Como eu comecei no cuckold. Vou contar como foi que eu me tornei um cuck. Meu nome é Alex. Sou de uma cidade do interior mexicano famosa pelos sapatos. Sou branco, 167cm, 75kg, com um pau de 15cm — agora, porque quando conheci minha atual esposa, eu tinha só 12,5cm e fino, e foi aí que começou meu complexo. Minha esposa Lupe, 160cm, 65kg, rostinho lindo e inocente, com umas bochechinhas, lábios grossos, branca, morena clara — embora pintasse o cabelo de loiro. Quando a conheci, ela era meio séria, meio submissa, porque a mãe dela era muito religiosa e o pai era pedreiro, vivia bêbado quase sempre e mandava na casa, todo mundo fazia o que ele dizia. Acho que isso me ajudou um pouco, ela ser meio submissa, embora muito recatada — não era uma crente fiel, mas era muito de respeitar e se fazer respeitar. Fui o segundo namorado dela; ela diz que com o primeiro não passou de uns beijos. Conheci ela quando foram morar na minha rua. Ela se apaixonou perdidamente por mim; com duas semanas de namoro já me fazia boquete, meio sem jeito, mas a gente tinha só 16 anos ela e eu 19. Com dois meses, transamos pela primeira vez — ela nunca tinha feito, eu só tinha feito 2 vezes, mas sinceramente nada impressionante, algo simples e sem emoção, eu também era inexperiente. Eu tinha um grupo de amigos, éramos uns 6, e entre a gente tinha 3 que se achavam e a gente sabia que eram bem dotados. Victor, alto, 175, moreno estilo caribenho, 18cm de pau e grosso — a gente sabia bem porque entre uma brincadeira e outra o pau aparecia. Luis Angel, bem o contrário, alto mas branco e de cabelo cacheado, um pau parecido mas acho que mais grosso. E Nestor, 15cm e meio grosso. Talvez não sejam uns cavalos, mas são medidas reais, e como eu não tinha nem 13cm, eles pareciam enormes. O tempo passou e decidimos morar juntos; a gente se cuidava pra não ter filho ainda. Numa saída pra um balneário, fomos muitos amigos e vizinhos da rua porque ficava perto, e aí entre eles ia nosso amigo Victor, haha, ele se soltou, tava com um short bem curto que parecia cueca, dava pra ver um pau tremendo. que até várias senhoras brincaram entre elas, eu cheguei a ouvir até minha mãe dizer que ele tava com uma meia no short. O dia terminou entre cerveja e brincadeiras. Já de volta, minha esposa me diz que tá com tesão por causa da cerveja, que eu leve ela num motel porque ela quer pular em cima de mim, chupar minha pica e gemer sem se importar se alguém ouve, porque a gente morava na casa dos meus pais e lá não dava pra se aliviar à vontade. Fomos num motel barato da região e notei ela mais molhada do que nunca. Quando eu tava comendo ela, veio na minha mente meu amigo Victor e comentei: "Cê viu aquele arrombado com o short que ele tava usando?" E ela respondeu: "Vi sim, mas dizem que ele tava com uma meia" e riu. E eu falei: "Eu vi que você não tirava os olhos dele, bom, melhor dizendo, da cueca". E ela diz: "Melhor dizendo, da suposta pica". E eu falo: "Calma, safada". E ela responde: "Pois é, até sua mãe falou isso, e suas irmãs também ficavam olhando e olhando, mas que adianta se é uma meia?" e riu de novo. E eu falo: "Bom, a verdade, aqui entre amigos, a gente bem sabe que não é meia nenhuma, e não falo por ser viado, mas ele tem uma pirocuda". E ela não falou mais nada, só subiu em cima de mim e cavalgou forte até ter um orgasmo. O tempo passou e nossas relações eram bem safadas, às vezes eu acordava com uma chupada. Vale destacar que antes eu tava acima do peso e comecei a malhar, e quando emagreci e passaram uns dois anos, meu pau chegou nos poderosos 15 cm. Mesmo assim, eu sentia que não satisfazia minha esposa, o que era ridículo porque a gente tinha relações perfeitas e os dois curtiam. Chegou o Natal e, no fim da confraternização, fomos pra cama já meio altos por uns tequilas que tomamos. Ela dormia tranquilamente e eu coloquei minha pica na boca dela e com a mão comecei a esfregar a bucetinha peludinha e delicada dela, e ela começou a ofegar. Parei de repente e lembrei que depois de embalar o neném, lá estava meu amigo Victor e dançou umas músicas com minha Lupe. Será que era por isso que ela tava molhada? Quando toquei na bucetinha dela, veio algo na minha mente. Peguei uma camisinha daquelas deram no posto de saúde, desci pra cozinha e peguei uma banana não muito grande, quase do tamanho do meu pau, coloquei a camisinha e subi de volta pro meu quarto, lá estava ela com a calça de moletom e a calcinha já meio pra baixo, continuei na mesma só que agora esfregando com a ponta da banana, fui enfiando aos poucos, devagar, e com meu pau na boca dela ela começou a chupar gostoso pra caralho, como nunca tinha chupado, ela acordou ofegante e me perguntou o que você tá fazendo, quem é, e teve um orgasmo muito gostoso, infelizmente calado mas bem elétrico, dava pra sentir, quando se recuperou me perguntou o que é isso e eu mostrei a banana e ela disse que gostoso que é, e eu falei você tava com tesão né, safada, olha o que você faz, e falei não, você já tava com tesão desde que dançou com o Vic, e ela me pediu uma cuba, no guarda-roupa tem uma garrafa de tequila que eu ia dar no amigo secreto de ano novo, me surpreendi porque ela não costuma beber muito, mas tava a fim de continuar, uma tequila bem forte bastou pra ela soltar a língua, já meio bêbada, fácil se soltou, e eu falei ou minto, e ela diz do quê, do quê você já tava com tesão desde que dançou com aquele filho da puta, e ela fala não foi a dança que me deixou com tesão, foi só a situação, e eu falei e você sentiu ele, e ela abriu os olhos arregalados e me fala senti o quê, eu falo o pau dele, e ela fala você tá louco, doente, talvez alguma das suas irmãs esteja dando pra ele agora, já viu que até sua mãe sabe que ele tem uma piroca enorme, e não sei por que isso me deixou mais excitado ainda, fui pra cima dela comer com mais força ainda, e ela fala eu também quero transar, mas me leva pro motel, fomos pro motel com a garrafa junto e transamos e bebemos a manhã toda, chegamos no meio-dia na comemoração e perguntaram pra onde a gente tinha ido, eu respondi que fomos visitar parentes da Lupe e minha mãe falou que não interessa, foram dar uma volta. Passaram uns meses e decidimos alugar uma casinha a quatro ruas de onde morávamos, minha mulher feliz porque finalmente íamos começar a construir algo e óbvio, nossas fodas mais selvagens na sala, no quarto ou na cozinha pequena, ninguém falava nada e ninguém podia nos ver. Um dia no bilhar com meus amigos, vi algo que mudaria tudo: uma mulher com uma legging transparente e uma tanguinha, e outra com um vestidinho, salto alto e também uma tanguinha bem pequena marcando por cima do vestido. A gente tava tudo igual cachorro olhando e passando a língua no bigode haha. Foi aí que meu amigo Victor falou que era assim que ele gostava das putinhas. Naquela mesma tarde, comprei uma tanguinha pra minha Lupe. A noite chegou, entreguei pra ela e ela me diz: "isso é o quê?", com um sorriso safado. E eu falei: "ué, gostei e quero que você use". Ela me responde: "achei que você nunca fosse me comprar uma, eu já queria uma há muito tempo, mas tenho vergonha de comprar e também tinha vergonha de um dia sua mãe ver lá em casa". E eu falei: "por isso a gente já mora sozinho, pra você fazer o que quiser e gostar, eu vou te mimar". E ela me deu um beijo. Já de noite, ela foi tomar banho e eu fui deitar. Quando ela saiu, já tava com a tanguinha, e não só isso: se depilou, deixando só uma linha fininha de pelinhos. E eu perguntei: "e agora, essa mudança?". Ela respondeu: "agora sim pude me depilar no banheiro sem ninguém ficar tocando, lembra que a gente mora sozinho". Isso atiçou minha putaria e eu meti uma fodida bem gostosa. No meio da foda, soltei a verdade sobre as minas do bilhar e as palavras do Victor, que ele gostava das putinhas. E ela falou: "foi assim que o filho da puta falou? então não vou usar pra sair". E eu disse: "mas não vai transparecer, a não ser que você use vestido ou legging". Terminamos de transar e caímos no sono. Passaram uns meses e tava chegando uma festa de quinze anos da irmã de um amigo de outro bairro. Comentei com a Lupe que a gente tinha sido convidado, e ela disse que não conhecia aquela gente, mas que se eu quisesse ir, ela me acompanhava, e perguntou quem ia. Eu falei: "conhecidos, acho que não, só o grupo de sempre". Numa quinta antes da festa, fomos comprar roupa no centro e eu falei que... escolhesse o que ia vestir e oh surpresa um vestido rosa que mal cobria as bundinhas gostosas dela e perguntei se ela tava segura e ela disse que sim que mesmo assim ia vestir umas meia-calça daquelas que são inteiras até a cintura ok falei e o que mais você precisa e zaz umas sapatilhas rosa bem altas e quer roupa íntima e ela me fala já vi a loja e zaz uma micro fio dental eu não sei o que ela tava tramando mas eu tinha visto aquelas meia-calça já rasgadas na gaveta de roupa dela aliás compramos várias calcinhas fio dental e um baby doll também a gente tava vivendo o sonho de ser independente e morar sozinho a gente ia andando por onde fica o billar quem é daqui sabe onde fica no Lopez Mateos chama diamante e oh surpresa encontramos o Victor ele nos convidou pra passar um tempo e a gente foi depois de um tempo jogando ele perguntou o que a gente tinha na bolsa e falei que eram umas coisas da minha esposa pra festa e ele fala ah que legal posso ver e eu na hora falei sim e ela falou não e ficou vermelha eu já com a mente bem tarada e ele falou deve ser algo bem especial por isso não querem que eu veja e eu falei ah o normal só que ela quer nos dar uma surpresa haha e fala o Victor tanto assim haha já me deu mais vontade de ver haha pago pra ver haha e eu falo você tem certeza e ele fala sim e eu falo o que você acha Lupe e ela fala se ele quer ver vai ter que pagar o que custou e ele riu e fala Victor fechado e deu a mão e a Lupe deu a mão também por impulso e falou não acredito e eu falo sim Lupe você já deu a mão e ela fala tá bom só o que tá nessa bolsa e tirou o vestido e as sapatilhas e fala tá aqui e aqui tá o ticket também haha e o Victor tirou o dinheiro e eu falei pega e ele fala pago o dobro pra ver o que tem na outra bolsa e a Lupe arregalou os olhos e falou não isso não e ele insistiu e ela tirou o baby doll e ele teve que pagar já quando a gente tava indo embora o Victor quis acompanhar a gente e como a gente ia pro mesmo lugar não teve jeito já quando chegamos compramos umas cervejas e convidamos ele pra nossa casa perguntei a lupe que na hora se meteu no quarto dizendo que se não tinha problema, e me falou lembra que é nossa casa, podemos fazer e conviver aqui com quem quisermos, e isso me deixou contente, falei pra ela se juntar a gente e ela saiu pra sala depois de meia hora. Já tínhamos bebido as cervejas e lupe disse que a gente tinha uma garrafa ali se quiséssemos, eu na real tava meio bêbado embora lúcido, e ela pegou a garrafa e eu lembrei que lupe com tequila vira uma putinha. Foi aí que o víctor puxou lupe pra dançar e ali minha mente começou a trabalhar, depois de algumas músicas ele perguntou se ela tinha demorado a sair porque tinha provado o vestido, e lupe disse que não, então eu falei então modela ele, love, queremos ver como fica em você, eu me fazendo de mais bêbado do que realmente tava, e ela diz melhor vocês veem sábado, e eu falo love, eu já paguei pela tua roupa, dá um gostinho, e víctor falou é, não seja chata, até porque só a gente vai ver, não tem mais ninguém, e lupe disse é, por isso a gente se mudou pra morar sozinhos e fazer o que quisermos. Não sei por que, mas aquilo me excitou, eu sabia que ela ia vestir o vestido depois daquelas palavras, e ela só falou espera aí e entrou no quarto, e de fato saiu com o vestido e com as meias rasgadas, e disse olha love, estão furadas, ela já sabia, mas queria usar o vestido sem as meias, e eu falei love, ficam feias, melhor tira, e ela entrou de novo e saiu sem elas. Eu quis me levantar e fingi que não conseguia, e falei pro víctor vai, põe uma música e dança com a minha esposa. lupe ao girar deixou ver a calcinha de vovó, e eu falei love, essa calcinha tá muito feia, por que você não veste uma das que a gente comprou, melhor, das que esse filho da puta comprou, eu já me fazendo de mais bêbado, e ela me disse ok, já volto. Quando ela saiu, eu fingi que tava dormindo e víctor convidou ela pra dançar, tudo certo, só roçadas e conversas e tequila, isso dava pra ver depois. Ele falou algo no ouvido dela e ela entrou no quarto mais uma vez, e quando saiu tava com as sapatilhas nos pés, isso levantava mais a bunda dela e o vestido se levantou quase no nascimento das nádegas, sentaram e começaram a conversar, e então a Lupe, não sei se por efeito do álcool ou sei lá, falou: "posso te perguntar uma coisa?" e o Víctor respondeu "claro, pode", e ela pergunta: "o que é isso que você usa aí?" apontando pro pau do Víctor, e o Víctor falou "como assim, não entendi", e ela diz "é que tá aparecendo, e agora eu sinto ele bem grande", e o Víctor respondeu "pois é, é assim mesmo", e a Lupe falou "não acredito", e o Víctor responde "quer ver?" e a Lupe olha pra onde eu tô e eu acenei com a cabeça, e o Víctor tira o pau pra fora, juro que parecia maior do que eu lembrava, então a Lupe abre a boca de espanto, e o Víctor falou "pega nele, que o Alex tá dormindo mesmo", me olhou e pegou ela, e começou o sobe e desce, e o Víctor segurava a cabeça dela pra guiar e fazer ela chupar, mas a Lupe não queria, se levantou, veio até mim e me sacudiu, como não tive resposta, voltou, sentou e abaixou a cabeça pra chupar aquele pauzão, aguentou no máximo um minuto e parou, falou que tinha que ir embora e entrou no quarto. O Víctor se levantou e foi embora. Deixei passar meia hora e entrei no quarto, cheirava a sexo, mas eu sabia que não tinha passado das mamadas, ela tava se masturbando, e perguntei "ei, e o Víctor, o que aconteceu?" e ela respondeu "foi embora logo depois", embora eu soubesse que ele não levantou, ela me beijou de língua e falou "me come, tô bem quente".
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