Depois da consulta com o doutor Andrade, decidi que precisava ser mais cuidadosa. Não com meu comportamento — isso era impossível de mudar, eu já era viciada na adrenalina da traição — mas com meu marido. Ele estava começando a desconfiar, ou pelo menos era o que eu achava. Tinha encontrado mensagens minhas apagadas, anotações de "trabalho" que não batiam, e uma vez até me perguntou por que eu cheirava a perfume diferente. Então decidi bancar a esposa perfeita. Fui à boutique de lingerie mais cara da cidade e gastei uma fortuna em conjuntos que deixariam qualquer homem babando. Preto, vermelho, renda francesa, corseletes que apertavam minha cintura e empinavam meus peitos até o céu, ligas de seda, meia-calça de arrastão fina que custava mais que meu almoço da semana. Queria surpreender meu marido, fazer ele acreditar que estava tudo bem entre a gente, que eu continuava sendo a mulher fiel e dedicada dele. Sábado à noite preparei tudo. Mandei uma mensagem dizendo que esperava ele com uma surpresa. Acendi velas aromáticas no nosso quarto, coloquei uma música suave, champanhe gelada. E me vesti com o conjunto mais obsceno: um body preto de renda transparente que deixava meus bicos durinhos à mostra, colado no meu corpo como uma segunda pele, com aberturas estratégicas na buceta e no cu — sim, eu tinha comprado lingerie específica pra foder, com esses detalhes perversos. Meia-calça preta de seda que subia até minhas coxas, presa nas ligas de renda. Salto agulha de quinze centímetros que fazia minhas pernas parecerem infinitas. Me olhei no espelho do nosso quarto e quase gozei sozinha. Parecia uma puta de luxo, uma acompanhante de mil dólares a hora. Meu cabelo solto e ondulado caindo sobre meus ombros nus, maquiagem escura e provocante, lábios vermelhos e molhados. Tava pronta pra dar pro filho da puta a melhor transa da vida dele, pra fazer ele acreditar que tinha a melhor esposa do mundo enquanto eu continuava dando pra meio mundo pelas costas dele.
Ouvi o carro chegar lá pela meia-noite. O motor desligou, portas se abrindo, vozes masculinas. Sorri, ajustando a renda sobre minha buceta depilada, sentindo o tecido roçar no meu clitóris. Caminhei até a porta do quarto, me apoiando no batente com uma pose que tinha ensaiado: uma perna levemente dobrada, quadril jogado para o lado, peitos empurrados para fora. Mas o que vi quando eles desceram as escadas não era o que eu esperava. Meu marido não vinha sozinho. Vinha carregado — literalmente carregado — por dois amigos dele. Roberto, o contador gordo com quem ele jogava golfe, e o outro... porra, era o Javier, irmão mais novo do Roberto, um cara de vinte e oito anos que trabalhava na construção e tinha um corpo esculpido em mármore. Os dois seguravam meu marido entre eles, e ele estava completamente inconsciente, bêbado pra caralho, com a cabeça balançando, murmurando algo ininteligível. — A... a gente achou ele assim no bar — gaguejou Roberto, subindo as escadas com dificuldade por causa do peso do meu marido —. Ele disse que precisava vir pra casa, que a mulher dele tinha uma surpresa... E então eles me viram. Roberto parou no meio da escada. A boca dele se abriu. Os olhos quase saltaram das órbitas. Javier, atrás dele, quase deixou meu marido cair quando o olhar dele encontrou meu corpo envolto naquela renda preta transparente, meus peitos praticamente de fora, minhas pernas infinitas em meias de seda, minha buceta mal coberta por uma tira de renda que deixava à mostra os lábios inchados. — Santa... santa mãe de Deus — sussurrou Javier, e eu vi a garganta dele se mexer ao engolir saliva. — Senhora... senhora Martinez... — Roberto tentou falar, mas a voz falhou. Fiquei parada, processando. Meu plano tinha ido pro caralho. Meu marido estava inconsciente, inútil, bêbado como uma cuba. E os dois amigos dele me olhavam como lobos famintos que acabaram de achar a presa. E então, algo dentro de mim fez *click*. Por que desperdiçar essa noite? Por que não aproveitar que tinha dois homens sãos, sóbrios, com paus com certeza duros como pedra, bem na minha frente? Meu marido estava ali, sim, mas inconsciente. Não saberia de nada. Não lembraria de nada. E os amigos dele... Deus, o jeito que me olhavam, aquela mistura de culpa e desejo puro, me fazia molhar a calcinha de renda na hora. —Ai, coitadinho — falei com minha voz mais doce, mais provocante, sem sair do batente da porta —. Parece que meu marido não vai poder aproveitar a surpresa dele essa noite. — A gente... a gente só ia deixar ele na cama e... — começou o Roberto, mas não conseguia tirar os olhos das minhas tetas. — E daí? — interrompi, dando um passo na direção deles, deixando os saltos ecoarem no piso de madeira —. Vocês vão embora assim, me deixando sozinha? Vestida assim... toda gostosa assim... com minha buceta molhada esperando uma pica? O silêncio foi ensurdecedor. Até meu marido, no meio deles, parou de balbuciar por um segundo. — Senhora, seu marido está aqui... — murmurou o Javier, mas os olhos dele percorriam meu corpo de cima a baixo, parando na minha entreperna, nas minhas tetas, na minha cara de puta. — Meu marido está inconsciente — falei, me aproximando mais, até ficar a centímetros deles, sentindo o cheiro de álcool na roupa do meu marido e o suor masculino dos outros dois —. E eu estou muito, muito acordada. E muito, muito excitada. O Roberto fez algo que eu não esperava. Deixou meu marido cair. Não completamente, encostou ele no corrimão da escada, mas soltou o peso. E então, com uma mão trêmula, ajustou a virilha da calça. Já estava duro. O volume era evidente, grande, grosso. — Você está maluca — disse, mas era uma constatação, não uma reclamação. — Maluca de tesão — confirmei, e então fiz algo que selou o acordo. Me inclinei para frente, deixando minhas tetas se espremerem contra o peito do Roberto, e sussurrei no ouvido do Javier —: Me fode. Me fode os dois. Agora. Na frente do meu marido bêbado. Me usem como a puta que eu sou. Foi isso. Foi a faísca que acendeu o pavio. O Javier soltou meu marido por completo. Meu marido deslizou contra o corrimão, sentando no degrau, inconsciente, balançando a cabeça, completamente alheio ao que acontecia a centímetros dele. E Javier me agarrou. As mãos grandes dele, calejadas de trabalhar na construção, me agarraram na cintura com força brutal e me levantaram. Me carregou como se eu não pesasse nada, minhas pernas envolvendo a cintura dele, minha renda exposta, minha buceta roçando contra a barriga dele. —Quarto. Agora —ordenou, e a voz dele era um grunhido animal. Roberto seguiu eles, tropeçando, já desabotoando o cinto, com o pau marcando obscenamente na calça social. Javier me jogou na cama. A mesma cama onde eu tinha preparado velas e champanhe pro meu marido. A mesma cama onde agora eu ia ser fodida pelos amigos dele. Quiquei no colchão, com as pernas abertas, a renda exposta, a buceta molhada e visível através do tecido transparente. —Olhem isso —falei, abrindo mais as pernas, me tocando por cima da renda—. Olhem como eu tô molhada. Tudo isso é pra vocês. Meu marido não consegue, então vocês vão ter que me foder por ele. Roberto foi o primeiro a reagir. Subiu na cama, ajoelhando entre minhas pernas, e abaixou a cabeça. Me lambeu através da renda, a língua úmida pressionando contra o tecido, contra meu clitóris, fazendo eu arquear as costas e gemer. Depois, com um movimento violento, rasgou a renda. Literalmente rasgou minha lingerie cara de um puxão só, deixando minha buceta completamente exposta, rosada, brilhando de umidade. —Porra, que buceta perfeita —grunhiu, e então me comeu de verdade. A língua dele entrou em mim, fundo, lambeu minhas paredes, chupou meus lábios, mordeu suavemente meu clitóris. Enquanto isso, Javier tinha se despido. Tirou a camiseta e porra, o corpo dele era uma obra de arte. Músculos definidos, tatuagens tribais no peito e nos braços, um abdômen trincado que descia até... até um pau que me tirou o fôlego. Enorme, grosso, a ponta brilhando, levemente curvada para cima, com as veias marcadas e os pelos escuros na base. —Chupa —ordenou, me agarrando pelo cabelo e levantando minha cabeça—. Abre bem, sua puta infiel. Obedeci. Abrindo a boca o máximo que pude, recebi, saboreando o precum salgado, deixando ele foder minha garganta com movimentos brutais. Eu estava de joelhos na cama, com o Roberto comendo minha buceta por trás, e o Javier usando minha boca pela frente. O som da nossa respiração ofegante enchia o quarto, misturado com os gemidos que eu não conseguia segurar em volta da pica do Javier. Quando o Roberto se levantou, ouvi o som da roupa dele caindo. Depois senti a vara dele na minha entrada. Era grossa, muito grossa, mais grossa que a do meu marido, mais grossa que a do seu Raúl até. Ele começou a empurrar, devagar mas implacável, me esticando, me preenchendo. —Ai, porra... você é tão apertada... —grunhiu o Roberto, me segurando pelos quadris—. Tão gostosa. Seu marido disse que você era frígida. Mentiroso filho da puta. —Eu sou uma puta, não frígida —gemi, tirando a boca da pica do Javier por um segundo—. Me fode, Roberto. Me fode com força. Quero sentir você. E ele me fodeu. Deus, como ele me fodeu. Estocadas profundas, brutais, que me faziam ir pra frente e bater contra a pica do Javier na minha boca. O som dos corpos batendo na minha bunda era obsceno, *plap, plap, plap*, molhado e forte. O Roberto me segurava pelas ligas, usando elas como alças pra me puxar pra trás cada vez que empurrava pra frente, fazendo a renda cravar na minha pele. —Vou gozar —anunciou o Roberto, ofegando—. Vou gozar nessa buceta perfeita. —Sim, me enche... —supliquei—. Goza na minha buceta, Roberto. Deixa seu leite em mim. Me marca. E ele explodiu. Senti o leite quente, grosso, me preenchendo por completo, jato após jato encharcando minhas paredes. O Roberto ficou parado, ofegando, cravado até o fundo, pulsando dentro de mim. Quando ele saiu, o leite começou a escorrer pelas minhas coxas, branco, grosso, humilhante. Mas não tinham acabado. Javier me empurrou, fazendo com que eu me virasse. Me colocou de costas, com a cabeça pendurada na borda da cama, e se posicionou entre minhas pernas. Sua pica, enorme e vermelha, brilhando com minha saliva, pressionou contra minha entrada. —Olha pro seu marido — ordenou Javier, me segurando pelo queixo e virando minha cabeça para o lado. Lá estava meu marido, sentado no chão ao lado da cama, ainda inconsciente, balançando a cabeça, com a boca aberta e babando levemente. Ele não fazia ideia de que seu melhor amigo estava prestes a me foder, de que já tinha outro amigo me enchendo de porra, de que sua esposa estava sendo usada como uma puta de dois conto a metros dele. —Olha pra ele enquanto eu te como — rosnou Javier, e entrou de uma vez. Eu gritei. Era enorme, maior que o Roberto, maior que quase todos com quem eu tinha estado. Me preencheu por completo, me esticando, batendo no fundo na hora. Javier não foi gentil. Começou a me dar uma surra brutal, metendo com força selvagem, fazendo a cama balançar, meu corpo inteiro tremer. Meus peitos quicavam violentamente, a renda rasgada quase caindo do meu corpo. —Puta... puta infiel... — rosnava Javier, me empalando uma e outra vez—. Seu marido tá ali, bêbado, e eu tô destruindo sua buceta. Cê gosta? Cê gosta de ser uma puta? —Sim... sim... — eu choraminguei, sentindo outro orgasmo se aproximando, intenso, devastador—. Me fode, Javier. Me fode na frente dele. Me usa. Sou sua puta. —Ah, vou gozar... — gritou Javier, e suas metidas ficaram desesperadas—. Vou gozar... porra... —Dentro... dentro... — supliquei—. Me enche. Me enche de porra, Javier. E ele gozou. Com um rugido animal que com certeza acordou os vizinhos, Javier se enterrou até o fundo e explodiu. Senti o esperma dele, quente, abundante, se misturando com o do Roberto dentro de mim, me enchendo até transbordar, escorrendo pelas minhas nádegas até o lençol branco que eu tinha preparado tão cuidadosamente para meu marido. Javier ficou parado por um momento, ofegando, me olhando com uma mistura de espanto e culpa. Depois, ele se retirou devagar, e eu vi o pau dele, ainda meio duro, brilhando com a nossa mistura. Mas não tinham terminado. Roberto, que já tinha se recuperado, se aproximou de novo. Dessa vez, ele me virou, me colocou de joelhos na cama, com o rosto afundado no travesseiro e a bunda pro alto. — Quero essa bunda — anunciou Roberto, e eu ouvi ele cuspir na própria mão —. Você me disse que gosta de dar o cu, né, putinha? — Sim... sim, me fode o cu... — gemi, exausta mas ainda excitada —. Arrebenta meu cu, Roberto. Entrou mais fácil do que eu esperava, meu cu já estava tão usado ultimamente que oferecia pouca resistência. Mas mesmo assim doeu, aquela sensação de ardor deliciosa que me fazia ver estrelas. Roberto me segurou pelos ombros e começou a foder meu cu com a mesma brutalidade com que tinha fodido minha buceta, enquanto Javier, já recuperado, se aproximou do meu rosto e enfiou o pau na minha boca de novo, ainda molhada com nossos fluidos. Eu estava cheia. Dos dois lados. Sendo usada ao mesmo tempo pelos amigos do meu marido enquanto ele dormia bêbado a centímetros de nós. Era a cena mais degradante, mais humilhante, mais excitante da minha vida. O som dos nossos corpos, das estocadas, dos meus gemidos abafados pelo pau do Javier, enchia o quarto. — Vou gozar de novo... — rosnou Roberto, acelerando no meu cu —. Vou encher teu cu de porra, putinha. — E eu na sua boca... — ofegou Javier, me segurando pela cabeça —. Engole tudo, gostosa. Engole meu leite. E gozaram juntos. Roberto explodiu no meu cu, me enchendo de porra quente, enquanto Javier se enterrou na minha garganta e descarregou direto no meu estômago. Engoli tudo, ansiosa, sentindo como me usavam, como me transformavam no receptáculo de prazer deles. Quando terminaram, se afastaram, ofegando, suados, me olhando com espanto. Eu desabei na cama, entre eles, com o cu e a buceta doloridos, cheios de porra, a boca inchada, a renda destruída, a maquiagem corrido. Parecia uma puta barata usada por uma gangue, não a esposa respeitável que eu tinha tentado ser uma hora atrás. —Porra... —sussurrou Javier, vestindo a calça—. Isso foi... —Incrível —completou Roberto, arrumando a roupa—. Mas a gente tem que ir. Seu marido... ele pode acordar. Eles assentiram, se olharam, e depois olharam pra mim. Baixaram o olhar, envergonhados mas satisfeitos, e saíram do quarto sem dizer mais nada. Ouvi os passos deles descendo as escadas, a porta da frente abrindo e fechando. Fiquei sozinha na cama, com o gozo de dois homens diferentes escorrendo dos meus dois buracos, olhando pro teto, ouvindo os roncos do meu marido que continuava desmaiado no chão ao lado da cama. Me levantei devagar, com as pernas tremendo, e me olhei no espelho. Eu era um desastre. Gozo nas minhas coxas, no meu queixo, a renda de mil dólares em farrapos, o cabelo bagunçado, os olhos vidrados. Parecia uma mulher estuprada por uma gangue, e a ideia me fez sorrir. Me aproximei do meu marido e o observei. Ele estava profundamente adormecido, inconsciente, com uma mancha de baba na camisa. Dava até pra sentir o hálito de álcool dele de onde eu estava. Ele não fazia ideia. Não lembraria de nada. Amanhã acordaria de ressaca, achando que tinha tido uma esposa preocupada que o ajudou a deitar, que tinha sido uma noite normal de bebedeira com os amigos. E enquanto isso, eu tinha sido fodida por esses mesmos amigos, cheia do gozo deles, usada como um pedaço de carne. Era perfeito. Era a vingança mais doce. Tomei banho devagar, deixando a água quente lavar o gozo do meu corpo, sentindo a dor satisfatória no meu cu e na minha buceta. Coloquei um roupão e voltei pro quarto. Acordei meu marido o suficiente pra ajudá-lo a subir na cama, tirar a roupa, deitar embaixo dos lençóis. Ele dormiu na hora, roncando, cheirando a álcool e fracasso. Me deitei ao lado dele, com o cu ainda dolorido, sabendo que carregava restos de esperma dentro de mim que nenhum chuveiro alcançaria. E sorri no escuro. Porque amanhã, quando Roberto e Javier me vissem em algum encontro social, quando meu marido estivesse lá falando da sua "grande noite de bebedeira", eu saberia a verdade. Eu saberia que eu tinha sido a puta deles, que tinha tomado os paus deles, que tinha gritado o nome dele enquanto o melhor amigo dele me destruía. E isso, essa certeza secreta, era mais deliciosa do que qualquer outra vingança. Adormeci com um sorriso nos lábios, sonhando com a próxima vez que meu marido chegasse bêbado, e com todos os amigos que eu poderia colecionar pelo caminho. Porque eu era insaciável. E minha vingança, aparentemente, não tinha limites.


Ouvi o carro chegar lá pela meia-noite. O motor desligou, portas se abrindo, vozes masculinas. Sorri, ajustando a renda sobre minha buceta depilada, sentindo o tecido roçar no meu clitóris. Caminhei até a porta do quarto, me apoiando no batente com uma pose que tinha ensaiado: uma perna levemente dobrada, quadril jogado para o lado, peitos empurrados para fora. Mas o que vi quando eles desceram as escadas não era o que eu esperava. Meu marido não vinha sozinho. Vinha carregado — literalmente carregado — por dois amigos dele. Roberto, o contador gordo com quem ele jogava golfe, e o outro... porra, era o Javier, irmão mais novo do Roberto, um cara de vinte e oito anos que trabalhava na construção e tinha um corpo esculpido em mármore. Os dois seguravam meu marido entre eles, e ele estava completamente inconsciente, bêbado pra caralho, com a cabeça balançando, murmurando algo ininteligível. — A... a gente achou ele assim no bar — gaguejou Roberto, subindo as escadas com dificuldade por causa do peso do meu marido —. Ele disse que precisava vir pra casa, que a mulher dele tinha uma surpresa... E então eles me viram. Roberto parou no meio da escada. A boca dele se abriu. Os olhos quase saltaram das órbitas. Javier, atrás dele, quase deixou meu marido cair quando o olhar dele encontrou meu corpo envolto naquela renda preta transparente, meus peitos praticamente de fora, minhas pernas infinitas em meias de seda, minha buceta mal coberta por uma tira de renda que deixava à mostra os lábios inchados. — Santa... santa mãe de Deus — sussurrou Javier, e eu vi a garganta dele se mexer ao engolir saliva. — Senhora... senhora Martinez... — Roberto tentou falar, mas a voz falhou. Fiquei parada, processando. Meu plano tinha ido pro caralho. Meu marido estava inconsciente, inútil, bêbado como uma cuba. E os dois amigos dele me olhavam como lobos famintos que acabaram de achar a presa. E então, algo dentro de mim fez *click*. Por que desperdiçar essa noite? Por que não aproveitar que tinha dois homens sãos, sóbrios, com paus com certeza duros como pedra, bem na minha frente? Meu marido estava ali, sim, mas inconsciente. Não saberia de nada. Não lembraria de nada. E os amigos dele... Deus, o jeito que me olhavam, aquela mistura de culpa e desejo puro, me fazia molhar a calcinha de renda na hora. —Ai, coitadinho — falei com minha voz mais doce, mais provocante, sem sair do batente da porta —. Parece que meu marido não vai poder aproveitar a surpresa dele essa noite. — A gente... a gente só ia deixar ele na cama e... — começou o Roberto, mas não conseguia tirar os olhos das minhas tetas. — E daí? — interrompi, dando um passo na direção deles, deixando os saltos ecoarem no piso de madeira —. Vocês vão embora assim, me deixando sozinha? Vestida assim... toda gostosa assim... com minha buceta molhada esperando uma pica? O silêncio foi ensurdecedor. Até meu marido, no meio deles, parou de balbuciar por um segundo. — Senhora, seu marido está aqui... — murmurou o Javier, mas os olhos dele percorriam meu corpo de cima a baixo, parando na minha entreperna, nas minhas tetas, na minha cara de puta. — Meu marido está inconsciente — falei, me aproximando mais, até ficar a centímetros deles, sentindo o cheiro de álcool na roupa do meu marido e o suor masculino dos outros dois —. E eu estou muito, muito acordada. E muito, muito excitada. O Roberto fez algo que eu não esperava. Deixou meu marido cair. Não completamente, encostou ele no corrimão da escada, mas soltou o peso. E então, com uma mão trêmula, ajustou a virilha da calça. Já estava duro. O volume era evidente, grande, grosso. — Você está maluca — disse, mas era uma constatação, não uma reclamação. — Maluca de tesão — confirmei, e então fiz algo que selou o acordo. Me inclinei para frente, deixando minhas tetas se espremerem contra o peito do Roberto, e sussurrei no ouvido do Javier —: Me fode. Me fode os dois. Agora. Na frente do meu marido bêbado. Me usem como a puta que eu sou. Foi isso. Foi a faísca que acendeu o pavio. O Javier soltou meu marido por completo. Meu marido deslizou contra o corrimão, sentando no degrau, inconsciente, balançando a cabeça, completamente alheio ao que acontecia a centímetros dele. E Javier me agarrou. As mãos grandes dele, calejadas de trabalhar na construção, me agarraram na cintura com força brutal e me levantaram. Me carregou como se eu não pesasse nada, minhas pernas envolvendo a cintura dele, minha renda exposta, minha buceta roçando contra a barriga dele. —Quarto. Agora —ordenou, e a voz dele era um grunhido animal. Roberto seguiu eles, tropeçando, já desabotoando o cinto, com o pau marcando obscenamente na calça social. Javier me jogou na cama. A mesma cama onde eu tinha preparado velas e champanhe pro meu marido. A mesma cama onde agora eu ia ser fodida pelos amigos dele. Quiquei no colchão, com as pernas abertas, a renda exposta, a buceta molhada e visível através do tecido transparente. —Olhem isso —falei, abrindo mais as pernas, me tocando por cima da renda—. Olhem como eu tô molhada. Tudo isso é pra vocês. Meu marido não consegue, então vocês vão ter que me foder por ele. Roberto foi o primeiro a reagir. Subiu na cama, ajoelhando entre minhas pernas, e abaixou a cabeça. Me lambeu através da renda, a língua úmida pressionando contra o tecido, contra meu clitóris, fazendo eu arquear as costas e gemer. Depois, com um movimento violento, rasgou a renda. Literalmente rasgou minha lingerie cara de um puxão só, deixando minha buceta completamente exposta, rosada, brilhando de umidade. —Porra, que buceta perfeita —grunhiu, e então me comeu de verdade. A língua dele entrou em mim, fundo, lambeu minhas paredes, chupou meus lábios, mordeu suavemente meu clitóris. Enquanto isso, Javier tinha se despido. Tirou a camiseta e porra, o corpo dele era uma obra de arte. Músculos definidos, tatuagens tribais no peito e nos braços, um abdômen trincado que descia até... até um pau que me tirou o fôlego. Enorme, grosso, a ponta brilhando, levemente curvada para cima, com as veias marcadas e os pelos escuros na base. —Chupa —ordenou, me agarrando pelo cabelo e levantando minha cabeça—. Abre bem, sua puta infiel. Obedeci. Abrindo a boca o máximo que pude, recebi, saboreando o precum salgado, deixando ele foder minha garganta com movimentos brutais. Eu estava de joelhos na cama, com o Roberto comendo minha buceta por trás, e o Javier usando minha boca pela frente. O som da nossa respiração ofegante enchia o quarto, misturado com os gemidos que eu não conseguia segurar em volta da pica do Javier. Quando o Roberto se levantou, ouvi o som da roupa dele caindo. Depois senti a vara dele na minha entrada. Era grossa, muito grossa, mais grossa que a do meu marido, mais grossa que a do seu Raúl até. Ele começou a empurrar, devagar mas implacável, me esticando, me preenchendo. —Ai, porra... você é tão apertada... —grunhiu o Roberto, me segurando pelos quadris—. Tão gostosa. Seu marido disse que você era frígida. Mentiroso filho da puta. —Eu sou uma puta, não frígida —gemi, tirando a boca da pica do Javier por um segundo—. Me fode, Roberto. Me fode com força. Quero sentir você. E ele me fodeu. Deus, como ele me fodeu. Estocadas profundas, brutais, que me faziam ir pra frente e bater contra a pica do Javier na minha boca. O som dos corpos batendo na minha bunda era obsceno, *plap, plap, plap*, molhado e forte. O Roberto me segurava pelas ligas, usando elas como alças pra me puxar pra trás cada vez que empurrava pra frente, fazendo a renda cravar na minha pele. —Vou gozar —anunciou o Roberto, ofegando—. Vou gozar nessa buceta perfeita. —Sim, me enche... —supliquei—. Goza na minha buceta, Roberto. Deixa seu leite em mim. Me marca. E ele explodiu. Senti o leite quente, grosso, me preenchendo por completo, jato após jato encharcando minhas paredes. O Roberto ficou parado, ofegando, cravado até o fundo, pulsando dentro de mim. Quando ele saiu, o leite começou a escorrer pelas minhas coxas, branco, grosso, humilhante. Mas não tinham acabado. Javier me empurrou, fazendo com que eu me virasse. Me colocou de costas, com a cabeça pendurada na borda da cama, e se posicionou entre minhas pernas. Sua pica, enorme e vermelha, brilhando com minha saliva, pressionou contra minha entrada. —Olha pro seu marido — ordenou Javier, me segurando pelo queixo e virando minha cabeça para o lado. Lá estava meu marido, sentado no chão ao lado da cama, ainda inconsciente, balançando a cabeça, com a boca aberta e babando levemente. Ele não fazia ideia de que seu melhor amigo estava prestes a me foder, de que já tinha outro amigo me enchendo de porra, de que sua esposa estava sendo usada como uma puta de dois conto a metros dele. —Olha pra ele enquanto eu te como — rosnou Javier, e entrou de uma vez. Eu gritei. Era enorme, maior que o Roberto, maior que quase todos com quem eu tinha estado. Me preencheu por completo, me esticando, batendo no fundo na hora. Javier não foi gentil. Começou a me dar uma surra brutal, metendo com força selvagem, fazendo a cama balançar, meu corpo inteiro tremer. Meus peitos quicavam violentamente, a renda rasgada quase caindo do meu corpo. —Puta... puta infiel... — rosnava Javier, me empalando uma e outra vez—. Seu marido tá ali, bêbado, e eu tô destruindo sua buceta. Cê gosta? Cê gosta de ser uma puta? —Sim... sim... — eu choraminguei, sentindo outro orgasmo se aproximando, intenso, devastador—. Me fode, Javier. Me fode na frente dele. Me usa. Sou sua puta. —Ah, vou gozar... — gritou Javier, e suas metidas ficaram desesperadas—. Vou gozar... porra... —Dentro... dentro... — supliquei—. Me enche. Me enche de porra, Javier. E ele gozou. Com um rugido animal que com certeza acordou os vizinhos, Javier se enterrou até o fundo e explodiu. Senti o esperma dele, quente, abundante, se misturando com o do Roberto dentro de mim, me enchendo até transbordar, escorrendo pelas minhas nádegas até o lençol branco que eu tinha preparado tão cuidadosamente para meu marido. Javier ficou parado por um momento, ofegando, me olhando com uma mistura de espanto e culpa. Depois, ele se retirou devagar, e eu vi o pau dele, ainda meio duro, brilhando com a nossa mistura. Mas não tinham terminado. Roberto, que já tinha se recuperado, se aproximou de novo. Dessa vez, ele me virou, me colocou de joelhos na cama, com o rosto afundado no travesseiro e a bunda pro alto. — Quero essa bunda — anunciou Roberto, e eu ouvi ele cuspir na própria mão —. Você me disse que gosta de dar o cu, né, putinha? — Sim... sim, me fode o cu... — gemi, exausta mas ainda excitada —. Arrebenta meu cu, Roberto. Entrou mais fácil do que eu esperava, meu cu já estava tão usado ultimamente que oferecia pouca resistência. Mas mesmo assim doeu, aquela sensação de ardor deliciosa que me fazia ver estrelas. Roberto me segurou pelos ombros e começou a foder meu cu com a mesma brutalidade com que tinha fodido minha buceta, enquanto Javier, já recuperado, se aproximou do meu rosto e enfiou o pau na minha boca de novo, ainda molhada com nossos fluidos. Eu estava cheia. Dos dois lados. Sendo usada ao mesmo tempo pelos amigos do meu marido enquanto ele dormia bêbado a centímetros de nós. Era a cena mais degradante, mais humilhante, mais excitante da minha vida. O som dos nossos corpos, das estocadas, dos meus gemidos abafados pelo pau do Javier, enchia o quarto. — Vou gozar de novo... — rosnou Roberto, acelerando no meu cu —. Vou encher teu cu de porra, putinha. — E eu na sua boca... — ofegou Javier, me segurando pela cabeça —. Engole tudo, gostosa. Engole meu leite. E gozaram juntos. Roberto explodiu no meu cu, me enchendo de porra quente, enquanto Javier se enterrou na minha garganta e descarregou direto no meu estômago. Engoli tudo, ansiosa, sentindo como me usavam, como me transformavam no receptáculo de prazer deles. Quando terminaram, se afastaram, ofegando, suados, me olhando com espanto. Eu desabei na cama, entre eles, com o cu e a buceta doloridos, cheios de porra, a boca inchada, a renda destruída, a maquiagem corrido. Parecia uma puta barata usada por uma gangue, não a esposa respeitável que eu tinha tentado ser uma hora atrás. —Porra... —sussurrou Javier, vestindo a calça—. Isso foi... —Incrível —completou Roberto, arrumando a roupa—. Mas a gente tem que ir. Seu marido... ele pode acordar. Eles assentiram, se olharam, e depois olharam pra mim. Baixaram o olhar, envergonhados mas satisfeitos, e saíram do quarto sem dizer mais nada. Ouvi os passos deles descendo as escadas, a porta da frente abrindo e fechando. Fiquei sozinha na cama, com o gozo de dois homens diferentes escorrendo dos meus dois buracos, olhando pro teto, ouvindo os roncos do meu marido que continuava desmaiado no chão ao lado da cama. Me levantei devagar, com as pernas tremendo, e me olhei no espelho. Eu era um desastre. Gozo nas minhas coxas, no meu queixo, a renda de mil dólares em farrapos, o cabelo bagunçado, os olhos vidrados. Parecia uma mulher estuprada por uma gangue, e a ideia me fez sorrir. Me aproximei do meu marido e o observei. Ele estava profundamente adormecido, inconsciente, com uma mancha de baba na camisa. Dava até pra sentir o hálito de álcool dele de onde eu estava. Ele não fazia ideia. Não lembraria de nada. Amanhã acordaria de ressaca, achando que tinha tido uma esposa preocupada que o ajudou a deitar, que tinha sido uma noite normal de bebedeira com os amigos. E enquanto isso, eu tinha sido fodida por esses mesmos amigos, cheia do gozo deles, usada como um pedaço de carne. Era perfeito. Era a vingança mais doce. Tomei banho devagar, deixando a água quente lavar o gozo do meu corpo, sentindo a dor satisfatória no meu cu e na minha buceta. Coloquei um roupão e voltei pro quarto. Acordei meu marido o suficiente pra ajudá-lo a subir na cama, tirar a roupa, deitar embaixo dos lençóis. Ele dormiu na hora, roncando, cheirando a álcool e fracasso. Me deitei ao lado dele, com o cu ainda dolorido, sabendo que carregava restos de esperma dentro de mim que nenhum chuveiro alcançaria. E sorri no escuro. Porque amanhã, quando Roberto e Javier me vissem em algum encontro social, quando meu marido estivesse lá falando da sua "grande noite de bebedeira", eu saberia a verdade. Eu saberia que eu tinha sido a puta deles, que tinha tomado os paus deles, que tinha gritado o nome dele enquanto o melhor amigo dele me destruía. E isso, essa certeza secreta, era mais deliciosa do que qualquer outra vingança. Adormeci com um sorriso nos lábios, sonhando com a próxima vez que meu marido chegasse bêbado, e com todos os amigos que eu poderia colecionar pelo caminho. Porque eu era insaciável. E minha vingança, aparentemente, não tinha limites.

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