O sorriso cansado de Mariana era um desafio lançado a uma sala cheia de animais. O corpo dela, uma tela de suor e porra que brilhava sob a luz fraca da sala de jantar. O álcool era combustível no meu sangue, e a pergunta dela acendeu o pavio. Olhei para Juan, para Martín, para Leo e para Sebastián, cujas mãos ainda se moviam devagar sobre os membros eretos e brilhantes.
— Então, seus filhos da puta — falei, minha voz rouca pelo uísque e pela luxúria—. Vocês vão comer essa gostosa. Vão usar ela como a puta suja e nojenta que ela é. Sem ternura, sem palavras bonitas. Só vão foder minha namorada, que hoje é a puta de todos.
Um arrepio percorreu o corpo de Mariana. Ela abriu as pernas ainda mais, um convite explícito que não precisava de palavras. A língua dela passou devagar pelos lábios, úmidos e inchados.
— Vão logo, seus putos — sussurrou, a voz dela um fio partido—. Usem toda eu.
Isso foi tudo que eles precisavam. Juan e Martín se ajoelharam de cada lado da cabeça dela, enquanto Leo se posicionava entre as pernas dela e Sebastián se abaixava para morder as nádegas dela. A cena virou um turbilhão de carne e desejo. Juan enfiou o pau na boca dela com uma brutalidade que a fez engasgar, agarrando-a pelo cabelo. Martín pegou uma das tetas enormes dela, apertando até o bico parecer que ia estourar, e colocou na boca dele para ela chupar. Leo, sem aviso, afundou o membro na buceta dela até as bolas, arrancando um grunhido abafado de Mariana. Sebastián, enquanto isso, separava as nádegas dela e enfiava dois dedos no cu, preparando-a.
— Olha essa vagabunda, como engole tudo — grunhiu Juan, metendo na cara dela—. Você é uma ninfomaníaca, né, puta?
— Que tetas boas pra levar porra — disse Martín, dando um tapa no outro peito, que deixou uma marca vermelha vibrante.
Leo fodía ela com uma força brutal, as pelves batendo contra as dela com um som úmido e rítmico. Sebastián substituiu os dedos pelo pau, penetrando-a pelo Com a bunda num movimento lento que a fez arquear as costas num grito que foi abafado pelo pau do Juan. Ela estava cheia, usada pelos quatro buracos ao mesmo tempo, um objeto para o prazer deles. E ela adorava aquilo. As mãos dela agarravam o tapete, as pernas tremiam descontroladamente. De repente, o corpo dela se tensionou como um arco. Um grito gutural escapou da garganta dela, e um jato de líquido quente saiu disparado da buceta dela, encharcando o Leo e o chão. O primeiro orgasmo dela foi violento, visual. Mas não foi o último. Enquanto eles continuavam usando ela sem piedade, ela teve outro, e depois mais um. Cada um vinha acompanhado de um jato e gritos que misturavam dor e êxtase.
Eu fiquei de pé, um espectador privilegiado da degradação da minha mina. Minha mão se movia sobre meu próprio pau, que tinha ficado duro como pedra de novo. Eu observava ela, como o corpo dela se entregava ao prazer, como ela se tornava o centro daquela orgia de luxúria. Era a visão mais excitante que eu já tinha contemplado.
Vi como os movimentos dos meus amigos ficavam mais erráticos, como a respiração deles acelerava. Eles estavam prestes a gozar.
— Não goza dentro! — gritei, minha voz cortando o ar denso—. Por cima do meu pau, seus filhos da puta, de novo!
Como se fossem soldados obedecendo uma ordem, eles se afastaram dela. A Mariana ficou no chão, um amontoado tremendo, com os buracos abertos e vazando. Eles se ajoelharam na minha frente, os rostos contorcidos pelo esforço. O Sebastião foi o primeiro, um jatinho grosso que aterrissou na minha glande. Depois o Leo, cuja carga foi mais generosa, espirrando por toda a haste. O Martin e o Juan seguiram quase ao mesmo tempo, e as porras deles se misturaram com as dos outros. Dessa vez a putaria foi tanta que eles soltaram muito mais porra que antes, deixando meu pau totalmente banhado em sêmen, uma camada grossa e quente que escorria pelas minhas bolas e descia pelas minhas coxas.
Eu me ajoelhei entre as pernas da Mariana, que me olhava com olhos vidrados e suplicantes. Com a pica coberta e usando o semen dos meus amigos como lubrificante, penetrei ela de novo. Deslizei meu membro coberto de porra na buceta dela, ainda úmida e sensível. A sensação era incrível, um calor e uma textura estranhos e superestimulantes. Fiquei comendo minha mina por muito tempo, com um ritmo lento e profundo no começo, depois mais rápido e pesado. Queria sentir ela toda, queria que minha pica memorizasse cada centímetro do interior dela enquanto estava lubrificada com a essência de outros quatro caras. Ela gemia, sem forças pra gritar, entregue por completo à penetração. Quando senti que o ponto de não retorno era iminente, acelerei o ritmo até gozar dentro dela com uma força que me deixou sem fôlego. Jorrei uma quantidade exagerada de porra, sentindo ela encher por completo, até o excesso começar a escorrer pra fora da pussy, se misturando com o semen dos meus amigos que já estava lá. Ela teve outro orgasmo, daqueles silenciosos que fazem os olhos dela revirarem, ficando totalmente brancos, e o corpo dela começou a tremer de êxtase, como se tivesse tendo um ataque de epilepsia. A respiração dela estava agitada demais e entrecortada, sinal de que aquele orgasmo tinha uma potência inimaginável.
Me retirei, exausto, e me recostei sobre os calcanhares. Meus amigos, que não tinham parado de bater punheta enquanto me olhavam, gozaram de novo. Se aproximaram da Mariana, que estava deitada imóvel no chão, e apontaram as picas na direção do rosto dela. Jatos de porra quente caíram nas bochechas dela, na testa, no nariz e nos lábios. Abriram a boca dela e despejaram mais cum pra dentro, até o rosto dela ficar completamente coberto, uma máscara branca e espessa que escorria lentamente. Uma grande máscara de porra; era o final perfeito.
— Então, seus filhos da puta — falei, minha voz rouca pelo uísque e pela luxúria—. Vocês vão comer essa gostosa. Vão usar ela como a puta suja e nojenta que ela é. Sem ternura, sem palavras bonitas. Só vão foder minha namorada, que hoje é a puta de todos.
Um arrepio percorreu o corpo de Mariana. Ela abriu as pernas ainda mais, um convite explícito que não precisava de palavras. A língua dela passou devagar pelos lábios, úmidos e inchados.
— Vão logo, seus putos — sussurrou, a voz dela um fio partido—. Usem toda eu.
Isso foi tudo que eles precisavam. Juan e Martín se ajoelharam de cada lado da cabeça dela, enquanto Leo se posicionava entre as pernas dela e Sebastián se abaixava para morder as nádegas dela. A cena virou um turbilhão de carne e desejo. Juan enfiou o pau na boca dela com uma brutalidade que a fez engasgar, agarrando-a pelo cabelo. Martín pegou uma das tetas enormes dela, apertando até o bico parecer que ia estourar, e colocou na boca dele para ela chupar. Leo, sem aviso, afundou o membro na buceta dela até as bolas, arrancando um grunhido abafado de Mariana. Sebastián, enquanto isso, separava as nádegas dela e enfiava dois dedos no cu, preparando-a.
— Olha essa vagabunda, como engole tudo — grunhiu Juan, metendo na cara dela—. Você é uma ninfomaníaca, né, puta?
— Que tetas boas pra levar porra — disse Martín, dando um tapa no outro peito, que deixou uma marca vermelha vibrante.
Leo fodía ela com uma força brutal, as pelves batendo contra as dela com um som úmido e rítmico. Sebastián substituiu os dedos pelo pau, penetrando-a pelo Com a bunda num movimento lento que a fez arquear as costas num grito que foi abafado pelo pau do Juan. Ela estava cheia, usada pelos quatro buracos ao mesmo tempo, um objeto para o prazer deles. E ela adorava aquilo. As mãos dela agarravam o tapete, as pernas tremiam descontroladamente. De repente, o corpo dela se tensionou como um arco. Um grito gutural escapou da garganta dela, e um jato de líquido quente saiu disparado da buceta dela, encharcando o Leo e o chão. O primeiro orgasmo dela foi violento, visual. Mas não foi o último. Enquanto eles continuavam usando ela sem piedade, ela teve outro, e depois mais um. Cada um vinha acompanhado de um jato e gritos que misturavam dor e êxtase.
Eu fiquei de pé, um espectador privilegiado da degradação da minha mina. Minha mão se movia sobre meu próprio pau, que tinha ficado duro como pedra de novo. Eu observava ela, como o corpo dela se entregava ao prazer, como ela se tornava o centro daquela orgia de luxúria. Era a visão mais excitante que eu já tinha contemplado.
Vi como os movimentos dos meus amigos ficavam mais erráticos, como a respiração deles acelerava. Eles estavam prestes a gozar.
— Não goza dentro! — gritei, minha voz cortando o ar denso—. Por cima do meu pau, seus filhos da puta, de novo!
Como se fossem soldados obedecendo uma ordem, eles se afastaram dela. A Mariana ficou no chão, um amontoado tremendo, com os buracos abertos e vazando. Eles se ajoelharam na minha frente, os rostos contorcidos pelo esforço. O Sebastião foi o primeiro, um jatinho grosso que aterrissou na minha glande. Depois o Leo, cuja carga foi mais generosa, espirrando por toda a haste. O Martin e o Juan seguiram quase ao mesmo tempo, e as porras deles se misturaram com as dos outros. Dessa vez a putaria foi tanta que eles soltaram muito mais porra que antes, deixando meu pau totalmente banhado em sêmen, uma camada grossa e quente que escorria pelas minhas bolas e descia pelas minhas coxas.
Eu me ajoelhei entre as pernas da Mariana, que me olhava com olhos vidrados e suplicantes. Com a pica coberta e usando o semen dos meus amigos como lubrificante, penetrei ela de novo. Deslizei meu membro coberto de porra na buceta dela, ainda úmida e sensível. A sensação era incrível, um calor e uma textura estranhos e superestimulantes. Fiquei comendo minha mina por muito tempo, com um ritmo lento e profundo no começo, depois mais rápido e pesado. Queria sentir ela toda, queria que minha pica memorizasse cada centímetro do interior dela enquanto estava lubrificada com a essência de outros quatro caras. Ela gemia, sem forças pra gritar, entregue por completo à penetração. Quando senti que o ponto de não retorno era iminente, acelerei o ritmo até gozar dentro dela com uma força que me deixou sem fôlego. Jorrei uma quantidade exagerada de porra, sentindo ela encher por completo, até o excesso começar a escorrer pra fora da pussy, se misturando com o semen dos meus amigos que já estava lá. Ela teve outro orgasmo, daqueles silenciosos que fazem os olhos dela revirarem, ficando totalmente brancos, e o corpo dela começou a tremer de êxtase, como se tivesse tendo um ataque de epilepsia. A respiração dela estava agitada demais e entrecortada, sinal de que aquele orgasmo tinha uma potência inimaginável.
Me retirei, exausto, e me recostei sobre os calcanhares. Meus amigos, que não tinham parado de bater punheta enquanto me olhavam, gozaram de novo. Se aproximaram da Mariana, que estava deitada imóvel no chão, e apontaram as picas na direção do rosto dela. Jatos de porra quente caíram nas bochechas dela, na testa, no nariz e nos lábios. Abriram a boca dela e despejaram mais cum pra dentro, até o rosto dela ficar completamente coberto, uma máscara branca e espessa que escorria lentamente. Uma grande máscara de porra; era o final perfeito.
0 comentários - Minha namorada chupa com a porra dos meus amigos 2