Nunca pensei que me aconteceria 8 Não ousei responder, tinha muita coisa pra processar e, além disso, achei que era só uma brincadeira da minha mãe pra me zoar, porque, que mãe realmente faria uma masturbação no melhor amigo do filho na frente dele? Supunha que minha mãe ainda tinha um certo senso de pudor, então só esperava que fosse uma brincadeira simples. Fui então pro meu quarto e fiquei vendo YouTube e alguns clipes musicais. Já sei, não é o que normalmente se veria nesses casos. Mas só queria me distrair. Duas horas depois, minha mãe me chamou pra comer, cheguei na cozinha ainda nervoso. Durante a comida, olhei pros dois com desconfiança. Ninguém ousava falar, acho que por vergonha, né. Até que minha mãe quebrou o gelo — e aí, Fer, disse ela. Tudo bem? Não foi difícil... cê sabe? Um pouco, senhora, disse meu amigo com uma careta de dor... dói quando começa a masturbação, mas a dor vai até a perna. É normal, disse minha mãe. Os músculos da perna, principalmente os abdutores, se contraem na hora de um espasmo forte... por isso você tem que fazer com cuidado. Mas eu não sei como fazer, disse Fernando. A senhora poderia, cê sabe, me ajudar? Minha mãe ficou em silêncio por um momento e me olhou pra depois dizer. Bom, vendo a gravidade da sua situação, não posso faltar ao meu juramento hipocrático, claro que eu poderia... Mãe!, interrompi, como você pode dizer isso? Querido, me diz minha mãe, é necessário... se não drenar a área, pode entupir e causar uma trombose durante a reabilitação dele e criar um problema bem sério. Você quer isso? — e você não pode esperar dar uma aliviada e depois continuar com os exercícios? Falei eu. Poderia, amor, disse minha mãe... mas seria muito cansativo ficar parando toda hora pra dor diminuir... com uma masturbação a dor pode ir embora e voltar em 30 minutos ou uma hora, mais que suficiente... além disso, já te falei que se você não quiser, pode fazer você. Mãe!, falei exaltado... não vou fazer isso, não sou gay. Mas e meu amigo? — disse Fernando, pra quem eu me virei com raiva. Claro — disse minha mãe, como uma vez ouvi alguém dizer... as verdadeiras amizades se conhecem nos momentos de maior tempestade. E esse é um deles pro seu amigo. Não acredito que você tá me pedindo isso — falei com a voz apagada. Não, amor — me disse minha mãe. Tô te dizendo que eu posso fazer isso se você não quiser, ninguém tá te obrigando, era só uma ideia que me veio. Fiquei em silêncio, sem dar uma resposta clara... minha cabeça tava a mil. Só faltava eles treparem na minha frente com uma desculpa médica. A noite chegou. Eu tava no sofá e notei que o Fernando andava com mais dor. De um jeito que realmente me fez difícil acreditar que ele tava fingindo. Cê tá bem? — perguntou minha mãe. Tô sim, senhora, não se preocupa, vou dormir cedo hoje, se não te incomoda. Claro — disse minha mãe num tom quase maternal. Mas se tiver doendo muito, me fala, posso te dar um remédio. Não se preocupa, senhora, boa noite — disse Fernando. À meia-noite, ouvi um barulho parecido com uma queda. Corri pra sala e lá tava o Fernando, de joelhos. Mano? — falei. O que aconteceu? Nada — respondeu ele, tentando disfarçar a dor... só tava com fome e quis vir comer alguma coisa, mas caí. Nesse momento, minha mãe chegou atrás de mim. Ai, Fer! — disse ela. Te falei pra me chamar se quisesse alguma coisa, não pode ficar andando como se nada, mesmo que já se sinta melhor. Vem, me acompanha até o sofá, tem que deitar. Depois, minha mãe baixou a calça do pijama dele pra examinar, e o Fernando tinha um cortezinho no joelho por causa da queda. Então minha mãe se levantou e foi ao banheiro pegar o kit de primeiros socorros. Enquanto isso, eu não consegui evitar de olhar... ele lá deitado no sofá, com uma cara de dor e uma cor estranhamente roxa nos ovo. Que que cê tá olhando, irmão? — me disse Fernando. Nada, irmão — falei — parece que você se deu uma boa batida, só isso... Eu e minha mania de explicar demais o que eu faço, porra. Minha mãe voltou e cuidou do meu amigo... passou álcool nele. e outras coisas para desinfetar a já por si só área machucada. Sério que você é burro, disse minha mãe de forma carinhosa..olha só cair exatamente em cima do joelho da perna que você já tem lesionada kkkk..assim você nunca vai se curar Eu sei senhora, disse Fernando ainda se doendo. Mas não sei o que aconteceu, a perna cedeu quando eu fui andar É normal, disse a mãe..essas lesões são muito traiçoeiras e quando você acha que está melhorando, de repente te derruba de novo. Por isso você tem que ter muito cuidado... Ei e sobre aquilo outro, como tá? Você acha que consegue? Acho que não senhora, tá doendo muito minhas bolas, e sinto que com o atrito elas podem estourar, né mano. O quê?. Eu disse. Bom, você tá com cara de ruim mano, mas não acho que seja pra tanto É sim, disse a mãe. Os testículos são uma área muito sensível e se não forem manipulados com cuidado pode haver uma ruptura. Naquele momento, minha mãe passou a mão direita pela perna de Fernando e foi subindo aos poucos até as bolas e começou a massageá-las lentamente, provocando gemidos cada vez mais audíveis do meu amigo......parte 9?
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