Minha esposa e meu filho parte 5

No capítulo anterior, eu observo como minha esposa faz um boquete no nosso filho e não só isso, ela gozou na boca dele e bebeu tudo. No dia seguinte, acordamos na hora de sempre, mas notei que algo tinha mudado, tinha algo diferente no clima. No café da manhã, ninguém falava, nem eu, só comíamos em silêncio, até que minha esposa falou:
Ela: amor, lembra que hoje temos que ir na casa dos meus pais, eles nos convidaram pra almoçar com eles, cê lembra?
Eu: Ah sim, é verdade, ao meio-dia a gente vai, pra todo mundo ficar pronto desde cedo e sair nesse horário. Esse dia meu filho passou o tempo todo no quarto dele, minha esposa no nosso, mexendo no celular, rolando as redes sociais. Eu também, do mesmo jeito, conferindo meus e-mails, matando o tempo. Chegando a hora de partir, minha esposa veste uma calça jeans que gruda na cintura e nas pernas, realçando ainda mais o quadril e as coxas. Na parte de cima, uma blusa preta totalmente decotada. Ela prendeu o cabelo num rabo de cavalo.

Partimos sem mais contratempos para a casa dos meus sogros; durante a viagem, só falávamos o necessário, sem mais o que dizer no percurso. Chegamos ao destino, meu sogro nos recebe. Dá as boas-vindas, passamos o dia e, quando meu sogro comenta se podemos ir buscar gelo, porque o que tem não vai dar para os refrigerantes e as bebidas, meu filho me diz: Filho: Eu vou pra lá, assim compro uma coisa na loja.
Ela: Vou com ele, porque senão ele vai demorar pra escolher o que quer e o gelo nunca vai chegar. Fiquei surpreso, mas vejo a alegria do meu filho ao saber que a mãe vai acompanhá-lo. Dou as chaves do carro pra eles, e vejo os dois indo embora.

Meus sogros me pedem ajuda pra arrumar algumas coisas e deixar tudo pronto pro almoço, já que a maior parte da família vai chegar pra confraternizar.

Fico olhando o relógio a toda hora, passam 20, 30 minutos, e nada de chegarem, até que aparecem aos 35 minutos, meu filho carregando o gelo, minha esposa entrando, mas tinha algo estranho nela. Quando a gente saiu, ela estava com os lábios pintados, não era nada exagerado, mas dava pra notar que alguma coisa tinha rolado. Fiquei com a dúvida, ou será que era coisa da minha cabeça? O dia transcorreu normal, como era de se esperar. Lá pelas 6:30 a gente se mandou com a desculpa de que o Adán tinha que ir pra escola, já que era a última semana de aula. Como ele saía de férias na próxima sexta, no fim de junho, chegamos em casa por volta das 8:00 da noite. Cada um foi pro seu quarto, minha esposa pro nosso, o Adán pro dele, eu com aquela dúvida na cabeça sobre o que tinha rolado à tarde entre eles. Enquanto minha esposa tomava banho, decidi conectar o celular dela no meu tablet, e consegui fazer isso na hora certa. Só precisava esperar o momento certo pra poder bisbilhotar. Pra ela não desconfiar, deixei o celular no mesmo lugar de sempre, coloquei pra carregar e fui tomar banho. Saio, a gente se dá os beijos de boa noite, e começamos nossa sessão, como de costume: Ela: Não espera mais, love, me faz sua. Assim como estava de barriga pra cima, abro as pernas dela, coloco nos meus ombros e começo a me esfregar na entrada da buceta dela, enquanto beijo os pés e as pernas dela. Ela: Ai que gostoso, meu amor, é assim que eu gosto, minha vida, continua assim
Eu: Quer que eu pare?
Ela: Nem pensa em parar, já mete em mim, por favor, amor. Não me faz esperar, nem implorar Comecei a me aproximar perigosamente e, de repente, entrei na buceta dela, e ela na hora: Ela: Ahh, amor, que delícia, meu amor, que gostoso que é, continua, me dá com força, do jeito que eu gosto.
Dei uma empurrada e penetrei ela completamente, então ela começa a gemer mais alto. Ela: Ahh ahh, sim meu amor, me dá com força, assim, assim. Depois ela me pede para eu me deitar, para então começar a me cavalgar, se movendo em círculos, e aí parava para se levantar e me dar sentadas fortes e rápidas. Eu via com prazer como os peitos dela balançavam, então me dispus a beijá-los e começar a chupar os bicos dela. No momento em que ela sentiu minha boca neles, soltou um gemido. Ela: Ahhh, amor, eu adoro isso e você sabe.
Ela cavalgou de um jeito frenético, até eu avisar que já estava quase gozando, aí ela começou a se mexer cada vez mais, até eu terminar me esvaziando dentro dela. Na hora ela solta um grito e cai em cima de mim, completamente sem forças: Ela: Ahh, ahh, tô gozandooo!! Depois dos espasmos, ela se deita ao meu lado, ainda com as pernas tremendo, ofegante, respirando com dificuldade, vira para me olhar e me diz: Ela: Estava delicioso, amor. Ai, minhas pernas estão tremendo, e estou com muito sono. Até amanhã, amor. Descansa, amor. Para segunda-feira, sendo a última semana de aula do meu filho, todo mundo tomou café da manhã junto, batemos um papo sobre tudo. Me despedi da minha esposa, ela já deixou ele na escola, me despeço dele e sigo rumo ao trabalho. Cheguei ao escritório, ligo o tablet pra ver os movimentos da minha esposa no celular dela. Começo a revisar as conversas, da família, dos pais dela, dos meus cunhados, do meu filho. Me dá uma curiosidade, vejo que a conversa era do dia anterior, depois que voltamos pra casa, olhando o horário vejo que era quando eu tava tomando banho. 
 
 -Chat-
Filho: Uff, mãe, que boquete gostoso você me fez, pena que não deu pra demorar mais pra voltar pra casa dos avós.
Ela: Já, já, eu não tava pensando em te fazer nada, mas você não parava de olhar pro meu decote e eu vi que você ficou duro.
Filho: Como é que eu não vou ficar duro se você tá vestida toda de peãozinha gostosa, quando a gente passava num quebra-molas elas balançavam deliciosas. Óbvio que eu ia ficar assim.
Ela: Não tenho culpa que meu filho é um tarado. Além disso, foi por isso que te falei pra parar antes de chegar na casa dos seus avós. Ou você não gostou?
Filho: Claro que gostei, amei. Queria muito sentir sua boca de novo. E talvez eu pudesse te retribuir o favor.
Ela: Kkkk, você é igualzinho ao seu pai. Talvez eu faça de novo, sei lá. A outra coisa eu acho que não, já é demais sua mãe fazer isso com você. Ainda não tenho certeza do porquê fiz, me sinto mal por trair seu pai.
Filho: Mas eu não vou contar nada pra ele, nem você.
Ela: Já, já, vou te deixar, seu pai já tá saindo. Beijos. Leo, releio o chat, não consigo acreditar que ela fez de novo oral no nosso e no carro, a poucas quadras da casa dos meus sogros. É nisso que estou quando vejo uma mensagem do meu filho pra ela, mas não abro pra eles não perceberem, espero uns minutos pra ver a notificação de resposta dela. - Chat -
Filho: Sabe, eu queria muito sentir um beijo seu, igual você beija o papai quando vocês estão no quarto dele.
Ela: E como você sabe como eu beijo seu pai no quarto?
Filho: Uma vez eu fui ao banheiro e sem querer vi você... beijando ele enquanto ele te segurava pela cintura.
Ela: Kkkk, claro, vou acreditar em você, seu tarado.
Filho: Então, posso te beijar igual o papai faz?
Ela: Sei não. Larga o celular e presta atenção na aula.
Depois disso não teve mais mensagens. Mas fiquei surpreso que naquele dia já tinha mais coisa rolando. Cheguei em casa, cumprimentei minha mulher e meu filho estava no quarto dele jogando videogame. Falei pra minha esposa que precisava revisar uns contratos que iam assinar no dia seguinte, então fui pro escritório e pedi pra ela me trazer um café. Ela trouxe, comecei a revisar o contrato no escritório, quando a tablet tocou, e eu chequei a notificação de mensagens e vi que tinha uma mensagem do meu filho perguntando pra mãe dele:
- Chat -
Filho: Ei, mãe, cadê o papai? Achei que ouvi a voz dele ou foi impressão minha?
Ela: Ele tá no escritório, vai revisar uns contratos que deram pra ele. Pediu pra eu levar café. Por quê, filho?
Filho: Ah, não, nada não, achei que era impressão minha que ele não tinha chegado. Queria te pedir uma coisa, mas melhor depois.
Ela: O que você quer, amor?
Filho: É que... sinto falta da sua boca e não consigo parar de pensar no que rolou no carro. E...
Ela: Kkkk, quer que a mamãe te mime igual daquela vez?
Filho: Sim, mas o papai já chegou...
Ela: Mmm... não prometo nada, vou levar o café pro seu pai e talvez eu passe no seu quarto. Ok?
Filho: Siiim, pode ser. Aqui esperando ansioso, tomara que sim. Minutos depois, ouço os passos da minha esposa me trazendo o café e um sanduíche. Ela me diz: amor, o café e o sanduíche já estão prontos, pra você não passar fome. Precisa de mais alguma coisa? Eu respondi que não, obrigado. E falei pra ela: eu te aviso, mas leva um sanduíche também, enquanto eu termino aqui pra gente comer junto. Ela me diz que tá tudo bem. (Claro, dei a oportunidade e a desculpa pra ela ir ver ele) Nesse momento eu vejo o chat e ela diz pra ele
Ela: já tô indo, amor, te trouxe um sanduíche. E vou poder te mimar um pouquinho.
Filho: Siiim!! Ouço ela subindo as escadas, espero um momento, ando devagar e escuto o quarto do meu filho se fechando.
Ando meio na surdina pra ninguém me ouvir, fico o mais perto possível quando escuto eles conversando entre si: Ela: amor, te trouxe seu sanduíche e um pouco de chá
Filho: Obrigado, mas você já sabe o que eu queria de você. Acha que dá?, olha como eu tô
Ela: Adão!
Filho: Anda, por favor, não paro de pensar na última vez e tô doendo.
Ela: Ai, amor, mas... seu pai tá lá embaixo, não posso demorar muito.
Filho: Anda, por favor, por favor.
Ela: Mmmm, tá bom. Senta na cama. Daqui a pouco começo a ouvir os gemidos do meu filho
Filho:Isso! ahhh...mm...que buceta gostosa você tem. Ahhh que delícia você faz, mãe... continua assim, mais, mais. ahh vou gozar, continua assim, tô gozando!! Por favor, deixa eu gozar na sua cara, é meu sonho.
Ela:Ah, é isso que meu bebê quer?
Filho:Sim, por favor, não paro de pensar naquela última vez que tirei no carro... ahh
Ela:Tá bom, bebê, só dessa vez... goza na minha cara e nos meus peitos.
Filho:Ahhh, já vou gozar, vou gozar, toma...ahhh Desci de novo pro estúdio como se nada tivesse acontecido, e em poucos minutos ela chega com o rosto lavado, pra me avisar que o jantar já tá pronto. E eu vejo ela feliz, radiante. Não consigo acreditar que minha mulher acabou de fazer um boquete no nosso filho. Será que eu sigo em frente com isso? Vejo ela feliz e no fim é um SACRIFÍCIO, que eu faço pelo bem da nossa família?

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