Festa à fantasia

Quando Bety viu o marido chegar em casa uma hora mais cedo do que o normal com uma caixa debaixo do braço e uma expressão de desgosto no rosto, percebeu que a sua sexta-feira à noite estava arruinada.

Ela disfarçou a decepção o melhor que pôde, esperando que talvez estivesse tirando conclusões precipitadas, e fingiu não ter notado nada, continuando a conversa.

"Que maravilha, você já chegou! Eu ia arrumar o cabelo, mas já tenho a roupa pronta, então não vou me demorar. Você tem tempo para descansar um pouco e comer alguma coisa. Minha mãe veio e já levou as crianças. A Dori me ligou para confirmar que ela também vai. Em outras palavras, está tudo saindo como planejado, vamos ter uma noite incrível. Me divertindo e batendo papo com todo mundo..."

Enquanto falava sem parar, esperava ouvir algo do marido, mas ao mesmo tempo fazia de tudo para garantir que ele não tivesse chance de frustrar seus planos. Mas então...

"Desculpa, Bety, mas vamos ter que cancelar a nossa saída de hoje à noite." Com uma tempestade rugindo no peito, ela ouviu o marido explicar que a empresa tinha convocado todos os diretores para uma festa de boas-vindas ao presidente, que chegava naquela mesma noite da sede no exterior. Como tudo tinha sido decidido em cima da hora, ele não teve tempo nem coragem de contar por telefone. A caixa que ele trouxe estava agora aberta sobre a cama, contendo uma fantasia que o departamento de marketing tinha alugado para todos os convidados, entre os quais ela não estava incluída, já que os familiares dos funcionários não tinham sido convidados.

Ela ouviu tudo em silêncio, apertando os dentes e as mãos, sem reagir com gritos ou xingamentos. Apenas duas pequenas lágrimas de raiva denunciaram o golpe.Festa à fantasiaEnquanto Adalberto tomava banho, ela deu uma olhada de canto de olho na fantasia aberta em cima da cama. A televisão estava ligada, mas ela não fazia ideia do que estava passando. Esperou ele sair do banho antes de ligar para a amiga Dori pra dizer que não poderiam ir à reunião. Queria que o marido ouvisse a decepção e a raiva dela enquanto explicava o motivo do fracasso. Foi uma ligação rápida e curta. Falariam mais tarde, quando ela estivesse mais calma. Ele ouviu tudo em silêncio, visivelmente angustiado, com o rosto contraído de culpa. Examinou a fantasia sem entusiasmo, mas Bety disse pra si mesma que tudo era encenação, que no fundo ele estava pulando de alegria com a perspectiva de uma noite com os amigos. Queria explodir, fazer a fantasia em pedaços e gritar com o marido com todas as forças, mas a história que ele contou era tão bem construída que não deixava margem pra dúvida. A empresa dele realmente exigia que os diretores comparecessem a esses eventos fora do horário normal de trabalho.

O endereço na caixa correspondia, de fato, a um salão elegante no centro da cidade, usado para grandes recepções. Pensou que, mesmo se tivesse recebido um convite, não aceitaria. Adalberto passou por ela vestido com aquela fantasia ridícula de ficção científica e tentou beijar sua bochecha, mas ela se afastou rapidamente. Ao abrir a porta pra sair, ele comentou sem olhar pra trás: "O pior é que minha cabeça tá doendo pra caralho; se pudesse, ficaria em casa. Não tô a fim de ir". Ela levou aquilo como a gota d'água, a provocação final, e bateu a porta com força assim que ele saiu.quadrinhosAssim que o marido saiu, uma ideia tomou conta dela e ela ficou ansiosa com a possibilidade de fazer algo para não estragar a noite de sexta que tinha planejado, mesmo que à primeira vista parecesse uma bobagem. Ela se apressou para entrar no quartinho bagunçado e remexeu entre caixas empoeiradas até achar o que procurava. Obviamente, a fantasia não era nova e, pra ser sincera, era bem minúscula, de uma época em que o casamento ainda não tinha feito um estrago devastador na sua silhueta. Mesmo assim, conseguiu se enfiar na roupa apertada, e alguns acessórios como luvas e botas fizeram tudo ficar menos vergonhoso. Ninguém vai a uma festa à fantasia com a intenção de passar despercebida. No meio da bagunça, encontrou uma máscara que cairia bem, já que não podia mostrar o rosto. Em pouco tempo, se viu pronta na frente do espelho e, talvez pelo empolgação do plano ou pela sensação de estar fazendo algo fora do comum, se sentiu gostosa e confiante. Claro, a puta vontade de dar uma lição no marido contribuiu pra caralho pra ela ignorar o bom senso. Vestiu um casaco comprido por cima da fantasia, saiu de casa, pegou um táxi e partiu radiante.

“Hoje vou botar aquele filho da puta no lugar dele!”, pensou.Here are the translations

**OpSó ao chegar em frente ao salão, ela percebeu que precisava dar um jeito de entrar, já que não tinha convite. Foi quando viu um grupo de cinco mulheres jovens, todas fantasiadas, conversando com um segurança na entrada lateral. "Claro, é uma festa de executivos onde as esposas não são permitidas, porque tem acompanhantes", pensou. Ela se juntou a elas e, como suspeitava, não precisou mostrar convite nenhum, só uma revista rápida na bolsa e, pronto, entrada livre na festa. Mais fácil do que imaginava. Uma vez lá dentro, não sabia como se comportar, então decidiu imitar as outras mulheres, mais acostumadas com esse tipo de festa, e ficou num canto do bar. Logo lhe ofereceram uma taça e ela observou como as outras agiam, atraindo olhares e aproximações de homens sorridentes de meia-idade com fantasias engraçadas que acentuavam ainda mais suas silhuetas nada harmoniosas. Era evidente o quanto se sentiam à vontade naquele ambiente, acostumados com a companhia de mulheres que viam pela primeira vez. Ela tentou passar despercebida, evitar os olhares e o assédio, mas era praticamente impossível, então fez o possível para aguentar as mãos atrevidas na sua cintura e os abraços forçados, enquanto procurava o marido com o olhar perdido. A música alta e a multidão dificultavam sua busca, e mais de uma vez ela teve que pedir educadamente para tirarem as mãos da sua bunda. Tomou outro gole para acalmar a raiva e só pensava no momento em que pegaria o Adalberto no flagra e acabaria com tudo rapidinho.analApós uns quarenta minutos, quando a paciência dela chegou ao limite, ela conseguiu ver o soldado de ficção científica lá em cima, conversando com algumas pessoas, segurando um copo de uísque numa mão e a cintura de uma mulher quase nua e entusiasmada demais na outra. "Que cretino! Eu sabia", pensou. Ela procurou com o olhar outro homem com a mesma fantasia, só pra ter certeza, pra não cometer nenhuma injustiça. Nada.

Nenhum outro homem na sala usava a mesma fantasia, então não havia dúvida, e isso só fez o coração dela acelerar e a raiva crescer. Ela virou de uma vez o que restava no copo; era o segundo ou terceiro gole, talvez. Ajustou a máscara e partiu em direção ao bandido, mas enquanto subia as escadas, dois desconhecidos se aproximaram dela sem nenhum disfarce, um pela frente, outro por trás, com as mãos por todo lado. Ela até conseguiu fingir um pouco de raiva pra escapar.

Ela era um pouco atrevida, mas percebeu que estava ali como acompanhante e não podia fazer um escândalo sem arriscar revelar sua identidade, então pensou melhor e decidiu tentar se livrar deles com delicadeza. Mas, enquanto tentava sair daquela situação com jeito, começou a sentir um arrepio percorrendo suas costas. Talvez fosse o álcool, talvez a música, ou todo aquele clima de libertinagem, ela não tinha certeza, mas a verdade é que não se esforçava muito pra se afastar daqueles homens que a acariciavam e enfiavam as mãos em cada canto da fantasia dela. E eram muitos.boquete“Pelo menos daqui eu posso ver o que aquele canalha está fazendo sem chamar atenção”, pensou consigo mesma, tentando se justificar. E, de fato, de onde estava, podia ver o marido se entregando a abraços lascivos e apaixonados, e sua fúria crescia na mesma proporção do calor e da excitação que os desconhecidos que a devoravam lhe provocavam. Naquele momento, olhou ao redor e viu muitos casais e pequenos grupos prestes a transar, e em alguns casos, já no ato, todos relaxados numa orgia animada regada a muito álcool. Um dos homens a agarrou por trás, lambeu seu pescoço e apalpou seus peitos, enquanto o segundo, agachado entre suas pernas, já tinha baixado sua calcinha e praticava uma lambida vigorosa sem nenhum pudor, enquanto as pessoas passavam, às vezes esbarrando neles. Tentou fazer com que parassem, mas seus protestos foram ignorados, e ela se viu numa situação delicada. Como ia flagrar o marido no ato se ela mesma estava presa entre dois completos desconhecidos?

“Oh, Deus... p-para... você não entende... eu... eu não sou...”. Sua frase foi interrompida por um arrepio repentino que percorreu sua espinha e se espalhou por todo o corpo quando o homem atrás dela a penetrou com força, ainda de pé, apoiado na parede a poucos metros de onde seu marido também estava ocupado com outra mulher mascarada.gozadaPresa entre os dois homens, Bety agora era uma mulher sem razão nem resistência, deixando-se penetrar à força enquanto via o próprio marido receber sexo oral bem na frente dela. Achou que estava em apuros, que seu plano tinha dado completamente errado e que mal conseguia repetir que precisava dar um jeito de sair dali. O homem que a penetrava tentou tirar a máscara dela, e ela ficou horrorizada com a ideia de que pudesse ser um colega de trabalho próximo do marido. Talvez ele já tivesse visto uma foto dela na mesa de Adalberto e a reconhecido, então ela se agarrou à máscara com força. Por sorte, aquilo não era a maior preocupação dos caras, e ela manteve o anonimato. Aí os homens trocaram de posição, e o que estava na frente foi para trás dela e a penetrou na hora. Uns instantes depois, ele tentou entrar por trás, mas a mira dele ficou prejudicada pela posição desconfortável e pela bebida. Em poucos segundos, o homem mascarado que estava na frente dela gozou com um gemido alto, seguido na hora pelos espasmos do que estava atrás. Depois, ele se afastou dela com o pau ainda duro, se apoiando na parede para não tropeçar, e ela aproveitou a chance e fugiu dos dois, reclamando.fantasiasEla conseguiu subir mais alguns degraus e, quando estava a apenas alguns passos do marido, um velho transbordando de libido se aproximou dela. Sem rodeios, com a agressividade de quem não tem tempo a perder, imobilizou-a pela cintura com uma mão enquanto enfiava dois dedos na buceta dela, ainda lubrificada pelo encontro anterior. Apesar de certa repulsa, dessa vez Bety já não reagiu com tanta indignação e fúria. Era impressionante como, em apenas duas situações forçadas, ela tinha absorvido o impacto e conseguido colocar sua missão acima da dignidade. O velho estava invadindo ela com aqueles dedos grossos e experientes, mas pelo menos agora ela estava a apenas dois ou três metros do marido.

Ele, por sua vez, se entretinha sentado no sofá, com a mulher sentada no colo dele. Mais precisamente, em cima do pau dele. Sim, ela podia ver. Ele estava transando com outra mulher, bem na frente dela, embora ela não soubesse. Então, ela percebeu que enfrentava um dilema e, como sabemos, um dilema é ter que escolher entre dois problemas: será que ela surpreenderia o marido no meio do ato sexual com outra mulher, ou iria para casa com aquela imagem na cabeça, mas sem poder contar como tinha presenciado? Enquanto decidia o que fazer e filosofava sobre a situação, ela se deixou penetrar pelo velho, lascivo, pervertido, repulsivo e barrigudo, mas com uma ereção teimosa e corajosa.ciumesBety tinha ido até lá com o firme e digno propósito de flagrar o marido no ato, mas agora estava a poucos metros dele, de quatro, com uma rola no cu, incapaz de protestar enquanto observava outra mulher devidamente acomodada no colo de Adalberto. Era aterrorizante pensar que a única coisa que a protegia era a fragilidade de uma máscara com elástico, motivo pelo qual sempre fazia questão de que ninguém tocasse no seu rosto. Ainda mais aterrorizante era ter que admitir que estava prestes a gozar. Ninguém conseguia tirar o velho de cima dela, e em certo momento até agradeceu a persistência daquele cavalheiro experiente, careca e barrigudo. Ele sabia mesmo o que fazia. A cada estocada, ela se contorcia e cravava as unhas no carpete. A mulher finalmente se levantou do colo do marido, revelando a rola pulsante dele com a cabeça vermelha e brilhante apontando para o teto. Ela não lembrava da última vez que o tinha visto com uma ereção tão vigorosa. A mulher se ajoelhou quase ao lado dela e começou a estimular aquela ereção com a boca, fazendo os sons e movimentos mais indecentes e excitantes que Bety já tinha presenciado.Festa à fantasiaA mulher fez um movimento incomum, puxando o ar como se fosse mergulhar numa piscina, e então afundou o rosto no colo de Adalberto, engolindo o pau dele por completo, centímetro por centímetro, deixando só os dois sacos suados e cobertos de saliva pra fora. O tamanho do membro dele era visível pressionando a garganta da mulher enquanto ele se apertava no sofá, com movimentos nervosos. A mulher fez mais alguns movimentos e depois se levantou de novo, deixando o pau dele completamente pra fora, mas dessa vez com fios de gozo escorrendo como lava pelas encostas de um vulcão, com a erupção principal acontecendo bem em cima. Ele se agarrou ao assento do sofá com as duas mãos enquanto gozava compulsivamente, e a mulher, com cara de missão cumprida, limpou o queixo manchado de saliva e líquido escorrendo. Foi um espetáculo. Até outros que estavam por perto pararam por uns momentos pra olhar, mas voltaram às suas tarefas logo em seguida. Incapaz de segurar a excitação, Bety também chegou ao orgasmo no mesmo instante. Era a primeira vez que ela e o marido chegavam ao clímax ao mesmo tempo, embora ironicamente não juntos. Ela teve um orgasmo intenso, gemendo bem alto, pra deleite de todos os presentes. "Esses dois valem cada centavo", comentou um deles. Ao se jogar no tapete, exausta pelo orgasmo, ela sentiu o gozo quente do velho inundando seu interior e transbordando pelas pernas. Foi a maior humilhação, mas naquela altura já não ligava mais.quadrinhosNão tinham se passado nem dois minutos. Ela começou a se recuperar e a se recompor, pensando no que fazer agora. "Não posso fazer mais nada, o melhor é ir pra casa". Mas ao olhar ao redor, o marido já não estava mais lá. Procurou apressadamente por todos os lados, enquanto ajeitava a roupa e o cabelo como podia. Então olhou por cima do parapeito e viu, lá embaixo, o soldado de ficção científica pulando e rebolando com outras duas mulheres, que por sua vez estavam cercadas por outros homens igualmente eufóricos e bêbados. Em poucos instantes, desapareceram por uma porta lateral no meio da multidão, com certeza para "mais uma rodada de putaria", pensou. Mas isso seria conveniente. Assim ela poderia ir embora sem ser vista e voltar pra casa com aquela sensação estranha de igualdade.

"É verdade que ele zombou de mim, mas eu também não era exatamente uma santa. Então, deixa pra lá." Mas quando abriu uma porta que achou que era a saída, Bety se deparou com uma orgia épica. Agarraram seu braço e a arrastaram pro olho do furacão, e antes que pudesse pensar em como sair daquela enrascada, os homens já estavam fazendo fila pra meter nela. E foi assim que Bety, que tinha planejado dar uma lição no marido, passou a noite sendo explorada, penetrada e servida numa bandeja por uma legião de homens que ela nunca tinha visto na vida. "Deixa a máscara", foi tudo o que conseguiu dizer nos raros momentos em que a boca não estava ocupada por alguma pica.Here are the translations

**OpEram seis da manhã quando o táxi parou na frente do portão e a Bety desceu, cambaleando e exausta. Qualquer um que a visse naquele momento teria pensado que ela tinha acabado de sair de uma briga feroz. Por sorte, não havia ninguém por perto pra presenciar a cena. Nem um único, nem mesmo o marido, que ela tinha visto cambaleando pela festa minutos antes de ir embora. Pelo menos ela podia ficar em casa esperando por ele e fingir ser a esposa rebelde quando ele chegasse. Quem sabe, até pudesse tirar proveito da situação. Sim, era isso. Seria a vingança perfeita. Além de ter curtido a festa, ainda podia passar uma ou duas semanas se fazendo de difícil, obrigando o marido a se comportar como um cordeirinho, satisfazendo os desejos dela como forma de compensação. Mas então, ao abrir a porta, o sangue gelou nas veias dela.

O Adalberto estava deitado no sofá da sala, enrolado num lençol, dormindo com a televisão ligada. Ela ficou paralisada quando ele acordou devagar e olhou pra ela.

“Onde você tava?”, perguntou ele, se ajeitando no sofá.

“Saí com a Dori. Sim, saí com a Dori. Eu tava puta e ela insistiu pra gente ir numa festa na casa da tia dela pra não desperdiçar a noite.” Ela se surpreendeu com a própria mentira, tão rápida e convincente.

“Ah, que bom. Fico feliz que pelo menos um de nós se divertiu”, respondeu ele.

“Sim, me diverti... um pouco, quer dizer. Me diverti... um pouco. Mas, por que você tá com essa fantasia de urso? Cadê a fantasia de soldado de ficção científica que você tava usando quando saiu daqui?”

“Aquela porcaria. Eu tava com uma dor de cabeça do caralho, como te falei, e não dava pra aguentar aquele capacete tão apertado e fechado por muito tempo. Então o Rubiño trocou a fantasia comigo. Eu dormi num sofá por um tempo. Fiquei na recepção e depois voltei pra casa, mas quando cheguei você não tava.” O Adalberto não disse mais nada. Subiu pro quarto, tomou um banho e foi dormir. A Bety, mais tarde, se aninhou ao lado dele, que Chupava como um bebê.analFIM

2 comentários - Festa à fantasia

Ótimo. Você soltou a puta que tem dentro de você. Não se arrependa, a vida é pra ser aproveitada. Nota 10.