Dani e o dilema do tamanho

Oi, esse é meu primeiro post, sou um cara jovem de 20 anos (sei que alguns ou algumas vão dizer "ah, é um moleque"), mas desde pequeno acho que tomei consciência do que era sexo e sou hétero, comecei a me tocar cedo e transei pela primeira vez também cedo, e a real, sinto que em relação ao tamanho fico meio abaixo da média, tô na casa dos 14-15cm, não me incomoda, sempre fui a favor de que tamanho é um ponto a favor mas não é o responsável por todo o trabalho, fui me aperfeiçoando, aprendendo e entendendo coisas novas sobre sexo, em grande parte porque transei com mulheres mais velhas que eu (de 3 a 15 anos de diferença) e a real, com meu desempenho na cama tô bem orgulhoso. Então, qual é o dilema do título? Bom, como é meu primeiro post, queria contar meu encontro mais recente. Esse ano, no fim de março, entrei na universidade (ano passado usei pra trabalhar e decidir bem o que queria estudar) e bom, naquele dia tava todo nervoso pelo primeiro dia, por saber que pessoas novas ia conhecer. Naquele dia, nas apresentações, me chamou atenção uma garota, Daniela, Dani é baixinha, mais ou menos da minha altura, 1,65 por aí, branca, olhos verdes, usa óculos, cabelo cacheado, linda pra caralho se você me perguntar, com uns peitos pequenos e ao mesmo tempo cheios que mostra aquele tatuagem entre eles com orgulho no decote, uma cintura cativante mas com uma figura que te atrai cada vez mais, e uma bunda bem desenhada que se destaca com jeans apertado. A real, a primeira vez que vi ela na aula achei bonitinha, mas até aí parecia simpática, mas quando falei com ela, puta merda, ativou aquele radar que a gente tem que te diz "amigo, ela curte uma rola", depois da primeira aula tava fumando um cigarro na área de fumantes perto do estacionamento, então da porta à esquerda se aproximam, Rafa, que viraria uma das minhas amigas na universidade, e outra mais uma companheira, ficamos conversando alguns minutos, e então ela apareceu, vinha se aproximando com um olhar que mostrava cumplicidade, como uma segunda intenção, então quando chegou. D: Oi, sou a Dani, desculpa, alguém tem fogo pra me emprestar? - perguntou mostrando um cigarro na mão -. Claro - falei eu, oferecendo o meu. Assim começamos a conversar até que em um momento a outra companheira vai ver algo no refeitório da facul e ficamos só eu, o Rafa e a Dani. R: E vocês trabalham com o quê? Eu: Bom, eu trabalho num açougue, atendendo gente e tal. D: Ah, que legal, eu também trabalho com atendimento ao cliente. R: Que bom, eu trabalho num call center. E assim foi rolando, aproveitamos pra conversar e nos conhecer já que tínhamos mais de uma hora de intervalo pra próxima aula, e nisso o Rafa foi fazer sei lá o quê, então fiquei sozinho com a Dani. D: E então, você tem namorada? Eu: Não, tô saindo de um relacionamento faz um tempo e o trabalho não me deixa muito tempo livre. D: hahaha sério, não imaginava que você fosse solteiro. Aqui eu não pude evitar de pensar no que dizem os velhos mestres açougueiros com quem tenho que conviver dia após dia: "quem pergunta o preço da carne é porque quer comprar" e sim, isso não se aplica só à carne. Eu: É, por enquanto não tô interessado em nada, e você? D: Bom, eu também não, ainda não chegou a pessoa certa. Aqui já ativou meu radar do que eu tô falando, porque vamos ser sinceros, é uma das desculpas mais básicas que as mulheres usam. D: Você fuma? - Como a gente tava fumando cigarro, soube que ela não perguntava se eu fumava cigarro, e sim 🍃. Eu: Fumo sim, todo dia, já virou hábito. D: hahahaha, você tinha cara de quem curte um baseado. - E vai tomar no cu, pensei eu, com o humor tão característico do chileno -. Eu: Então você pergunta porque tem? - Ela assentiu com a cabeça -. Eu tenho pra fazer e bolar, que tal a gente dividir um. Aceito, encantada, saímos pra fora da facul e numa das pracinhas perto a gente sentou. As bancas e a gente sentou pra fumar ali, foi assim que eu a conheci e os dias foram passando, eu notava que ela era bem provocante, a gente começou a criar intimidade, eu mandava umas indiretas, ela me mandava outras, olhares, toques, numa dessas que a gente tava fazendo um trabalho ela sentou no meu colo bem sem vergonha. Aí numa sexta a gente combinou entre vários da turma de sair pra uma balada, e chegou a mensagem dela no minuto zero: "Oii amigo, cê vai hoje???" "Simmm, claro que vou, vai ser mó bom" "Bom então a gente se vê lá" "Ei, como é que eu tô pra sair?" Ela me mandou uma foto dela vestida com uma blusa preta meio transparente, decotada, e dava pra ver um sutiã roxo e uns jeans claros mais apertados do que os que ela usava na faculdade e que faziam a bunda dela se destacar mais, na calça dava pra notar bem de leve a alcinha de uma calcinha fio dental roxa que combinava com o sutiã e parecia um conjunto. "Ficou ótimo, cê tá mó gata" "Obrigadaa, que bom que cê gostou!!" Ela disse, eu deixei a conversa por ali porque faltava pouco pra aula, uma hora e pouco, terminando a gente foi todo mundo junto fazer o esquenta num bar pra depois ir pra balada, óbvio que a gente bolou um pra cada um e ficou esperando bater junto com a bebida, aqui no Chile tem uma bebida bem característica que é a michelada, que é cerveja com limão e sal, e em alguns casos merquén que se vocês não sabem o que é, é pimenta só na borda do copo com o sal, então eu tava bebendo e olhei pra ela porque a gente tava sentado junto (eu já tava chapado, tinha ido pras nuvens) aí ela me olhou com uns olhos lindos, cativantes, quase hipnóticos e começou a limpar minha boca com delicadeza, ah, eu tava louco pra comer ela ali mesmo mas tinha que jogar bem as cartas e ir devagar, já na balada eu vi uma mina bem gostosa, morena e de vestido apertado, então coloquei ela como alvo além da Dani, não passou de dançar junto enquanto alguns dos nossos colegas tinham que ir embora com o passar das horas e eu não podia evitar sentir o olhar da Dani atravessando minha nuca, ela estava olhando como eu dançava com aquela morena como se estivesse vendo o próprio namorado dançar com outra, já num momento a mina já tinha que ir, estava muito bêbada e as amigas já tinham que ir, falei que ela dançava bem e me despedi então fui comprar um copo de whisky e fui sentar na mesa onde ela estava pra descansar
D: cê dança muito bem
Eu: Valeu, desde moleque que eu danço, isso é bom de ser de família festeira
D: kkkk sim dá pra ver, nenhum dos caras dança tão bem quanto você -. Aí ela bebeu o resto que tinha no copo -. Quer continuar dançando? -. Falou se levantando
Eu: ainda bebendo -. Claro, por que não, bora ver o que cê tem -. Falei dando o último gole no copo. Aí na pista ela tava me enlouquecendo, como ela dançava, como se mexia, como a gente se sincronizava, então comecei a passar minhas mãos pela cintura dela de cima pra baixo, e quando ela virava eu apoiava na cadeira dela e me colava nela, a coisa tava esquentando, quando a gente tinha que descer, eu chegava até o chão sem problema, então numa dessas a gente começou a descer de frente, como se ela tivesse montando em mim, eu olhava ela de cima a baixo com o olhar mais convincente que eu tinha e ela parecia começar a sentir o mesmo, as coisas tavam esquentando e eu comecei a cada vez chegar mais perto da boca dela, roçar os narizes e não desviar o olhar, ela foi se deixando levar e entrando no jogo sem recuar, nesse ponto já do curso só sobravam ela e eu, já tava suada e eu suado de tanto dançar mas a gente queria continuar, assim a gente ficou até as 3 e as 4 da manhã até que decidimos sair e fumar mais um.
Eu: onde cê aprendeu a dançar assim?
D: bom, eu gosto de sair e dançar, por quê, gostou de mim? Já tava me deixando a mil por hora entre a dança, o álcool e já o terceiro baseado do dia
Eu: foi divertido sim
D: divertido? E aquela coisa do olhar e do apalpamento? que foi Eu: sim divertido mas pode ser mais divertido D: assim? Como? -. Disse com um sorrisinho cúmplice caindo na brincadeira Eu: assim -. Ameacei passar a fumaça na boca dela e depois comecei a beijá-la, que beijar eu comi a boca dela e meti a língua até a garganta, coloquei minhas mãos na bunda dela e ela instintivamente colocou as dela no meu pescoço. Ficamos um tempo assim e depois convenci ela de me levar pra um motel, entramos no carro e fomos, então já no momento. Carrego ela no colo até o quarto enquanto a comia, fechei a porta dei uns passos e joguei ela na cama, pra continuar beijando, e tirar a roupa dela aos poucos, enquanto minha boca passava pelo pescoço e peitos dela, ela tirou minha camisa e eu tirei a calça dela, aí foi quando descobri aquele conjunto lindo que fica espetacular nela e fiquei louco, desafivelei o cinto e tirei minha calça, comecei a beijar ela de novo desde a boca e fui descendo ela gemia e se contorcia dava pra ver que tava gostando, então ao chegar abri as pernas dela e puxei a calcinha fio dental então comecei a chupar ela, passava e metia minha língua como sabia pelos lábios, pra dentro e no clitóris e assim de novo, alternando entre dedos e língua, fiquei um tempo assim e fiz ela gozar duas vezes, depois na mesma posição tirei a cueca, coloquei a camisinha, e comecei a roçar na entrada ela tava que não aguentava mais tava muito tarada, molhada e entregue nisso começo a meter rápido e bruto de uma vez (gosto de ser "bruto" na cama não aguento ir devagar e é um dos pontos a favor de ter pau de tamanho médio) ela começou a gemir que nem louca me olhava com uma cara de puta como se tivesse me pedindo mais a cada estocada, depois de 20 minutos gozou de novo e tapou a boca pra literalmente não gritar. D: sabe quando senti ele duro mano mas que bom que aceitei~ -. Ela disse, não dei importância mas já era o primeiro alarme, coloquei ela de quatro, comecei a dar tapas na bunda dela e depois roçar de novo. Eu: Você quer assim, sua safada?~ D: Sim!~ quero tudo sim~ -. Ela me respondeu, já tava muito tarada e quando se trata de satisfazer uma dama eu não nego, desabotoei o sutiã dela e puxei o cabelo e comecei a meter de novo, enquanto isso dava tapas na bunda dela, beijava a boca e o pescoço, chupava e apertava os peitos dela e a única coisa que saía da boca dela eram gemidos e frases clichês tipo "sim~ sim~" "que gostoso~" "é assim me dá tudo assim~" ficamos assim por quase uma hora até eu gozar. Enquanto eu trocava a camisinha ela me disse D: você deve tá cansado, quer que eu fique por cima? Pra mim ver a mulher montando na sua pica é um dos melhores espetáculos que a vida pode te dar, então não foi bem por cansaço mas eu deixei ela fazer isso, aí perdi a conta de quantas vezes ela gozou e numa delas foi em cima da minha barriga e da minha virilha, nesse ponto eu já tinha gozado pela segunda vez e a gente já tinha usado os únicos 2 preservativos que eu tinha. Eu: ei, não tenho mais camisinha-. falei -. D: Não importa, me mete por trás~ Não foi nada mal, era óbvio que ela era limpa e além de limpa muito gostosa e não perdi a chance de arrombar aquele cuzinho também. Coloquei ela de quatro de novo, dessa vez meti mais devagar e com um pouco mais de cuidado, a satisfação de meter e o quanto era apertado, e comecei devagar pra me encaixar e deixar ela acostumar, aos poucos fui ganhando impulso e pegando ritmo e em 5 minutos já tava socando com tudo, ficamos assim por mais um tempo, os gemidos dela enchiam o quarto e eu tava curtindo o espetáculo e o momento, ficamos assim por um bom tempo enquanto eu ajudava ela a gozar com uma mão na virilha e a outra no peito até que. Eu: o-oi~ Dani, vou gozar~ D: goza dentro, quero dentro, quero tudo dentro!~ Eu: então você é uma safada mesmo, do jeito que você gosta, vou encher esse cuzinho de porra~ D: sim~ sim!~ me dá tudo~ Aí eu gozei e promessa é dívida, gozei dentro e deixei o cuzinho dela cheio de cum, sobrou um pouco e joguei nas bochechas dela, aí a gente se acalmou um pouco, ela já não aguentava mais, mas eu ainda tava duro, então ela pegou e começou a me masturbar e depois me chupou, assim gozei na boca dela e a gente encerrou o sexo, ainda me arrependo de não ter levado mais camisinhas naquela noite. Aí a gente tirou o lençol do colchão pra ficar mais confortável (já que não tava molhado, era um lago, aliás, me sinto orgulhoso do que consegui fazer), sentamos em cima dos lençóis e acendemos uns cigarros, já que ainda tinham uns 20 minutos, e aqui vem a parte onde começa o dilema. D: uau, você é incrível, me fez gozar muito, tô apaixonada em você. Eu: você também foi incrível, você se mexe muito gostoso. D: siiim, mas sério, você é muito bom, poderia me viciar em você. – disse com uma risada safada –. Sabe, tem uma coisa que eu queria te contar. – Eu: o quê? D: é... bom, não sei se depois disso agora eu devia te contar. Eu: aa, não pode fazer isso, se vai me falar algo, fala logo. D: tá bom, tá bom, é que, uns dias atrás eu fiquei com o Benja (outro cara da sala). Eu: ah, legal, e como foi? – respondi normal, porque por ficar com várias minas aprendi que muitas vezes é só sexo e que nada externo você pode levar pro pessoal ou como se o que você tem com ela fosse exclusivo, nesse ponto eu pensei que ela ia falar que queria algo sério ou que tinha a ideia torta de fazer um ménage, mas não. D: meh, decente, ele tem maior que o seu, mas... – fez uma cara de safada e excitada daquelas que não dá pra não notar –. Você transa melhor. Eu: – ri e respondi o melhor que pude –. Bom, cada um com seu ponto forte, né. Assim terminou aquela noite mais ou menos às 8, levei ela em casa e depois fui pra minha. É isso, muito obrigado por lerem e me digam, o que vocês acham disso, tamanho é tudo?, ou se você realmente sabe o que fazer é melhor que um grande? Tô lendo e não esqueçam de deixar suas opiniões.

2 comentários - Dani e o dilema do tamanho

Eu posso te dizer por experiência que as mulheres ligam mais pra você saber usar do que pro tamanho, porque nem todas as mulheres são iguais, algumas têm o ponto G mais pra baixo, ou dói se bater muito fundo, e também algumas preferem mais grosso do que comprido.
Muy buen relato sube fotos de la chica
Eu adoraria compartilhar com vocês, mas por enquanto não tenho nenhuma.