nossos pais viajavam muito a trabalho, vendiam casas e eram convidados para convenções, então era normal ficarmos sozinhos por vários dias. vinha uma senhora, mas só de manhã, à tarde ela ia embora. Nossa relação era normal, nunca tinha visto minha irmã de forma sexual até aquele dia. Era uma quarta-feira, se não me lembro mal, à tarde depois de comer alguma coisa e a senhora ir embora, nós dois estávamos no quarto dos nossos pais porque era o único com TV naquele momento. A gente via a programação normal, naquela época não existia Netflix ou algo parecido, e minha irmã me disse que estava entediada, eu disse que também estava. Minha irmã me perguntou se a gente brincava de dançar, era um jogo normal entre nós dois. Brincamos por um tempo e eu disse se a gente mudava de jogo, até aquele momento tudo era normal, sem maldade da minha parte, só passando o tempo. Perguntei se a gente brincava de lutar. Na cama dos nossos pais, que também era um jogo normal entre nós dois. Esqueci de mencionar, nós dois estávamos de pijama, minha irmã tinha um pijama rosa com desenhos de Moranguinho, um desenho da época, com um shorts rosa também cheio de morangos. Eu estava com um pijama de calça azul escura e uma camiseta de manga comprida com aviões. Começamos o jogo de luta normal como qualquer outro dia, mas enquanto a gente brincava e começávamos a esfregar nossos corpos, eu comecei a ter uma ereção que, pelo tecido fino do meu pijama, era meio difícil de esconder, mas eu conseguia. Mas comecei a aproveitar para tocar minha irmã pelas pernas dela, que estavam descobertas porque o shorts do pijama não as cobria. Minha ereção ficava maior a cada movimento, e me veio a ideia de dizer pra minha irmã se a gente tirava a parte de cima do pijama pra brincar melhor. Minha irmã disse que sim, sem problema. Eu tirei a camiseta bem rápido, deixando meu peito nu, depois minha irmã começou a tirar a blusa dela, eu achei que veria os peitinhos dela nus, mas quando ela terminou de tirar a blusa, minha irmã ela usava uma coisa chamada acostumador, é uma coisa que as mulheres usam antes de usar sutiã. Quando a gente já tinha tirado a parte de cima da pijama, continuamos com a brincadeira, mas nossos movimentos eram diferentes, porque parecia que a gente tava transando com roupa, já não era mais a briga de sempre. Eu comecei a passar minhas mãos nas costas dela, procurando os fechos do acostumador. Eu não sabia que era de uma peça só, achei que minha irmã não tinha notado, e com a voz doce ela me disse: "esse não tem fecho". Eu falei que achava injusto eu não ter nada da cintura pra cima e ela ter. Nisso, minha irmã, sem dizer nada, tirou o acostumador dela num movimento só, e eu pude ver os peitinhos dela crescendo, com os bicos rosa escuro. Naquela época, os peitos dela eram uns caroços pequenos, mas pra mim era a coisa mais excitante que eu já tinha visto, e era mais que suficiente. Eu subi em cima da minha irmã e comecei a tocar os peitos dela e sentir os bicos, que estavam durinhos. Minha irmã enfiava as mãos por baixo da minha calça pra tocar minha bunda, apertava às vezes, fazendo meu pau encostar mais na buceta dela. Enquanto fazia isso, eu falei se a gente não tirava tudo. Minha irmã aceitou, mas disse pra gente ficar de roupa íntima, ela de calcinha e eu de cueca. Eu aceitei. Já de roupa íntima, minha ereção tava mais evidente, mas minha irmã não falou nada, continuamos na brincadeira, por assim dizer. No começo, eu tentei afastar meu pau da minha irmã pra ela não se incomodar e querer parar, mas quanto mais eu sentia o corpo dela, sentia o calor e a buceta dela contra meu pau, comecei a encostar mais meu pau nela. Num momento, minha irmã sentiu meu pau diretamente e parou, e me perguntou o que era aquilo, apontando pro meu pau. A primeira coisa que me veio na cabeça foi falar que era um osso que os homens tinham. Minha irmã, com essa resposta, se acalmou um pouco. Mas por causa do atrito dela contra mim, minha cueca começou a descer, e a ponta do meu... meu pau começou a aparecer, achei que minha irmã fosse falar algo, mas ela só continuava com os movimentos de quadril contra mim. Eu já não aguentava mais de tesão e tirei minha irmã de cima de mim e falei sem rodeios que a gente devia tirar tudo pra ficar completamente nus. Minha irmã abaixou a cabeça e me disse que se eu ganhasse dela no jogo de pedra, papel ou tesoura, a gente faria, mas se ela ganhasse, a gente parava tudo. Eu fiquei decepcionado porque minha irmã sempre me ganhava nesse jogo, mas aceitei porque era a única condição dela pra continuar. A gente tava empatado, minha ereção diminuiu um pouco porque eu sabia que minha irmã não ia me deixar ganhar, então jogamos a última rodada. Minha irmã jogou pedra e eu papel, não sei como eu consegui ganhar dela, agora acho que ela me deixou ganhar. Então eu falei que ela tinha perdido e que era a vez dela de tirar a calcinha. Minha irmã me disse pra eu tirar primeiro. Eu, sem perder tempo, tirei minha cueca e minha irmã percebeu que o que ela sentia era meu pau e não um osso. Minha irmã esticou a mão pra tocar meu pau, mas eu falei que era a vez dela. Minha irmã foi mais devagar, porque ela disse que tava com vergonha, mas aos poucos ela foi tirando a calcinha dela e finalmente eu pude ver a buceta dela pelada, que naquele momento era pequena e rosinha, e os lábios da buceta dela eram de um rosa bem forte. Ela tinha uns pelinhos que ainda estavam começando a crescer. Meu coração batia muito forte, eu também sentia meu pau pulsando. Deitei minha irmã na cama, embaixo de mim. Eu não tinha experiência com sexo, então, estando em cima da minha irmã, comecei a mexer meu quadril tentando penetrar ela. Eu sentia meu pau roçando na buceta dela e com a ponta do meu pau eu sentia os pelinhos da buceta dela. Minha irmã, cada vez que meu pau roçava na buceta dela, me apertava forte com as pernas e suspirava pesado. Aí me veio a ideia de que se eu segurasse meu pau com uma das mãos e colocasse na entrada da buceta dela, era só empurrar pra que meu pau entrasse, e foi isso que eu fiz. E quando senti que meu pau estava bem na entrada da buceta dela, eu deixei meu peso cair sobre minha irmã e, sem nenhum cuidado, meu pau entrou na buceta da minha irmã, que começou a gritar e a tentar me afastar, mas eu não deixava. Porque comecei a sentir a buceta dela se dilatando enquanto meu pau entrava e saía, como as paredes da buceta dela abraçavam meu pau. Minha irmã e eu entendemos que já não era mais brincadeira, mas eu não queria parar. Meus movimentos eram de meter e tirar, até que os gritos da minha irmã viraram gemidos e ela também começou a se mexer. E minha irmã montou em cima de mim; nessa posição, senti meu pau entrar um pouco mais fundo. Minha irmã se movia de um jeito desajeitado, e eu, com minhas mãos, ia guiando ela pra não perder o ritmo. Eu sentia que não aguentava mais e coloquei minha irmã de novo debaixo de mim, e meus movimentos ficaram mais frenéticos, minhas estocadas mais fortes. Coloquei meu rosto perto do dela; estávamos a um centímetro de distância, os dois sentindo o fôlego ofegante um do outro. A gente se olhou nos olhos e se beijou com tanta paixão que nossas línguas brincavam na boca um do outro. Nisso, senti uma espécie de câimbra que percorreu meu corpo, das costas até a ponta dos pés. Meu corpo ficou tenso e senti um calor no corpo todo. Foi meu primeiro orgasmo, minha primeira gozada, e deixei tudo dentro da minha irmã enquanto a gente continuava se beijando. Quando terminei, caí ao lado da minha irmã, e ela me abraçou e se deitou no meu peito. A gente dormiu até eu ouvir a porta; era a senhora. Rapidinho me levantei, peguei minha roupa e corri pro chuveiro. Minha irmã ficou no quarto e vestiu a roupa dela.
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