Oi, meu nome é Nancy, essa é uma história real de quando eu tinha 16 anos. Minha descrição é assim: sou de pele clara, olhos castanhos claros, cabelo curto, meço 1,53. Uso copa D porque tenho peitos grandes e bonitos e também tenho uma bunda boa, na minha família sou a que tem mais corpo. Tudo começou quando eu cheguei nos Estados Unidos, sou original do México, de Veracruz. Minha mãe anos atrás tinha se divorciado do meu pai e decidiu me trazer. Quando ela me trouxe, ela já tinha marido e estava grávida. Quando eu o conheci, ele era alto, gostoso, corpo bom e obviamente com um baita volume entre as pernas. Quando o vi pela primeira vez, não vou negar que foi a primeira coisa que eu olhei. Desde criança eu sempre fui muito safada, imaginando cenários fictícios onde eu transava com qualquer pau grande que eu via nos jovens. Eu frequentemente me gravava me masturbando com roupas dos meus tios ou primos enquanto estava nos quartos deles, cheirando as roupas íntimas deles. Eu era virgem, mas comecei a me masturbar aos 9 anos. Bom, continuando a história, eu sempre espiava meu padrasto se masturbando, já que fazia tempo que ele não transava com minha mãe. Um dia de manhã, minha mãe sentiu que era hora do meu irmão nascer, então foi pro hospital acompanhada do meu padrasto. A noite chegou, meu padrasto voltou pra casa porque minha mãe ia ficar uns dias no hospital. Em casa estávamos só eu e ele. Eu queria aproveitar que minha mãe não estava pra seduzi-lo. Naquela noite escolhi uma camisola rosa, curtinha e decotada, e vesti uma calcinha de renda que era da minha mãe. Também passei batom nos lábios e foi só. Não precisava de mais nada, eu já sabia o que chamava a atenção do meu padrasto no meu corpo e não tinha vergonha de mostrar. Quem aproveitou foi ele. Enquanto estávamos na cozinha, ele começou a me perguntar se eu já tinha ficado com alguém. Eu disse que não. Ele veio com papo de que transar fazia o corpo mudar pra melhor, que minha bunda podia crescer e meus peitos também. Eu perguntei "sério?" e ele disse Sim, também tem pílulas pra você crescer aquilo e eu falei "ah, é?" e ele disse "se quiser, eu saio e compro pra você" e eu, zoando, falei "tá bom, pode ser" kkkkk. Quando vi que ele chegou e realmente trouxe as pílulas, fiquei surpresa. Eu estava de novo na cozinha quando ele chegou. Ele se posicionou atrás de mim e apertou meus peitos com as duas mãos; eu me assustei e tentei me afastar, mas ele puxou meu cabelo e fez "chiiu" no meu ouvido como aviso. De novo apertou meus seios e a força das mãos dele me fez entender uma ameaça implícita se eu resistisse, embora eu tenha gostado kkkk. Ele me deu um tapa na bunda e me entregou as pílulas, e eu li que não eram pílulas pra aquilo que ele tinha falado, e sim pra me deixar excitada. Ele disse "toma". Me acariciou por cima do tecido e delineou com os dedos a borda do meu decote, depois repetiu a ação por dentro do meu sutiã e quase roçou meus mamilos. Comecei a tremer de nervoso quando ele tentou segurar todo o volume dos meus peitos entre as mãos. Eu, já sabendo o que ele queria, fiz o que ele mandou e comecei a ficar muito cachorra, ele notou na hora porque minha cara mudou de cor e eu comecei a morder o lábio. Ele percebeu a vontade que eu tava tendo dele e me pegou pelo pescoço, me puxou contra os lábios dele pra gente se beijar. Quem diria que eu estaria prestes a dar pra meu pai. Ele se chama Thomas, o corpo dele era enorme, já que media 1,90 e tinha uma pica de 20 cm, ele tinha 35. — "Que linda você cresceu, minha peituda" — ele zoou por não conseguir cobrir elas por completo e as levantou pra deixar cair; eu abaixei a cara, envergonhada de ver minhas tetas quicando nas mãos dele — "Eu adoro muito ver você se exibindo, princesa, mas ficar mostrando as tetas e a bunda na frente do papai é perigoso, eu não sou de pedra" — as palavras dele me deixaram mais nervosa e de repente ele baixou as alças da minha camisola e do meu sutiã — "Eu gosto do que você oferece pra tentar me seduzir, carninha jovem e virgem pra eu estrear do jeito que eu quiser" — ele me avisou, beijando meus ombros e esfregou uma mão na minha buceta, ação que me fez apertar. as pernas e ofegar inquieta — Apenas 16 anos e já se sente capaz de tentar um macho no território dele. Pois hoje vou te dar uma lição e vou te usar como depósito de porra — disse, puxando meu cabelo com a outra mão pra me intimidar, e eu assenti, insegura, e com a força dele me carregou contra a mesa. Me arrancou a camisola de um puxão e me fez girar pra ficar de frente pra ele. Os olhos e as mãos dele pousaram nos meus peitos, apertando e fazendo eles quicarem pra saírem do meu sutiã; um dos meus mamilos apareceu e meu pai chupou ele, antes de lamber como se estivesse saboreando um chocolate, o que provocou meus primeiros gemidos de prazer. Meu pai ao me ver ficou mais excitado ainda. Minutos depois, me abaixou a calcinha, apalpou meu corpo de cima a baixo e de lado a lado; me senti vulnerável, mas não ousei reclamar, entendi o papel que eu cumpria pra ele. Como homem que foi provocado, está no direito dele de avaliar e aproveitar meu corpo à vontade; no nível instintivo, como macho, merece uma mulher do gosto dele que se submeta pra ser prenha; e sendo meu pai, impõe a autoridade dele pra me fazer cumprir meu dever. Dever que adquiri desde que o papai me detectou como uma mulher atraente pra saciar ele, uma mulher ideal pra fertilizar o esperma dele e, sendo filha dele, adolescente e virgem, viu em mim um afrodisíaco proibido — Você vai aprendendo qual é o seu lugar e suas obrigações como minha mulher — eu não sabia tudo o que isso implicava, mas antecipei que ele queria obediência completa da minha parte. Sem soltar meus peitos, me guiou pra trás pra me encurralar num canto, juntou meus seios pra unir os dois mamilos e os lambeu ao mesmo tempo, me fazendo gemer ansiosa — Amamenta com essas peitudas! — exigiu mimado, chupando e sugando meus mamilos; faminto por tetas grandes — yummy peitudas! ME DÁ TETA MAMI! — gritou sem preocupação, o que me angustiou por algum motivo, a atitude dele me gerou ternura e excitação. Aos poucos, me animei a abraçar ele e acariciar o rosto dele. Acho que pra ele foi uma sinal, porque na hora cravou dois dedos na minha buceta, eu gemi envergonhada e senti um leve ardor lá dentro, mas gostei quando ele abriu os dedos pra me esticar. — Você se molhou rápido, meu amor. Já quer que o papai te coma, né? — disse com ternura. Ele, com uma força danada, me carregou nos braços e, enquanto me levantava cada vez mais, começou a beijar meus lábios vaginais, que já estavam super molhados. O beijo do papai foi perfeito, explorou toda a minha buceta por alguns minutos, até me deixar sem fôlego. Isso desceu pelo meu corpo criando um caminho de beijos na minha barriga, meu púbis e minhas coxas. Ele tirou a roupa e eu comecei a gemer mais alto quando a língua dele roçou meu clitóris. — É a bucetinha mais novinha que eu já provei, quero meter até as bolas. — Eu vou receber — tentei usar a mesma linguagem safada que ele — Me enche com seu leite, papai — falei provocante, segurando a vergonha de falar assim com ele. Ao ouvir isso, ele parou de me atender, se levantou e puxou meu cabelo, me manipulando com força pra me ajoelhar diante dele. Me dizendo — hoje eu vou te encher do leite do seu papai. O pau dele tinha 20 cm de comprimento e era bem grosso. — Primeiro me mostra respeito, gostosa, cumprimenta com um beijo e faz essa boquinha servir pra algo útil — ordenou, acariciando o membro dele na frente do meu rosto corado. E ele me agarrou pela cabeça com as mãos e, num gesto descontrolado, empurrou o pauzão dele pra entrar e sair da minha boca, eu senti ele endurecer e tentei deslizar o membro inteiro dentro da minha boca, mas é grosso. Me segurando pela cabeça, forçou o pau todo na minha garganta, me afogando com investidas ferozes enquanto minha saliva e minhas lágrimas escorriam, mal me dando um segundo pra respirar. Me senti meio violentada, mas não pude fazer nada pra impedir, só me render à dominação dele e continuar chupando o papai. E ele começou a gozar dentro da minha boca, não cabia tudo e eu já tava me afogando porque ele metia até a garganta (não cabia tudo, era grande demais). Depois a primeira investida descontrolada e Ele aliviou a pressão e continuou se movendo devagar, me comendo pela boca enquanto despejava toda a porra dele dentro de mim. Pela posição, mesmo eu engolindo tudo que conseguia, uma quantidade enorme escorria pelas minhas mãos e caía no púbis dele, que ficou todo melado. Continuei chupando um tempo depois que ele gozou, e sem soltar o pau dele, já meio murcho, ele me olhou com um sorriso cúmplice, com meus lábios lambuzados de porra, como se dissesse que era hora do ato. De repente, ele me derrubou na mesa da cozinha e caímos os dois pra trás, ficando ele por cima de mim. Depois abandonou minha boca, desceu até meus peitos e começou a chupá-los como um louco, ummmmmm... Não podia acreditar que meu pai chupava meus biquinhos, alternando um e outro, enquanto eu gemia e mexia o corpo todo buscando mais contato com o dele... De repente, ele abriu minhas pernas e eu disse: espera, vamos pro quarto. Ele me carregou nos braços enquanto me beijava. Ao chegar no meu quarto, desci dos braços dele e fui até minha gaveta, onde tinha um vibrador. Peguei e disse: enfia o vibrador no meu cu enquanto me fode pela minha buceta virgem. — QUE GOSTOSA, TRAVADA! É UMA BUNDA BOA PRA ROMPER E ESTUPRAR! TOMA! — ele me cravou com brutalidade, uma e outra vez até romper meu hímen. Gritei de dor, enquanto ele gemeu satisfeito, revirando os olhos e me mostrou o pau impregnado com o sangue do meu hímen rompido — INCRÍVEL BUCETA APERTADA, GOSTOSA E NOVA! — vociferou excitado, tirando o membro inteiro pra enfiar de uma vez várias vezes e me desvirginar cruelmente pro próprio prazer e ego. — De quem você é, peituda? — na hora entendi o que ele queria ouvir. — Sua, papai, sou sua — era a verdade. Ele sorriu com minha resposta e acelerou o ritmo, me fazendo gritar por ele — AI-PAPI-PAPI-AI-AH! Eu só consegui gritar forte porque ele meteu de uma vez só, senti como se algo tivesse se rasgado por dentro, e ele me disse: vou fazer sem piedade, mesmo que você me implore pra parar. Eu me contorcia de dor. enquanto ao mesmo tempo eu aproveitava. Papi tinha encontrado em mim o que ela não oferecia pra ele, além disso, eu fui aproveitada virgem; até por instinto era o que ele preferia pra se apossar de mim. Ele me parou de repente e me perguntou: "quer que eu use camisinha pra não te engravidar ou prefere pílula?" Eu disse: "me deixa grávida". Ele respondeu: "claro" e continuou. A pica dele tava dura e doía depois de um tempo ele disse: "tô gozando, tô gozando" e me encheu de porra. Continuou metendo e tirando a pica até que parou, chupou e engoliu o néctar delicioso que saía da minha bucetinha, com verdadeiro prazer, e quando soltei a cabeça dele e relaxei todo o meu corpo, entendi que meu orgasmo tinha acabado. De repente ele enfiou na minha boca. O esperma dele era tão gostoso. Depois, pra minha surpresa, porque eu achei que agora era hora de relaxar um pouco, ele me pegou e me virou, como se eu fosse uma boneca, me colocou de joelhos e aí eu já entendi qual era a dele. Peguei o travesseiro pra me apoiar e levantei minha bunda, colocando à disposição dele... e ele não passou nada de óleo ou creme pra não doer, já que queria me comer pelo cu. Ele só passou saliva e pegou minhas nádegas enquanto batia nelas e dizia: "que delícia, você tem elas muito bonitas". E de repente me puxou o cabelo e enfiou sem piedade. Ele começou o movimento de vai e vem rápido, com penetrações rápidas e profundas, e ele curtindo enquanto eu também curtia cada centímetro da pica grossa e quente dentro de mim. Ummmmm que prazerrrrr... eu comecei a chorar de dor e ao mesmo tempo prazer, sentia que algo tava se rasgando, e ao mesmo tempo dizia: "Siiim... me fode papi... como se eu fosse sua mina... agora eu sou sua mulher... Siiim... faz isso por favor... faz isso papi... Ahahah..." Ele gozou de novo dentro de mim e eu nele, e depois me levantou abrindo minhas pernas enquanto eu me segurava nos ombros dele e ele enfiou de novo. Eu gostei dessa posição, sendo sincera 😩 ele me subia e descia entre os braços dele. Pra tentar evitar que ele continuasse gritando, começou a me beijar apaixonadamente, coisa que eu correspondi com ansiedade e nossas línguas se enroscaram numa luta entre gemidos e suspiros de prazer de ambos. Eu queria ter ficado mais tempo assim com meu pai, mas a natureza manda e sem conseguir se segurar mais, ele gozou em mim, senti sua gozada iminente chegando, então... Ele apertou minha bunda contra ele e enfiou o pau dele até o fundo e começou a disparar jatos de porra "desnatada" dentro do meu útero virgem de menina... Ahahahah Depois ele tirou e disse: ei, vem, vamos pra cozinha, tô com fome. Agora? Sim, vem. Ele me carregou e me levou pra cozinha, meu corpo não aguentava, de repente ele me sentou na mesa onde tinha frutas e comida e disse: espera, vou fazer um jantar delicioso. Eu fiquei confusa, mas esperei pra ver o que ele faria, e de repente ele descasca um pepino e enfia em mim. Ele disse: não se mexe, come alguma coisa. Ele tirou o pepino e enfiou mais verduras entre frutas, algumas frutas ele deixou lá dentro, eu só sentia um prazer indiscutível, embora estivesse cansada e sentisse dor. Depois ele fez a comida com aquilo e me disse: cuidado, não se mexe. Eu fiquei quieta. De repente ele disse: pronto, a comida tá pronta, agora vou me servir. Ele enfiou toda a comida na minha buceta com as mãos, bem lá dentro. Ele abriu minhas pernas e disse: hora de comer. Começou a me lamber e a comer tudo que tinha lá dentro, até chegar onde estavam as frutas, tirou elas e mordeu. Ele enfiou uma na minha boca e disse: não sabia que cabia tanta coisa em você, e riu. Depois me beijou e me levou pra cama dele, onde dormimos completamente nus os dois.
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