Jogo psicológico 6

O café do shopping estava quase vazio naquela hora da tarde. Julián permanecia sentado no fundo, com o olhar perdido na xícara de chá gelado. Estava com olheiras marcadas e o rosto cansado depois de ter passado a noite anterior andando em círculos pelo apartamento. Quando Sofia apareceu, caminhando com elegância, vestindo um vestido justo e cheirando ao perfume de sempre, o peito de Julián apertou. Ela sentou-se na frente dele com uma postura impecável, cruzando as pernas e olhando para ele com uma calma fria, sem uma única gota de culpa nos olhos. Julián apertou os punhos por baixo da mesa, respirou fundo e falou com a voz pausada, tentando não se quebrar: Julián: —Sofia... eu não vim brigar nem gritar com você. Só quero que você me diga a verdade... Por que você manda fotos de fio dental para o Camilo? Por que você manda fotos totalmente pelada? Se coloca um segundo no meu lugar... como você quer que eu fique tranquilo vendo isso? Sofia recostou as costas na cadeira, encarou ele e soltou uma risadinha baixa e curta, cheia de uma condescendência gelada. Sofia: —E daí, Julián? Qual é o problema? Cami é meu amigo de infância, já me viu mil vezes e eu posso mandar as fotos que eu quiser. O problema não são as fotos, Julián... o problema é o seu ciúme e a sua mente doente que acha que por dormir comigo você é meu dono. Meus pais acham isso super normal porque são pessoas abertas e maduras, não que nem você, que se afoga num copo d'água por qualquer coisa. Julián abaixou a cabeça, sentindo um soco seco no estômago. Ver a segurança absoluta com que ela falava e como ela o fazia se sentir o único "doente e inseguro" por não ver as coisas com a mesma "normalidade" que toda a família dela, o deixou sem um único argumento para se defender. Ao vê-lo calado, encurralado e derrotado, Sofia suavizou o olhar. Para ela, Julián era o homem da vida dela, a quem amava profundamente, e doía vê-lo sofrendo por coisas que na cabeça dela eram tão cotidianas. Esticou a mano sobre a mesa, pegou os dedos dela com delicadeza e sorriu com uma ternura genuína: Sofía: — Mas bom... eu não vim aqui pra falar disso nem brigar por besteira. Vim porque te amo, seu babaca, e porque quero que a gente fique bem. Vamos pro apartamento, deixamos essa merda pra trás e eu vou te mimar do jeito que você gosta pra você ver que eu continuo sendo sua. Mal cruzaram a porta do apartamento, a paixão contida explodiu. Julián, movido por uma mistura desesperada de posse e necessidade de apagar as imagens da cabeça, pegou Sofía pela cintura e a empurrou contra a cama do quarto principal. Levantou o vestido dela de uma vez, agarrou a calcinha e puxou pra baixo pelas pernas. Sem dar trégua, se acomodou entre as coxas dela e mergulhou num boquete devorador, passando a língua de baixo pra cima com desespero.Jogo psicológico 6S: SLURP, SLURP, SCHLICK, SCHLICK... Sofia gemia satisfeita, acariciando o cabelo dele com amor verdadeiro. Ela adorava sentir como o Julián a desejava, mas sabia que para tirar aquela insegurança da cabeça dele, precisava dar algo especial, algo que guardava para momentos únicos.infieisSofía: —Mmmh... meu amor... vem aqui... fica atrás de mim... hoje eu vou te dar o que você tanto gosta pra você entender quem é o dono dessa casinha... Sofía se ajoelhou de quatro no colchão, oferecendo a bunda aberta com uma confiança cega. Julián sentiu o sangue ferver nas têmporas. Pegou o lubrificante da mesa de cabeceira, passou generosamente no crepúsculo do corpo dela e na pica, e encostou a cabeça na entrada apertada e quente.namorada infiel
o amigoPLACK! PLACK! SCHLICK! SCHLICK! Com uma estocada lenta mas firme, a cabeça abriu caminho no cu da Sofia. Ela soltou um gemido profundo, apertando os lençóis com as mãos enquanto o Julián ia entrando até o fundo, preenchendo ela por completo. Sofia: —¡AHH... AHH... JULIÁN! ¡Mmmh... sim, meu amor... enfia ela toda no meu cuzinho... ahh! ¡Pra você ver que eu sou sua, meu amor... só sua...! Julián começou a meter com uma força bruta, segurando ela pela cintura enquanto o choque da pele dele contra a bunda dela ecoava seco pelo quarto inteiro. Sofia gemia de prazer real; ela adorava transar com o Julián, amava o jeito que ele possuía ela e se entregava por completo à safadeza de sentir ele dominando o cu dela pra fazer as pazes. EFEITOS / SONS: ¡PLACK, PLACK, PLACK! ¡SLURP, SCHLICK! Julián: —¡Me fala que você é minha, Sofia! ¡Me fala de quem é essa bunda! Sofia: —¡Sua, meu amor! ¡É sua, ahh... ahh... mete mais forte, que eu vou gozar junto com você...!namorada vadia
Jogo psicológico 6
infieisDepois de um orgasmo intenso que deixou os dois tremendo, Julián terminou aninhado atrás dela, abraçando-a pela cintura e beijando suas costas com uma devoção total, se sentindo o homem mais feliz do mundo por ter recebido aquele "prêmio" de amor e entrega. Sofía, nua e suada, acariciava a mão de Julián que descansava na barriga dela. Na mente dela, tudo estava em ordem: ela amava Julián loucamente, acabava de dar o cu pra ele pra provar isso, mas aquilo não mudava em nada o carinho e a cumplicidade natural que ela tinha com Camilo. Com Julián quase dormindo ao lado, Sofía esticou o braço, pegou o celular na mesa de cabeceira e mandou uma mensagem de voz pra Camilo no WhatsApp, falando num tom doce e tranquilo, sem esconder nada. Sofía: (Em áudio de voz, sussurrando com carinho enquanto Julián beijava o ombro dela, já dormindo) —Oi, Cami... já chegamos no apartamento com o Julián. Já conversamos tudo, nos resolvemos super bem e ele já tá super tranquilo, meu amor... Meus pais falaram que domingo tem almoço lá, então a gente se vê domingo na casa pra gente compartilhar tudo numa boa. Um beijinho. Sofía largou o celular de lado, se acomodou contra o peito de Julián e sorriu no escuro. Pra mente liberada e moderna dela, não tinha engano; ela só tava dando a cada homem o lugar que ele merecia na vida dela. Na manhã seguinte, o sol entrava radiante. Sofía levou o café da manhã pra cama. Julián olhava pra ela como um idiota apaixonado, convencido de que a noite anterior com o anal tinha marcado o território dele pra sempre. Sofía sentou em cima dele na cama, deu um beijo longo na boca dele e soltou a proposta com o sorriso mais puro do mundo: Sofía: —Meu amor lindo... ontem à noite minha mãe confirmou que domingo eles tão esperando a gente lá pro almoço em família. E eu falei pro Cami ir também pra vocês dois finalmente compartilharem como homens maduros, tomarem umas cervejas e fazerem as pazes de uma vez por todas. Cê vai comigo, né, bem? Comportado, meu céu? Julián congelou com o garfo na mão. Lembrou do anal da noite anterior, lembrou da promessa implícita de não ser um ciumento imaturo, e sentiu que não tinha escapatória. Julián forçou um sorriso, acariciou a perna dela e engoliu seco: Julián: —Claro que sim, meu amor... A gente se vê lá no domingo.

0 comentários - Jogo psicológico 6