Olá, tenho bastante tempo lendo contos por aqui e há um tempo venho com vontade de contar minhas histórias, meus relatos são 100% reais, se eu ver que tenho apoio vou continuar publicando, sem mais o que dizer, deixo o relato. Um pouco de contexto: sou um garoto jovem, bonito, da Venezuela, venho de uma família bem posicionada financeiramente, estou acostumado a ganhar tudo dos meus pais e viver com certos luxos, tenho estatura média, 1,77, branco pálido, cabelo longo castanho claro, super magro mas com um bundinha redonda, traços finos meio afeminados (por privacidade vou usar fotos da titasama pra me representar). Minha mãe é uma milf que sempre chamou atenção pelo corpo voluptuoso e ela adora isso, sempre muito arrumada, roupa apertada e aquela atitude provocante que só as senhoras têm, é branca como leite com uma pele super cuidada, baixinha, 1,68, cabelo castanho escuro liso, traços finos, é uma curvy com uma cintura marcada pelos quadris, um belo rabo gordo e redondo, pura carne, daquelas que tremem a cada passo, mas o que mais chama atenção nela e que ela gosta de mostrar são as enormes tetas gordas, copa G, que não só se destacam pelo tamanho mas também pelos decotes e roupas justas (meio parecida com a atriz pornô Angela White, vou usar fotos dela pra história). Isso aconteceu há vários meses, no começo desse ano, meu quarto estava em reforma e por causa disso meus pais contrataram um grupo de 5 pedreiros. Num sábado como qualquer outro, meu pai estava no trabalho, minha irmã mais velha tinha saído com as amigas, eu estava no clube de tênis onde treino com meus amigos, em casa só estava minha mãe e os pedreiros, que eram de confiança, já tinham trabalhado pro meu pai no serviço dele, eram recomendados por um amigo da família, então não viam muito problema em deixá-los sozinhos em casa com a mãe, além disso meu tio mora perto e passava de vez em quando pra ver se estava tudo em ordem. Por volta das 3 da tarde eu voltei. Da prática para casa, assim que minha mãe chegou, ela tinha que sair pra resolver umas coisas, me deixando sozinho com os pedreiros. Eu não dei muita bola, sentei pra comer na sala vendo um vídeo no YouTube na TV enquanto eles trabalhavam e passavam pela casa. Já tava acostumado com o jeito deles, olhares quase sem disfarce pra minha irmã, mas principalmente pra minha mãe, até fazendo comentários e piadas de duplo sentido entre eles sobre ela. Teve até hora que eu vi eles tirando foto da minha mãe quando ela passava pela casa com aqueles shorts esportivos minúsculos marcando toda aquela bunda gorda e branca suada do dia a dia. Minha mãe não parecia se importar, mesmo quando os comentários eram tão sem vergonha e óbvios na frente dela, ela não falava nada, até dava uns sorrisos provocantes e ia conversar com eles com frequência, ou passava na frente deles quase como se gostasse da atenção, como se quisesse desfilar todo aquele corpo que eles adoravam. Sendo honesto, outro cara teria ficado puto, mas eu, mesmo sem falar nada e me fazendo de bobo, tudo aquilo me dava tesão, me causava um certo morbo e uma quentura. Enquanto eu comia, 4 pedreiros, por ordem do chefe deles, o senhor Daniel, foram almoçar e de quebra comprar uns materiais que faltavam pra continuar a obra, enquanto ele ficava terminando de tirar umas medidas e adiantar umas coisas. O senhor Daniel é um homem mais velho, já nos seus 50 ou talvez 60 anos, cabelo curto grisalho, bigode grosso e grisalho, meio gordo mas com bastante força pra idade dele, imagino que pelos anos de trabalho como pedreiro. Um senhor moreno, bem raiz, daqueles que não fica com rodeio pra falar as coisas. Ele era meio próximo de mim, embora as atitudes de velho safado dele às vezes me dessem nojo (mesmo me excitando que nem um viado), era um senhor bem conversador. Depois de um tempo que os outros peões foram embora, fui no quarto onde o senhor Daniel tava trabalhando oferecer água pra ele. Assim que cheguei, ele tava todo suado, me olhou de cima a baixo com um certo nojo das minhas atitudes. femininas ainda com a roupa do treino, ele me aceitou a água enquanto a gente conversa um pouco de futebol e de como ia o quarto. Enquanto seguíamos a conversa, eu não consegui evitar de olhar como marcava na calça suada dele a pica grossa dele, parecia normal, média, não tão comprida, mas grossa como um taco de beisebol. Sem perceber, eu ficava olhando cada vez mais de canto de olho, até que me lambia os lábios. Quando o senhor Daniel me fala "chamito, vem cá, me ajuda a mover isso aqui um momento", eu voltei a mim na hora ao ouvir aquela voz profunda, rápido, sem dizer nada, passei pro lado dele pra pegar um lado da estante. Mal passei do lado dele, ele me solta: "hahaha, você deve ser um galã com as mulheres com essa carinha, é igualzinha a da sua mãe hahaha, até cheira o perfume dela". Eu fiquei vermelho sem saber o que dizer, só consegui dar uma risadinha enquanto ajudava ele a mover a estante. Nunca imaginei que o senhor Daniel, tão másculo como parecia... fosse me cantar, e muito menos que isso me deixasse tão nervoso. Depois de mover a estante, eu falei com um pouco de vergonha e um tom de voz doce: "senhor... já terminou? Não precisa que eu ajude com mais nada, tô aqui pra qualquer coisa". Ao ouvir isso, um sorriso safado bem na cara dele apareceu, bem notório, e ele me disse sem rodeios: "sim, na verdade queria falar com você, aproveitando que os meninos vão ficar um tempo lá fora..." deu uma respirada leve, como quem tem na mão o que quer, e me disse: "notei como às vezes você olha pros meus meninos e agora como você olhava pro meu pau hahaha, não me diga que você é viado?" Eu fiquei vermelho na hora, sem saber onde me enfiar.
Vermelho como um tomate, só consegui dizer entre gaguejos e nervosismo: "não... não, senhor, hahaha, como pode, às vezes eu só dou uma olhada pra ver como vai o trabalho hahaha..." Ele se aproximou mais, cara a cara, cortando minha respiração, me fez engolir seco. Aquela presença de homem másculo me deixava nervoso, minhas pernas estavam fracas, bem trêmulas. Ele, com aquele hálito de velho e cigarro, me disse: "Vamos, seja honesto, dá pra ver que você é um moleque bom, bem bonitinho, hein. Não tem ninguém aqui, é só uma conversa de amigos. Notei que você tem uma bunda bonita, é pequena mas empinadinha... já sabe o que dizem, pra desenvolver um rabo desse é porque come muita rola. Sua mãe desenvolveu bem as dela, não foi?" Ele dizia isso enquanto passava a mão enorme, cheia de poeira do trabalho, devagar pelo meu rosto, tirando alguns fios de cabelo, enquanto com a outra abaixava um pouco meu short até deixar à mostra o elástico da minha cueca. Eu não conseguia me mexer, aquela voz baixa, quase um sussurro íntimo entre nós dois, como se o mundo não pudesse ouvir, era mais dominante e forte do que qualquer outra coisa. Eu mal consegui dizer: "hahaha... senhor, o que o senhor tá falando, como eu... bom, hahaha, como é que eu vou me meter nessas coisas..." dizia quase tremendo, em voz baixa, como se estivesse pedindo perdão. Nem consegui dizer nada sobre minha mãe nem defendê-la quando ele se aproximou mais, me empurrando contra a parede, falando cara a cara, quase no meu ouvido: "Não seja tímido, dá pra ver que é bem treinadinho, que gosta de comer hahaha, assim como sua mãe come essas bundonas, algo mais do que esses shorts hahaha. O seu, quem treina é seu treinador?" Eu, com vergonha, soltei um leve gemido no ouvido dele ao sentir sua mão tocando com delicadeza, quase umas palmadinhas leves na minha bunda, e consegui dizer: "hahaha... umm, senhor, não é o que o senhor pensa... é normal, é só o esporte, nada de estranho..." Ele apertou um pouco mais forte enquanto me disse sem rodeios: "Sim, sim, o esporte. Vem cá, você vai me divertir um pouco, menino bonito." Ele me pegou pela cintura, me levou pro quarto da minha mãe como se eu fosse a mulher dele, me sentou em... Nas suas pernas, eu podia sentir levemente a vara grossa dele batendo na minha bunda. Ele me deu o celular velho dele e disse: "Sua mãe fica uma delícia de calcinha fio dental, né? Aquele rabo engole tudo, fica marcado lindo no short." Eu concordei com a cabeça enquanto com uma mão tocava meu pescoço e com a outra desbloqueava o celular dele, e ele continuou: "Mas ela fica ainda mais gostosa quando vocês não estão. Ela anda de fio dental pela casa, diz que isso ajuda a gente a trabalhar feliz." Na hora eu falei que era mentira. Ele só respirou e me disse pra entrar na galeria. Quando entrei, encontrei várias fotos da minha mãe pela casa, não só de short como eu sabia, mas também só de regata cavada e apertada, usando só calcinhas minúsculas. Ele tinha milhares dessas fotos, quase como se ela estivesse posando pra eles.
Depois disso, ele desligou o telefone e me disse com voz firme enquanto eu me levantava e ele me dava um tapinha na bunda: "É toda uma putinha, né? Sempre quis as calcinhas dela. Vem, vamos brincar." Ele me fez procurar entre as roupas sujas dela calcinhas cada vez menores. Ele cheirava elas enquanto se tocava por cima da calça. Ele apertou um pouco minha rolinha enquanto dizia: "Uff, adoro o cheiro de mulher dela. Mulheres frescas são sempre as melhores. Vem, vamos pro closet dela." Começamos a procurar na gaveta de calcinhas dela, e eu sentia que as roçadas dele ficavam cada vez mais fortes. Sendo sincero, eu tava durasso, parecia pedra. Até eu mesmo admirava a raba dela, me mexendo um pouco enquanto ele guardava algumas calcinhas nos bolsos e outras enfiava na cueca. Foi quando encontramos umas algemas de brinquedo, um vibrador e umas correntes (que não sei o que são — se vocês sabem, falem aí, ele não usou).
Assim que vimos aquilo, eu fiquei vermelho, não conseguia acreditar que minha mãe tivesse aquilo. Ele sorriu e disse: "Epa, tua mãe é uma puta mais do que eu pensava, a senhora é bem gulosa. Vem cá, vou te acalmar um pouco." Mal eu disse um leve "quê?", ele só falou pra eu me acalmar, pra eu ficar tranquilo. Ele começou a me despir devagar, com mão firme, me tocava o corpo todo, tirava meu short, a camisa. Eu só gemia de vergonha, sem saber o que dizer. Meu corpo recebia pequenas ondas de prazer ao sentir as mãos fortes dele tocando meu rosto, meus mamilos, como ele me apalpava por cima da cueca. Ele me deitou na cama, me dando beijos leves pelo corpo, principalmente no peito, e disse: "Que branquinho você é, rosadinho. Como será tua piroquinha? Hahaha, certeza que a cabecinha é igual a de uma menina." Eu, todo excitado, falei: "É?... Então descobre." Ele sorriu ao ver como eu cedia cada vez mais. Com a boca, mordeu minha cueca e puxou até os joelhos. Assim que minha piroca dura como pedra, depilada, apareceu, ele apertou com uma mão e disse: "Ummm, você é muito safado, vou ter que te punir." Ele algemou minhas mãos na cama e colocou a venda em mim. Derramou um pouco de lubrificante na minha piroca, que escorria até chegar na cabecinha, dava pra sentir oleoso e frio batendo no meu corpo quente. Ele começou a me bater uma sem dizer nada, às vezes subia e mexia nos meus mamilos. Ficou assim por uns segundos até que pegou o vibrador e colocou nas minhas bolas, me fazendo gemer como uma puta completa, quase gritando.
Cada vez que eu gemia, ele pressionava mais nas minhas bolas, subindo um pouco o vibrador e depois descendo. Ele colocou os dedos na minha boca, fazendo eu chupá-los, e quando tirei a língua, ele disse: "que boquinha de puta você tem, bem babada, e essa linguinha comprida, você deve chupar muito pau, viado". Eu estava com o cérebro completamente frito, só sentia o prazer subindo pelo meu corpo todo. Às vezes ele descia e colocava o vibrador na minha bunda, eu achava que ele ia meter, cheguei a implorar pra ele enfiar, mas ele só ria e subia de novo pras minhas bolas enquanto com a outra mão me batia uma. Ficamos assim uns 3 ou 5 minutos, mas pra mim foram horas eternas, onde eu cheguei ao clímax, gozei inteiro, jorrando, sujei toda a minha barriga pelada, ofegando como uma puta que não aguentava mais. Eu sentia o corpo todo fraco. Ele só me soltou, tirou a venda, cuspiu na minha cara e disse: "que patético você é, viado, não aguenta nada". Depois de falar isso, ele se virou e foi embora, fechando a porta, me deixou largado na cama que nem uma puta, sem nem usar o pau dele. Minutos depois, os outros peões chegaram e continuaram trabalhando como se nada tivesse acontecido. Eu me limpei como deu, arrumei tudo no lugar e fui dormir, sem conseguir parar de pensar no que aconteceu. Muito obrigado por lerem. Se gostaram e querem que eu poste mais, deem apoio e comentem. Tenho mais histórias desde o que aconteceu depois disso, sobre minha mãe, minha irmã, minhas tias, amigos e primos. Me deixem saber o que vocês querem saber. Se eu ver apoio, continuo e talvez um dia eu me mostre junto com a minha mãe.
Vermelho como um tomate, só consegui dizer entre gaguejos e nervosismo: "não... não, senhor, hahaha, como pode, às vezes eu só dou uma olhada pra ver como vai o trabalho hahaha..." Ele se aproximou mais, cara a cara, cortando minha respiração, me fez engolir seco. Aquela presença de homem másculo me deixava nervoso, minhas pernas estavam fracas, bem trêmulas. Ele, com aquele hálito de velho e cigarro, me disse: "Vamos, seja honesto, dá pra ver que você é um moleque bom, bem bonitinho, hein. Não tem ninguém aqui, é só uma conversa de amigos. Notei que você tem uma bunda bonita, é pequena mas empinadinha... já sabe o que dizem, pra desenvolver um rabo desse é porque come muita rola. Sua mãe desenvolveu bem as dela, não foi?" Ele dizia isso enquanto passava a mão enorme, cheia de poeira do trabalho, devagar pelo meu rosto, tirando alguns fios de cabelo, enquanto com a outra abaixava um pouco meu short até deixar à mostra o elástico da minha cueca. Eu não conseguia me mexer, aquela voz baixa, quase um sussurro íntimo entre nós dois, como se o mundo não pudesse ouvir, era mais dominante e forte do que qualquer outra coisa. Eu mal consegui dizer: "hahaha... senhor, o que o senhor tá falando, como eu... bom, hahaha, como é que eu vou me meter nessas coisas..." dizia quase tremendo, em voz baixa, como se estivesse pedindo perdão. Nem consegui dizer nada sobre minha mãe nem defendê-la quando ele se aproximou mais, me empurrando contra a parede, falando cara a cara, quase no meu ouvido: "Não seja tímido, dá pra ver que é bem treinadinho, que gosta de comer hahaha, assim como sua mãe come essas bundonas, algo mais do que esses shorts hahaha. O seu, quem treina é seu treinador?" Eu, com vergonha, soltei um leve gemido no ouvido dele ao sentir sua mão tocando com delicadeza, quase umas palmadinhas leves na minha bunda, e consegui dizer: "hahaha... umm, senhor, não é o que o senhor pensa... é normal, é só o esporte, nada de estranho..." Ele apertou um pouco mais forte enquanto me disse sem rodeios: "Sim, sim, o esporte. Vem cá, você vai me divertir um pouco, menino bonito." Ele me pegou pela cintura, me levou pro quarto da minha mãe como se eu fosse a mulher dele, me sentou em... Nas suas pernas, eu podia sentir levemente a vara grossa dele batendo na minha bunda. Ele me deu o celular velho dele e disse: "Sua mãe fica uma delícia de calcinha fio dental, né? Aquele rabo engole tudo, fica marcado lindo no short." Eu concordei com a cabeça enquanto com uma mão tocava meu pescoço e com a outra desbloqueava o celular dele, e ele continuou: "Mas ela fica ainda mais gostosa quando vocês não estão. Ela anda de fio dental pela casa, diz que isso ajuda a gente a trabalhar feliz." Na hora eu falei que era mentira. Ele só respirou e me disse pra entrar na galeria. Quando entrei, encontrei várias fotos da minha mãe pela casa, não só de short como eu sabia, mas também só de regata cavada e apertada, usando só calcinhas minúsculas. Ele tinha milhares dessas fotos, quase como se ela estivesse posando pra eles.
Depois disso, ele desligou o telefone e me disse com voz firme enquanto eu me levantava e ele me dava um tapinha na bunda: "É toda uma putinha, né? Sempre quis as calcinhas dela. Vem, vamos brincar." Ele me fez procurar entre as roupas sujas dela calcinhas cada vez menores. Ele cheirava elas enquanto se tocava por cima da calça. Ele apertou um pouco minha rolinha enquanto dizia: "Uff, adoro o cheiro de mulher dela. Mulheres frescas são sempre as melhores. Vem, vamos pro closet dela." Começamos a procurar na gaveta de calcinhas dela, e eu sentia que as roçadas dele ficavam cada vez mais fortes. Sendo sincero, eu tava durasso, parecia pedra. Até eu mesmo admirava a raba dela, me mexendo um pouco enquanto ele guardava algumas calcinhas nos bolsos e outras enfiava na cueca. Foi quando encontramos umas algemas de brinquedo, um vibrador e umas correntes (que não sei o que são — se vocês sabem, falem aí, ele não usou).
Assim que vimos aquilo, eu fiquei vermelho, não conseguia acreditar que minha mãe tivesse aquilo. Ele sorriu e disse: "Epa, tua mãe é uma puta mais do que eu pensava, a senhora é bem gulosa. Vem cá, vou te acalmar um pouco." Mal eu disse um leve "quê?", ele só falou pra eu me acalmar, pra eu ficar tranquilo. Ele começou a me despir devagar, com mão firme, me tocava o corpo todo, tirava meu short, a camisa. Eu só gemia de vergonha, sem saber o que dizer. Meu corpo recebia pequenas ondas de prazer ao sentir as mãos fortes dele tocando meu rosto, meus mamilos, como ele me apalpava por cima da cueca. Ele me deitou na cama, me dando beijos leves pelo corpo, principalmente no peito, e disse: "Que branquinho você é, rosadinho. Como será tua piroquinha? Hahaha, certeza que a cabecinha é igual a de uma menina." Eu, todo excitado, falei: "É?... Então descobre." Ele sorriu ao ver como eu cedia cada vez mais. Com a boca, mordeu minha cueca e puxou até os joelhos. Assim que minha piroca dura como pedra, depilada, apareceu, ele apertou com uma mão e disse: "Ummm, você é muito safado, vou ter que te punir." Ele algemou minhas mãos na cama e colocou a venda em mim. Derramou um pouco de lubrificante na minha piroca, que escorria até chegar na cabecinha, dava pra sentir oleoso e frio batendo no meu corpo quente. Ele começou a me bater uma sem dizer nada, às vezes subia e mexia nos meus mamilos. Ficou assim por uns segundos até que pegou o vibrador e colocou nas minhas bolas, me fazendo gemer como uma puta completa, quase gritando.
Cada vez que eu gemia, ele pressionava mais nas minhas bolas, subindo um pouco o vibrador e depois descendo. Ele colocou os dedos na minha boca, fazendo eu chupá-los, e quando tirei a língua, ele disse: "que boquinha de puta você tem, bem babada, e essa linguinha comprida, você deve chupar muito pau, viado". Eu estava com o cérebro completamente frito, só sentia o prazer subindo pelo meu corpo todo. Às vezes ele descia e colocava o vibrador na minha bunda, eu achava que ele ia meter, cheguei a implorar pra ele enfiar, mas ele só ria e subia de novo pras minhas bolas enquanto com a outra mão me batia uma. Ficamos assim uns 3 ou 5 minutos, mas pra mim foram horas eternas, onde eu cheguei ao clímax, gozei inteiro, jorrando, sujei toda a minha barriga pelada, ofegando como uma puta que não aguentava mais. Eu sentia o corpo todo fraco. Ele só me soltou, tirou a venda, cuspiu na minha cara e disse: "que patético você é, viado, não aguenta nada". Depois de falar isso, ele se virou e foi embora, fechando a porta, me deixou largado na cama que nem uma puta, sem nem usar o pau dele. Minutos depois, os outros peões chegaram e continuaram trabalhando como se nada tivesse acontecido. Eu me limpei como deu, arrumei tudo no lugar e fui dormir, sem conseguir parar de pensar no que aconteceu. Muito obrigado por lerem. Se gostaram e querem que eu poste mais, deem apoio e comentem. Tenho mais histórias desde o que aconteceu depois disso, sobre minha mãe, minha irmã, minhas tias, amigos e primos. Me deixem saber o que vocês querem saber. Se eu ver apoio, continuo e talvez um dia eu me mostre junto com a minha mãe.
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