Cornudas Geladas - [Relato de uma Seguidora] 💋

Oi, amores! Hoje trago o relato de uma querida seguidora que me contatou há poucas horas e, entre várias trocas de mensagens, me concedeu a honra de compartilhar seu conto lésbico, mas sempre mantendo o anonimato dela para mais prazer. Então, a seguir apresento o relato pela perspectiva da nossa amada protagonista: 💋 CAPÍTULO I: A Deontologia da Chupada Minha relação com o Licenciado Martínez de Deontologia Profissional não era exatamente saudável, mas era eficiente. Duas vezes por semana, depois da aula dele das 18:00, eu ficava "revisando" no escritório dele. Ele trancava a porta com chave, eu me ajoelhava, e saía com um 9 ou um 10 na prova parcial.Cornudas Geladas - [Relato de uma Seguidora] 💋Não era amor. Era troca. Sexo oral por notas, e as notas valiam mais que minha dignidade naquele momento da minha vida. Naquela terça à tarde, eu estava no meu elemento. Joelhos no piso frio do banheiro do escritório dele — porque era ali que a gente fazia as "consultas" quando sobrava o turno da limpeza — com o pau dele na minha boca, minha mão trabalhando a base, minha técnica apurada por semestres de prática. Martínez gemia daquele jeito dele de tentar ser silencioso e falhando miseravelmente. E então o celular tocou. Ele não ignorou. Nunca ignorava. Atendeu com naturalidade, como se não tivesse uma estudante de vinte e dois anos chupando a alma dele no banheiro da Faculdade de Direito. — Sim, amor? — ele disse. Eu congelei. Literalmente. Minha boca parou de se mover. Meus olhos, que olhavam pra cima pra ver o rosto dele, viram ele sorrir — aquele sorriso de "sim, querida, tô trabalhando até tarde" — enquanto eu estava ali, de joelhos, com o pau dele meio chupado. E então o inevitável aconteceu. Quando me afastei, quando tentei falar, quando quis gritar "quem é seu amor, filho da puta?", meu movimento brusco coincidiu com o movimento instintivo dele, e um jato de porra quente acertou em cheio meu olho esquerdo.ArgentinaA dor foi instantânea. Não a dor física — embora ardesse — mas a dor existencial de estar cega de um olho pelo sêmen de um homem casado enquanto ele falava com a esposa sobre o jantar. Me levantei cambaleando, cega, procurando algo, qualquer coisa, para me limpar. Usei minha própria mão, espalhando o líquido viscoso pela minha bochecha, meu nariz, minha sobrancelha. Devo ter parecido uma pintura abstrata da humilhação. Martínez desligou a ligação. Finalmente. Ele me olhou — realmente me olhou — e a expressão dele não foi de preocupação. Foi de... tédio? — Lu, por favor — disse, como se eu fosse o problema —. Não faz escândalo. — Escândalo? — minha voz saiu aguda, histérica —. Quem é "love", Martínez? Quem te chama de "love" enquanto eu te chupo a pica? Ele ajustou as calças com aquela eficiência de quem está acostumado a se vestir rápido depois do pecado. Suspirou. Aquele tipo de suspiro que os homens dão quando acham que a gente tá exagerando. — Tenho esposa — disse, como se fosse novidade —. Cecília. Estamos casados há oito anos. Queremos ter um filho. — E daí? — cuspi, ainda me limpando o rosto, ainda sentindo o sêmen dele secando na minha pele —. Por que você me chupa? Por que você me pede pra ficar depois da aula? Ele ficou em silêncio. Pela primeira vez, pareceu envergonhado. Não do que tinha feito, mas de ter que explicar. — Com ela não sobe — disse, finalmente, olhando pro chão sujo do banheiro —. Não... não consigo chegar ao clímax. Não como com você. Você é... diferente. "Diferente". Essa palavra. Essa maldita palavra que eles usam pra justificar tudo. Ele não me amava. Não me respeitava. Só minha boca funcionava melhor que a da esposa dele. Fui embora. Sem dizer mais nada. Com o sêmen dele ainda na minha sobrancelha, com meus joelhos doloridos, com minha dignidade em pedaços no chão de um banheiro universitário. Mas enquanto eu caminhava pra saída, com o frio da noite batendo no meu rosto humilhado, senti algo mais forte que a vergonha: a raiva. E a raiva, meu bem, é o melhor combustível pra vingança. 💋 CAPÍTULO II: A Aliança Improvável Três dias depois, propus fazer um vídeo. Martínez, aquele homem estúpido e arrogante, aceitou sem hesitar. Claro que aceitou. O ego dele não deixava ele imaginar que eu pudesse ter motivos ocultos. Na cabecinha dele, eu era só uma aluna apaixonada, ou pelo menos obcecada, disposta a qualquer coisa pela atenção dele. O vídeo era simples: ele ia me comer a buceta. Um boquete invertido, um oral. Finalmente, depois de meses de eu dando e ele só recebendo, chegava a vez dele me servir. A gente fez no escritório dele, de noite, com a porta trancada. Eu tava em cima da mesa dele, com as pernas abertas, minha buceta exposta pra câmera do meu celular, que eu tinha posicionado estrategicamente. Martínez tava embaixo, entre minhas pernas, a língua dele trabalhando com aquela dedicação de quem sabe que tá sendo filmado e quer se sair bem.amadora
lesbicasEnquanto eu gemia — fingindo mais do que sentia, porque a verdade é que a técnica dele era medíocre — eu pegava o celular dele, que descansava na escrivaninha ao lado da cabeça dele. Desbloqueei. Procurei o WhatsApp. Encontrei "Cecília ❤️". E enviei o contato. Depois apaguei a mensagem. Só da tela dele. A minha eu guardei. Naquela noite, do meu apartamento, escrevi pra Cecília. "Oi. Sou a Lu. A aluna com quem seu marido mija no chão do banheiro da faculdade. A gente precisa conversar." A resposta chegou em cinco minutos: "sua puta mentirosa. Bloqueada." Mas eu estava preparada. Tinha fotos. Muitas. De perfil, com o pau dele na minha boca, mostrando claramente a cara de prazer dele. De baixo, vendo como ele me olhava enquanto eu chupava. Com a boca cheia de porra, sorrindo pra câmera. Mandei todas. Uma por uma.**Relato**

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rabao
Diretor
amadora argentinaO telefone explodiu. Mensagens de voz da Cecilia chorando, gritando, pedindo detalhes. Onde, quando, por quê. Eu contei tudo pra ela. O acordo tácito, os banheiros, as notas, o "love" que eu ouvi naquela tarde. E então, algo inesperado aconteceu. Cecilia me escreveu: "Quero te ver. Pessoalmente. Preciso saber se você é real." Marcamos num jardim público, longe da faculdade, longe da casa dela. Quando a vi, fiquei surpresa. Não era a esposa traída dos dramas. Era uma mulher de trinta e poucos anos, cabelo castanho, olhos cansados, com uma energia de "já aguentei demais". — É mais nova do que eu pensava — disse ela, sentando na minha frente. — É mais velho do que aparenta — respondi. Nos olhamos. E de repente, sem razão lógica, as duas rimos. Uma risada amarga, de cumplicidade, de "que filho da puta". — Quero me divorciar — disse Cecilia —. Mas quero que ele sofra primeiro. — Eu quero que ele saiba que não sou brinquedo dele — falei. — Ele é um animal de hábitos — disse ela, pensativa —. Toda quinta vai na mesma sorveteria. Senta na mesma mesa. Pede o mesmo sabor: doce de leite com granulado. Nos olhamos. E naquele olhar, sem dizer em voz alta, nasceu o plano. 💋 CAPÍTULO III: A Sorveteria do Inferno Na quinta seguinte, às 19:30, Cecilia e eu entramos na "Grido", a sorveteria da esquina da faculdade. Martínez estava lá. Na mesa dele. Comendo o doce de leite com granulado, revisando papéis da faculdade, alheio ao mundo. Ele nos viu entrar juntas. A cara dele... coração, a cara dele foi um poema. Primeiro confusão. Depois reconhecimento. Depois pânico puro, absoluto, animal. Ele se levantou tão rápido que derrubou o sorvete. Correu pro fundo, pros banheiros, e se trancou por dentro. Cecilia e eu nos olhamos. E rimos. Uma risada forte, libertadora, de mulheres que finalmente tinham o poder. — Vamos — falei. Corremos pro banheiro. Ele estava lá dentro, ofegante, provavelmente pensando em escapar pela janela impossivelmente pequena. — Sai, covarde! — gritou Cecilia, batendo na porta. — Me liga quando Sua mulher deixa você chupar ela, Martínez! — gritei, chutando a madeira. E então fizemos o inevitável. Pegamos uma cadeira de metal — daquelas desconfortáveis que colocam em sorveterias — e a travamos contra a porta do banheiro, encaixando-a sob a maçaneta. Jurassic Park. O professor preso no banheiro de uma sorveteria, com a ex-amante e a esposa furiosas do lado de fora. — Vocês estão malucas! — gritava ele de dentro —. Saiam da minha sorveteria! — Sua sorveteria! — cuspiu Cecilia —. Nem é sua, seu idiota! Foi então que ela apareceu. A funcionária. Uma garota de vinte e poucos anos, cabelo tingido de loiro mal feito, olheiras de turno da tarde, uniforme de poliéster azul com o logo da "Grido" desbotado. Saiu da cozinha com uma espátula de sorvete na mão, vendo a cena: duas mulheres elegantes — eu de jeans e camiseta preta, Cecilia de vestido de escritório — barricando o banheiro com uma cadeira. — O que... o que vocês estão fazendo? — gaguejou a funcionária —. Por que estão travando o banheiro? — Esse senhor nos deve dinheiro — menti, rápida —. É uma dívida antiga.vadia— Mas... mas se quebrarem alguma coisa, descontam do meu salário — disse a funcionária, e a voz dela tremeu de verdade. Esse medo de desconto, coração, é o medo mais argentino que existe. Eu e Cecilia nos olhamos. E alguma coisa aconteceu. Algo no olhar da funcionária — não era só medo, era curiosidade, era o brilho de quem tá entediada no trabalho e vê uma chance de caos — fez as duas sorrirmos. — Qual é o seu nome? — perguntei. —...Marisol — respondeu. — Marisol — falei, me aproximando —. A gente não vai quebrar nada. Mas precisamos que você feche a loja por dez minutos. — Fechar? Mas se eu fechar, me mandam embora... — Você não vai fechar oficialmente — interrompeu Cecilia, com uma voz autoritária que com certeza usava no trabalho de administrativa —. Só... não vai atender. Deixa a placa de "volto em cinco minutos". E vem com a gente. Marisol nos olhou. Olhou pra porta do banheiro, onde Martínez continuava gritando. E algo nela — talvez o tédio, talvez a inveja de ver duas mulheres fazendo o que ela nunca teve coragem — fez ela concordar com a cabeça. Foi até a porta. Virou a placa. Fechou as cortinas de metal até a metade, deixando a sorveteria na penumbra. E quando voltou, eu tava ali, bem perto, sentindo o perfume dela de sabonete barato e sorvete de baunilha. — Obrigada — sussurrei. E beijei ela.garota de bunda grandeNão foi um beijo de romance. Foi um beijo de guerra. De "estamos juntas nessa". De "o inimigo do meu inimigo é minha amante provisória". Marisol respondeu depois de dois segundos de choque, e então respondeu bem, colando o corpo no meu, deixando a espátula de sorvete cair no chão com um barulho metálico. Cecilia nos observava, e eu vi a mão dela descer até a própria buceta, se esfregando por cima do tecido do vestido.bunda grande gostosa
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Argentina— Vem —disse a Marisol, rompendo o beijo—. Vem cá. Levei ela até o balcão de sorvetes. Sentei ela na borda. E me ajoelhei. —O que... o que você tá fazendo? —ofegou Marisol. —Cobrando minha dívida —respondi, e puxei pra baixo a calça do uniforme dela. Ela não tava de calcinha. Uma garota que trabalha em pé oito horas não usa calcinha de poliéster. A buceta dela tava molhada —já tava excitada, coração, desde que viu o caos— e cheirava a sabonete, a suor honesto, a mulher trabalhadora.amadoraEnfiei a língua sem preâmbulos. Marisol gritou. Um grito que com certeza o Martínez ouviu no banheiro de vidro dele, porque parou de bater na porta por um segundo, confuso.lesbicas—Mais forte! —gritou Marisol, e as mãos dela agarraram meu cabelo, e as pernas dela se abriram mais—. Deus, sim, assim! Era uma porca de primeira, como você disse. Em cinco minutos, ela estava rasgando minha camiseta preta, arrebentando minha legging com as unhas — sim, arrebentando, fazendo um buraco bem no lugar pra ter acesso — e enfiando a cara na minha buceta enquanto eu continuava chupando ela.**Relato**

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rabaoCecilia não ficou para trás. Aproximou-se, subiu no balcão e sentou-se na beirada, abrindo as pernas diante de nós. — Eu também — ordenou, e a voz dela era de uma mulher que, depois de oito anos de casamento mediano, finalmente reclamava o próprio prazer. Marisol e eu nos revezávamos. Eu chupava a Cecilia, Marisol me chupava, depois trocávamos. O sorvete derretia nos potes ali perto, e em certo momento Cecilia pegou uma bola de chocolate com a mão e passou pelos próprios peitos. — Me limpem — ordenou.DiretorConseguimos. Marisol e eu, juntas, lambendo o chocolate derretido dos peitos da Cecilia, enquanto ela gemia olhando pro teto, enquanto as mãos dela agarravam nossas cabeças e nos pressionavam contra a pele dela.amadora argentina
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ArgentinaE aí veio a melhor parte. Cecilia pegou uma bola de doce de leite — o sabor favorito do Martínez, aquele filho da puta — e passou pela buceta dela. A creme do céu, diziam nos anúncios. Mas naquele momento era creme de buceta, de tesão, de vingança.amadora— Vem —ordenou-me—. Come o sorvete que meu marido nunca me comprou. E eu me inclinei. E lambi. O doce de porra misturado com a umidade dela, com a raiva dela, com a libertação dela. Era o sabor mais doce e amargo que eu já tinha provado.lesbicasMarisol, não querendo ficar pra trás, pegou uma bola de morango e fez o mesmo comigo. E assim ficamos, as três, cobertas de sorvete derretido, lambendo umas às outras, gemendo, rindo, enquanto lá fora, no banheiro, Martínez ouvia tudo. Ouvia os gemidos da esposa, que ele nunca conseguiu provocar. Ouvia a ex-amante dele chupando uma desconhecida. Ouvia a festa que rolava na sorveteria favorita dele, sem ele, por culpa dele. 💋 CAPÍTULO IV: O Final Congelado A segurança da prefeitura chegou vinte minutos depois. Não chamaram a polícia — não tinha crime visível — só dois caras com coletes refletivos batendo na porta da sorveteria fechada. — Que que tá acontecendo aí? — gritou um. A gente se separou. Cecilia, Marisol e eu, nos olhando, cobertas de sorvete, descabeladas, com a roupa rasgada, com as caras brilhando pelos fluidos de todas. — Nada — respondeu Cecilia, descendo do balcão com uma elegância que não combinava com a aparência dela —. A gente só tava provando o produto. — A porta tava trancada — disse o guarda, confuso. — Trancada pro público — interveio Marisol, improvisando —. Reunião de equipe. A gente se vestiu às pressas. Bom, a gente se cobriu como deu. Eu com os leggings rasgados, Cecilia com o vestido manchado de chocolate, Marisol com o uniforme desabotoado. E antes de ir embora, a gente fez a última coisa. Libertamos o Martínez. Tiramos a cadeira. Abrimos a porta do banheiro. Ele saiu como um bicho acuado, descabelado, com os olhos vermelhos, com certeza sentindo o cheiro de sexo no ar, vendo o estrago: sorvete derretido no balcão, cadeiras mexidas, cortinas fechadas, e a gente três, juntas, sorrindo. — Elas... — começou a dizer pros guardas —. Elas me trancaram... me fizeram... me obrigaram... Mas não tinha prova. Não tinha vídeo. As câmeras de segurança da "Grido" não funcionavam há meses — a Marisol tinha nos contado enquanto a gente se vestia, entre risadas —. E quando os guardas perguntaram pra Marisol o que tava rolando, ela — minha porca de primeiro, minha heroína— disse: —Esse senhor entrou no banheiro e não queria sair. Dizia que a gente ia roubar o sorvete dele. Quando saímos pra chamar ajuda, ele se trancou sozinho. Acho que ele tá... doente. Martínez foi declarado "autor de furto de sorvete" — porque tinha comido o doce dele sem pagar antes de correr pro banheiro — e foi proibido de entrar no local. Marisol pediu demissão dois dias depois. "Pra evitar a demissão por justa causa", disse ela, mas na real foi porque eu e a Cecilia propusemos algo melhor: um trisal permanente, num apartamento que a gente pagaria entre as três, onde ela podia estudar de noite e a gente podia se vingar de outros homens infiéis. Nunca soubemos o que aconteceu com o Martínez. Ouvi dizer que a Cecilia se divorciou, ficou com a casa, e que ele teve que ir morar com a mãe. E eu, coração, tirei um 10 em Deontologia Profissional. Porque no fim, aprendi a lição mais importante: a ética é subjetiva, mas o prazer da vingança é absoluto. FIM. 💋

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