dia vou ter coragem de revelar isso, porque meus sentimentos e vontades estão cada vez mais difíceis de esconder. Mas não quero encher o saco de vocês com meus problemas pessoais se não for pra contar como eu tive que cair tão baixo pra matar a vontade que eu tava sentindo por um amigo meu. Tenho vários grupos de amigos, ex-colegas, da vida e do futebol, e é daí que aparece o Nicolás, ele é 2 anos mais velho que eu e a gente se conhece há bastante tempo por amigos em comum e a gente se deu super bem. Entre todas as pessoas que eu conheço, acho que ele foi o único que eu vi como mais que um amigo. Ele é alto, atlético e tem aquela pegada de líder, o que torna qualquer homem atraente, vocês já sabem como eu o via, mas sempre tratei ele mais como amigo do que outra coisa, só que não dava pra negar que às vezes a buceta dava uma coçada quando eu tava com ele. Mas como um macho de verdade, um puto e os therians tinham relação, bom, como vocês sabem, essa moda ficou muito popular nos últimos meses e esse assunto não ia faltar nas reuniões e conversas do meu grupo de amigos. As zoeiras e comentários sobre eles eram os típicos, mas numa ocasião em que depois de jogar bola a gente fez o terceiro tempo, o assunto voltou de novo, mas dessa vez graças ao álcool o tom da conversa mudou totalmente, de querer bater neles e zoar passou pra querer comer eles. Tavam viralizando vídeos deles e dava pra ver minas e caras fazendo essa moda e reuniões, e muitas representantes desse movimento eram muito gostosas, o que aumentava o tesão dos meus amigos. Até aí tudo normal, digamos, até eu ouvir o Nicolás dando a opinião dele, basicamente ele não ligaria se fosse cara ou mina, contanto que estivesse vestido de therian. A gente podia julgar ele... degeneração ou culpar a bebida dele, todo mundo levou na segunda opção, mas dentro de mim surgiu um sentimento e uma ideia, a primeira coisa que imaginei foi o Nicolas me comendo com força por trás, não importava como eu estivesse vestida, mas também senti inveja de como ele falava do que faria, e ao perceber que se fosse um cara ele não ligava, o tempo passou e eu nunca tirei essa ideia da cabeça, mas era só uma fantasia, até que comecei a notar que o Nicolás vivia postando memes dos therians nos status dele no WhatsApp, ninguém repararia porque era moda e não passava daquilo, mas eu ainda lembrava do que ele disse e levei aquilo como um sinal... numa ocasião decidi ir além e quando vi que ele postou memes de novo, fui direto em sites pornô e comecei a procurar vídeos de therians ou parecidos, não foi difícil achar uns bons, baixei o primeiro e mandei como resposta no status dele. O vídeo durava uns 3 minutos e era de uma mina com máscara chupando a pica de um cara, passaram alguns minutos, talvez enquanto ele baixava e assistia, até que ele respondeu:
–AJAJAJA que tasty (com uma carinha rindo) –Nicolás
–jaja já tô começando a me interessar também –eu
–jaja de onde você tirou esse vídeo? tem mais? –Nicolás
–mandaram num grupo que eu tô, acho que tinha outro
Nesse momento comecei a procurar um vídeo mais específico no catálogo do site, até que achei, era um vídeo de uns 4 minutos onde um cara com a bunda de animal estava de quatro e era penetrado por outro, escolhi esse vídeo porque o cara passivo era muito parecido comigo fisicamente e até na cor do cabelo, mandei pra ele e dessa vez ele demorou mais pra responder, até que respondeu de novo:
–ufff sabe quee jaja, esse cara me parece conhecido –Nicolás
Senti um arrepio quando li essa mensagem, podia ser que tudo fosse pro caralho, então com nervosismo respondi:
–acho que não conhecemos ele não jaja –eu
–pode ser qualquer um jaja que-Nicolás
Por sorte mudamos de assunto bem rápido, mas ainda continuamos com os therians. A partir daí, um tema recorrente entre nós dois era esse; ele sempre me mostrou uma postura neutra, eu também, mas era óbvio que ele tinha algum interesse ou curiosidade nisso. Em mais de uma ocasião, ele me disse que se tivesse a oportunidade, não desperdiçaria em se deixar fazer um boquete por uma dessas pessoas. A forma já estava definida, agora só faltava o como. Obviamente, eu não ia propor pra ele ser promíscuo, já que ele com certeza se assustaria e até poderia contar, e era algo que eu obviamente não queria que acontecesse. Passaram-se mais alguns dias e, embora eu ainda procurasse uma forma de executar meu plano, sempre era o mesmo obstáculo, até que num dia, como se nada fosse, o Nicolás me mandou uma imagem que era um panfleto de um encontro therian na praça da nossa cidade. Como era um assunto normal entre nós e já havia confiança, ele me propôs:
— E aí, e se a gente for ver como é? Com certeza vai estar cheio de raposinhas e cachorrinhas, kkk. — Nicolás
— Sim, bora! — respondi eu, e depois de coordenar como faríamos naquele dia, nos despedimos. Eu estava muito feliz. Apesar de já nos conhecermos há bastante tempo, era a primeira vez que sairíamos só eu e ele; sempre coincidíamos com outros amigos, nada mais. Fiquei tão obcecado com isso que, navegando no Facebook, encontrei uma pessoa que vendia essas máscaras, rabos e outros acessórios. Como o encontro estava se aproximando, não hesitei e comprei. Por sorte era perto e no dia seguinte já chegou, e veio tudo embalado e lacrado pra ninguém ver. Sem perder tempo, fui pro meu quarto, tranquei a porta e abri o pacote. Lá estava a máscara, como se estivesse me encarando fixamente, como se soubesse o que eu tinha planejado fazer com ela. A máscara era de uma raposa com tons de cinza e preto, acho que era a mais comum de todas. Por sorte, era grande o bastante pra cobrir boa parte das minhas feições faciais. A bunda era quase do mesmo tom, mas vinha com uma fita que servia pra ajustar na cintura. cintura, coloquei os dois e fiquei na frente do espelho, ao me ver primeiro me senti ridículo, pensava na besteira que estava fazendo, mas quase na mesma hora veio o Nicolas na minha cabeça, e tudo o que ele dizia que faria se tivesse a oportunidade, me ver fantasiado do jeito que deixava meu macho excitado, começou a me excitar tanto que eu não conseguia parar de alucinar com cada coisa, eu me ajoelhava e fazia as poses de animal e cada vez sentia muita vontade de me tocar na bunda pensando no Nicolas, como eu disse ninguém ao meu redor sabe que sou gay, por isso nunca comprei nenhum brinquedinho pra satisfazer minha libido com medo de acharem, mas eu me virava com vários artefatos que substituíam perfeitamente um pau de carne, meu favorito era um tonfa (é tipo um cassetete que a polícia usa pra conter violentos) de grossura não era muito grosso mas também não era fino, era ideal, de comprimento tinha uns 50 ou 60 cm mais ou menos, apesar de ser meu favorito não usava muito porque o tamanho e a rigidez me faziam doer bastante, nunca consegui enfiar mais de 5 ou 6 cm, depois eu trocava por outro menor, mas dessa vez eu queria sentir algo realmente grande. Peguei minha creminha da cômoda, lubrifiquei toda a ponta e levando um pouco nos dedos me deitei na cama do lado esquerdo, abaixei o short só até abaixo da bunda e com os dedos comecei a passar no meu cu pra lubrificar, ajustei o tonfa nas cobertas e a outra ponta no meu cu e com movimentos lentos deixei me penetrar, ainda estava com a máscara e a bunda, eu fechava os olhos imaginando que era o Nicolas quem estava comendo meu cu, me acariciava enquanto sentia os pelos da bunda acariciando minhas nádegas a cada movimento, com minha mão abria minha bunda pra que esse dildo improvisado fizesse seu trabalho pelas laterais do meu cu, com a outra mão tirei meu pau pra fora da calça, embora estivesse mole, eu podia sentir a excitação, cheguei a um ponto de êxtase tão grande que comecei a gemer abrindo a boca pra engolando o máximo de ar enquanto meus olhos reviravam, não aguentei mais e do meu pau flácido começou a sair sêmen, não conseguia entender, era a primeira vez que sentia algo assim... sem nem me tocar, meu corpo respondeu como uma garota. Naquele momento parei pra descansar, mas ainda sentia a pulsação do meu cu por causa do dildo, e qual foi minha surpresa ao perceber que o dildo tinha entrado até um pouco mais da metade, nem tinha notado que foi tão fundo, mas tava mais que satisfeito, tirei ele devagar e depois fui limpar tudo.
Chegou o grande dia e o nervosismo tava me destruindo, não sabia o que podia rolar mas não queria perder aquela oportunidade, fiquei tão na dúvida que até pensei em cancelar tudo até que chegou uma mensagem do Nicolas dizendo que em instantes passava pra me buscar, depois de continuar meditando agi só por instinto e me preparei, mas dentro de uma mochila coloquei a máscara, a Booty, um casaco e até uma calça, minutos depois o Nicolas chegou no carro dele e começamos a viagem até o encontro, no caminho conversamos sobre muita coisa, não era longe mas o trânsito tava um inferno.
Já no local, a gente deu uma volta vendo os fenômenos, o Nicolas não parava de olhar pras minas, tanto therians quanto normais, as idades variavam muito mas ele não parava de soltar comentários sexuais e fazer gestos, olhares de prazer, tudo tava normal até que um grupo de minas passou perto da gente e ambos se olharam e falaram coisas com o Nicolas, nessa altura eu já não aguentava mais, sabia que se eu não agisse qualquer uma delas ia roubar o Nico de mim.
Comecei a estudar a situação e percebi que a alguns metros da gente tinham os banheiros químicos perto do limite do terreno,
- me espera um pouco que vou no banheiro - perguntei
- pode ir, te espero aqui, depois a gente compra algo pra beber - respondeu o Nicolas
Fui pros banheiros olhando pra trás de vez em quando pra ver se meu amigo não tava me seguindo, quando entrei num dos banheiros, senti a pressão cair, estava prestes a me transformar em outra coisa só por causa de um homem, isso era o limite da minha homossexualidade. Primeiro tirei a calça e troquei pela que trouxe na mochila, como só peguei por impulso não percebi que era uma velha, ou seja, de quando eu era mais novo, por sorte ficou boa mas apertada, o que fazia minha figura se destacar mais. Coloquei o casaco e depois os acessórios da fantasia, saí do cubículo e escondi minha mochila atrás da fileira dos banheiros, caminhei pensando em como chamaria a atenção do Nicolás, até que o vejo perto com um copo na mão, fiquei tenso, pensei que ele tinha me descoberto, mas pelo visto ele não percebeu nada. Parei a poucos metros dele, fingindo que esperava alguém, ele não demorou a notar minha presença, mas como eu estava todo coberto ele não percebeu que era eu. Entrei muito no personagem, fazendo todos os gestos do papel, vale ressaltar que a calça marcava muito minha bunda, que eu levantava de propósito pra ele ver, dava pra notar como o olhar dele se deliciava comigo, mas ainda estava tudo morno, até que:
- Tá esperando alguém? - perguntou o Nicolás
Eu me virei pra olhar pra ele e só consegui assentir com a cabeça
- Ah, certo, vocês não podem falar, haha - continuou num tom de deboche
Eu sorri e neguei com a cabeça em cumplicidade, continuamos nesse dialeto enquanto a cada pergunta que ele fazia, ele se aproximava mais de mim, tanto que praticamente ficamos a poucos centímetros um do outro, sentia minhas pernas tremendo mas não tinha mais volta, ele continuava falando comigo e eu correspondia bem feliz até que ele fez a pergunta fatal
- Cê é mina ou mano? - perguntou o Nicolás me encarando
Vale ressaltar que eu tava com o capuz do casaco levantado e não era fácil decifrar meu gênero, só fiz um gesto ambíguo mas dando a entender que era menino, naquele momento ele deu um pequeno passo pra trás, não Muito exagerado, mas sim, percebi que podia perdê-lo. Olhei ao redor e vi que tinha pouca gente no setor dos banheiros, e atrás deles uns arbustos que do outro lado davam no estacionamento. Sem pensar duas vezes, peguei na mão dele e me dirigi pra aquele lugar. Esperava alguma resistência, até um xingamento, mas pra minha surpresa ele me seguiu tranquilamente. Atravessamos os arbustos e chegamos no estacionamento. Caminhamos lado a lado por alguns metros até chegar numa árvore onde estava estacionado um veículo de bunda grande. Ele se posicionou de costas pra ele, olhando pra todos os lados, e eu fiquei só na frente dele. Uns segundos depois, ele baixa a mão pro volume e, sem esperar, começa a desabotoar a calça. Só abaixa alguns centímetros e depois me pega pelo ombro e me empurra pra baixo. Quando me ajoelho, tenho na minha frente um volume enorme pedindo pra sair daquela cueca apertada. Um pauzão marcado pra direita. Levanto o olhar pra observar o Nicolás, que me olhava com uns olhos de pura luxúria, mordendo os lábios. Aquilo me detonou por completo. Levei minhas mãos à cueca dele e deixei a besta sair. Aquela pica enorme estava a três centímetros do meu rosto, exalando um aroma inexplicável. Via aquela cabeça vermelha brilhando, e o prepúcio se soltando sozinho, como se agradecesse por eu ter tirado ele daquela prisão. Me segurei nas pernas dele e comecei a comer a rola do meu amigo. Comecei enfiando só a cabeça e tirando devagar, cheia de saliva. Quando tava toda dentro, com a língua roçava a uretra dele, e eu sentia uns espasmos leves e ele se retraía. Não aguentei muito tempo assim, porque o Nicolás pegou na minha cabeça e começou a empurrar mais pra dentro. Sentia a ponta do membro dele roçando o fundo da minha garganta enquanto mais pedaço entrava na minha boca. Só consegui deixar a boca aberta e manter os dentes afastados enquanto meu amigo abusava de mim. Ele alternava entre estocadas e às vezes puxava minha cabeça pra perto. Várias vezes quase me fez engasgar, mas com movimentos rápidos eu podia me acomodar de novo, quando finalmente ele tirou as mãos de mim e deixou a pica na minha boca pra eu continuar, segurei com uma mão e comecei a respirar mais relaxada enquanto masturbava ele, olhava pra ele enquanto ele mordia os lábios mas mesmo assim observava os arredores, me dava tesão a segurança que ele emanava, com a outra mão abaixei um pouco mais a roupa dele e levantei o pau dele pra ter acesso livre às bolas, me ajoelhei deixando o membro cair sobre meu rosto e comecei a beijar os testículos, passando a língua e subindo de vez em quando até o tronco, com as mãos já me segurei nas pernas dele enquanto continuava chupando os genitais um por um, enquanto fazia isso ele pegou o próprio pau e começou a me dar leves batidas no rosto, até que me afastei e de novo tenho a cabeça dele pra meter na minha boca, enquanto eu chupava ele ia descascando devagar pra mim, eu chupava, beijava os lados e passava a língua por baixo, fiquei assim por vários minutos mesmo com os membros doendo e a boca um pouco cansada, não queria parar de chupar essa pica linda que vinha grudada no garoto que eu queria há tanto tempo, me decidi completamente a fazer ele gozar na minha boca, então comecei a masturbar ele cada vez mais forte e apertado mas sem tirar da minha boca, ele colocou uma mão na minha cabeça e a outra na cintura dele se colocando numa postura de total autoridade e dominância sobre mim que era só uma puta satisfazendo meu líder, já dava pra sentir a agitação dele e leves espasmos, ele já ia gozar, abri a boca pra receber, mas naquele instante se ouviram vozes de pessoas bem perto, num ato incrivelmente rápido ele se abaixou pra pegar a roupa e vestir, mas não antes de soltar algumas gotinhas dentro da minha boca. Assustada eu também me afastei dele mas sentia aquele gostinho quentinho e salgado dentro dos meus lábios, o que inconscientemente eu saboreei, era a primeira vez que provava sêmen e sinceramente gostei muito, quando vejo um Nicolasya estava se ajeitando a roupa e atrás dos carros passava um grupo de pessoas, não repararam na gente porque nem olharam pra nossa direção, mas levamos um susto danado, ficamos em silêncio por uns segundos até que ele exclamou:
— Que filhos da puta, me deixaram na vontade, mas não vou ficar assim não — disse Nicolas enquanto me olhava com uns olhos selvagens, eu me aproximei dele e passei a mão acariciando a braguilha dele enquanto o encarava completamente submissa.
Ele colocou a mão no meu ombro e me deu um empurrãozinho, me fazendo entender que eu deveria andar, obedeci e atrás de mim ele avançou, caminhamos vários metros observando se não tinha mais ninguém por perto, e eu aproveitava pra andar exagerando nas minhas cadeiras e sentia a bunda se mexendo de um jeito bem sensual batendo a cada passo. Seguimos andando mais alguns metros quando sinto ele se aproximar mais e me agarrar com força nas nádegas enfiando vários dedos no meu cu, isso me excitou um pouco mas era exatamente o que eu queria. Ele se adiantou um pouco e ficou olhando o pátio de um local que estava fechado, entrou por um corredorzinho entre as casas e eu sem dizer nada só fui atrás. Ao passar por aquele corredor chegamos num terreno todo murado mas quase abandonado, quando virei a esquina ele já estava de pé tentando tirar a calça, eu me aproximei e quase quando ia me ajoelhar na frente dele de novo ele me parou:
— Espera, você já me chupou, agora quero aquela bundinha minúscula que você tem —
Fiquei um pouco surpresa com as palavras dele mas também me deixou com mais tesão. Encostei meu rosto no peito dele enquanto com as mãos abaixava a cueca e tirava o pau dele de novo que já estava totalmente duro, quando tirei ele todo pra fora massageei por um momento enquanto sentia o cheiro do perfume dele que era como uma droga que me deixava hipnotizada, aquelas feromônios ativaram meus instintos mais baixos que sabiam exatamente o que eu queria e como eu queria. Me virei pra ficar de costas pra ele, fui abaixando a calça lentamente, esticando minha bunda como qualquer puta se entrega pro seu macho, deixando por cima dos meus joelhos, o Nicolás toma o controle me posicionando contra a parede, me seguro nela, levanto minhas cadeiras pra receber aquela pica, ele se acomoda atrás de mim, e sinto seus dedos molhados preparando meu cuzinho. ele segura minha cintura com uma das mãos e sinto minha bunda beijando a cabeça da piroca dele, devagar ele vai abrindo caminho dentro de mim, mesmo sendo mais grosso que meu tonfa, parece muito mais gostoso. sabendo que é do Nicolás, começa a me comer devagar só com a cabeça até que cada vez coloca mais pressão, chegando até o fundo e batendo nas minhas entranhas até meu esfíncter finalmente ceder diante desse castigo tremendo e deixar entrar toda a virilidade dele, agora ele me segura com as duas mãos na cintura, e eu ainda segurando todo o membro dele enquanto ele me penetra cada vez mais rápido, minha bolinha eu sinto como uma verruga que cada vez entra mais enquanto meus testículos se grudam em mim sem conseguir se mexer, sem ter nada pra apertar minhas mãos só consigo raspar as unhas naquela parede, mas mordendo meus lábios cada vez mais forte resistindo ao prazer, a tesão e a excitação não se refletiam no meu pau mas eu sentia que tava prestes a gozar. meus grunhidos se transformavam cada vez mais em gemidos que deixavam o Nicolás mais violento e cada vez ele metia mais rápido, as cadeiras dele batiam na minha bunda fazendo uma melodia perfeita até que sem nenhum aviso sinto que tô gozando, sem espasmos nem orgasmo, só sinto algo saindo de dentro de mim, no começo pensei que era mijo, mas quando olho pra baixo era meu sêmen que a cada estocada saía como cusparadas caindo na minha cueca manchando tudo, longe de me dar nojo, eu queria mais disso, me inclino mais pra baixo pra ficar mais alinhado com o Nicolás, e ele me pega pelo pescoço por trás pelo capuz sem tirar, mas agora ele tirava o pau até a cabeça e metia tudo de novo, me deixou assim por vários momentos até que a intensidade começa a baixar e ele me diz
-onde você quer a cum? -pergunto nicolas
Eu, sem sair do meu personagem, mas com a boca aberta
buscando ar, só inclino a cabeça em direção a ele enquanto estico a língua, tentando
manter por causa das estocadas, escuto ele soltar uma risadinha e começar
dessa vez sim a me comer com tudo, me penetrando até onde dava pra
depois sair de novo, agora sim eu podia sentir como meu corpo funcionava, meu pinto pequeno
começou a endurecer e batendo na minha barriga, até que as estocadas foram
tão rápidas que ao mesmo tempo eu sentia que ia gozar de novo.. ele me comeu
com tanta força que foram os dez segundos mais eternos da minha vida, foi aí que senti
como de novo eu soltava meu semen, mas dessa vez com orgasmo incluído. Mas esse
animal não me deixou relaxar, tirando a pica do meu cu com total impunidade, senti
uma dor terrível, mas em seguida com a mão dele no meu pescoço me segurou e
me levou até a pica dele, nem consegui abrir os olhos e já tinha a vara dele
metida na minha boca, com a mão dele batendo nos meus lábios enquanto se masturbava
chegando ao final, quando percebo isso estico minha língua, mas fechando
forte os olhos pelo desconforto atrás de mim, então sinto todo o fluido do
nicolas entrando na minha boca, pela minha língua e dobras dos meus lábios. Se eu disser que
eram litros de porra eu exagero, mas tava bem perto disso, tanto que tive que engolir o que
já estava na minha boca e foi aí que ele me encheu mais pelo rosto e pela máscara,
me segurando ainda pelo pescoço com total dominância, me deixa limpar as
últimas gotas que saíam daquele membro enorme, ele soltou meu pescoço e eu chupei
por um bom tempo ainda… até que ele decidiu sair, eu não conseguia parar de dar prazer
pra ele, tava quase pedindo pra ele descansar e a gente fazer de novo,
mas entre um gemido e outro ele disse que tinha que voltar
pro amigo dele que tava esperando, ele limpava a pica enquanto se vestia
de novo sem ter ideia de que o amigo dele era pra quem ele tinha acabado de dar a
bunda. Eu ainda tava com a bunda doendo por isso demorei mais pra me vestir, sem contar
que eu tinha meu semen manchando minha cueca, a qual Não me importei e só subi mesmo, sentia a umidade nas minhas partes, uma sensação estranha mas muito gostosa. Ele foi o primeiro a se afastar, eu fiquei pensando por onde eu iria pra poder me encontrar com ele de novo, mas sem a fantasia... Quando saí de novo pro estacionamento, fui direto pros banheiros químicos. Assim que peguei minha mochila, entrei pra me trocar, ainda estava agitado e um pouco dolorido, me limpei o que deu e saí pra encontrar meu amigo. Não demorou muito, cheguei nele e perguntei:
— Cadê você? Tava te procurando faz tempo.
— Você não sabe o que me aconteceu, acabei de comer uma putinha therian — respondeu o Nico.
— Quê? Sério?
Ele me contou alguns detalhes que eu já sabia de cor, parece que ele gostou, mas eu amei. A gente continuou na praça por um bom tempo, eu ainda andava meio desconfortável, mas o objetivo tava cumprido. Quando chegamos em casa, a gente se despediu e eu desci pra minha casa. Quase na hora de chegar no portão, ouço ele me chamando. Me viro e vejo ele procurando alguma coisa no banco de trás.
— Me escuta, essa mochila é sua ou minha? — disse ele, trazendo ela pra frente.
O terror que eu senti não tinha explicação, apesar de um arrepio descendo pelas minhas costas, não sei como em poucos passos cheguei no carro, mas foi tarde. A curiosidade do Nico sobre aquela mochila foi mais rápida, não me deu tempo de falar nada. E ele abriu, e nós dois vimos a máscara, além de tudo o resto com marcas de manchas ainda... Ele só levantou o olhar lentamente pra mim, e eu fiquei em choque olhando pra ele...
–AJAJAJA que tasty (com uma carinha rindo) –Nicolás
–jaja já tô começando a me interessar também –eu
–jaja de onde você tirou esse vídeo? tem mais? –Nicolás
–mandaram num grupo que eu tô, acho que tinha outro
Nesse momento comecei a procurar um vídeo mais específico no catálogo do site, até que achei, era um vídeo de uns 4 minutos onde um cara com a bunda de animal estava de quatro e era penetrado por outro, escolhi esse vídeo porque o cara passivo era muito parecido comigo fisicamente e até na cor do cabelo, mandei pra ele e dessa vez ele demorou mais pra responder, até que respondeu de novo:
–ufff sabe quee jaja, esse cara me parece conhecido –Nicolás
Senti um arrepio quando li essa mensagem, podia ser que tudo fosse pro caralho, então com nervosismo respondi:
–acho que não conhecemos ele não jaja –eu
–pode ser qualquer um jaja que-Nicolás
Por sorte mudamos de assunto bem rápido, mas ainda continuamos com os therians. A partir daí, um tema recorrente entre nós dois era esse; ele sempre me mostrou uma postura neutra, eu também, mas era óbvio que ele tinha algum interesse ou curiosidade nisso. Em mais de uma ocasião, ele me disse que se tivesse a oportunidade, não desperdiçaria em se deixar fazer um boquete por uma dessas pessoas. A forma já estava definida, agora só faltava o como. Obviamente, eu não ia propor pra ele ser promíscuo, já que ele com certeza se assustaria e até poderia contar, e era algo que eu obviamente não queria que acontecesse. Passaram-se mais alguns dias e, embora eu ainda procurasse uma forma de executar meu plano, sempre era o mesmo obstáculo, até que num dia, como se nada fosse, o Nicolás me mandou uma imagem que era um panfleto de um encontro therian na praça da nossa cidade. Como era um assunto normal entre nós e já havia confiança, ele me propôs:
— E aí, e se a gente for ver como é? Com certeza vai estar cheio de raposinhas e cachorrinhas, kkk. — Nicolás
— Sim, bora! — respondi eu, e depois de coordenar como faríamos naquele dia, nos despedimos. Eu estava muito feliz. Apesar de já nos conhecermos há bastante tempo, era a primeira vez que sairíamos só eu e ele; sempre coincidíamos com outros amigos, nada mais. Fiquei tão obcecado com isso que, navegando no Facebook, encontrei uma pessoa que vendia essas máscaras, rabos e outros acessórios. Como o encontro estava se aproximando, não hesitei e comprei. Por sorte era perto e no dia seguinte já chegou, e veio tudo embalado e lacrado pra ninguém ver. Sem perder tempo, fui pro meu quarto, tranquei a porta e abri o pacote. Lá estava a máscara, como se estivesse me encarando fixamente, como se soubesse o que eu tinha planejado fazer com ela. A máscara era de uma raposa com tons de cinza e preto, acho que era a mais comum de todas. Por sorte, era grande o bastante pra cobrir boa parte das minhas feições faciais. A bunda era quase do mesmo tom, mas vinha com uma fita que servia pra ajustar na cintura. cintura, coloquei os dois e fiquei na frente do espelho, ao me ver primeiro me senti ridículo, pensava na besteira que estava fazendo, mas quase na mesma hora veio o Nicolas na minha cabeça, e tudo o que ele dizia que faria se tivesse a oportunidade, me ver fantasiado do jeito que deixava meu macho excitado, começou a me excitar tanto que eu não conseguia parar de alucinar com cada coisa, eu me ajoelhava e fazia as poses de animal e cada vez sentia muita vontade de me tocar na bunda pensando no Nicolas, como eu disse ninguém ao meu redor sabe que sou gay, por isso nunca comprei nenhum brinquedinho pra satisfazer minha libido com medo de acharem, mas eu me virava com vários artefatos que substituíam perfeitamente um pau de carne, meu favorito era um tonfa (é tipo um cassetete que a polícia usa pra conter violentos) de grossura não era muito grosso mas também não era fino, era ideal, de comprimento tinha uns 50 ou 60 cm mais ou menos, apesar de ser meu favorito não usava muito porque o tamanho e a rigidez me faziam doer bastante, nunca consegui enfiar mais de 5 ou 6 cm, depois eu trocava por outro menor, mas dessa vez eu queria sentir algo realmente grande. Peguei minha creminha da cômoda, lubrifiquei toda a ponta e levando um pouco nos dedos me deitei na cama do lado esquerdo, abaixei o short só até abaixo da bunda e com os dedos comecei a passar no meu cu pra lubrificar, ajustei o tonfa nas cobertas e a outra ponta no meu cu e com movimentos lentos deixei me penetrar, ainda estava com a máscara e a bunda, eu fechava os olhos imaginando que era o Nicolas quem estava comendo meu cu, me acariciava enquanto sentia os pelos da bunda acariciando minhas nádegas a cada movimento, com minha mão abria minha bunda pra que esse dildo improvisado fizesse seu trabalho pelas laterais do meu cu, com a outra mão tirei meu pau pra fora da calça, embora estivesse mole, eu podia sentir a excitação, cheguei a um ponto de êxtase tão grande que comecei a gemer abrindo a boca pra engolando o máximo de ar enquanto meus olhos reviravam, não aguentei mais e do meu pau flácido começou a sair sêmen, não conseguia entender, era a primeira vez que sentia algo assim... sem nem me tocar, meu corpo respondeu como uma garota. Naquele momento parei pra descansar, mas ainda sentia a pulsação do meu cu por causa do dildo, e qual foi minha surpresa ao perceber que o dildo tinha entrado até um pouco mais da metade, nem tinha notado que foi tão fundo, mas tava mais que satisfeito, tirei ele devagar e depois fui limpar tudo.
Chegou o grande dia e o nervosismo tava me destruindo, não sabia o que podia rolar mas não queria perder aquela oportunidade, fiquei tão na dúvida que até pensei em cancelar tudo até que chegou uma mensagem do Nicolas dizendo que em instantes passava pra me buscar, depois de continuar meditando agi só por instinto e me preparei, mas dentro de uma mochila coloquei a máscara, a Booty, um casaco e até uma calça, minutos depois o Nicolas chegou no carro dele e começamos a viagem até o encontro, no caminho conversamos sobre muita coisa, não era longe mas o trânsito tava um inferno.
Já no local, a gente deu uma volta vendo os fenômenos, o Nicolas não parava de olhar pras minas, tanto therians quanto normais, as idades variavam muito mas ele não parava de soltar comentários sexuais e fazer gestos, olhares de prazer, tudo tava normal até que um grupo de minas passou perto da gente e ambos se olharam e falaram coisas com o Nicolas, nessa altura eu já não aguentava mais, sabia que se eu não agisse qualquer uma delas ia roubar o Nico de mim.
Comecei a estudar a situação e percebi que a alguns metros da gente tinham os banheiros químicos perto do limite do terreno,
- me espera um pouco que vou no banheiro - perguntei
- pode ir, te espero aqui, depois a gente compra algo pra beber - respondeu o Nicolas
Fui pros banheiros olhando pra trás de vez em quando pra ver se meu amigo não tava me seguindo, quando entrei num dos banheiros, senti a pressão cair, estava prestes a me transformar em outra coisa só por causa de um homem, isso era o limite da minha homossexualidade. Primeiro tirei a calça e troquei pela que trouxe na mochila, como só peguei por impulso não percebi que era uma velha, ou seja, de quando eu era mais novo, por sorte ficou boa mas apertada, o que fazia minha figura se destacar mais. Coloquei o casaco e depois os acessórios da fantasia, saí do cubículo e escondi minha mochila atrás da fileira dos banheiros, caminhei pensando em como chamaria a atenção do Nicolás, até que o vejo perto com um copo na mão, fiquei tenso, pensei que ele tinha me descoberto, mas pelo visto ele não percebeu nada. Parei a poucos metros dele, fingindo que esperava alguém, ele não demorou a notar minha presença, mas como eu estava todo coberto ele não percebeu que era eu. Entrei muito no personagem, fazendo todos os gestos do papel, vale ressaltar que a calça marcava muito minha bunda, que eu levantava de propósito pra ele ver, dava pra notar como o olhar dele se deliciava comigo, mas ainda estava tudo morno, até que:
- Tá esperando alguém? - perguntou o Nicolás
Eu me virei pra olhar pra ele e só consegui assentir com a cabeça
- Ah, certo, vocês não podem falar, haha - continuou num tom de deboche
Eu sorri e neguei com a cabeça em cumplicidade, continuamos nesse dialeto enquanto a cada pergunta que ele fazia, ele se aproximava mais de mim, tanto que praticamente ficamos a poucos centímetros um do outro, sentia minhas pernas tremendo mas não tinha mais volta, ele continuava falando comigo e eu correspondia bem feliz até que ele fez a pergunta fatal
- Cê é mina ou mano? - perguntou o Nicolás me encarando
Vale ressaltar que eu tava com o capuz do casaco levantado e não era fácil decifrar meu gênero, só fiz um gesto ambíguo mas dando a entender que era menino, naquele momento ele deu um pequeno passo pra trás, não Muito exagerado, mas sim, percebi que podia perdê-lo. Olhei ao redor e vi que tinha pouca gente no setor dos banheiros, e atrás deles uns arbustos que do outro lado davam no estacionamento. Sem pensar duas vezes, peguei na mão dele e me dirigi pra aquele lugar. Esperava alguma resistência, até um xingamento, mas pra minha surpresa ele me seguiu tranquilamente. Atravessamos os arbustos e chegamos no estacionamento. Caminhamos lado a lado por alguns metros até chegar numa árvore onde estava estacionado um veículo de bunda grande. Ele se posicionou de costas pra ele, olhando pra todos os lados, e eu fiquei só na frente dele. Uns segundos depois, ele baixa a mão pro volume e, sem esperar, começa a desabotoar a calça. Só abaixa alguns centímetros e depois me pega pelo ombro e me empurra pra baixo. Quando me ajoelho, tenho na minha frente um volume enorme pedindo pra sair daquela cueca apertada. Um pauzão marcado pra direita. Levanto o olhar pra observar o Nicolás, que me olhava com uns olhos de pura luxúria, mordendo os lábios. Aquilo me detonou por completo. Levei minhas mãos à cueca dele e deixei a besta sair. Aquela pica enorme estava a três centímetros do meu rosto, exalando um aroma inexplicável. Via aquela cabeça vermelha brilhando, e o prepúcio se soltando sozinho, como se agradecesse por eu ter tirado ele daquela prisão. Me segurei nas pernas dele e comecei a comer a rola do meu amigo. Comecei enfiando só a cabeça e tirando devagar, cheia de saliva. Quando tava toda dentro, com a língua roçava a uretra dele, e eu sentia uns espasmos leves e ele se retraía. Não aguentei muito tempo assim, porque o Nicolás pegou na minha cabeça e começou a empurrar mais pra dentro. Sentia a ponta do membro dele roçando o fundo da minha garganta enquanto mais pedaço entrava na minha boca. Só consegui deixar a boca aberta e manter os dentes afastados enquanto meu amigo abusava de mim. Ele alternava entre estocadas e às vezes puxava minha cabeça pra perto. Várias vezes quase me fez engasgar, mas com movimentos rápidos eu podia me acomodar de novo, quando finalmente ele tirou as mãos de mim e deixou a pica na minha boca pra eu continuar, segurei com uma mão e comecei a respirar mais relaxada enquanto masturbava ele, olhava pra ele enquanto ele mordia os lábios mas mesmo assim observava os arredores, me dava tesão a segurança que ele emanava, com a outra mão abaixei um pouco mais a roupa dele e levantei o pau dele pra ter acesso livre às bolas, me ajoelhei deixando o membro cair sobre meu rosto e comecei a beijar os testículos, passando a língua e subindo de vez em quando até o tronco, com as mãos já me segurei nas pernas dele enquanto continuava chupando os genitais um por um, enquanto fazia isso ele pegou o próprio pau e começou a me dar leves batidas no rosto, até que me afastei e de novo tenho a cabeça dele pra meter na minha boca, enquanto eu chupava ele ia descascando devagar pra mim, eu chupava, beijava os lados e passava a língua por baixo, fiquei assim por vários minutos mesmo com os membros doendo e a boca um pouco cansada, não queria parar de chupar essa pica linda que vinha grudada no garoto que eu queria há tanto tempo, me decidi completamente a fazer ele gozar na minha boca, então comecei a masturbar ele cada vez mais forte e apertado mas sem tirar da minha boca, ele colocou uma mão na minha cabeça e a outra na cintura dele se colocando numa postura de total autoridade e dominância sobre mim que era só uma puta satisfazendo meu líder, já dava pra sentir a agitação dele e leves espasmos, ele já ia gozar, abri a boca pra receber, mas naquele instante se ouviram vozes de pessoas bem perto, num ato incrivelmente rápido ele se abaixou pra pegar a roupa e vestir, mas não antes de soltar algumas gotinhas dentro da minha boca. Assustada eu também me afastei dele mas sentia aquele gostinho quentinho e salgado dentro dos meus lábios, o que inconscientemente eu saboreei, era a primeira vez que provava sêmen e sinceramente gostei muito, quando vejo um Nicolasya estava se ajeitando a roupa e atrás dos carros passava um grupo de pessoas, não repararam na gente porque nem olharam pra nossa direção, mas levamos um susto danado, ficamos em silêncio por uns segundos até que ele exclamou:
— Que filhos da puta, me deixaram na vontade, mas não vou ficar assim não — disse Nicolas enquanto me olhava com uns olhos selvagens, eu me aproximei dele e passei a mão acariciando a braguilha dele enquanto o encarava completamente submissa.
Ele colocou a mão no meu ombro e me deu um empurrãozinho, me fazendo entender que eu deveria andar, obedeci e atrás de mim ele avançou, caminhamos vários metros observando se não tinha mais ninguém por perto, e eu aproveitava pra andar exagerando nas minhas cadeiras e sentia a bunda se mexendo de um jeito bem sensual batendo a cada passo. Seguimos andando mais alguns metros quando sinto ele se aproximar mais e me agarrar com força nas nádegas enfiando vários dedos no meu cu, isso me excitou um pouco mas era exatamente o que eu queria. Ele se adiantou um pouco e ficou olhando o pátio de um local que estava fechado, entrou por um corredorzinho entre as casas e eu sem dizer nada só fui atrás. Ao passar por aquele corredor chegamos num terreno todo murado mas quase abandonado, quando virei a esquina ele já estava de pé tentando tirar a calça, eu me aproximei e quase quando ia me ajoelhar na frente dele de novo ele me parou:
— Espera, você já me chupou, agora quero aquela bundinha minúscula que você tem —
Fiquei um pouco surpresa com as palavras dele mas também me deixou com mais tesão. Encostei meu rosto no peito dele enquanto com as mãos abaixava a cueca e tirava o pau dele de novo que já estava totalmente duro, quando tirei ele todo pra fora massageei por um momento enquanto sentia o cheiro do perfume dele que era como uma droga que me deixava hipnotizada, aquelas feromônios ativaram meus instintos mais baixos que sabiam exatamente o que eu queria e como eu queria. Me virei pra ficar de costas pra ele, fui abaixando a calça lentamente, esticando minha bunda como qualquer puta se entrega pro seu macho, deixando por cima dos meus joelhos, o Nicolás toma o controle me posicionando contra a parede, me seguro nela, levanto minhas cadeiras pra receber aquela pica, ele se acomoda atrás de mim, e sinto seus dedos molhados preparando meu cuzinho. ele segura minha cintura com uma das mãos e sinto minha bunda beijando a cabeça da piroca dele, devagar ele vai abrindo caminho dentro de mim, mesmo sendo mais grosso que meu tonfa, parece muito mais gostoso. sabendo que é do Nicolás, começa a me comer devagar só com a cabeça até que cada vez coloca mais pressão, chegando até o fundo e batendo nas minhas entranhas até meu esfíncter finalmente ceder diante desse castigo tremendo e deixar entrar toda a virilidade dele, agora ele me segura com as duas mãos na cintura, e eu ainda segurando todo o membro dele enquanto ele me penetra cada vez mais rápido, minha bolinha eu sinto como uma verruga que cada vez entra mais enquanto meus testículos se grudam em mim sem conseguir se mexer, sem ter nada pra apertar minhas mãos só consigo raspar as unhas naquela parede, mas mordendo meus lábios cada vez mais forte resistindo ao prazer, a tesão e a excitação não se refletiam no meu pau mas eu sentia que tava prestes a gozar. meus grunhidos se transformavam cada vez mais em gemidos que deixavam o Nicolás mais violento e cada vez ele metia mais rápido, as cadeiras dele batiam na minha bunda fazendo uma melodia perfeita até que sem nenhum aviso sinto que tô gozando, sem espasmos nem orgasmo, só sinto algo saindo de dentro de mim, no começo pensei que era mijo, mas quando olho pra baixo era meu sêmen que a cada estocada saía como cusparadas caindo na minha cueca manchando tudo, longe de me dar nojo, eu queria mais disso, me inclino mais pra baixo pra ficar mais alinhado com o Nicolás, e ele me pega pelo pescoço por trás pelo capuz sem tirar, mas agora ele tirava o pau até a cabeça e metia tudo de novo, me deixou assim por vários momentos até que a intensidade começa a baixar e ele me diz
-onde você quer a cum? -pergunto nicolas
Eu, sem sair do meu personagem, mas com a boca aberta
buscando ar, só inclino a cabeça em direção a ele enquanto estico a língua, tentando
manter por causa das estocadas, escuto ele soltar uma risadinha e começar
dessa vez sim a me comer com tudo, me penetrando até onde dava pra
depois sair de novo, agora sim eu podia sentir como meu corpo funcionava, meu pinto pequeno
começou a endurecer e batendo na minha barriga, até que as estocadas foram
tão rápidas que ao mesmo tempo eu sentia que ia gozar de novo.. ele me comeu
com tanta força que foram os dez segundos mais eternos da minha vida, foi aí que senti
como de novo eu soltava meu semen, mas dessa vez com orgasmo incluído. Mas esse
animal não me deixou relaxar, tirando a pica do meu cu com total impunidade, senti
uma dor terrível, mas em seguida com a mão dele no meu pescoço me segurou e
me levou até a pica dele, nem consegui abrir os olhos e já tinha a vara dele
metida na minha boca, com a mão dele batendo nos meus lábios enquanto se masturbava
chegando ao final, quando percebo isso estico minha língua, mas fechando
forte os olhos pelo desconforto atrás de mim, então sinto todo o fluido do
nicolas entrando na minha boca, pela minha língua e dobras dos meus lábios. Se eu disser que
eram litros de porra eu exagero, mas tava bem perto disso, tanto que tive que engolir o que
já estava na minha boca e foi aí que ele me encheu mais pelo rosto e pela máscara,
me segurando ainda pelo pescoço com total dominância, me deixa limpar as
últimas gotas que saíam daquele membro enorme, ele soltou meu pescoço e eu chupei
por um bom tempo ainda… até que ele decidiu sair, eu não conseguia parar de dar prazer
pra ele, tava quase pedindo pra ele descansar e a gente fazer de novo,
mas entre um gemido e outro ele disse que tinha que voltar
pro amigo dele que tava esperando, ele limpava a pica enquanto se vestia
de novo sem ter ideia de que o amigo dele era pra quem ele tinha acabado de dar a
bunda. Eu ainda tava com a bunda doendo por isso demorei mais pra me vestir, sem contar
que eu tinha meu semen manchando minha cueca, a qual Não me importei e só subi mesmo, sentia a umidade nas minhas partes, uma sensação estranha mas muito gostosa. Ele foi o primeiro a se afastar, eu fiquei pensando por onde eu iria pra poder me encontrar com ele de novo, mas sem a fantasia... Quando saí de novo pro estacionamento, fui direto pros banheiros químicos. Assim que peguei minha mochila, entrei pra me trocar, ainda estava agitado e um pouco dolorido, me limpei o que deu e saí pra encontrar meu amigo. Não demorou muito, cheguei nele e perguntei:
— Cadê você? Tava te procurando faz tempo.
— Você não sabe o que me aconteceu, acabei de comer uma putinha therian — respondeu o Nico.
— Quê? Sério?
Ele me contou alguns detalhes que eu já sabia de cor, parece que ele gostou, mas eu amei. A gente continuou na praça por um bom tempo, eu ainda andava meio desconfortável, mas o objetivo tava cumprido. Quando chegamos em casa, a gente se despediu e eu desci pra minha casa. Quase na hora de chegar no portão, ouço ele me chamando. Me viro e vejo ele procurando alguma coisa no banco de trás.
— Me escuta, essa mochila é sua ou minha? — disse ele, trazendo ela pra frente.
O terror que eu senti não tinha explicação, apesar de um arrepio descendo pelas minhas costas, não sei como em poucos passos cheguei no carro, mas foi tarde. A curiosidade do Nico sobre aquela mochila foi mais rápida, não me deu tempo de falar nada. E ele abriu, e nós dois vimos a máscara, além de tudo o resto com marcas de manchas ainda... Ele só levantou o olhar lentamente pra mim, e eu fiquei em choque olhando pra ele...
3 comentários - Finjo ser therian pra amigo me comer gostoso