*(Pensamento da Valéria: A manhã estava pesada. Meu corpo doía de um jeito delicioso, mas minha mente não parava de repassar o que o Santiago tinha me dito ontem à noite. Já não era só uma namorada; era propriedade dele.)* Eu estava na cozinha, tentando clarear a mente enquanto preparava um café. Só estava vestindo uma calcinha fio dental preta de renda que se enterrava na minha bunda e minha camiseta de seda, me sentindo vulnerável e estranhamente exposta.
De repente, senti uma presença massiva atrás de mim. Um calor intenso irradiou daquele corpo antes que as mãos dele me agarrassem pela cintura. Mateo: *(Me agarrando bruscamente pelas cadeiras e colando a pélvis dele na minha bunda enquanto me empurrava contra a bancada de granito)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Olha só você!... Tão gostosa e tão pronta pra ser usada!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Valeria: *(Soltando um gemido de surpresa e prazer enquanto sentia o pau quente dele roçando na minha buceta)* Ahhh!... Mateo!... Mmmph!... Ahhh!... Adoro quando você chega assim!... Mmmgh!... Isso!... Ahhh!...
Mateo não se contentou em só me tocar. Ele se virou um pouco, me forçou a me inclinar sobre a bancada de costas e soltou uma gargalhada rouca e cheia de malícia. Mateo: *(Pegando na própria piroca com uma mão e começando a cuspir com força nela)* ¡Mmmgh!... ¡Olha isso!... ¡Mmmgh!... ¡Vou te encher de cuspe antes de te arrebentar!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... ¡Toma isso!... ¡Ahhh!... Eu ouvi o som molhado do cuspe batendo na carne dele. Depois, senti ele despejar toda aquela baba quente e viscosa na minha buceta e nos meus lábios vaginais, me cobrindo por completo. O frio do cuspe misturado com o calor da piroca dele me fez tremer. Mateo: *(Deslizando a piroca encharcada de cuspe na minha entrada, lubrificando meu canal com a própria baba dele)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... ¡Isso!... ¡Mmmgh!... ¡Sente como eu te molho com meu cuspe!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... ¡Toma!... ¡Ahhh!...
Mateo me atacou com uma força brutal, aproveitando a lubrificação da saliva dele pra entrar e sair de mim com um som nojento e excitante: *Chlap! Chlap! Chlap!* Valeria: *(Gemendo enquanto sentia a pica deslizando pela minha lubrificação artificial de cuspe)* Aaaahhhhh!... Mmmph!... Mateo!... Mmmgh!... Tá tão escorregadio!... Ahhh!... Mmmff!... Tô amando!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Mateo não parou até o ritmo dele ficar frenético, e em vez de terminar ali, me agarrou pelo braço com força e me arrastou pra sala. Mateo: *(Me jogando no tapete da sala e me colocando de quatro de um jeito humilhante)* Porra, Valeria!... Isso não acabou!... Mmmgh!... Hoje você vai aprender o que é ser uma puta de verdade!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Você vai receber o que merece!... Ahhh!... Senti o frio do ar na minha retaguarda antes da pica dele, agora seca mas implacável, se posicionar na minha entrada anal. Mateo: *(Empurrando com uma força implacável, abrindo meu esfíncter à força)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Toma!... Mmmgh!... Abre esse cu de puta!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Porra!... Ahhh!...
Valeria: *(Sentindo meu corpo se rasgar e se expandir diante da invasão da sua grossura no canal mais estreito e proibido)* Aaaahhhhh!... Mmmph!... Mateo!... Mmmgh!... Dói!... Ahhh!... Mmmff!... É demais!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Mateo começou uma estocada rítmica e brutal no meu cu. Cada golpe fazia meu rosto bater no tapete e minhas nádegas quicarem com um som molhado e surdo. Mateo: *(Rosnando com uma satisfação animal enquanto sua pélvis batia contra minhas nádegas)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Isso!... Mmmgh!... Você adora que eu arrebente seu cu!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Você é uma puta anal!... Ahhh!... Mmmgh!... Mmmff!... Ahhhhh!...
Depois do que pareceram horas de uma tortura deliciosa, Mateo tirou o pau do meu cu com um som de sucção nojento: *¡Plop!*. Me deixou ali, tremendo e com o cu ardendo, mas antes que eu pudesse reagir, me forçou a me virar. Mateo: *(Sentando no chão e abrindo as pernas enquanto apontava para a própria retaguarda)* Lambe isso!... *Mmmgh!*... Quero que você limpe meu cu com sua língua!... *Ahhhhh!*... *Mmmgh!*... Lambe cada dobrinha!... *Ahhh!*... *Mmmff!*... Lambe como a puta que você é!... *Mmmgh!*... *Ahhhhh!*... Valéria: *(Olhando com incredulidade e um desejo obscuro para aquele cu, tão perto do meu rosto)* *Ahhh!*... *Mmmph!*... *Mmmgh!*... *(Pensamento da Valéria: Meu Deus... é nojento... é tão sujo... e por que meu coração tá batendo tão rápido? Por que sinto minha língua queimando de vontade de tocar?)* Me aproximei devagar. Minha língua roçou a pele quente e suada do cu dele. No começo foi um toque tímido, mas quando senti a textura das dobrinhas e o gosto salgado da pele dele, algo no meu cérebro deu curto-circuito.
Valeria: *(Começando a lamber com uma devoção quase religiosa, passando a língua por cada sulco e cada ruga da sua retaguarda)* ¡Slurp!... ¡Mmmph!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhh!... *(Pensamento da Valeria: Meu Deus! Nunca pensei que isso me excitaria tanto! A textura... as dobras... é tão masculino, tão cru... É viciante! Quero devorar tudo! Nunca imaginei que a bunda de um homem pudesse ser minha perdição!)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhh!... ¡Slurp!... ¡Mmmff!... ¡Ahhh!... ¡Mmmgh!... É tão delicioso!... ¡Ahhh!... ¡Mmmph!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... Fiquei maluca. Comecei a chupar o cu dele com a mesma intensidade com que se chupa um doce, colando minha cara nas nádegas dele, aspirando o cheiro e a essência. Me sentia a mulher mais safada do mundo, e aquela sensação de degradação era o motor do meu orgasmo. Mateo: *(Sentindo minha língua brincalhona e voraz na zona mais sensível dele, arqueando as costas enquanto o pau endurecia de novo ao máximo)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... Isso!... ¡Mmmgh!... Lambe tudo!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... Você vai me enlouquecer!... ¡Ahhh!... ¡Mmmgh!... Porra!... ¡Ahhhhh!...
Mateo se levantou bruscamente, me agarrou pela nuca e me obrigou a ficar de pé enquanto a vara dele gotejava de tesão. Mateo: *(Aproximando a vara dele do meu rosto enquanto a respiração dele era um rugido)* Porra, Valeria!... Você virou uma puta de verdade!... Mmmgh!... Agora você vai terminar isso direito!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Toma minha vara!... Ahhhhh!.. Eu subi em cima dele, senti cada centímetro entrando rápido de tão molhada que eu tava.
De repente, senti uma presença massiva atrás de mim. Um calor intenso irradiou daquele corpo antes que as mãos dele me agarrassem pela cintura. Mateo: *(Me agarrando bruscamente pelas cadeiras e colando a pélvis dele na minha bunda enquanto me empurrava contra a bancada de granito)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Olha só você!... Tão gostosa e tão pronta pra ser usada!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Valeria: *(Soltando um gemido de surpresa e prazer enquanto sentia o pau quente dele roçando na minha buceta)* Ahhh!... Mateo!... Mmmph!... Ahhh!... Adoro quando você chega assim!... Mmmgh!... Isso!... Ahhh!...
Mateo não se contentou em só me tocar. Ele se virou um pouco, me forçou a me inclinar sobre a bancada de costas e soltou uma gargalhada rouca e cheia de malícia. Mateo: *(Pegando na própria piroca com uma mão e começando a cuspir com força nela)* ¡Mmmgh!... ¡Olha isso!... ¡Mmmgh!... ¡Vou te encher de cuspe antes de te arrebentar!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... ¡Toma isso!... ¡Ahhh!... Eu ouvi o som molhado do cuspe batendo na carne dele. Depois, senti ele despejar toda aquela baba quente e viscosa na minha buceta e nos meus lábios vaginais, me cobrindo por completo. O frio do cuspe misturado com o calor da piroca dele me fez tremer. Mateo: *(Deslizando a piroca encharcada de cuspe na minha entrada, lubrificando meu canal com a própria baba dele)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... ¡Isso!... ¡Mmmgh!... ¡Sente como eu te molho com meu cuspe!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... ¡Toma!... ¡Ahhh!...
Mateo me atacou com uma força brutal, aproveitando a lubrificação da saliva dele pra entrar e sair de mim com um som nojento e excitante: *Chlap! Chlap! Chlap!* Valeria: *(Gemendo enquanto sentia a pica deslizando pela minha lubrificação artificial de cuspe)* Aaaahhhhh!... Mmmph!... Mateo!... Mmmgh!... Tá tão escorregadio!... Ahhh!... Mmmff!... Tô amando!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Mateo não parou até o ritmo dele ficar frenético, e em vez de terminar ali, me agarrou pelo braço com força e me arrastou pra sala. Mateo: *(Me jogando no tapete da sala e me colocando de quatro de um jeito humilhante)* Porra, Valeria!... Isso não acabou!... Mmmgh!... Hoje você vai aprender o que é ser uma puta de verdade!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Você vai receber o que merece!... Ahhh!... Senti o frio do ar na minha retaguarda antes da pica dele, agora seca mas implacável, se posicionar na minha entrada anal. Mateo: *(Empurrando com uma força implacável, abrindo meu esfíncter à força)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Toma!... Mmmgh!... Abre esse cu de puta!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Porra!... Ahhh!...
Valeria: *(Sentindo meu corpo se rasgar e se expandir diante da invasão da sua grossura no canal mais estreito e proibido)* Aaaahhhhh!... Mmmph!... Mateo!... Mmmgh!... Dói!... Ahhh!... Mmmff!... É demais!... Mmmgh!... Ahhhhh!... Mateo começou uma estocada rítmica e brutal no meu cu. Cada golpe fazia meu rosto bater no tapete e minhas nádegas quicarem com um som molhado e surdo. Mateo: *(Rosnando com uma satisfação animal enquanto sua pélvis batia contra minhas nádegas)* Mmmgh!... Ahhhhh!... Isso!... Mmmgh!... Você adora que eu arrebente seu cu!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Você é uma puta anal!... Ahhh!... Mmmgh!... Mmmff!... Ahhhhh!...
Depois do que pareceram horas de uma tortura deliciosa, Mateo tirou o pau do meu cu com um som de sucção nojento: *¡Plop!*. Me deixou ali, tremendo e com o cu ardendo, mas antes que eu pudesse reagir, me forçou a me virar. Mateo: *(Sentando no chão e abrindo as pernas enquanto apontava para a própria retaguarda)* Lambe isso!... *Mmmgh!*... Quero que você limpe meu cu com sua língua!... *Ahhhhh!*... *Mmmgh!*... Lambe cada dobrinha!... *Ahhh!*... *Mmmff!*... Lambe como a puta que você é!... *Mmmgh!*... *Ahhhhh!*... Valéria: *(Olhando com incredulidade e um desejo obscuro para aquele cu, tão perto do meu rosto)* *Ahhh!*... *Mmmph!*... *Mmmgh!*... *(Pensamento da Valéria: Meu Deus... é nojento... é tão sujo... e por que meu coração tá batendo tão rápido? Por que sinto minha língua queimando de vontade de tocar?)* Me aproximei devagar. Minha língua roçou a pele quente e suada do cu dele. No começo foi um toque tímido, mas quando senti a textura das dobrinhas e o gosto salgado da pele dele, algo no meu cérebro deu curto-circuito.
Valeria: *(Começando a lamber com uma devoção quase religiosa, passando a língua por cada sulco e cada ruga da sua retaguarda)* ¡Slurp!... ¡Mmmph!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhh!... *(Pensamento da Valeria: Meu Deus! Nunca pensei que isso me excitaria tanto! A textura... as dobras... é tão masculino, tão cru... É viciante! Quero devorar tudo! Nunca imaginei que a bunda de um homem pudesse ser minha perdição!)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhh!... ¡Slurp!... ¡Mmmff!... ¡Ahhh!... ¡Mmmgh!... É tão delicioso!... ¡Ahhh!... ¡Mmmph!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... Fiquei maluca. Comecei a chupar o cu dele com a mesma intensidade com que se chupa um doce, colando minha cara nas nádegas dele, aspirando o cheiro e a essência. Me sentia a mulher mais safada do mundo, e aquela sensação de degradação era o motor do meu orgasmo. Mateo: *(Sentindo minha língua brincalhona e voraz na zona mais sensível dele, arqueando as costas enquanto o pau endurecia de novo ao máximo)* ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... Isso!... ¡Mmmgh!... Lambe tudo!... ¡Ahhhhh!... ¡Mmmgh!... Você vai me enlouquecer!... ¡Ahhh!... ¡Mmmgh!... Porra!... ¡Ahhhhh!...
Mateo se levantou bruscamente, me agarrou pela nuca e me obrigou a ficar de pé enquanto a vara dele gotejava de tesão. Mateo: *(Aproximando a vara dele do meu rosto enquanto a respiração dele era um rugido)* Porra, Valeria!... Você virou uma puta de verdade!... Mmmgh!... Agora você vai terminar isso direito!... Ahhhhh!... Mmmgh!... Toma minha vara!... Ahhhhh!.. Eu subi em cima dele, senti cada centímetro entrando rápido de tão molhada que eu tava.
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