Minha sobrinha virou minha putinha

Olá. Meu nome é Octavio. Tenho 42 anos. Sou alto, grande, gordo e feio. Não vou enrolar: sempre fui assim. Barriga saliente, cara larga, cabelo ralo e um rosto que nunca agradou ninguém. Estou viúvo há 15 anos. Minha esposa morreu quando eu tinha 27 e desde então não tive mais ninguém. Nem vontade eu tinha… até agora. Vou contar como minha sobrinha se tornou meu bem mais precioso. Ela se chama Liliana. Tem 19 anos. Eu a vi crescer desde que era uma menina de tranças e joelhos ralados. Sempre a amei muito, daquele jeito estranho e pesado que um tio não deveria sentir. Agora ela é uma jovem morena de pele clara, cabelo longo e preto que cai até o meio das costas, olhos escuros e expressivos, lábios grossos e carnudos que parecem sempre úmidos, e um corpo magro, mas com curvas perigosas: cintura fina, quadril largo e uma bunda redonda e firme que marca em qualquer calça. Ela tem uma pinta pequena perto da boca e quando se maquia fica ainda mais puta do que já é.Minha sobrinha virou minha putinha
vadiaTudo começou numa terça à tarde. Minha irmã Cláudia me ligou com a voz embargada. —Octavio… preciso de um grande favor. A Liliana não pode ficar aqui. O pai dela se embebedou de novo e dessa vez pegou ela no grito. Eu preciso ir uns meses cuidar da mãe no interior, ela tá muito mal de saúde. Ela pode ficar com você? Só por um tempo. Por favor. Não tenho mais ninguém de confiança. Eu disse que sim sem pensar duas vezes. Desliguei o telefone e fiquei olhando pra parede da minha casa vazia. Senti minha pica endurecer só de imaginar ela dormindo sob meu teto. Três dias depois ela chegou. Apareceu na porta com uma malinha pequena, um crop top branco que deixava ver a pele macia da barriga e umas leggings pretas que colavam na bunda dela como uma segunda pele. O cabelo solto, os lábios brilhando e aquele olhar meio assustado de quem não sabe exatamente onde tá se metendo. —Oi, tio — falou baixinho, e me deu um abraço rápido. Quando apertei ela contra meu corpo gordo, notei como ela era pequena e macia. E eu soube, naquele exato momento, que não ia conseguir me controlar por muito tempo. Deixei ela entrar. Mostrei o quarto dela. Falei pra ela se sentir em casa. Mentira. Desde aquele dia, a casa dela era a minha… e o corpo dela começava a ser meu. Na primeira noite dormi mal. Sabia que a Liliana tava a poucos metros, no quarto de hóspedes. Me masturbei pensando nela até gozar na minha própria mão, imaginando como ela ficaria sem roupa. No dia seguinte ela saiu do quarto com um short curtíssimo e uma camiseta larga que caía de um ombro. O cabelo preto caía bagunçado. Ela foi pra cozinha. Eu sentei na mesa e fiquei olhando sem muito disfarce enquanto ela preparava o café. Toda vez que ela se abaixava, o short subia um pouco e me deixava ver o começo da bunda. Ela não falou nada, mas percebi que evitava me olhar demais. Nos dias seguintes, a coisa ficou só em olhares e roçadas "acidentais". Quando a gente se cruzava no corredor, meu Mão gorda roçava a cintura dela ou a bunda. Às vezes eu ficava parado olhando pra ela enquanto ela tava no sofá com as pernas encolhidas. De noite eu batia uma com a porta entreaberta, imaginando entrar no quarto dela.morenaA conversa importante aconteceu no quarto dia, à noite. A gente tava os dois no sofá. Ela tava com o celular na mão, mas não olhava. Eu aproveitei. — Como é que tá tudo na sua casa? — perguntei —. Sua mãe me contou por cima, mas não me deu detalhes. Liliana suspirou e largou o celular de lado. — Mal. Papai cada vez bebe mais. Da última vez ele gritou feio comigo, falou um monte de coisa… e mamãe já não sabe mais o que fazer. Por isso ela foi pra casa da vó. Eu só queria sair de lá por um tempo. Assenti. Fiquei calado por um momento e depois perguntei, como se não fosse importante: — E você? Tá namorando? Ela negou com a cabeça. — Não. Nem vontade. — Eu também não tenho ninguém — falei —. Tô há quinze anos sozinho. Às vezes parece estranho. Teve um silêncio. Aí ela me olhou de canto e perguntou: — Você… tem namorada, tio? Ou alguma coisa? Sorri um pouco, inclinando a cabeça. — Não. Ninguém. Mas… a verdade é que desde que você chegou, tá ficando mais difícil ficar sozinho. Ela franziu a testa, desconfortável. — Por quê? Olhei ela de cima a baixo sem disfarçar. O short, as pernas, o volume macio entre elas, os lábios carnudos. — Porque você mudou muito, Liliana. Já não é mais a menina que eu lembrava. Você tá… diferente. Mais mulher. Mais gostosa. O corpo, o rosto, até o jeito que você anda. Dá pra notar tudo. Ela ficou vermelha na hora. Se remexeu no sofá e desviou o olhar. — Tio… não fala essas coisas. Você me deixa sem graça. — Só tô falando o que eu vejo — respondi com calma. Ela se levantou de repente. — Vou dormir. Boa noite. Ela foi pro quarto dela. Eu ouvi ela fechando a porta… mas não de todo. Ficou entreaberta uns centímetros. Esperei quase uma hora. A casa tava em silêncio. Me levantei, com a pica já dura dentro da calça, e andei devagar até a porta dela. Empurrei com cuidado. Liliana tava de bruços na cama. Só tava de calcinha de renda preta que sumia entre as nádegas e uma camiseta larga que tinha subido até o meio das costas. A luz do corredor deixava eu ver perfeitamente a curva do rabo dela, a pele morena clara e a borda da renda. Entrei sem fazer barulho e fechei a porta atrás de mim. Me aproximei da cama. Liliana continuava de bruços, a calcinha de renda preta se perdendo entre as nádegas e a camisa folgada subida até o meio das costas. A luz fraca do corredor me deixava ver a curva perfeita do rabo dela. Estendi minha mão grande e a posei primeiro na coxa dela. Subi devagar, bem devagar, até chegar numa nádega. Apertei devagar. A carne afundou sob meus dedos. Macia, firme, quente. Apertei de novo, dessa vez com mais força, abrindo um pouco os dedos pra pegar melhor. Minha pica ficou dura na hora, me apertando contra a calça. Continuei. Deslizei a mão pro centro, roçando a borda da renda. Depois desci e coloquei a palma inteira sobre a buceta dela, por cima da calcinha. Tava quente. Muito quente. Apertei um pouco e comecei a tocar em círculos lentos, sentindo o formato dos lábios dela através do tecido fino. Tava uma delícia. Úmida. Já tava um pouco molhada. Movi os dedos com mais pressão, esfregando o clitóris dela por cima da renda. O calor subia pelo meu braço. Liliana se mexeu. Um gemidinho saiu da garganta dela. Depois abriu os olhos de repente e virou a cabeça pra mim. —Tio…? —a voz saiu rouca, confusa—. O que… o que você tá fazendo? Não tirei a mão. Continuei tocando devagar. —Shhh… —falei baixo—. Fica quieta. Ela tentou se virar, mas coloquei a outra mão na lombar dela, segurando. —Não… isso não tá certo —sussurrou. A voz tremia—. Tio, por favor… não. Apertei um pouco mais a buceta com os dedos. A calcinha já tava molhada sob minha palma. —Eu sei —respondi—. Mas não vou parar. Ela balançou a cabeça, o cabelo preto espalhado no travesseiro. —Eu não quero… de verdade não quero. Continuei esfregando. Os quadris dela se moveram sozinhos por um segundo, traindo ela. Notei a pele arrepiando. —Você tá mentindo —falei—. Sua buceta tá quente e molhada. Já dá pra sentir pelo tecido. —Sou virgem —disse de repente, quase num fio de voz—. Nunca… nunca fiz nada. Por favor, tio… não. Isso me deixou ainda mais excitado. Sorri na escuridão. —Melhor assim —respondi—. Então vou ser o primeiro.magrinha
vadiaEnfiei os dedos na borda da calcinha de renda e fui puxando devagar pelos quadris dela. Liliana tremia, mas não lutou de verdade. Quando a renda passou pela bunda dela e deixou a buceta à mostra, ela soltou um gemido baixinho, agudo, e sozinha levantou um pouco a bunda na minha direção. Eu sorri. Coloquei as duas mãos nas nádegas dela e abri com força, separando. A buceta se abriu na minha frente: rosada, brilhante, completamente molhada. Os lábios inchados e o buraquinho apertado da virgindade dela. — Se olha… — falei com a voz rouca —. Que gostosa que tá essa buceta, sobrinha. Tá encharcada. E ainda nem meti nada em você. Ela enterrou o rosto no travesseiro, mas a bunda ficou pra cima, tremendo. Eu me abaixei e dei uma lambida longa, lenta, do clitóris até a entrada. O gosto era doce e quente. Liliana soltou outro gemido mais forte e as pernas dela tensionaram. Lambi de novo, dessa vez mais fundo, enfiando a ponta da língua entre os lábios e saboreando a umidade dela. Depois me levantei. Fiquei de pé na frente dela, na altura do rosto. Abaixei o short e tirei a pica pra fora. Tava dura, grossa, cheia de veias, a cabeça já brilhando de porra. Segurei com uma mão e levei até a boca dela. — Olha, sobrinha… — falei —. Toda sua. Lambe. Chupa. Come. Liliana levantou o olhar. Os olhos escuros dela estavam úmidos, assustados… e excitados. Ficou me olhando pra pica por uns segundos em silêncio. Depois, devagar, esticou a língua e me deu uma lambida tímida na ponta. — Assim… — eu rosnei —. Mais. Abre essa boquinha de puta e chupa teu tio. Liliana esticou a língua e me deu outra lambida mais longa, das bolas até a ponta. Depois abriu a boca e enfiou pra dentro. Os lábios carnudos dela fecharam em volta da minha pica e ela começou a chupar, tímida no começo, depois com um pouco mais de força. O calor da boca dela percorreu meu corpo inteiro. Ela gemeu um pouco em volta da minha pica. Eu soltei um gemido lento, grave. — Pra ser tua primeira vez… você faz tão bem, sobrinha — falei. olhando para ela de cima—. Que delícia que essa boquinha sente. Ela me olhou com os olhos marejados enquanto chupava, as bochechas encovadas. Peguei um pouco do cabelo preto dela pra guiar, mas sem empurrar demais ainda. Deixei ela chupar no ritmo dela por uns minutos, sentindo a ponta ficando cada vez mais molhada com a saliva dela. Depois me afastei um pouco. Minha pica saiu da boca dela com um fio de saliva ainda nos ligando. —Então, sobrinha… olha como você me deixou —falei, segurando ela com uma mão—. Bem dura. Toda pra você. Liliana respirava ofegante, os lábios vermelhos e inchados. —Agora abre as nádegas, Liliana. Deixa eu ver sua buceta virgem. Ela hesitou só um segundo. Depois, com as mãos tremendo, levou elas pra trás e abriu as nádegas com os dedos. A buceta dela ficou completamente exposta na minha frente: mais molhada que antes, brilhante, os lábios entreabertos e o buraquinho apertado ainda intacto. Um fio de lubrificação escorria pela coxa dela. —Que puta mais molhada… —murmurei. Me aproximei. Peguei minha pica pela base e comecei a esfregar devagar contra a buceta dela. Subia e descia a cabeça grossa entre os lábios, empurrando um pouco contra a entrada sem meter ainda, me lambuzando com a umidade dela. Cada vez que roçava o clitóris, ela soltava um tremor e um gemidinho abafado. —Tá sentindo isso, sobrinha… —falei baixo—. Essa vai ser a primeira pica que vai te abrir. E é a do teu tio. Continuei me esfregando contra ela, mais devagar, mais pressionado, sentindo a buceta virgem dela se abrir um milímetro a cada empurrão. Liliana abriu as nádegas com as duas mãos, os dedos cravando na própria carne. A buceta virgem dela ficou completamente exposta: rosada, inchada, brilhando de tão molhada que tava. Um fio transparente escorria da entrada até a coxa. Acomodei a cabeça da minha pica bem no buraquinho dela. Empurrei um pouco. Só a ponta. Liliana soltou um gemido agudo e enterrou o rosto no travesseiro. —Ahhhh… tio… dói… —Shhh… respira —falei, segurando ela pelas cadeiras —com minhas mãos gordas—. Vou devagar. Empurrei mais um pouco. A cabeça grossa começou a abrir os lábios dela. Parecia perfeito: minha rola escura contrastando com a buceta rosada dela, esticando-a milímetro por milímetro. A entrada se abria ao meu redor, apertada, quente, resistindo.sobrinha—Mais… —gemeu ela de repente, com a voz embargada—. Mete mais fundo… Sorri. Empurrei mais um pedaço. Agora já tinha quase metade pra dentro. Liliana tremia inteira, as nádegas tensas entre as próprias mãos. A buceta dela me apertava como um punho quente e molhado. —É assim que você é gostosa, sobrinha… —rosnei—. Tão apertadinha. Tão virgem. —Mais… por favor… mete tudo —pediu entre gemidos, empurrando a bunda pra trás sozinha. Segurei por um segundo e depois empurrei firme, devagar, sem parar. Fui entrando centímetro por centímetro. Dava pra ver a buceta dela engolindo meu pau, os lábios esticados em volta da grossura, a umidade brilhando. Liliana gemia sem parar, um som longo e agudo a cada vez que eu avançava mais. —Ahhhh… tio… é tão… é tão grande… Quando finalmente entrei tudo, até a base, minhas bolas ficaram coladas na buceta dela. Eu estava completamente dentro dela. Liliana soltou um gemido profundo, quase um grito abafado, e os dedos se apertaram mais forte nas próprias nádegas. Fiquei parado um momento, sentindo a vagina virgem dela pulsando ao meu redor, tentando se acostumar com meu tamanho. —Pronto… —falei ofegante—. Já meti tudo, sobrinha. Você não é mais virgem. Agora você é minha.Minha sobrinha virou minha putinhaFiquei parado um momento dentro dela, sentindo a buceta virgem dela me apertando e pulsando ao redor. Liliana respirava ofegante, o rosto ainda enterrado no travesseiro. Comecei a me mover devagar. Tirei a pica quase até a ponta e voltei a entrar inteiro, lento, profundo. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Ela parecia perfeita: as nádegas abertas pelas próprias mãos, minha pica grossa sumindo dentro daquela buceta rosada e brilhante, os lábios esticados ao redor de mim. —Ahhhh… tio… —ela gemeu, a voz trêmula. Fui aumentando a velocidade aos poucos. As estocadas ficaram mais firmes, mais longas. O som do meu corpo batendo contra a bunda dela começou a encher o quarto: ploc… ploc… ploc…. Úmido, sujo, constante. Liliana já não conseguia ficar calada. Cada vez que eu chegava no fundo, ela soltava um gemido mais alto. As costas dela se arqueavam sozinhas. O cabelo preto caía desgrenhado sobre o travesseiro e a camisa folgada tinha subido de vez, deixando as costas dela nuas à vista. Agarrei um punhado do cabelo comprido dela e puxei para trás com força. As costas dela se arquearam ainda mais, o pescoço esticado, o rosto levantado. Daquela posição dava pra ver o perfil dela: lábios abertos, olhos semicerrados, a pinta perto da boca brilhando de saliva. —Assim… se olha —rosnei enquanto metia mais forte—. Que puta a minha sobrinha fica com a pica do tio até o fundo. O som já estava escandaloso. O choque da minha barriga e do meu quadril contra a bunda dela ecoava pelo quarto inteiro, misturado com os gemidos cada vez mais altos dela e o barulho molhado da buceta dela me engolindo uma e outra vez. Ela estava encharcada. Cada vez que eu tirava a pica, ela aparecia brilhante, coberta da lubrificação dela, e quando eu voltava a meter, entrava de uma só vez até as bolas. Liliana já não pedia pra parar. Pelo contrário: ela empurrava a bunda pra trás cada vez que eu entrava, buscando que eu metesse mais fundo. O cabelo tenso entre meus dedos, as costas curvadas como um arco, os gemidos entrecortados saindo da garganta dela… Ela parecia completamente entregue. Minha putinha de dezenove anos, aberta e fodida pelo tio gordo no meio da noite. Depois de foder ela com força por um bom tempo, tirei devagar. Minha pica saiu da buceta dela brilhando, coberta de lubrificação, deixando um fio viscoso ainda nos ligando. Liliana soltou um gemido longo quando ficou vazia, o buraco entreaberto e rosado, se contraindo. Virei ela com cuidado até deixá-la de barriga pra cima. Me inclinei sobre ela e a beijei. Um beijo profundo, safado, com língua. Ela respondeu quase na hora, abrindo a boca e me deixando explorar enquanto a respiração quente dela se misturava com a minha. Mordi o lábio inferior dela e beijei de novo com mais fome. Depois me deitei ao lado dela. Minha pica continuava duríssima, apontando pra cima, brilhante e pulsando. — Sobe — ordenei em voz baixa —. Monta, sobrinha. Liliana me olhou com os olhos nublados, a respiração ainda ofegante. Ela se ergueu tremendo um pouco e passou uma perna por cima do meu corpo. Ficou montada em cima de mim, a buceta bem em cima da minha pica. Com uma mão se apoiou no meu peito e com a outra pegou minha pica pra guiar. Começou a descer devagar. A cabeça empurrou os lábios inchados dela e foi abrindo caminho de novo. Liliana mordeu o lábio inferior e soltou um gemido agudo enquanto descia centímetro por centímetro. Ficava perfeito de baixo: a buceta rosada engolindo minha pica grossa, as nádegas tensas, a barriga macia se contraindo. Quando finalmente chegou até o fundo e enfiou tudo pra dentro, ficou parada um segundo, tremendo, se acostumando de novo com a profundidade. Depois começou a se mover sozinha. Subia e descia devagar no começo, depois com mais vontade. Os quadris dela balançavam, a bunda batendo suave contra minhas coxas. Cada vez que descia até o fundo soltava um gemidinho e fechava os olhos. Eu agarrei os quadris dela com minhas mãos gordas e olhei fixo pra ela. — Isso… monta no teu tio como a putinha que você é —falei em voz rouca—. Olha pra você, Liliana… com a pica até o fundo e se mexendo sozinha. Que delícia você tá. Essa buceta não é mais virgem… agora é minha. Usa ela. Monta mais forte. Quero ver ela marcando por dentro. Ela gemeu mais alto e começou a se mover com mais ritmo, os peitos macios balançando sob a camisa larga, o cabelo preto caindo nos ombros enquanto se empalava uma e outra vez na minha pica… Liliana continuava me montando. No começo os movimentos dela eram desajeitados, mas aos poucos foi pegando o ritmo. Subia quase até a ponta e descia de uma vez, se empurrando sozinha contra a minha pica. Cada vez ficava melhor. O som molhado da buceta dela me engolindo enchia o quarto, misturado com os gemidos cada vez mais soltos. Agarrei a cintura dela com as duas mãos grandes e guiei, forçando ela a descer mais fundo a cada vez. Os quadris dela se moviam com mais confiança, a bunda batendo nas minhas coxas, os peitos macios balançando sob a camisa. —Assim… mais gostoso —rosnei—. Monta nessa pica, sobrinha. Ela mordeu o lábio e acelerou. Eu sentia a buceta dela me apertando, quente e encharcada. A pressão subia rápido. Apertei mais forte a cintura dela e comecei a empurrar pra cima ao mesmo tempo que ela descia. —Vou gozar… —avisei entre os dentes—. Vou gozar dentro de você. Liliana só gemeu mais alto e não saiu. Pelo contrário: se empalou até o fundo bem quando eu gozei. Soltei um grunhido longo e comecei a encher ela. Jatos grossos e quentes de porra saíam da minha pica uma e outra vez, bombeando fundo dentro da buceta dela. Era muito. Sentia tudo se esvaziando dentro dela. Liliana tremia a cada jato, o corpo sacudido por espasmos, o próprio orgasmo fazendo ela me apertar mais forte enquanto gozava também. Ficamos assim por um momento. Ela ainda sentada em cima de mim, minha pica enterrada até as bolas, a porra começando a escorrer um pouco pela base. Os dois ofegando. Depois, devagar, Liliana se levantou. Minha pica Saiu da buceta dela com um som molhado. Um fio grosso de porra branca a seguiu, escorrendo do buraco aberto dela e caindo na minha barriga. Ela parecia perfeita: a buceta rosada, inchada, pingando minha gozada. Ela se deixou cair ao meu lado, ainda tremendo. Os dois estávamos ofegantes, suados, a respiração pesada. Passaram alguns segundos em silêncio. Só se ouvia a gente recuperando o ar. —Tio… —sussurrou ela por fim, a voz rouca. —Fala. —Isso… o que a gente acabou de fazer… ninguém pode saber. Certo? Virei a cabeça e olhei pra ela. Tinha a maquiagem borrada, os lábios inchados e o cabelo bagunçado. Ela parecia destruída… e linda. —Ninguém —respondi—. É nosso segredo. Só seu e meu. Ela assentiu devagar. Ficou em silêncio por um momento e depois perguntou, quase num fio de voz: —Como você se sente… depois disso? Sorri um pouco na escuridão. —Como se finalmente tivesse algo que eu realmente quero. E você, Liliana? Como se sente agora que não é mais virgem… e que foi seu tio quem te abriu? Ela engoliu em seco. A mão dela se mexeu um pouco sobre o lençol, roçando a minha sem chegar a segurar. —Estranha… —admitiu—. Dói um pouco. Mas… também me sinto excitada. Como se quisesse que acontecesse de novo. Olhei fixo pra ela. —Vai acontecer de novo. Todos os dias, se eu quiser. A partir de agora você é minha. Entendeu? Liliana baixou o olhar por um segundo. Depois assentiu, quase imperceptível. —Sim, tio…vadia
morenaNaquela noite dormimos os dois nus. Liliana se aninhou contra meu corpo gordo, ainda com meu gozo escorrendo entre as pernas dela. Eu a abracei por trás, o pau meio duro encostado na bunda dela, e ficamos assim até o cansaço nos vencer. No dia seguinte, acordei já duro. Sem falar muito, coloquei ela de quatro na cama e comi ela de novo, mais devagar que na noite anterior, curtindo como a buceta dela, ainda sensível, me recebia. Gozei dentro dela de novo. Depois tomamos banho juntos. Lavei o corpo dela com as mãos, meti os dedos enquanto a água caía e lembrei em voz baixa que a partir daquele momento a buceta dela era minha. Assim começou nossa rotina. De manhã ela ia pra escola. Eu ia trabalhar. Por fora, tudo parecia normal. Quando a mãe dela vinha visitar — uma ou duas vezes por mês — a gente fingia que nada. Liliana me chamava de "tio" com voz educada, me dava um beijo no rosto e a gente conversava sobre coisas banais na sala. Claudia nunca desconfiou. Ia embora feliz por saber que a filha estava "em boas mãos". Mas assim que a porta fechava e ficávamos sozinhos, a máscara caía. À noite, Liliana virava minha putinha. Comprei lingerie pra ela: conjuntos de renda pretos, vermelhos, calcinhas fio dental que sumiam entre as nádegas, meias, cinta-liga. Fazia ela se vestir só pra mim antes de comer ela. Às vezes usava ela assim que chegava da escola, ainda de uniforme, jogando ela sobre a mesa da cozinha ou contra a parede do corredor. Ensinei ela a chupar bem. No começo ela sofria por causa da grossura, os olhos encherem de lágrimas, mas aos poucos aprendeu a engolir até o fim. Quando eu gozava, obrigava ela a engolir tudo. Às vezes enchia a boca dela e fazia ela me mostrar antes de engolir. Também abri o cu dela. Na primeira vez ela chorou e pediu pra eu parar, mas não parei. Fui devagar, com bastante lubrificante, até meu pau sumir entre as nádegas dela. Depois disso, o sexo anal virou parte da rotina. Ela gostava. mais do que admitia: ela se molhava sozinha quando eu dizia que naquela noite ia meter por trás. Pra evitar problema, levei ela numa clínica discreta e colocaram o implante anticoncepcional nela. Mandei colocar só algumas semanas depois de tirar a virgindade dela. Não queria que nada estragasse o que a gente tinha. A partir daquele momento, gozava dentro dela sem me preocupar, uma vez atrás da outra, enchendo a buceta ou o cu dela do jeito que eu quisesse. Com o tempo, a Liliana parou de resistir. Parou de dizer "não tá certo". Começou a me procurar sozinha. Às vezes chegava da escola, tirava a roupa sem eu pedir e se ajoelhava na minha frente. Outras noites, entrava na minha cama já molhada e pedia baixinho pra eu meter. Ela virou exatamente o que eu queria: minha sobrinha. Minha putinha. Meu objeto mais precioso. E ninguém, absolutamente ninguém, sabia.magrinha

3 comentários - Minha sobrinha virou minha putinha

Uff, bom relato, mano. Eu também comia a minha sobrinha.