Gravidez da Minha Filha Pt.2

si quieren ver la part1 esta en mi perfil o aqui esta el link
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Jennifer seguía de rodillas frente a mí, con mi verga profundamente metida en su boca. La chupaba con ganas, sucia y húmeda, haciendo ruidos obscenos cada vez que bajaba hasta casi tocarme los huevos con la nariz. Su saliva le chorreaba por la comisura de los labios y le caía al pecho. Yo le sujetaba el cabello largo con una mano y la empujaba un poco más profundo cada vez, gemiendo bajo.
—Así, hija… chúpala bien… trágatela toda…
Ella soltó un gemido ahogado alrededor de mi verga y aceleró el ritmo, moviendo la cabeza de arriba a abajo con más fuerza, mirándome con esos ojos borrachos y calientes. Cuando sentí que ya no aguantaba más la boca, la saqué de un tirón. Un hilo de saliva conectaba sus labios con la punta de mi verga.

Jennifer se levantó tambaleante, se giró de espaldas a mí y se subió a la cama de cuatro. Sin que yo se lo pidiera, se bajó el pantie rosa de encaje hasta los muslos y lo dejó ahí, colgando. Se abrió las nalgas con las dos manos, ofreciéndome todo: su coño hinchado, brillante de lo mojada que estaba, y el agujerito rosado de su culo.
—Míralo, papi… está todo mojado por ti… —dijo con voz pastosa, todavía abriéndose las nalgas.
Me arrodillé detrás de ella. Agarré mi verga gruesa y la froté despacio entre sus labios hinchados, sintiendo cómo se le abría solo con el roce. Estaba empapada; el jugo le brillaba en los muslos. Apoyé la cabeza gruesa contra la entrada de su coño y empujé lento.

Primero solo entró la punta. Se le abrió con dificultad, apretado y caliente, tragándome centímetro a centímetro. Jennifer soltó un gemido largo y tembloroso mientras yo seguía empujando, viendo cómo su coño se estiraba alrededor de mi verga, cómo la tragaba poco a poco hasta que se me hundió completa, hasta tocarle el fondo.

—Ahhh… sí… así… más duro, papi… —gimió, empujando el culo hacia atrás para sentirme más profundo.

Empecé a moverme. Primero lento, sacándola casi completa y volviendo a entrar hasta el fondo, sintiendo cómo sus paredes me apretaban. Luego aceleré. Le agarré fuerte las caderas y empecé a follarla de verdad, golpeándole el culo con cada embestida.

—Qué rico se siente tu coño, hija… tan apretado… tan caliente… —le dije con la voz ronca, mirando cómo mi verga entraba y salía brillante de su jugo—. Te lo estoy llenando completo… ¿te gusta que tu papi te folle así?

—Sí, papi… más duro… así… rompeme… —respondió entre gemidos, abriendo más las nalgas con las manos mientras yo la embestía.
Gravidez da Minha Filha Pt.2Bati mais forte. O som das minhas bolas batendo na buceta dela e o chapinhar da umidade dela enchiam o quarto. Cada estocada fazia ela tremer e soltar gritos abafados contra o travesseiro. Eu não parava de falar safadeza no ouvido dela.

— Olha como a pica do teu papai te abre... que putinha você é... só pra mim...

Acelerei ainda mais. Fodi ela sem piedade, fundo e rápido, até sentir ela gozar em cima de mim. Afundei até o talo de uma vez só, apertei forte os quadris dela e gozei dentro. Gozei muito. Jorros quentes e grossos enchendo a buceta dela enquanto eu gemia contra as costas dela e ela continuava repetindo:

— Papai... papai... me enche...

Continuei empurrando um pouco mais, espremendo até a última gota pra dentro. Quando finalmente saí, minha pica saiu pingando e a buceta dela ficou aberta, vermelha e inchada. O leite começou a escorrer em jorros de dentro dela, branco e grosso, deslizando pelos lábios e descendo pela coxa.vadiaFiquei olhando pra ela assim, de quatro, com a bunda aberta e minha porra escorrendo da buceta dela, sem conseguir acreditar direito no que eu acabava de fazer com minha própria filha.
Jennifer ficou um momento de quatro, respirando ofegante, com meu sêmen ainda saindo da buceta dela e escorrendo pela coxa. Eu me sentei na beirada da cama, com a pica ainda meio dura, brilhando do suco dela e da minha própria porra, suja e pesada.
Ela se virou devagar, se ajoelhou na minha frente de novo e me olhou com aquele sorriso bêbado e cansado. Sem dizer nada, se inclinou e pegou minha pica com a mão. Levou até a boca e deu uma lambida longa de baixo pra cima, limpando toda a bagunça que tinha ficado: o gosto da buceta dela misturado com meu sêmen.
—Tá toda suja da gente, papai… —murmurou, e enfiou na boca.
Começou a chupar devagar, com cuidado, passando a língua por todo o comprimento, limpando a cabeça, a base, até as bolas. O som molhado da boca dela enchia o silêncio do quarto. Eu acariciei o cabelo dela enquanto ela me chupava, sem pressa, só saboreando o que restava do que a gente tinha feito.
Quando terminou de me limpar, me soltou com um último beijo na ponta e subiu na cama. Tirou de vez a calcinha que ainda pendia no tornozelo dela e se deitou de lado, nua. Eu tirei o pouco que me restava e me enfiei atrás dela, abraçando-a pela cintura. Nossos corpos nus se grudaram: as costas dela contra meu peito, minha pica ainda molhada contra a bunda dela, os peitos dela debaixo do meu braço.
Ficamos um tempo em silêncio, só ouvindo nossa respiração. O álcool nela ia baixando e a realidade começava a assentar entre nós dois.

—Papai… —disse ela em voz baixa, sem se virar—. O que… o que foi que a gente acabou de fazer?
Apertei ela um pouco mais contra mim e falei perto da orelha dela, com a voz rouca:
—O que não devia. Mas já passou. E eu não me arrependo… embora devesse.
Ela ficou calada por uns segundos. Depois se virou um pouco. para me olhar por cima do ombro, com os olhos ainda vidrados, mas mais claros.
— Eu também não me arrependo — confessou. — Eu estava bêbada, sim… mas sabia perfeitamente o que estava fazendo. Há um tempo já… eu te olhava diferente. E você também me olhava, né?
Assenti em silêncio. Não precisava mentir.
— A mamãe não pode saber nunca — disse ela, mais séria. — Isso fica aqui. Só nós dois.
— Só nós dois — repeti, e beijei o ombro dela.
Ficamos abraçados assim, pelados, com o cheiro de sexo ainda na cama e o silêncio da casa vazia ao redor. Aos poucos, o cansaço nos venceu. Jennifer se acomodou melhor contra o meu peito, eu passei o braço pela cintura dela, e dormimos juntos, pele contra pele, sem nos separar.

Depois daquela primeira noite, enquanto minha esposa e meu outro filho continuavam fora, Jennifer e eu nos entregamos por completo. Todos os dias. Sem camisinha. Sem limites.I need the Spanish text to transPelas manhãs, antes de eu sair pra obra, ela entrava no banho comigo e me chupava a pica até me deixar seco. À tarde, quando eu chegava sujo e cansado, ela me esperava no sofá ou na cama dela, já molhada, pronta pra eu meter. A gente fodía em todas as posições: de quatro, ela por cima, contra a parede, na cozinha, no banheiro. A gente experimentou de tudo. Um dia eu abri a bunda dela devagar, com muito cuidado, e meti por trás enquanto ela gemia "papi... mais devagar... assim...". Depois disso, o anal virou coisa normal. Eu enchia a buceta e o cu dela de porra quase todo dia. A gente dormia pelado, acordava fodendo, e no fim do dia a gente fazia de novo.

Foram os dias mais intensos e safados da minha vida.

Quando minha esposa finalmente voltou com meu outro filho, o clima em casa mudou completamente. Tudo ficou tenso, desconfortável. Jennifer e eu mal nos olhávamos quando tinha mais alguém por perto. A culpa pesava, mas o desejo não apagou. A gente continuou se vendo escondido: de madrugada, quando todo mundo dormia; no banheiro enquanto ela tomava banho; uma vez ou outra no carro quando eu ia deixar ela na escola. Rápido, silencioso, intenso. Ela sempre me recebia molhada e eu sempre gozava dentro dela, sem proteção.

Passaram-se algumas semanas assim, roubando momentos.

Até que um dia Jennifer saiu do banheiro com a cara pálida e um teste de gravidez na mão. Ela me olhou em silêncio, me mostrou e só disse:

— Papi... deu positivo.

O positivo tava claro. Ela tava grávida de mim.filha

GravidaDecidimos ter. E que minha esposa nunca descobrisse a verdade.
Jennifer foi quem montou a história. Numa sexta à noite, quando estávamos os quatro na sala, ela ficou séria, baixou o olhar e soltou:

—Mãe… pai… eu tô grávida.

O silêncio ficou pesado. Minha esposa congelou. Eu arregalei os olhos como se fosse a primeira vez que ouvia aquela notícia e perguntei, fingindo surpresa:

—O quê… como… de quem?

Jennifer mordeu o lábio e respondeu com a voz trêmula que tinha ensaiado:

—Foi… uma noite. Numa festa. Um cara que eu conheci. A gente se beijou, acabou no carro dele… e depois eu nunca mais soube dele. Ele não me deixou nem número. Tentei procurar, mas ele sumiu.

Minha esposa levou as mãos ao rosto. Eu me aproximei, pus a mão no ombro da Jennifer e falei com tom de pai preocupado:

—Tá tudo bem, filha. A gente vai enfrentar isso junto. Você não tá sozinha.

Por dentro, enquanto abraçava ela, só pensava em como era gostoso continuar comendo ela sabendo que aquele bebê era meu.Gravidez da Minha Filha Pt.2Passaram-se os meses. A barriga da Jennifer cresceu. No quinto mês já dava pra notar ela redonda e firme por baixo da roupa. Continuei entrando no quarto dela quase toda noite, quando a casa estava em silêncio.

Essa noite entrei sem fazer barulho. Ela estava deitada de lado, só com uma camiseta curta que deixava a barriga de fora e sem calcinha. Me aproximei, tirei minha roupa e me meti atrás dela. Meu pau já estava duro só de vê-la.

Levantei a camiseta dela, acariciei a barriga redonda e depois desci a mão até a buceta dela. Tava ensopada, como sempre.

— Abre pra papai... — sussurrei no ouvido dela.

A Jennifer virou um pouco, me olhou com aquele sorriso cúmplice e ficou de quatro com cuidado, apoiando as mãos na cama pra não pesar na barriga. Ela abriu as nádegas com as duas mãos.

Primeiro esfreguei a cabeça do meu pau contra a buceta inchada e molhada dela. Empurrei devagar. Entrou fácil, quente, mais apertada do que nunca por causa da gravidez. Fodi ela gostoso, fundo, segurando na cintura dela, sentindo a barriga balançar um pouco a cada estocada.vadia—Assim, papai... mais forte... me enche... — gemeu baixinho.
Eu comi sem piedade por um tempo, até sentir que ia gozar. Afundei até o fundo e me acabei dentro da buceta dela, enchendo de porra grossa. Quando saí, o sêmen começou a jorrar entre os lábios inchados dela.

Sem dar tempo de se recuperar, cuspi no cu dela, meti dois dedos pra abrir e depois encostei minha pica ainda dura e escorregadia de porra no buraquinho. Empurrei devagar. Abriu com um gemido longo e trêmulo. Enfiei inteira no cu e comecei a comer gostoso, fundo, enquanto ela mordia o travesseiro pra não gritar.

—Que cu gostoso você tem, filha... ainda mais apertado com essa barriga... — falei no ouvido dela, socando forte.

Gozei de novo dentro do cu dela, enchendo até transbordar. Quando finalmente saí, abri as nádegas dela com as mãos e olhei: a porra jorrando da buceta e do cu ao mesmo tempo, branca, grossa, escorrendo pelas coxas enquanto ela ofegava de quatro, com a barriga pendurada e o cu aberto.

Deitei ao lado dela, acariciei a barriga e sussurrei:

—Vou sempre te deixar cheia. Das duas partes. Isso é só nosso.

Ela se aninhou no meu peito, ainda pingando porra dos dois buracos, e respondeu baixinho:

—Só nosso, papai... pra sempre.I need the Spanish text to trans


filha

2 comentários - Gravidez da Minha Filha Pt.2

Que gostosa deve ser comer sua filha, e se ela é linda e uma puta, melhor ainda.