Da traição à chantagem (conto gay) parte 2

Ainda com o cu escorrendo porra e as pernas tremendo, fui me trocar, vesti a calça e fui pra casa. Quando cheguei, falei pra minha mulher que tinha sido um dia pesado e que a betoneira tinha enganchado minha calça de trabalho e por isso eu não tava com ela. Ela reclamou do meu cheiro de ovo, que ela associou ao trabalho e não ao fato de eu ter sido comido por dois. Fui tomar um banho e não conseguia parar de pensar em tudo que aconteceu enquanto lavava a calcinha fio dental sem pensar, e apesar de ter gozado um monte de vezes, a pica voltava a ficar dura ao lembrar das picas dos dois, mesmo repetindo pra mim mesmo que aquilo não podia se repetir. Depois de lavar a calcinha, sequei com o secador de cabelo e guardei numa sacola pra devolver na segunda. Sábado à noite, minha mulher queria transar e eu não tava nem a fim, meu cu ainda tava doendo, mas não podia falar nada. Ela me chupou por um bom tempo, mas não tinha jeito de ficar totalmente dura depois de tudo que aconteceu. O domingo passou sem novidade, comigo dizendo que precisava trocar de emprego porque não podia terminar a semana tão exausto. Na segunda, fui pro canteiro de obras e o encarregado manda justamente eu e o Carlos entrarmos com os ferros e as coisas que tinham chegado. Quando chego onde todo mundo tá, cumprimento todos, e quando vou cumprimentar o Carlos, ele fala num tom que todo mundo ouve: Carlos: "Me cumprimenta com um beijo na pica e rápido, antes que o encarregado te veja." Eu: "Aqui? Agora?" Respondi no tom mais baixo que consegui. Carlos: "Já viram todos os seus vídeos, sabem que você é minha putinha, então vai, puxa a pica pra fora aí mesmo." A pica tava meio dormindo, e com uma mistura de vergonha e excitação, me curvei e chupei um pouco, até que ele comenta rápido: Carlos: "Enfia na boca!" Com tom severo. Obedeci e, mesmo meio mole, entrou sem problema. E todo mundo comemorou, alguns aplaudiram, outros riram, e um ou outro ficou com nojo. Mas a situação passou. Trabalhamos o resto do dia e num momento me agachei pra pegar um balde e o Carlos comenta: Carlos: "E a calcinha?" Com tom super indignado. Eu: "Hã? O quê?... É porque eu tô usando ela... guardada para... Mas não me deixou terminar, porque eu queria dizer para devolver. Carlos: Anda, veste logo isso! E de agora em diante você vem sempre de fio dental! Você é minha putinha, não esquece. Como eu não respondia, ele repetiu de novo e não tive outra opção senão ir ao banheiro contrariada e vestir o fio dental o mais rápido possível. Voltei pro trabalho e, a cada dois por três, sempre que podiam, Carlos ou Raúl passavam e me davam palmadas ou dedavam minha bunda por cima da calça. Ou pegavam minha mão e levavam até o volume deles. Depois se juntava um ou outro que levava na brincadeira do momento. Quando o dia terminou, Carlos me pegou pela nuca e levou minha boca até a pica dele, baixou a calça e ordenou: Carlos: Chupa bem minhas bolas. Quase sem opção, levantei a pica dele e engoli os ovos. Depois de uns minutos nisso, o Raúl se aproximou, depois mais outros. Fiquei olhando pro Carlos, que diz: Carlos: chupa, não fica me olhando! Chupei aquele e acabei fazendo mini boquetes em uns cinco que eu nem sabia o nome. A semana inteira foi assim, beijando pica no início do dia, a do Carlos e de quem pedisse. Durante o dia me davam palmadas, enfiavam dedo e no fim do dia mini boquetes e um ou outro boquete completo, onde o Carlos ficava até gozarem na minha boca e eu engolir toda a porra. Chegava em casa e lavava o fio dental escondido pra poder usar no dia seguinte. Chegou o sábado, beijei a pica do Carlos e da turma de novo e, como na semana, me apalpavam, davam palmadas e dedavam sem dó. Quando sentamos pra comer, Carlos me pegou pela cintura, baixou minha calça e me colocou de joelhos na frente dele enquanto ele baixava a calça até os tornozelos e comentou: Carlos: hoje você almoça pica, então começa. E tira a calça e fica com o rabo de fora, putinha. Comecei a chupar ele enquanto tirava a calça, mas não terminei e já tinha uns dedos me arrombando o cu. Mas antes de reclamar ou negar, já tinha a pica enorme do Carlos na minha boca enquanto ele me bombava uma vez e outra enquanto Quando a pica já estava tão dura que até as veias estavam esticadas, sinto uma pica arrombando meu cu e começa o bailão. O sufoco da pica do Carlos e a estocada no pelo enquanto seguravam minhas mãos pra eu bater uma pra outra pica ao mesmo tempo. Ficavam se revezando sem eu entender quem tava me comendo, quem eu tava chupando e quem eu tava masturbando. Depois de um bom tempo, a náusea, a mandíbula travada e a dor no cu era uma combinação do caralho, mas minha pica continuava cheia de porra de tanta excitação. Depois de um tempo as picas entravam e saíam do meu cu com uma leveza absurda, a mistura de suor e porra dos que iam gozando era enorme. Conforme iam terminando, uns na minha boca e outros no cu, sentavam pra comer. O último a me comer foi o Carlos, me colocou de barriga pra cima em cima de uns sacos de cimento, minhas pernas nos ombros dele, e me socava com uma força e velocidade do caralho. Minhas pernas tremiam, eu não parava de gemer de dor, mesmo com os anteriores, a pica dele por ser tão grossa era brutal. Quando ele gozou, eu quase não conseguia ficar de pé, as pernas tremiam demais. Quando me levantei, notei que a calcinha fio dental tava toda rasgada. Eu andava devagar e com as pernas abertas. E o Carlos grita pra mim: Carlos: depila essa bunda até segunda-feira! Fui me trocar e voltar pra casa sabendo que toda semana vai ser assim a partir de agora.

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