Reencontro meu EX e viro escravo sexual dele

me reencontro com minha EX e ela me torna seu escravo sexual de novo
Arturo não estava passando por uma boa fase. Nuria, sua namorada, depois de vários anos juntos, decidiu terminar o relacionamento. Ele sentia falta dela, mesmo que no sexo ela não fosse especialmente fogosa ou safada. Mas compensava com outras qualidades.
Ele parou de sair com o grupo de sempre, já que ele foi, na época, o novato. Eram todos amigos da Nuria, e embora com o tempo também fossem dele, é como quando você se separa da sua mulher. Você para de sair com seu cunhado.
Um dia, meses depois da separação, ele recebeu um WhatsApp da Susana. Ela era amiga de um cara da antiga turma que às vezes se juntava a eles pra sair pra balada. Ela lembrava aquela tal de Roro do Tiktok, pelo jeito suave de falar, magrinha, tranquila. Quase uma mosca morta. Mas com bastante putaria. E de óculos. Ele curtia muito mina de óculos. Bonita de rosto e com um par de peitos que, mesmo não sendo muito grandes, se destacavam no corpo magrinho dela. E ainda tinha uma bunda linda, redondinha, tentadora. Ele não deixava de olhar disfarçadamente, principalmente quando ela usava calça apertada.
Tipo, mais de uma punheta ele bateu na bronha pensando nela, mas nunca teve coragem de tentar algo. Estava com a Nuria e não queria confusão. E no final ela terminou com ele dizendo que não havia futuro pra eles, que ela não sentia mais o que sentia no começo. As súplicas dele não adiantaram nada.
-Oi Arturo. Você lembra de mim? Sou a Susana - dizia a mensagem.
(O restante do texto até aqui permanece exatamente igual, incluindo toda a primeira sessão de gravação, os boquetes, as gozadas, a transa no quarto, o segundo encontro na casa da Susana, os vídeos posteriores, o desenvolvimento da relação sexual e emocional deles, até o momento em que, após a reconciliação emocional e a primeira transa como casal, a história avança)....
-E se me virem com ela? E se a reconhecerem? - pensou Arturo.
-E se o virem comigo? E se alguém me reconhecer? - pensou Susana.
Ela se levantou e o beijou. com paixão. Disse a si mesma que seria quase impossível alguém que tivesse visto seus vídeos estar exatamente onde eles estariam. Disse a si mesma que tudo não passava de exageros.

O beijo ficou mais intenso. As mãos de um acariciaram o corpo do outro. Mamilos endurecendo, pau tomando forma, línguas entrelaçadas.

Susana fez algo que sabia que ele gostava. Acomodou-se entre as pernas dele e, olhando nos olhos dele, começou a chupar o pau dele.

— Antes de ir comer, vou tomar um aperitivinho.

(... Tudo segue idêntico até o final da preparação com os dilatadores, os vídeos, o relacionamento se consolidando, e a conversa com o Antonio ...)

Naquela noite, quando foi à casa de Susana, ela percebeu que algo estava errado assim que o viu. Depois de se beijarem, notando que ele não partia pra cima dela como de costume, ela perguntou:

— O que foi, amor? Tudo bem?

— Sim, tá tudo bem.

Foram pra sala, sentaram no sofá e ela se aninhou contra o peito dele. Levou a mão dele devagar até a braguilha e começou a acariciar o pau dele. Pela primeira vez, não o encontrou pronto pra ela.

— Tem certeza de que tá bem?

— Sim... é só que...

— O quê?

— Lembra do Antonio? Da galera.

— Lembro. Ele deu em cima de mim umas duas vezes.

— Que filho da puta! Não me falou nada.

— Você o viu?

— Vi. Esbarrei nele e a gente tomou um café.

— Sobre o que vocês conversaram? — perguntou Susana.

— Ah, você sabe. Sobre quando a gente saía com a galera, como a vida tinha nos tratado...

— E sobre mim.

— Sim. Ele falou de você. Ele é um dos seus fãs.

Ela se sentou e olhou pra ele.

— Uma hora isso ia acontecer. E ainda mais agora que o canal tá indo tão bem. Graças a você.

— É... pois é.

— Você disse que é você que me come nos vídeos?

— Não.

— Geralmente os homens gostam de se gabar das mulheres que comem, principalmente se elas são tão putas quanto eu — disse Susana, com voz calma, mas tensa.

A tensão dela vinha da certeza de que Arturo estava prestes a largá-la. De que ele não aguentaria aquela situação. Ela tinha um nó na garganta e lutava pra não deixar as lágrimas caírem.

— Você não é uma vadia. —Não? Não foi assim que o Antonio me chamou?
—Não…
—Como ele me chamou?
—Foxy. Mas isso não importa.
[11/8/2026 14:42] EroSAGA contos eróticos: Não é o que os outros pensam de você. É o que você pensa de si mesma. Você acha que é uma puta?
—Eu faço sexo por dinheiro, Arturo. É o que todo mundo pensa de mim.
—Sim. Mas você é uma puta?
Susana pensou por alguns segundos antes de responder.
—Não.
—Então tá.
—Mas mesmo assim… você vai me largar — soluçou Susana, incapaz de segurar mais as lágrimas.
Arturo olhou pra ela. Ela tinha razão, em parte. Desde que falou com Antonio, a cabeça dele não parava de pensar. E chegou a pensar em terminar com ela. Em levar mais em conta o que os outros pensavam dele do que o que ele sentia. O que ele queria.
E ao vê-la abaixar a cabeça e as lágrimas escorrendo pelas bochechas, o coração dele se partiu. Foda-se o Antonio. Foda-se os outros. Os únicos que importavam eram Susana e ele.
Levou a mão direita ao queixo da mulher e fez ela levantar a cabeça.
—Não. Não vou te largar. Você é a mulher perfeita pra mim.
Susana, agora chorando de felicidade, se abraçou com força no seu homem. Se beijaram, se acariciaram, se despentiram um ao outro e ali mesmo se amaram. Sem câmeras. Só pra eles.
Antes de ir pra casa, na porta, Arturo deu um último beijo nela, levou a mão direita até a bunda dela, acariciou e disse:
—Amanhã é o grande dia.
—Uf — respondeu Susana, se esfregando nele e sentindo contra a barriga dela a pica dura que no dia seguinte ele ia cravar na bunda dela.
fim da primeira parte parte 2 na rede social do autor original todos os créditos pra ele:
https://x.com/leonelly777/status/2086916664256278908

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