Josefina passou a língua pelos lábios vermelhos e inchados, recolhendo a última gota grossa do meu esperma que brilhava no queixo dela. O trânsito a poucos metros continuava no seu ritmo indiferente, os faróis dos carros varrendo o beco escuro e revelando brilhos efêmeros na pele pálida e suada dela. Os mamilos dela, ainda duros e do tamanho da palma da minha mão, se erguiam sob o ar fresco da noite, cercados por aquela carne branca e macia marcada pelas minhas digitais. Ela ajustou o vestido de seda branca, agora destruído na parte da frente, tentando cobrir aquelas montanhas de carne que se recusavam a ser escondidas.
—Vamos embora, amor —sussurrou com um sorriso safado, notando como meu olhar se cravava no peito dela à mostra—. Se a gente ficar aqui mais tempo, vou acabar querendo que você me coma aqui mesmo contra esses tijolos.
Ajudei ela a abotoar o pouco que restava do vestido, mas o tecido estava rasgado e os peitos enormes dela apareciam pelas laterais, tremendo a cada movimento. Saímos do beco com o coração ainda batendo forte no peito, a adrenalina da exposição pública se misturando com o álcool no nosso sangue. Aquela noite marcou o ponto de não retorno; sabíamos que queríamos mais.
Uns dias depois, a vontade de voltar àquele cenário era incontrolável. A mesma mesa, o mesmo clima, mas dessa vez tínhamos um plano mais elaborado. Antes de sair, parei na frente dela no quarto. Josefina já estava vestindo a legging preta. O tecido, fino e elástico, esticou perigosamente sobre o quadril largo e a bunda grande e macia dela, moldando cada curva como uma segunda pele. Não deixou nem um milímetro para a imaginação; a dobra do glúteo se marcava com clareza cada vez que ela mexia uma perna.
—Hoje você vai usar isso —falei, entregando a ela uma blusa branca de linho bem fina, quase transparente.
Ela levantou uma sobrancelha, pegou a peça e vestiu sobre a pele pálida do torso. Não havia permissão para sutiã. Os seios enormes dela caíram com o peso natural, batendo de leve na barriga antes de se acomodarem. A blusa branca esticou na hora, os botões lutando pra segurar a massa de carne que empurrava de dentro. Mas o melhor era o tecido: tão fino que, sob a luz do quarto, as aréolas grandes e escuras dela apareciam claramente através do pano, como duas manchas roxas e úmidas desenhadas no branco perfeito da camisa.
— Olha como fica — disse ela, se aproximando do espelho e passando as mãos pelos peitos, achatando eles contra o peito pra deixar as aréolas ainda mais visíveis —. É quase como se eu tivesse pelada.
— Exatamente — respondi, sentindo a pica endurecer só de olhar pra ela —. O pobre do garçom não vai saber pra onde olhar.
Chegamos no restaurante e o clima tava animado. Nos levaram pro nosso canto favorito e, quase na hora, ele apareceu. O mesmo garçom jovem da outra vez. Assim que ele nos viu, o passo dele travou na hora. Reconheceu a Josefina de cara, e os olhos dele arregalaram quando desceram pro peito dela. A luz quente do lugar fazia a blusa branca ser praticamente inútil como barreira; os círculos escuros dos bicos dela brilhavam através do tecido, e o peso dos peitos fazia o botão mais baixo do decote estar prestes a soltar.
— Boa... boa noite — gaguejou o moleque, com a bandeja tremendo de leve nas mãos. Ele não conseguiu evitar. O olhar dele viajou do pescoço da Josefina pra baixo, cravando naquelas aréolas escuras que se insinuavam atrás do linho branco. Ele umedeceu os lábios sem perceber, engolindo saliva com dificuldade.
A Josefina notou o impacto na hora. Ela se endireitou, jogando os ombros pra trás, o que fez os peitos dela se projetarem pra frente, esticando o tecido até o limite absoluto. Sorriu pro moleque, um sorriso de loba com presa no horizonte.
— Oi, gato — disse ela com uma voz rouca e doce—. Trouxemos a mesma sede da outra vez.
O garçom ficou vermelho até as orelhas, balançando a cabeça quase mecanicamente enquanto anotava nosso pedido. Durante toda a janta, o espetáculo foi implacável. Josefina se mexia na cadeira com deliberação; cada vez que se inclinava pra frente pra pegar sua taça de vinho branco, a blusa abria um pouco mais, oferecendo uma visão direta do abismo entre os seios, e a tensão do tecido fazia os bicos marcarem com um detalhe pornográfico. O moleque voltava pra nossa mesa toda vez que podia, com desculpas bestas pra trazer água ou pão, só pra chegar mais perto daquele desfile de carne.
A gente bebeu vinho branco com generosidade. O álcool esquentou nosso sangue, soltando as inibições que já eram fracas por natureza. Eu olhava pra ela, e ela olhava pra mim, e depois os dois olhávamos pro garçom, dividindo um segredo sujo e cúmplice. A tensão elétrica no ar era quase palpável, um triângulo de luxúria formado pela roupa apertada, os olhares furtivos e o álcool correndo nas nossas veias.
— Tá vendo? — sussurrou Josefina, se inclinando tanto que o botão da blusa cedeu com um "pop" pequeno, liberando mais um centímetro de pele pálida—. Ele não consegue parar de olhar pras minhas tetas. Vai babar se não tomar cuidado.
— Você tá matando ele, amor — respondi, passando a mão pela coxa dela debaixo da mesa, sentindo o calor e a firmeza da perna através da legging preta—. E eu também.
No fim da noite, a garrafa de vinho estava vazia e nossos rostos estavam corados, não só pelo álcool, mas pelo fogo da excitação. O garçom trouxe a conta, e dessa vez, ao se aproximar, Josefina não se segurou. Passou a língua pelos lábios bem devagar, olhando fixo nos olhos dele enquanto ele tentava desesperadamente não descer o olhar pros bicos, que agora, com o calor e o suor, tinham grudado ainda mais na tela transparente, revelando a textura áspera das aréolas dela.
Pagamos e levantamos pra ir embora. A Josefina tava meio instável, se segurando no meu braço. O garçom nos seguiu com o olhar até a porta, devorando ela com os olhos. Lá fora, o ar fresco da noite bateu na gente, mas não esfriou nossos ânimos. Pelo contrário. A mistura do vinho, o risco de ter sido tão explícitos dentro do restaurante e o olhar ganancioso do rapaz tinham nos deixado num estado de febre.
— Tô com tesão, muito tesão — ela murmurou, apertando meu braço contra o peito macio dela —. E sei que você também tá. O que a gente vai fazer agora?
As coisas saíram um pouco do controle naquele momento. A lógica e a prudência se dissiparam, substituídas por uma urgência animal. A gente não queria ir pra casa ainda. Queríamos explodir aquela tensão ali mesmo, na rua, sob a luz da lua, com a adrenalina da transgressão correndo furiosa nas nossas veias...
Continua...
—Vamos embora, amor —sussurrou com um sorriso safado, notando como meu olhar se cravava no peito dela à mostra—. Se a gente ficar aqui mais tempo, vou acabar querendo que você me coma aqui mesmo contra esses tijolos.
Ajudei ela a abotoar o pouco que restava do vestido, mas o tecido estava rasgado e os peitos enormes dela apareciam pelas laterais, tremendo a cada movimento. Saímos do beco com o coração ainda batendo forte no peito, a adrenalina da exposição pública se misturando com o álcool no nosso sangue. Aquela noite marcou o ponto de não retorno; sabíamos que queríamos mais.
Uns dias depois, a vontade de voltar àquele cenário era incontrolável. A mesma mesa, o mesmo clima, mas dessa vez tínhamos um plano mais elaborado. Antes de sair, parei na frente dela no quarto. Josefina já estava vestindo a legging preta. O tecido, fino e elástico, esticou perigosamente sobre o quadril largo e a bunda grande e macia dela, moldando cada curva como uma segunda pele. Não deixou nem um milímetro para a imaginação; a dobra do glúteo se marcava com clareza cada vez que ela mexia uma perna.
—Hoje você vai usar isso —falei, entregando a ela uma blusa branca de linho bem fina, quase transparente.
Ela levantou uma sobrancelha, pegou a peça e vestiu sobre a pele pálida do torso. Não havia permissão para sutiã. Os seios enormes dela caíram com o peso natural, batendo de leve na barriga antes de se acomodarem. A blusa branca esticou na hora, os botões lutando pra segurar a massa de carne que empurrava de dentro. Mas o melhor era o tecido: tão fino que, sob a luz do quarto, as aréolas grandes e escuras dela apareciam claramente através do pano, como duas manchas roxas e úmidas desenhadas no branco perfeito da camisa.
— Olha como fica — disse ela, se aproximando do espelho e passando as mãos pelos peitos, achatando eles contra o peito pra deixar as aréolas ainda mais visíveis —. É quase como se eu tivesse pelada.
— Exatamente — respondi, sentindo a pica endurecer só de olhar pra ela —. O pobre do garçom não vai saber pra onde olhar.
Chegamos no restaurante e o clima tava animado. Nos levaram pro nosso canto favorito e, quase na hora, ele apareceu. O mesmo garçom jovem da outra vez. Assim que ele nos viu, o passo dele travou na hora. Reconheceu a Josefina de cara, e os olhos dele arregalaram quando desceram pro peito dela. A luz quente do lugar fazia a blusa branca ser praticamente inútil como barreira; os círculos escuros dos bicos dela brilhavam através do tecido, e o peso dos peitos fazia o botão mais baixo do decote estar prestes a soltar.
— Boa... boa noite — gaguejou o moleque, com a bandeja tremendo de leve nas mãos. Ele não conseguiu evitar. O olhar dele viajou do pescoço da Josefina pra baixo, cravando naquelas aréolas escuras que se insinuavam atrás do linho branco. Ele umedeceu os lábios sem perceber, engolindo saliva com dificuldade.
A Josefina notou o impacto na hora. Ela se endireitou, jogando os ombros pra trás, o que fez os peitos dela se projetarem pra frente, esticando o tecido até o limite absoluto. Sorriu pro moleque, um sorriso de loba com presa no horizonte.
— Oi, gato — disse ela com uma voz rouca e doce—. Trouxemos a mesma sede da outra vez.
O garçom ficou vermelho até as orelhas, balançando a cabeça quase mecanicamente enquanto anotava nosso pedido. Durante toda a janta, o espetáculo foi implacável. Josefina se mexia na cadeira com deliberação; cada vez que se inclinava pra frente pra pegar sua taça de vinho branco, a blusa abria um pouco mais, oferecendo uma visão direta do abismo entre os seios, e a tensão do tecido fazia os bicos marcarem com um detalhe pornográfico. O moleque voltava pra nossa mesa toda vez que podia, com desculpas bestas pra trazer água ou pão, só pra chegar mais perto daquele desfile de carne.
A gente bebeu vinho branco com generosidade. O álcool esquentou nosso sangue, soltando as inibições que já eram fracas por natureza. Eu olhava pra ela, e ela olhava pra mim, e depois os dois olhávamos pro garçom, dividindo um segredo sujo e cúmplice. A tensão elétrica no ar era quase palpável, um triângulo de luxúria formado pela roupa apertada, os olhares furtivos e o álcool correndo nas nossas veias.
— Tá vendo? — sussurrou Josefina, se inclinando tanto que o botão da blusa cedeu com um "pop" pequeno, liberando mais um centímetro de pele pálida—. Ele não consegue parar de olhar pras minhas tetas. Vai babar se não tomar cuidado.
— Você tá matando ele, amor — respondi, passando a mão pela coxa dela debaixo da mesa, sentindo o calor e a firmeza da perna através da legging preta—. E eu também.
No fim da noite, a garrafa de vinho estava vazia e nossos rostos estavam corados, não só pelo álcool, mas pelo fogo da excitação. O garçom trouxe a conta, e dessa vez, ao se aproximar, Josefina não se segurou. Passou a língua pelos lábios bem devagar, olhando fixo nos olhos dele enquanto ele tentava desesperadamente não descer o olhar pros bicos, que agora, com o calor e o suor, tinham grudado ainda mais na tela transparente, revelando a textura áspera das aréolas dela.
Pagamos e levantamos pra ir embora. A Josefina tava meio instável, se segurando no meu braço. O garçom nos seguiu com o olhar até a porta, devorando ela com os olhos. Lá fora, o ar fresco da noite bateu na gente, mas não esfriou nossos ânimos. Pelo contrário. A mistura do vinho, o risco de ter sido tão explícitos dentro do restaurante e o olhar ganancioso do rapaz tinham nos deixado num estado de febre.
— Tô com tesão, muito tesão — ela murmurou, apertando meu braço contra o peito macio dela —. E sei que você também tá. O que a gente vai fazer agora?
As coisas saíram um pouco do controle naquele momento. A lógica e a prudência se dissiparam, substituídas por uma urgência animal. A gente não queria ir pra casa ainda. Queríamos explodir aquela tensão ali mesmo, na rua, sob a luz da lua, com a adrenalina da transgressão correndo furiosa nas nossas veias...
Continua...
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