A gostosa da esposa

Ouça a gente no spotify: https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLOlá a todos, meu nome é Gabriel, acabei de completar 55 anos, mas tento me manter o melhor possível, tanto fisicamente quanto intelectualmente. Tenho 1,75m de altura e uma cabeleira com seus fios grisalhos, aposentado e sempre disposto a agradar qualquer dama que precise.
Uma dessas damas que precisa de algo mais do que palavras é a Amélia, amiga da minha esposa, com 68 anos bem vividos. Ela mora em outra cidade, mas com um marido de 92 anos, sempre tem uma desculpa para nos visitar.
Ela tem um quarto na nossa casa só para ela e é como se fosse mais uma da família, então quando vem, se comporta como se estivesse na casa dela, tanto na hora de se vestir de forma informal quanto em todo o seu comportamento.
Por estar aposentado, sou eu quem cozinha em casa e não me saio nada mal, coisa que a Amélia aprecia muito, então procuro agradá-la.
Sempre se diz que o contato gera carinho e no nosso caso foi verdade. Já nos olhamos de outra forma, quando ficamos sozinhos não falamos do tempo, mas sim das nossas necessidades.
A Amélia tem umas tetas meio caídas, mas para a idade dela ainda são durinhas, daquelas que os olhos sempre vão para o decote, e uma bunda bem apetitosa.
Nossa primeira vez aconteceu quando minha esposa teve que viajar com urgência e a Amélia estava em casa. No começo ela quis voltar para a casa dela, mas foi a minha esposa que insistiu para ela ficar. Não precisou de muita insistência e ficamos os dois sozinhos em casa. O dia passou como de costume, notei ela mais alegre, provocante, ou pelo menos foi o que me pareceu. Na minha mente a ideia estava clara: era a minha chance de comer a Amélia.
Quando a noite chegou, preparei um jantar especial à base de frutos do mar e um vinho branco gelado daqueles que entram bem. A Amélia se surpreendeu muito ao ver tudo montado, mas aceitou, me dando um beijo na bochecha e um sorriso safado. O jantar foi agradável, entre risadas e olhares cúmplices. Terminamos de jantar e fomos para a sala continuar conversando. Eu esperava que a gente se fundisse em abraços e beijos, mas... em qualquer lugar, quando ela se levanta me dá dois beijos e me diz que vai dormir. Mudou meu humor e me deixou desnorteado, mas enfim, continuei pensando que ainda nada estava perdido, fiquei um tempo vendo televisão quando escuto a Amelia me chamando, surpreso vou até o quarto dela, ela me faz sentar na cama e me pede desculpas pelo comportamento dela, deseja tanto quanto eu foder, mas que não quer trair a amiga dela, eu a entendo e conto como são as relações sexuais com minha mulher, que são pura rotina e cada vez mais espaçadas, das necessidades que nós dois temos e que será nosso segredo, e nos fundimos num grande beijo, dessa vez entrelaçando nossas línguas.
Não sei quanto tempo passamos nos beijando, acariciando cada poro dos nossos corpos, descobri como ela era ardente, ela me contou que fazia anos que não ficava com um homem, pois o marido dela há tempos nem a tocava, e que estava há um tempo sonhando com esses momentos, continuamos nos beijando até nos despirmos e eu vi aquelas tetas lindas com os bicos grandes e duros, que ataquei sem nenhum pudor porque eu adoro, esticava com meus lábios e os primeiros gemidos saíram da garganta dela, as mãos dela foram pro meu pau que já começava a acordar e as minhas mãos pra buceta dela que já estava começando a lubrificar.
Depois de saborear as tetas e os bicos, desci pela barriguinha saliente até aquela buceta grisalha e molhada, comecei a chupá-la de cima a baixo, metendo minha língua em todos os lados até encontrar um clitóris bem duro, que ataquei sem piedade, os gemidos estavam cada vez mais fortes e as mãos dela na minha cabeça quase não me deixavam respirar, até que um grito me anunciou que os fluidos dela estavam prestes a sair das entranhas, entre gemidos e gritos ela teve a primeira gozada.
Ela me pediu pra descansar um pouco, pois fazia tanto tempo que não tinha um orgasmo que estava abalada, começou a me masturbar, no começo suavemente, até que ficou de pau duro quando ela enfiou na boca e começou um boquete como nunca tinha tido ela, lambia meu pau, minhas bolas e o cu, se lambendo como se não houvesse amanhã, quase gozei duas vezes mas com habilidade ela parou a tempo, então abri as pernas dela e fui introduzindo o membro aos poucos até que ela aguentou tudo, ficamos assim um tempinho até meu pau se acomodar na bucetinha dela e começamos uma metida cada vez mais rápida, enquanto minha boca atacava de novo os peitos dela e as pernas dela enroscadas na minha cintura fazendo força pra meu pau entrar cada vez mais fundo, até que um novo grito anunciou o orgasmo dela e ela me pedindo pra encher ela de porra, o que aconteceu na hora.
Os dois na cama satisfeitos, descansando sem parar de nos beijar e nos acariciar, descobrindo nossos corpos com seus defeitos mas pra nós lindos, como dois jovens transando pela primeira vez, o que em parte era o que estava acontecendo, era a primeira vez que a gente transava junto.
Depois de um tempo, quando nossos corpos já estavam um pouco recuperados, recomeçamos com mais intensidade as carícias, meu pau começou a acordar e os peitos dela a endurecer, uma nova vontade a deixou no clima, coloquei ela de quatro e depois de saborear a bucetinha dela por um tempo, sem muita cerimônia enfiei até o fundo enquanto enfiava o polegar no cu dela, ela se assustou um pouco mas não disse nada, então continuei a enrabada, estava enfiando dois dedos, ela recusou porque nunca tinha levado nada por ali, continuei cravando meu pau na buceta dela cada vez mais molhada quando ela começou a gritar de novo, sabia que era o prelúdio de mais uma gozada, todos os fluidos dela molharam meu pau, acelerei e bati mais forte até que tirei da buceta dela e dei pra ela beber minha porra, gulosa ela deixou meu pau sem uma gota e bem limpinho. A cara dela estava corada como se tivesse corrido uma maratona mas com um sorriso especial, ela me agradeceu por aqueles momentos mágicos que tivemos e eu agradeci ela
Fazia tempo que eu não transava Dessa forma, e ela também meio que disse, nos dias em que ficamos sozinhos, foi tipo uma lua de mel, recuperando todo o tempo perdido e agora, quando dá, a gente se comporta como um casal recém-casado e tá colocando o papo em dia no quesito amoroso. É a nossa segunda juventude, mas com mais qualidade do que quantidade.https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL

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