A puta da minha mãe

Vou contar como minha mãe se tornou uma puta, ou talvez sempre foi. Primeiro, vou dar um pouco de contexto sobre toda a situação. Minha mãe tem atualmente 39 anos e se conserva muito bem, tem uns peitos bons — que digo bons, ótimos peitos —, uma bunda decente e uns lábios bem provocantes. Quanto à altura, ela é bem baixinha, calculo uns 1,55 mais ou menos. A gente mora numa parte do México bem perigosa, onde praticamente a lei é imposta pelos narcos, e por um acaso do destino, uma família dessas pessoas se mudou para uma casa bem perto da nossa. Essa família era composta pelo casal de pais e vários filhos, entre eles um de 18 anos. Minha mãe sempre cumprimenta todo mundo na rua, e eles não foram exceção, e de alguma forma essa família começou a se dar muito bem com minha mãe. Eu, sinceramente, preferia ficar longe dessas pessoas, mas minha mãe não. Essa família começou a nos convidar para aniversários, Natal, Ano Novo, mas eu nunca fui; minha mãe, por outro lado, ia. Eu sempre notava que ela ia maquiada, de salto alto e cheirando a perfume, mas nunca me preocupei nem desconfiei de nada, porque ela sempre ia acompanhada da minha avó. Algo que também preciso mencionar é que temos um mercadinho, e é lá que minha mãe trabalha e passa a maior parte do dia. A partir da amizade que surgiu com essa família, começaram a pedir produtos para minha mãe pelo WhatsApp, e ela ia entregar. Isso eu achei bem estranho, então numa ocasião peguei o celular dela e entrei no WhatsApp Web para descobrir o que ela falava com essas pessoas. No começo, era tudo normal, a senhora pedindo coisas do mercado e tal. Até que um dia, o de 18 anos escreveu para minha mãe pedindo algo do mercado, e ela não respondeu de um jeito normal como fazia com a senhora; em vez disso, mandou algo tipo "oi, claro que sim, eu levo pra você, como você tá?" Enquanto para a senhora ela só respondia "sim, claro, eu levo". Nunca perguntou como ela estava ou parecia disposta a iniciar uma conversa. Mas com esse cara sim, e foi com essa mensagem que tudo começou. Naquele dia continuaram conversando e à noite tiveram uma conversa mais ou menos assim: Cara: "adorei te ver, vou pedir mais coisas ou eu mesmo vou na loja pra te ver mais vezes" Mãe: "eu adoraria que você viesse, tô sempre sozinha e fico entediada" Cara: "então amanhã passo à tarde" Mãe: "ok, te espero amanhã" Essa foi a primeira vez que se viram a sós, mas pelo que entendi pelas mensagens, dessa vez não rolou nada. Mas eu já não sabia mais o que fazer, tava excitado e com raiva ao mesmo tempo, porque sabia que era inevitável que algo acontecesse entre eles, já que era o que minha mãe queria e dava pra ver que ele não ia desperdiçar a chance (eu também não desperdiçaria). À noite, voltaram a se falar, algo assim: Mãe: "você é foda, saiu rápido demais" Cara: "é que você sabe como é esse negócio, tive que vazar na correria" Mãe: "ai, fiquei preocupada com você, tá tudo bem?" Cara: "tô sim, não se preocupa, mas amanhã passo de novo, só que quando você fechar a loja pra ninguém incomodar, ou te levo pra outro lugar, que horas você fecha?" Mãe: "tá bom, fecho às 8:30 ou antes se você quiser" Cara: "então chego às 8:30, porque hoje você ficou me devendo um beijo" Mãe: "hahaha, é verdade" Aquela noite não consegui dormir, só imaginando tudo o que fariam com minha mãe no dia seguinte. De manhã, ela saiu de casa pra loja como nunca tinha feito: vestiu um vestido curto, mas não justo, bem decotado, salto alto e uma bolsa de mão. Não tava maquiada, mas imagino que levava tudo naquela bolsa pra se arrumar lá. O dia inteiro fiquei de olho no WhatsApp dela pra saber de qualquer coisa, e a mensagem chegou às 8 em ponto: Cara: "já tô na frente da sua loja" Mãe: "entra e eu fecho, ou vamos pra outro lugar" Depois dessa mensagem, silêncio. As horas passaram, 9:30, 10:30, e finalmente às 11 e pouco minha mãe chegou num carro, desceu e entrou em casa. Minha avó perguntou por que ela tinha chegou tão tarde e que quem tinha trazido ela, ela inventou sei lá o quê. Assim que chegou, começaram a se escrever. Chavo: "não te perguntaram nada?" Mãe: "perguntaram, mas já inventei algo" Chavo: "foi delicioso, sabia que essa boquinha fazia maravilhas" Mãe: "você gostou?" Chavo: "sim, adorei" Mãe: "eu também adorei como você me comeu, mas da próxima traz camisinha" Chavo: "sim, amanhã você toma a pílula porque te deixei bem cheinha" Mãe: "hahaha, sim, amanhã a gente fala, tô exausta" O resto eu deixo pra vocês imaginarem como minha mãe começou a chupar a pica dele pra depois deixar ele comer sem camisinha e gozar dentro dela. Até hoje ela continua dando pra esse cara, se quiserem mais relatos eu posso fazer, deixo um print de uma das conversas mais recentes que eles tiveramA puta da minha mãeTalvez eu tenha um irmão/irmã em breve kkkk

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