amor proibido parte 4

Capítulo 4. Ganhando terreno no coração dela.

Ao ver as fotos que ela me mandou, demoro pra responder, porque era uma decisão muito difícil, já que nas duas ela tava uma delícia. É verdade, ela tinha vários conjuntos de estilo esportivo que ficaram esquecidos no fundo do guarda-roupa, e aquele era um deles. Escolho o conjunto de top e short. Deixo ela sabendo.

-Chat-
Humberto: Wooow, então sendo assim… escolho a segunda foto, a de amarelo e cinza.
Aracely: Ok, amor. 😘

Naquele momento, penso que não quero ver ela cozinhando, quero que ela descanse, porque com meu pai lá, é limpar quase 24/7, se não são as latas, as bitucas, o vômito, etc.… então decido melhor pedir comida e não falar nada. Que seja surpresa pra ela. Então olho no Didi as opções que têm, escolho uma de massas, camarões, carne, entre outros menus.

Escolho pra ela camarão ao coco, pra mim uma massa à bolonhesa. Não falo nada. Sigo na minha, até que vejo que são 1:30, e a comida chega em 45 minutos. Então vou até o quarto dela, bato na porta, ela abre, e senta na cama, vejo que ela tá com o conjunto que eu falei:

-Definitivamente foi a melhor escolha. Você tá incrível.
-Ai, love, você me deixa sem graça.
-Tô falando sério, aliás… o que você acha de, quando a gente tiver sozinho, você usar eles aqui em casa?
-Mmmm… com um olhar de quem tá analisando a situação.
-Como você se sentir, só posso te dizer que agora, nesse exato momento, você tá incrível.
-Bom, o que a gente vai comer? Você ainda não me falou, pra eu preparar.
-Nada, você não vai fazer nada… daqui a 40 minutos chega a comida.
-Love, sério, não gasta tuas economias…
-Shhh, só tô fazendo isso pra te mimar, como tem que ser.

Então ela levanta da cama, caminha até mim, me abraça, vejo que os olhos dela tão meio marejados, ela apoia a cabeça no meu ombro. As mãos dela me rodeiam e me seguram pelas costas. Eu faço o mesmo, minhas mãos estão na parte baixa das costas dela. Levanto o olhar, vejo o reflexo das costas dela, vejo a bunda dela. rabos, parecem duras, me dá vontade de tocar, apertar… minha lógica vai embora num foguete pra destino incerto, começo a descer devagar, faço círculos, apalpo como mostra de afeto, ela se gruda em mim, sinto os peitos dela me pressionando, minha reação natural começa a vir à tona, tá crescendo de um jeito incontrolável, por mais que eu tente, é impossível, a sensação, a vista não ajudam em nada. Desço devagar minha mão direita, até o quadril dela, fico ali com muito cuidado, deixo ela, não tem reação, continuo apalpando agora os quadris como mostra de afeto, ela só tá abraçada em mim. No final, só dou um tapa na bunda dela, sinto que é dura, falo que vamos preparar a mesa enquanto trazem a comida. Ela se solta de mim, vejo os olhos dela marejados, ela limpa e me fala:

- Desculpa, sou uma chorona, não liga pra mim.
- Tudo bem, falei algo que te incomodou?
- Não, não, de jeito nenhum, é que… é o que eu queria e desejava que seu pai fizesse comigo, esses detalhes são importantes pra mim.

Quero falar mais alguma coisa, mas melhor não… tô muito excitado, capaz de falar uma besteira e todo meu esforço ir pro caralho. Além disso, espero que ela não tenha sentido ou visto como eu fiquei. A gente vai pro jantar, deixo ela passar, ela anda e vejo como a bunda dela mexe, que mulher maravilhosa. Sentamos pra ver a série, mas minha mente tá em continuar meu plano que parece que tá funcionando. Agora minha intenção é que ela se abra comigo, que eu seja o confidente dela, então agora cada vez que ela falar, vou prestar mais atenção, sei que ela vai gostar dessa parte de mim.

Depois de 50 minutos chega a comida, falo que a gente pode comer na sala, pra continuar vendo TV, ela diz que sim, só vai pegar os copos pro refrigerante.

Coloco no prato dela um envelope com uma carta que escrevi à mão, sei que ela gostou do detalhe anterior, espero que dessa vez seja igual e tenha o mesmo efeito. Ela chega, senta, vê o envelope. Me olha, faço sinal pra ela abrir e ler. leia. Ele pega, abre, a nota diz o seguinte: Às vezes me pergunto se é possível alguém como eu admirar e querer tão profundamente alguém como você. Mas cada dia eu percebo: o carinho verdadeiro olha e cuida da alma. Me sinto pequeno diante da sua beleza, mas imenso de felicidade quando você fala comigo com amor.

Meu coração está batendo rápido, acho que tenho taquicardia, minhas mãos suam, tento me acalmar, preciso demonstrar maturidade, essa atitude é infantil. Ele termina de ler, coloca a nota sobre o peito, vejo lágrimas voltarem a cair, ele se limpa, me abraça de novo, sinto o peito dele pressionando meu braço. Ele começa a me beijar de forma carinhosa, no rosto, testa, bochecha, eu a tenho abraçada, pela efusividade dela, ela se mexe muito, então tenho a desculpa perfeita para acariciar a bunda dela com uma mão (pena que não possa ser com as duas, mas seria muito cara de pau), assim continuamos por mais alguns segundos.

-Ai love, love é a coisa mais linda que alguém já me disse... muack, muack...
- Você merece isso e mais. Bom, bom, come ou a comida vai esfriar.
- Sim, você tem razão.

Nos sentamos, continuamos vendo a série, ela parece alegre, se empolga, se entristece pelos protagonistas da série que assistimos. A gente se diverte, vimos vários episódios, até que ela me diz:

- A comida estava deliciosa, meu amor.
- Que bom que você gostou.
- Claro que gostei, e ainda mais o detalhe da cartinha.
- Você vai ser um bom namorado, não mude isso. Esses detalhes apaixonam qualquer um.
- Qualquer um, você também? Pergunto com segunda intenção...
- Bom, vou tomar banho.
- Ok, acho que vou fazer o mesmo.

Ela não me respondeu, mas quem cala consente, né? Cada um foi tomar banho no respectivo banheiro, não quis espiar, não quis tentar a sorte que eu tive. Isso precisa ser levado com cautela, embora seja uma luta entre os hormônios e a razão. Até agora tive muita sorte, não quero estragar o pouco que avancei. Já uma vez nós dois Lavados, trocados e perfumados, estamos nos nossos respectivos quartos… então mando mensagem já um pouco mais ousado.

-Chat-
Humberto/Beto: O que a mulher mais gostosa tá fazendo agora? Aqui tão com muita saudade de você.
Aracely: Aqui deitada lendo uma cartinha que me deram no almoço.
Beto: Ah, que bom, então vou ter que me esforçar pra te dar esses pequenos detalhes, já que te fazem tão bem.
Aracely: Cê tá doido. 🥰😘

Deixo assim, não quero pressionar muito… mas tô morrendo de vontade de ver ela de lingerie… sei que é cedo demais pra ver ela assim.
Nisso, chega um e-mail da Universidade… sobre os resultados…
Aviso minha mãe:

Beto: Vou aí no seu quarto, chegou e-mail da Uni.

Vou, bato na porta, ela diz pra eu entrar, sentamos na cama dela, abro o e-mail, o e-mail trava, fica girando (droga)… fecho, abro de novo, tá abrindo… vejo minha mãe com as duas mãos juntas, perto do peito, esperando a notícia… o e-mail abre:

Prezado candidato:
Receba uma cordial saudação das autoridades acadêmicas e do corpo desta instituição de ensino. Escrevemos para lhe comunicar o desfecho da sua participação no processo seletivo referente ao próximo ciclo letivo para o Bacharelado em Direito.
Informamos que sua solicitação, documentação entregue e o exame de conhecimentos gerais e aptidão acadêmica que você apresentou foram submetidos a uma revisão detalhada, rigorosa e comparativa junto com os demais candidatos. Foram avaliados o nível de preparação, compreensão de leitura, raciocínio lógico, valores e vocação para as ciências jurídicas, aspectos fundamentais para cursar satisfatoriamente este curso.
Durante a análise, verificou-se que todos e cada um dos requisitos estabelecidos foram cumpridos, que o desempenho estava adequado ao perfil de ingresso exigido e que você demonstrou a disposição e capacidade necessárias para manter o compromisso, a responsabilidade e a estudo constante que exige nossa máxima casa de estudos. Após concluir toda a avaliação e finalizar a lista oficial de vagas disponíveis, já temos o veredito definitivo. Por meio deste comunicado, notificamos que seu desempenho foi satisfatório e alcançou a pontuação necessária para sobressair, consequentemente: VOCÊ FOI OFICIALMENTE ADMITIDO PARA CURSAR O BACHARELADO EM DIREITO. Parabéns por essa conquista! Você demonstrou dedicação e capacidade para se integrar à nossa comunidade estudantil. Em breve, enviaremos o calendário de matrículas, horários e guia de trâmites seguintes para formalizar seu ingresso. Esperamos vê-lo iniciar as aulas com motivação e constância, comprometido com sua formação profissional.

Ao ouvir a resposta, minha mãe dá um grito:
- Siiii, kkkkk, siiii, siiii SIIIII, você conseguiu filho, conseguiu, agora você é estudante de direito. Tô muito orgulhosa de você.
Eu, não consigo acreditar, fiquei, FIQUEI, SIM PORRA, EU FIQUEI... naquele momento, abraço minha mãe de tanta emoção, pulamos de felicidade, e no final um abraço forte, mas coloco minhas mãos na bunda dela, ficamos assim um tempo, minhas mãos não saem de lá (a bunda dela é uma delícia, tô ficando duro, foda-se, hoje vale a pena). Dou um beijo na bochecha dela, ela me olha nos olhos e diz que tá orgulhosa. Inclino minha cabeça pra dar um beijo nas bochechas dela, dou um, dois, pela emoção, desço meus beijos pro pescoço dela, ela em vez de me afastar, me rejeitar, faz o contrário, inclina a cabeça pra dar acesso ao pescoço. Então continuo dando beijos, suaves, lentos, quero aproveitar o momento.

Aquele momento foi maravilhoso, pra mim o tempo parou, não queria me desgrudar dela. Mas tudo que é bom precisa acabar, me afasto, noto um leve rubor nas bochechas dela, percebo bem sutilmente que os peitos dela tão marcados, a respiração dela tá acelerada. Ela tá se sentindo quente mesmo com o ar-condicionado ligado. Eu também percebo. de que, tô excitado, dá pra ver a barraca da calça, apontando pra ela. A gente se olha, sorri, um sorriso nervoso. Ela quebra o silêncio:
- Tem que dar a boa notícia pro seu pai. O que você quer jantar? Isso tem que comemorar.
- Sei lá, ainda não tô acreditando.
- Então acredita, love, você conseguiu.

Saio do quarto dela, vou pro meu, leio e releio o e-mail, em minutos minha irmã me liga pra me parabenizar, minha mãe acabou de contar. Ela pergunta o que vou fazer pra comemorar. Falo que não sei. Meu cunhado, que tá com ela, sugere a gente ir pra casa deles comemorar, que a gente vá às 7:00 pm. Aí pede alguma coisa, a ideia é festejar juntos. Falo que sim, que já aviso a mãe. Desligam, volto pro quarto da minha mãe, pra falar que a Ana e meu cunhado tão convidando a gente pra jantar na casa deles pra comemorar. Ela responde que sim, que acabou de mandar mensagem. Que a gente se arrume pra chegar. Vou pegar minha roupa, quero ficar bem pra ela, procuro entre minhas roupas, escolho uma camisa social, uma calça social, sapatos, cinto, começo a me vestir, penteio o cabelo, checo meu penteado uma e outra vez.

Me olho, gosto do que vejo, uma pessoa segura de si, passo colônia, não muita, só um toque sutil nas áreas permitidas.
Mando mensagem pra minha mãe:

-Chat-
Beto: Já tá pronta a mulher linda, meu date?
Aracely: Kkk, doido, já tô quase, tô me arrumando pra ocasião.
Beto: É, só vamos pra casa da Ana…
Aracely: Não é o lugar, bobinho, é a ocasião.

Fiquei esperando 5, 10, 15 minutos… até que escuto "já tô pronta"... quando saio do meu quarto, dou de cara com a mulher mais linda, deliciosa, em todos os sentidos, ela vestiu um vestido azul, com uma fenda na perna, que parecia perigosamente gostosa, uma verdadeira La Femme. Fiquei realmente besta ao vê-la, me tira do impacto quando ela fala "vamos logo que sua irmã tá esperando".

Foi um verdadeiro prazer e martírio ir, abro a porta pra ela. Abro a porta do carro como todo um cavalheiro, vejo ela subir, olho o decote dela, ao entrar, vejo a fio dental que ela usa, é uma delícia… não consigo evitar ficar excitado, entro, ligo o carro, vamos pra casa da minha irmã e do meu cunhado. No caminho ela me diz:

- Já mandei mensagem pro seu pai, que você passou e foi admitido. Ele não leu, acho que tá descansando ou carregando o celular.
- É, acho que sim, mas não se preocupa, ele não concordava muito comigo estudar isso.
- Eu sei, ele queria que você estudasse algo relacionado a plataformas.
- Então olha por esse lado, posso trabalhar lá como consultor jurídico, assessor dele, representante legal.
- Pois é, vendo por esse lado, você tem razão.

Continuamos conversando sobre outros assuntos, não perco a oportunidade de olhar as pernas dela, me delicio com elas. Porém, minha burrice me venceu e ela percebeu, ela se cobre meio sutilmente. Aquilo foi um sinal de que eu tinha passado do ponto.

Uma vez que chegamos na casa da minha irmã e do meu cunhado, nos cumprimentamos, minha irmã ao me ver me parabeniza, assim como meu cunhado. Entramos na casa deles, tinham pedido o jantar, ficamos conversando sobre tudo um pouco, minha irmã colocou música pra comemorar, tentando parecer o mais normal possível, digo pra minha mãe:

- Aceita uma dança, bela dama?
- Claro que sim, jovem.

Começamos a dançar, era bachata, minha irmã dança com o marido dela, estamos todos felizes, é perfeito. Não bebemos em excesso, só o essencial pra comemoração. Continuávamos dançando, comendo, descansando, em um momento das conversas, piadas, minha irmã disse algo que foi, eu acho, pelo menos pra mim, o ponto detonante entre eu e minha mãe. Ela fez o comentário sem ter a menor ideia do impacto que as palavras dela teriam:

- Que fofos vocês parecem, parecem namorados, não parecem mãe e filho, ha, ha, ha… mas fora de brincadeira, vocês realmente parecem namorados, vejo minha mãe contente, não tá amargurada como sempre. Você faz bem pra ela, Beto, você é o namorado dela enquanto o pai não tá… kkkk…

Meu cunhado fala que ela é maluca e que já subiu o álcool pra cabeça, da sogra dele e minha.
- É de verdade, amor, olha pra eles, se parecem... kkkk
Minha mãe ri, mas eu noto um certo nervosismo, eu gosto da ideia, só entro na brincadeira, comento do incidente no cinema pra minha irmã, e ela diz: Como um bom namorado deve defender a namorada dele.

Ficamos nessa até que, sendo 11:20 da noite, chega uma mensagem no celular da minha mãe, ela olha a mensagem, faz uma cara que minha irmã e eu reconhecemos muito bem. É uma mensagem do meu pai, minha irmã:

- E agora, o que o pai tá dizendo?
- Ah, nada, só falei que seu irmão foi aceito na universidade e que a gente tá comemorando aqui na sua casa.
- Aham e... o que ele disse... ela pergunta de novo
- Só me disse que é perda de tempo isso e que eu não gastasse dinheiro com besteira...
- Me dá o telefone... ela manda um áudio... Pai, a gente tá na minha casa, seu genro convidou sua esposa, a escrava, e seu filho, o brother in law dele, pra curtir e comemorar que SEU FILHO foi aceito na escola. Que você seja um amargurado, isso é problema seu. Tchau.

Ela chega perto de mim, me fala, agora é sua vez de animar a sua "namorada", piscando o olho pra mim.
- Não se preocupa, mãe, ele não vai estragar nossa noite. Ele tá na plataforma, não se preocupa.
- Eu sei, filho, mas as atitudes dele doem, a gente tem que ficar feliz pelas conquistas dos filhos, não podar, nem humilhar.
- Calma, calma, vem cá, vamos dançar um pouco, pra você se divertir. Vai, vai...

Entre eu e minha irmã, a gente anima a mãe. Mas a semente já tinha sido plantada de ela querer se sentir minha namorada de verdade, só que ela não sabia disso.

Ficamos até 1h da manhã, quando decidimos ir pra casa descansar, meu cunhado me pergunta se eu posso dirigir, eu falo que sim, por isso não bebi tanto, diferente da minha irmã que tava mandando áudios, segundo ela, do controle da TV dela... xingando nosso pai.

Minha mãe se despede, sobe no carro, eu subo, não sem antes a Ana chegar perto, se despedir dela, e depois... me trata bem… trata bem a sua namorada, vou ficar de olho em você, “cunhado” kkk, porque você vai ser meu brother in law e irmão ao mesmo tempo, que doidera kkk, kkk..

Durante a viagem de volta, minha mãe estava entre triste e alegre, então pra evitar que ela ficasse triste, eu falo:

- Que loucuras a Ana falava… o mais engraçado é que ela dizia que mandava áudios pro papai pelo controle da TV.
- É, kkk, kkk.
Não queria tocar no assunto de sermos namorados… não sabia como abordar. Graças aos astros, foi ela quem mencionou:
- É, isso e falar que você e eu somos namorados… kkk, kkk… uma risada nervosa.
- É, essa é doida… mas pelo menos eu tô te tratando o melhor que posso, e acho que por isso ela pensa que eu sou seu namorado.
- Bom, em parte, ela sabe dos detalhes que você me deu, os bilhetes, ela me fala que você me ama muito…
- Isso aí, isso e mais… por isso, enquanto o papai não estiver em casa, pretendo te mimar, te paparicar um pouco.
- Te agradeço, você não sabe o quanto me faz bem me sentir amada, respeitada, valorizada, você me escuta, me consente, me mima, é o que um namorado faz…
- Bom, se você quiser, eu continuo te tratando assim…
- Seria lindo…
Não teve mais nada, chegamos em casa por volta da 1:45 da manhã, abro a porta pra ela, falo na brincadeira (e meio a sério): bom, já tá na sua casa, minha namorada. Vou me retirar… esse gesto fez ela rir. Ela me fala:

- Essa Ana já te contaminou com a loucura dela.
- Kkk, kkk… só cumprindo meu papel de bom namorado.
- Vamos entrar logo.

Quando entramos em casa, ela tira os saltos, anda até o quarto dela, se despede de mim. E eu dela, mando um beijo voando, ela me manda um… entra e fecha a porta. Eu vou pro meu quarto. Tiro a roupa, deito, olho meu celular, vejo umas fotos que minha irmã me mandou… uma delas é eu dançando com ela… onde tem uma mensagem: são namorados, são namorados...

Outra foto que me chamou a atenção… minha mãe estava me olhando enquanto eu tava ocupado conversando com meu brother in law, mas eu não percebi como ela me olhava… pela mensagem da minha irmã bêbada… Ela te olha com vontade de te dar um beijo… kkkk… Não respondi as mensagens, a essa hora ela já deve estar dormindo.

Olho pra ela, é verdade, ela me olha com uma intensidade, amor… é hora de dar o próximo passo…

1 comentários - amor proibido parte 4