

Tudo começou no verão. Micaela, como todas as manhãs, vai à lojinha do chinês. Antes de entrar, passa pela quitanda vendo o que vai comprar. Nesse momento, sai o Jorge: — Bom dia, gostosa. O que você precisa, linda? — Oi, seu Jorge, como vai? Preciso de umas bananas bem grandes. Você tem pra me vender? — Claro que tenho. Tão lá no fundo, vem cá e me diz qual você mais gosta. Naquele momento, quando ele aponta pro fundo do local, a Mica vai até a caixa "procurando". Ela se abaixa, fazendo a legging entrar inteira na bunda. Consciente do olhar do Jorge, ela não desviou o olhar nem um segundo. O clima na quitanda ficou mais pesado. — Conseguiu achar o que procurava, bombom? Qual você gostou mais? — Ah, não sei, tem tanta. Todas são bem grandes e grossas, do jeito que eu gosto. Qual você acha que eu levo? — O que você tava pensando em fazer? — Ia fazer um suco com bastante creme. Queria levar uma bem comprida (olhando pra virilha dele, soltando uma risadinha safada). — Se você vai fazer algo com bastante creme, eu te ajudo a escolher a maior e mais grossa. Mas não sei se depois você vai ficar com vontade. Quando o Jorge tava prestes a baixar a calça e mostrar pra ela, entra um cliente gritando um "bom dia" e interrompe os dois. A Mica deu um passo pra trás, assustada, ainda com a cara vermelha, tentando voltar ao normal. Ele foi atender o cliente fingindo que nada tinha acontecido. Antes de sair, ela se aproxima do balcão e sussurra no ouvido dele: — Que pena, parece que você tem que trabalhar. Eu queria muito ver qual era a banana comprida e grossa. Ela saiu andando devagar, sabia que ele tava olhando pra bunda dela, e levantava a legging fazendo ela entrar mais ainda. O Jorge viu o que ela tava fazendo, e a partir daí ele ficou mais ousado. "Uff, Mica, como marca tudo com esse short", "eu chupava todas as suas tetas", "essas peitona querem sair desse top". A Mica gostava das coisas que ele falava, deixavam ela com tesão. Respondia com "você gosta de como fica em mim, Jorge?", "eu gosto de me ver bonita", "é por causa do calor" (a cada comentário que ela soltava, ele...). (um sorriso safado). Dessa vez, a Mica decidiu que hoje era o dia, vestiu uma saia bem curtinha que a cada passo mostrava até a alma, e um top bem justinho fazendo o decote aparecer muito. De longe, chegando no local, ela vê que já está fechando. Antes que ele baixe as persianas, ela começa a andar mais rápido, entra na verdureira e o vê: — Jorge, já vai fechar? Se ainda falta tempo. — É, Mica, tenho que resolver uns papéis no centro, arrumo um pouco e já vou. — Justo que eu queria comprar com você, te ajudo um pouco antes de você ir. Vendo que a Mica estava tentando pegar umas caixas lá em cima, dava pra ver que ela estava com uma saia bem curtinha, a cada movimento subia mais, mostrando a bunda e a fio dental (o Jorge viu o que ela estava provocando, se aproxima pra "ajudar"). — Jorge, não alcanço a parte de cima, pode me ajudar? — Tô indo, gostosa, onde você não alcança. — Jorge, quero a caixa que está ali. — Qual, deixa eu ver, essa? (encosta ela toda, ela sente). — Mm, sim, essa mesmo, Jorge (sem perceber, solta um gemidinho, a respiração acelera, começa a sentir calor). — Hoje você tá mais gostosa que o normal com essa saia e esse top bem justinho, tá muito deliciosa. — Gostou de como ficou? Quis me arrumar (começa a esfregar a bunda nele, querendo que ele encoste mais). — Você tá linda, Mica, te aviso que não sei por quanto tempo vou aguentar atender o negócio, você sabe muito bem o que provoca (agarra a cintura dela, ainda encostado, a respiração dele já dava pra sentir na nuca dela). — Sim, você tem toda razão, sempre me visto assim pra te provocar (ela se vira, olha nos olhos dele com a respiração ofegante). O Jorge, aproveitando que já ia fechar o local e dessa vez ninguém ia ver, agarra a cintura dela rápido, puxa pra perto dele, dá um beijo profundo, levanta ela pro balcão, as mãos dele desceram até a bunda dela, a Mica abraçando o pescoço dele, se separam um pouco: — Finalmente sozinhos, quanto tempo você esperou por isso, Jorge. — Eu sempre esperei por isso. mica, desde o primeiro dia que te vi eu queria isso. — e agora você tem que ficar me esperando... Ele agarra a cabeça dela fazendo ela se ajoelhar, abaixa as calças e mostra a pica, aproxima ela pra ela chupar. mica, vendo finalmente a pica que tanto esperava, começa a engolir. — uff, assim engole mica, que puta chupadora de pica que você é. — mmm, você gosta de como eu chupo, jorge? — eu adoro te ver assim, vadia, você me deixava com a pica dura demais e agora te tenho ajoelhada chupando. — sempre gostei de te deixar com tesão, jorge, morria de vontade de engolir essa pica. Mica estava chupando como nunca, passava a língua pelas bolas até a ponta, engolia de novo fazendo ânsia que mal conseguia falar. — assim, vadia, chupa bem até o fundo, não esquece das bolas (ele agarra a cabeça dela fazendo ela se engasgar). — memmggmgg simmggm cofff coff é muito... mrmmr tá muito gostosa sua pica, papai... mammmmas... — que pedaço de vadia que você é, eu já sabia que você queria comer minha pica. — mm sim... mmsi... mmmcoff coff... sempre quis comer... mm essa... mm... pica enorme... — tá achando que pode ficar esquentando pica na rua com essas legging e esses shorts de vadia que você usa (ele agarra a cabeça dela de novo fazendo ela engolir tudo). Cada palavra que ele dizia a deixava mais molhada, fazia ela engolir como desesperada, ela estava toda encharcada, sua pussy estava ardendo parecia uma cachoeira, ela adorava que ele a chamasse de vadia, ele enfiava até as bolas baterem no queixo dela, os olhos lacrimejando, a cara vermelha, o batom todo borrado, fazendo barulho de engasgo que dava pra ouvir no lugar inteiro. — que cara de vadia obscena que você faz quando chupa, hahaha, essa não é cara de mocinha como você (ele cuspia na boca dela e dava tapinhas de leve). — coff... mm... coff... por... por... favor, papai, enfia... mm... não aguento mais... — já quer pica, vadia? Pede como a vadia que você é, mostra como você merece. — siiiim... já quero... vai logo... papai... não seja mau... — não me convence, pede como a vadia que você é, como se sua... minha vida dependesse disso. — mete em mim, papi... por favor, preciso da sua piroca... faço tudo o que você quiser, sou sua putinha... de agora em diante minha única comida vai ser a sua verga...... Quando estava falando as últimas palavras sem perceber, Jorge enfiou de uma vez, entrando bem fácil pela buceta de tão molhada que estava, agarrou ela pelo rabo e começou a dar investidas fortes fazendo a Mica gritar como uma verdadeira rabuda. — Toma, putinha, toma, tanto que se fazia de difícil, aqui tá o que você queria. — Siiim... siiim... mm... ahh... aahh... eu adoro, papi... eu adoro... ahh... ahh... — De agora em diante vou te comer todos os dias, putinha. — ahh... sim... sim... mm... ahh puta... siiim... mmm... ahh... ahh... sou... sua... putinha... mm... ahh... ahhh... mm... — Vou te comer quando, onde e como eu quiser, me ouviu, putinha? — mmm... ahhh... mmm... ahhh... ahh... ahh... mmm... Mica já não conseguia nem falar de tão forte que era a foda que ele tava dando, a mente dela tava ficando em branco, não importava se passavam clientes ou se ouviam, só importava a piroca dele, nada mais, queria que nunca saísse de dentro dela (vendo que a Mica não respondia, ele agarrou ela pelo cabelo puxando pra trás fazendo ela empinar mais o rabo e sentar mais fundo). — Responde quando eu falar com você, putinha, de quem você é, putinha (começou a dar tapas fortes na bunda dela) — ahh... ahhh... eu sou... mm... ahh sua putinha, papi... só sua... ahh... ahh... mmm... — Você vai ser minha quando eu mandar, vai vir aqui e eu te como todos os dias, rabuda. — siiim... ahh... ahh... sim sim, me come quando... mmm quiser... ahh... siiim... ahh... — Essa bunda pertence a quem? (deu tapas tão fortes que o rabo dela tava ficando todo vermelho) — A você... mmm... ahh... ahhh... a você, papi... me usa quando... mm... quiser... ahhh... siiim... Ele tirou por um momento, deitou e fez ela montar nele, disse: — Vem, putinha, sua vez de trabalhar, monta como a putinha que você é. Ela sem pensar agarrou a piroca dele colocando na buceta, sabia que nessa posição ia entrar bem mais fundo, então foi descendo devagar, mas Jorge tinha outros planos, agarrou ela pelo rabo fazendo ela descer bem e enfiando tudo até o fundo. — ahhh...meu deeeus....aaahhh...aahhh...você vai...me partiir...mmm..ahhh..que pau...ahh..sii...mmm... — se mexe vadia, você gosta de montar no papai, na pica dele. — siii...ahhh...ahh..mmm...mm..mmmee adora seu pau...é tão grandeee...ahhh...ahhh...eu sinto tudoo... — de quem você é, vadia, quem é seu macho. — suaa...só sua...mmm...sou sua putinha...ahh..ahh..ahh...mmmeu machoo... — vou gozar, vadia, vou deixar bem dentro de você. — mmm...ahh..mmm...me enche...quero seu leite..mm..siii...ahh..ahh... — seu café da manhã e almoço vai ser meu pau e meu leite, recebe como a vadia que você é. — só seu pau...ahh.. me dá...seu leite...por favor..mm..ahh..mm... — tô gozando, vadia, recebe, puta de merda... — AAHHH...SIII..ME ENCHE...AHHH..SII...AHHH SOU SUA PUTA...MEU DEUS....AAAAHHH.... A Mica deu um grito pro céu quando sentiu ele enchendo ela, ela também gozou, o bairro inteiro deve ter ouvido mas ela não ligou, caiu exausta toda suada com o cabelo bagunçado a respiração ofegante com o leite ainda escorrendo da pussy, se sentia muito feliz. — você gostou, vadia, como essa pussy aperta, haha. — uff adorei, papai, você me encheu todinha. — desde o primeiro dia eu queria te foder, sempre quis essa bunda (agarra dando um tapa leve). — e eu sempre quis esse pau (pegando nele ainda meio mole). — já quer de novo, vadia, você é insaciável. — óbvio que quero de novo, sou sua vadia pra sempre agora. — se você gosta tanto, dá umas chupadas que ele fica durinho pra você, haha. — mm, adoro, papai, aí eu chupo ele. Depois que transaram, o Jorge e a Mica começaram a se ver com mais frequência, toda vez que ela ia na verdureira ou ele ia na casa dela, acabavam transando todos os dias.
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