Isso aconteceu há um tempo, quando na casa de um amigo a gente se reencontrou com ex-colegas de escola. Essa mina foi tipo uma namoradinha, mas bem novinhos, e apesar de a gente ter tido uns momentos quentes, tudo foi no despertar sexual da adolescência. Fui o primeiro a comer a buceta dela, por exemplo, toda peluda e com gosto de xixi, mas nessa idade tudo é improviso e tão quente que você nem repara nessas coisas. Ela foi a primeira a me pegar na pica, mas nem sabia bater uma direito. Era tudo pura tesão, mas mais como uma brincadeira do que algo sexual. Eu chupava os peitos dela, mas tudo errado e com pressa, e até cheguei a meter dedo na bunda dela, tão fundo que toquei algo lá dentro, que todo mundo sabe o que é. Nesse contexto de despertar sexual, tudo parecia bom, e ela gozava e se molhava até com meus simples beijos. Com o tempo, óbvio que a relação não continuou, e a gente seguiu como bons amigos. Ela, bem putinha, aprendeu a transar, e eu também, com minha namorada da época. A gente até chegava a se pegar de vez em quando; ela dizia que gostava que eu traísse minha mina com ela, e eu aproveitava pra aliviar a tesão. Agora com um pouco mais de contexto, a gente continua. Naquela noite, todo mundo foi indo embora e ficaram os amigos mais próximos e ela (como toda putinha, adora estar no meio dos caras). Eu já solteiro, a gente vinha conversando no chat, mas nada estranho até aquela noite, que, na resenha, eu escrevo pra ela que queria comer o cu dela (sim, direto assim, porque eu sabia que ela é bem putinha). Ela me olhou, respondeu e falou: "vamos pra sua casa e me come". Eu morava com meus pais e era um rolê levar gente pra transar, ainda mais ela, que eles conheciam. Falo que é impossível, e então ela me diz que estava de carro. Naquele exato momento, a luz caiu. Todo mundo acendeu as lanternas, e ela, que estava em outro sofá, veio pra onde eu estava com um amigo, e ela ficou do meu lado. Já ia uma hora do apagão e a gente tinha apagado as lanternas pra economizar bateria, e ela começou a me pegar na pica por cima da bermuda. Tudo isso a centímetros de meu amigo. Eu escrevo pra ela "vamos que não aguento mais" e com uma desculpa idiota a gente disse que ela me levava pra casa. Assim que subimos no carro dela eu comi a boca dela, eu tinha ficado esquentando ela a noite toda por chat então a putinha tava no ponto. Apalpei um pouco a buceta dela e a gente saiu. Falei que não tinha camisinha e ela me disse que tudo bem, que comigo queria no pelo. Isso deixou minha pica bem dura. Chegamos no lugar e fomos pra trás, comecei a despir ela e ela já tava gemendo. Ela se gabava de não fazer boquete, mas eu fiz ela se ajoelhar e chupar minha pica inteira. Ela chupava muito mal, mas batia uma boa punheta e além disso era muito tesão ter a boquinha da minha amiguinha chupando minha pica. Enquanto ela fazia o que podia, eu enfiava os dedos por trás e isso deixava ela louca, tanto que ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar como uma deusa. A putinha tinha aprendido. Ela era bem pequenininha, quase anã, então não foi difícil colocá-la de quatro, mas não antes de fazê-la gozar cavalgando, o que na real foi mais mérito dela pelo jeito que se mexia. Uma vez de quatro, dei rédea solta à minha tesão acumulada por essa puta e destruí ela. Ela gemia e dizia que minha pica de quatro era a melhor coisa, eu sinceramente já nem tava ligando pro prazer dela, só no meu. A cabeça dela batia na porta e no vidro e isso me fez voltar a mim e eu reduzi o ritmo, a gozada tava vindo. Perguntei onde ela queria e ela disse em qualquer lugar menos na cara, então obedeci e enchi ela toda de porra. Escorria pela buceta dela sujando o banco inteiro (ela me xingou muito por isso, já que o carro era do pai dela). A gente relaxou os dois e começou a se beijar de novo, se tem uma coisa que sempre tivemos foi química pra beijar. Pedi o cu dela, mas ela disse que era virgem de cu e que com minha pica ia rasgar. Ela me levou até em casa e a gente combinou de se ver de novo.
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