Oii! Voltei com os contos depois de muuuuito tempo! Espero que vocês gostem e comentem, perguntando coisas se ficar alguma dúvida! Antes de começar, aviso que tem uma mentirinha no título kkkkk já vão descobrir qual
Hoje vou contar uma história que aconteceu há bastante tempo. Como vocês já sabem, antes eu morava num povoado (vários, na verdade), e quem é de cidade pequena sabe como são as baladas. A desse povoado era um salão bem grande, retangular. De um lado, tinha um balcão enorme. Do outro lado, ficavam os banheiros; colado neles, tinha uma parte meio separada que chamavam de "reservados", com uns lugares pra sentar, umas mesinhas e era mais escuro. E no fundo, tinha um palco que ocupava quase todo o espaço, mas só usavam quando tinha alguma banda ou show; senão, ficava tudo apagado lá, digamos. E do lado do palco, tinha um lugar onde ficava a entrada pro depósito; também usavam a parte debaixo do palco como depósito.
Eu tinha saído com um grupo de amigas, antes disso a gente tinha se juntado pra comer porque era o aniversário de uma das meninas e a gente tinha bebido bastante. Como era a única balada da cidade, sempre lotava e todo mundo se encontrava lá. Naquela noite, eu tinha vestido um macaquinho preto (quem não sabe o que é, vou deixar uma foto de exemplo aqui; era um pouco mais fechado que esse, mas muito parecido — olha bem porque é importante pra história kkkk). Como sou peituda e gordinha, sempre escolho mostrar os peitos pra ninguém reparar nas minhas dobrinhas.

A gente tava super se divertindo, dançando e zoando, quando chega outro grupo de caras e começa a dançar com a gente. Eram de uma turma mais velha que a nossa, mas a gente se dava bem. Ficamos um tempão todo mundo ali dançando e bebendo. Dois caras começam a dançar comigo, um deles era um dos "gatos" do colégio, digamos, e tinha namorada, mas naquela noite meio que tinham brigado, supostamente. Num momento, o outro vai comprar algo pra beber e o gato (Lauty) ficou comigo, tava meio bêbado, mais que eu. De repente, ele chega perto e fala: "Mili, adoro suas tetas, fico sempre olhando pra elas". Eu já fiquei meio nervosa e com tesão, hahaha. Dei risada e continuei. Ele chega de novo e meio que tenta me beijar na boca, mas erra, eu me afasto um pouco, a gente fica se olhando e eu pergunto:
Mili: Você não tem namorada?
Lauty: Sim, mas a gente tá brigado, porque ela tava falando com outro. Uma filha da puta.
M: Sério?
L: Se a Mili postar.
A gente ficou se olhando (não sei se ele era tão bonito assim, mas na hora eu achei ele lindo) e ele me come de boca. Ficamos nos pegando um pouco ali, ele me apalpou bem e eu apalpei ele também, aí ele fala: "Mili, só por precaução, vamos pros reservados." Ali eu já devia ter desconfiado que a história da namorada não era verdade kkkk mas é, a vida é assim.
Vamos pros reservados e tava tudo lotado pra caralho, aí ele me fala pra ir pro lado do palco. Aquele era o lugar pra onde iam quando os reservados tavam cheios ou pra vomitar kkkk.
Ele se encostou na parede (porque não tava com muito equilíbrio, digamos) e eu na frente. Ele agarrava minha bunda com tudo, me apalpava os peitos, um quase escapou até. A gente tava muito na pica. Ele quis meter a mão na minha buceta, mas não conseguiu porque, como já falei, eu tava de macacão, e isso complicava tudo kkkk. Aí ele ficava me tocando por cima da roupa e eu também meti a mão nele, tava duríssimo, pra caralho. Numa hora ele fala:
L: Mili, você é demais, suas tetas me deixam louco. Não aguento mais, quero chupar elas.
M: Aqui não! Cê tá loucooo
L: Fala sério, mas ninguém tá vendo a gente aqui, tá escuro pra caralho.
M: Não, não, nem louca.
L: E aí, topa se enfiar debaixo do palco?
M: O quê?
L: Sim sim, ali tem uma portinha, guardam umas coisas às vezes. Eu já entrei.
M: ...
L: Vai, vai, vem aqui
Ele me pega pela mão e me leva. Abre a porta, entro primeiro me abaixando porque o lugar tinha mais ou menos um metro e meio de altura e atrás de mim ele entra. Fecha a porta, coloca uma caixa de Coca, acho que era, contra a porta e senta ali. Lá dentro não dava pra ver nada, tava tudo super escuro. Ele tira o celular e acende a lanterna, mas falei: guarda isso agora, porque tava com medo de ele me filmar ou tirar fotos. Então ficamos no escuro total.
Aí eu me ajoelhei na frente dele e começamos a pegar fogo. Aí eu tirei o top e mostrei meus peitos (não tava de sutiã porque senão ia marcar demais pelo tipo de top e ia ficar feio). Ele começou a chupar meus peitos igual um louco. Eu passava a mão na pica dele por cima da calça jeans e pensava "pelo amor de Deus, tira ela logo que tô morrendo de vontade de chupar", mas ele continuava obcecado pelos meus peitos, chupando, apertando, mordendo. Me deixou uns chupões enormes marcados.
Até que finalmente chegou o momento. Ele se afastou um pouco, desabotoou o cinto e a calça, e baixou tudo de uma vez. Eu, nessa hora, não via nada, só percebia pelo barulho e pelos movimentos. Quando terminou de baixar, ele me puxou, empurrou minha cabeça contra o pau dele e eu comecei a chupar. Tava duríssimo e já estava saindo um pouco de leitinho. Era um pau normal, mas eu tava adorando chupar porque, como já falei, ele era um dos gostosos do colégio, e pra mim já era uma grande conquista, ah, ri muito kkkkkkk
Enquanto isso, ele ficava apalpando meus peitos e, como dava, a bunda. Tentava meter a mão na minha buceta, mas por causa da posição e da minha roupa era difícil, mesmo o tecido do macacão sendo fininho. Aí ele me diz:
L: Mili, quero te foder, não aguento mais.
M: Ai, eu também, boludo, tô morrendo de vontade.
L: Vai, tira essa roupa e vamos foder aqui.
M: Aqui? Nem louca — eu por dentro pensava: se eu tirar esse macacão aqui, nunca mais vou conseguir me vestir de novo. As minas que já usaram sabem que alguns macacões são um parto pra colocar, ainda mais naquele lugar escuro, desconfortável porque eu não conseguia ficar de pé, meio espremida.
L: Vai, por favorzinho
M: Não, não, se quiser a gente vai pra sua casa, mas aqui não.
L: Em casa não, impossível.
(Enquanto isso, entre a conversa, eu continuava chupando ele)
M: Tá, mas aqui não, a gente marca pra outro dia.
L: Beleza, então vai. . .
Continuei chupando ele e comecei a me tocar por cima da roupa. Tava tão molhada que já tinha passado da calcinha fio dental e dava pra sentir úmido e quente no macacão. Sabia que se continuasse me tocando ia gozar... e foi o que aconteceu. Foi lindo e bem intenso, acho que por causa do contexto e da adrenalina, mas amei. Nisso tudo ele tava longe de gozar, mas eu não ia embora sem o meu gozo kkkk então peguei e comecei a bater uma pra ele rápido com uma mão, enquanto com a boca e a língua brincava na cabeça dele. Percebi que ele ficou mais agitado e calculei que ia gozar tudo. O filho da puta não avisou nada, mas segurou minha cabeça com força como se eu fosse fugir e começou a gozar. Tinha uma quantidade impressionante de porra, um pouco entrou na minha boca, mas outro pouco não consegui engolir e caiu nos meus peitos, na roupa e no chão. Como uma boa head master, continuei chupando até ficar limpinho e ele começar a amolecer.
Me limpiei como pude com as mãos onde senti que tinha escorrido, porque não enxergava nada. Ele subiu a calça e me disse: "Vai saindo você, daqui a pouco vou eu.
Eu me ajeitei como pude a roupa, saí e voltei com minhas amigas pra dançar. Falei pra elas que tinha ido lá fora tomar um ar, mas nem fodendo que acreditaram kkkkk, mas também nem imaginaram o que rolou de verdade, acharam que eu tinha pegado o cara e só. Daí um tempo, vejo ele chegar com o grupinho dele e se fazendo de sonso kkkkk

Informação extra: Na segunda-feira seguinte, a namorada dele quis me bater na escola porque "eu tava dançando com o namorado dela e tentei dar um beijo nele", me chamou de gorda e puta (e ela tava certa) e ficou por isso. Acho que ela nunca soube de tudo que rolou kkkk meses depois, eles brigaram, ele me procurou e a gente acabou transando num lugar mais confortável e iluminado (o quarto dele).
Bom, espero que vocês tenham gostado! Tava há um tempão sem escrever porque tava meio travada com uns contos, então tomara que tenha mandado bem! Tô ansiosa pelos comentários de vocês aqui no post! Tô lendo tudo!
Hoje vou contar uma história que aconteceu há bastante tempo. Como vocês já sabem, antes eu morava num povoado (vários, na verdade), e quem é de cidade pequena sabe como são as baladas. A desse povoado era um salão bem grande, retangular. De um lado, tinha um balcão enorme. Do outro lado, ficavam os banheiros; colado neles, tinha uma parte meio separada que chamavam de "reservados", com uns lugares pra sentar, umas mesinhas e era mais escuro. E no fundo, tinha um palco que ocupava quase todo o espaço, mas só usavam quando tinha alguma banda ou show; senão, ficava tudo apagado lá, digamos. E do lado do palco, tinha um lugar onde ficava a entrada pro depósito; também usavam a parte debaixo do palco como depósito.
Eu tinha saído com um grupo de amigas, antes disso a gente tinha se juntado pra comer porque era o aniversário de uma das meninas e a gente tinha bebido bastante. Como era a única balada da cidade, sempre lotava e todo mundo se encontrava lá. Naquela noite, eu tinha vestido um macaquinho preto (quem não sabe o que é, vou deixar uma foto de exemplo aqui; era um pouco mais fechado que esse, mas muito parecido — olha bem porque é importante pra história kkkk). Como sou peituda e gordinha, sempre escolho mostrar os peitos pra ninguém reparar nas minhas dobrinhas.

A gente tava super se divertindo, dançando e zoando, quando chega outro grupo de caras e começa a dançar com a gente. Eram de uma turma mais velha que a nossa, mas a gente se dava bem. Ficamos um tempão todo mundo ali dançando e bebendo. Dois caras começam a dançar comigo, um deles era um dos "gatos" do colégio, digamos, e tinha namorada, mas naquela noite meio que tinham brigado, supostamente. Num momento, o outro vai comprar algo pra beber e o gato (Lauty) ficou comigo, tava meio bêbado, mais que eu. De repente, ele chega perto e fala: "Mili, adoro suas tetas, fico sempre olhando pra elas". Eu já fiquei meio nervosa e com tesão, hahaha. Dei risada e continuei. Ele chega de novo e meio que tenta me beijar na boca, mas erra, eu me afasto um pouco, a gente fica se olhando e eu pergunto:
Mili: Você não tem namorada?
Lauty: Sim, mas a gente tá brigado, porque ela tava falando com outro. Uma filha da puta.
M: Sério?
L: Se a Mili postar.
A gente ficou se olhando (não sei se ele era tão bonito assim, mas na hora eu achei ele lindo) e ele me come de boca. Ficamos nos pegando um pouco ali, ele me apalpou bem e eu apalpei ele também, aí ele fala: "Mili, só por precaução, vamos pros reservados." Ali eu já devia ter desconfiado que a história da namorada não era verdade kkkk mas é, a vida é assim.
Vamos pros reservados e tava tudo lotado pra caralho, aí ele me fala pra ir pro lado do palco. Aquele era o lugar pra onde iam quando os reservados tavam cheios ou pra vomitar kkkk.
Ele se encostou na parede (porque não tava com muito equilíbrio, digamos) e eu na frente. Ele agarrava minha bunda com tudo, me apalpava os peitos, um quase escapou até. A gente tava muito na pica. Ele quis meter a mão na minha buceta, mas não conseguiu porque, como já falei, eu tava de macacão, e isso complicava tudo kkkk. Aí ele ficava me tocando por cima da roupa e eu também meti a mão nele, tava duríssimo, pra caralho. Numa hora ele fala:
L: Mili, você é demais, suas tetas me deixam louco. Não aguento mais, quero chupar elas.
M: Aqui não! Cê tá loucooo
L: Fala sério, mas ninguém tá vendo a gente aqui, tá escuro pra caralho.
M: Não, não, nem louca.
L: E aí, topa se enfiar debaixo do palco?
M: O quê?
L: Sim sim, ali tem uma portinha, guardam umas coisas às vezes. Eu já entrei.
M: ...
L: Vai, vai, vem aqui
Ele me pega pela mão e me leva. Abre a porta, entro primeiro me abaixando porque o lugar tinha mais ou menos um metro e meio de altura e atrás de mim ele entra. Fecha a porta, coloca uma caixa de Coca, acho que era, contra a porta e senta ali. Lá dentro não dava pra ver nada, tava tudo super escuro. Ele tira o celular e acende a lanterna, mas falei: guarda isso agora, porque tava com medo de ele me filmar ou tirar fotos. Então ficamos no escuro total.
Aí eu me ajoelhei na frente dele e começamos a pegar fogo. Aí eu tirei o top e mostrei meus peitos (não tava de sutiã porque senão ia marcar demais pelo tipo de top e ia ficar feio). Ele começou a chupar meus peitos igual um louco. Eu passava a mão na pica dele por cima da calça jeans e pensava "pelo amor de Deus, tira ela logo que tô morrendo de vontade de chupar", mas ele continuava obcecado pelos meus peitos, chupando, apertando, mordendo. Me deixou uns chupões enormes marcados.
Até que finalmente chegou o momento. Ele se afastou um pouco, desabotoou o cinto e a calça, e baixou tudo de uma vez. Eu, nessa hora, não via nada, só percebia pelo barulho e pelos movimentos. Quando terminou de baixar, ele me puxou, empurrou minha cabeça contra o pau dele e eu comecei a chupar. Tava duríssimo e já estava saindo um pouco de leitinho. Era um pau normal, mas eu tava adorando chupar porque, como já falei, ele era um dos gostosos do colégio, e pra mim já era uma grande conquista, ah, ri muito kkkkkkk
Enquanto isso, ele ficava apalpando meus peitos e, como dava, a bunda. Tentava meter a mão na minha buceta, mas por causa da posição e da minha roupa era difícil, mesmo o tecido do macacão sendo fininho. Aí ele me diz:
L: Mili, quero te foder, não aguento mais.
M: Ai, eu também, boludo, tô morrendo de vontade.
L: Vai, tira essa roupa e vamos foder aqui.
M: Aqui? Nem louca — eu por dentro pensava: se eu tirar esse macacão aqui, nunca mais vou conseguir me vestir de novo. As minas que já usaram sabem que alguns macacões são um parto pra colocar, ainda mais naquele lugar escuro, desconfortável porque eu não conseguia ficar de pé, meio espremida.
L: Vai, por favorzinho
M: Não, não, se quiser a gente vai pra sua casa, mas aqui não.
L: Em casa não, impossível.
(Enquanto isso, entre a conversa, eu continuava chupando ele)
M: Tá, mas aqui não, a gente marca pra outro dia.
L: Beleza, então vai. . .
Continuei chupando ele e comecei a me tocar por cima da roupa. Tava tão molhada que já tinha passado da calcinha fio dental e dava pra sentir úmido e quente no macacão. Sabia que se continuasse me tocando ia gozar... e foi o que aconteceu. Foi lindo e bem intenso, acho que por causa do contexto e da adrenalina, mas amei. Nisso tudo ele tava longe de gozar, mas eu não ia embora sem o meu gozo kkkk então peguei e comecei a bater uma pra ele rápido com uma mão, enquanto com a boca e a língua brincava na cabeça dele. Percebi que ele ficou mais agitado e calculei que ia gozar tudo. O filho da puta não avisou nada, mas segurou minha cabeça com força como se eu fosse fugir e começou a gozar. Tinha uma quantidade impressionante de porra, um pouco entrou na minha boca, mas outro pouco não consegui engolir e caiu nos meus peitos, na roupa e no chão. Como uma boa head master, continuei chupando até ficar limpinho e ele começar a amolecer.
Me limpiei como pude com as mãos onde senti que tinha escorrido, porque não enxergava nada. Ele subiu a calça e me disse: "Vai saindo você, daqui a pouco vou eu.
Eu me ajeitei como pude a roupa, saí e voltei com minhas amigas pra dançar. Falei pra elas que tinha ido lá fora tomar um ar, mas nem fodendo que acreditaram kkkkk, mas também nem imaginaram o que rolou de verdade, acharam que eu tinha pegado o cara e só. Daí um tempo, vejo ele chegar com o grupinho dele e se fazendo de sonso kkkkk

Informação extra: Na segunda-feira seguinte, a namorada dele quis me bater na escola porque "eu tava dançando com o namorado dela e tentei dar um beijo nele", me chamou de gorda e puta (e ela tava certa) e ficou por isso. Acho que ela nunca soube de tudo que rolou kkkk meses depois, eles brigaram, ele me procurou e a gente acabou transando num lugar mais confortável e iluminado (o quarto dele).
Bom, espero que vocês tenham gostado! Tava há um tempão sem escrever porque tava meio travada com uns contos, então tomara que tenha mandado bem! Tô ansiosa pelos comentários de vocês aqui no post! Tô lendo tudo!
6 comentários - Fui pego no baile
re obsesionado estaba con las tetas jaja
osea que delato la cosa se vino encima del vestido?
ay no entendi la pregunta perdón
Si puse foto porque por ahí no sabían lo que era y fue un detalle importante. Si estaba de pollera capas me cogía jajaja