O ar denso no quarto, uma mistura de suor, sêmen e o perfume doce de Lucía, se agitou levemente. O sorriso de Carlos era um troféu de conquista, e o de Alejandro, um espelho da própria depravação recém-descoberta. Lucía, ajoelhada entre eles, lambeu o último rastro de gozo dos dedos com uma devoção quase religiosa, os olhos brilhando com um pedido silencioso que pairava no ar como uma promessa. "Mais", sussurrou de novo, a voz um fio rouco de desejo puro.
Foi naquele instante de saciedade suspensa que a porta se abriu de repente. Não houve um baque seco, mas um rangido agudo e violento, como se alguém a tivesse arrancado das dobradiças. No batente, de pé com a luz da manhã criando um halo de fúria ao redor, estava María, a mãe. Sua camisola de seda, normalmente impecável, estava amassada. Seu cabelo, uma bagunça escurecida pelo suor de um sonho inquieto, emoldurava um rosto contorcido numa máscara de incredulidade e raiva pura. Seus olhos arregalados saltaram da filha nua e brilhante para o marido e o filho, ambos eretos e manchados com a evidência do pecado. Um som gutural, uma mistura de engasgo e grito, escapou da garganta dela.
"Que pussy...!", gritou, mas a voz falhou, afogada pelo choque que a paralisou no batente.
Alejandro e Carlos não se assustaram. Não se cobriram. Em vez disso, trocaram um olhar lento, carregado de cumplicidade e um desafio visceral. Foi Carlos quem quebrou a tensão. Com um movimento fluido, agarrou Lucía pela cintura e a puxou para trás na cama, abrindo de novo as pernas dela com uma autoridade inegável. "Você, cala a boca e olha", ordenou a María sem desviar o olhar da pussy molhada da filha. Alejandro, seguindo a corrente, se ajoelhou na frente de Lucía, o pau já duro de novo, e enfiou de uma só estocada, profunda e brutal. O gemido de Lucía não foi de dor, mas de êxtase retumbante, um som feito para atravessar a quarto e cravar-se na alma de sua mãe.
Maria ficou ali, uma estátua de dor e humilhação. As lágrimas começaram a rolar por suas bochechas, não em soluços, mas em um rio silencioso de impotência. Seus olhos estavam fixos na cena, no vai e vem rítmico e selvagem dos corpos de sua filha e seu filho. Ela via como as mãos de Alejandro afundavam nas ancas de Lucía, como os colhões de Carlos batiam na bunda da jovem a cada estocada. O som da carne contra a carne, os gemidos, os grunhidos… era uma sinfonia da degradação e, para seu horror, ela sentia um calor absurdo que se espalhava do estômago até entre as pernas. Sua mão, como se tivesse vontade própria, desceu. Deslizou sob o tecido da camisola, encontrou o calor da sua buceta já encharcada, e começou a se esfregar. Não foi um toque suave; foi frenético, desesperado, uma masturbação violenta através do tecido molhado enquanto as lágrimas continuavam caindo.
Alejandro a viu. Um sorriso cruel se desenhou em seu rosto enquanto continuava se movendo dentro de Lucía. Ele parou, tirou o pau com um estalo molhado e se levantou. Caminhou até Maria, seu corpo nu e brilhante sob a luz da manhã. Agarrou-a pelo braço com uma força que a fez gritar. “Tá vendo, mãe? Você gosta de olhar, né, puta? Vem aqui e junta-se à foda em família”, sibilou, e a arrastou para a cama, jogando-a sobre os colchões ao lado de Lucía e Carlos. Com um movimento brusco, rasgou o botão da camisola, expondo seus peitões enormes, que quicaram com a violência do gesto. Ele não se deu ao trabalho de tirar as calças; simplesmente as baixou até os joelhos.
Ele se atirou sobre ela. Penetrou-a sem aviso, entrando na sua buceta com uma brutalidade que a fez arquear a espinha. “Gostosa! Puta!”, gritou Alejandro, enquanto a comia com uma fúria animal. Suas mãos se fecharam sobre seus peitos, apertando com tanta força que a carne branca se amontoava entre seus dedos. Ele deu um tapa nela. na bunda, tão forte que a palmada ecoou pelo quarto, seguida por um grito da Maria que era metade dor, metade prazer. Depois ele deu um tapa nela, um tapa seco e duro que virou a cabeça dela para o lado. Antes que ela pudesse reagir, ele cuspiu na cara dela, um fio longo de saliva que escorreu pela bochecha e pelos lábios. Maria, em vez de recuar, lambeu a cusparada, os olhos vidrados de luxúria. “Isso! Eu sou sua putinha! Me trata assim! Me dá mais, filho, me dá mais!”, gritou ela, a voz perdida no caos.
O quarto virou um turbilhão de carne e desejo. Enquanto Carlos montava a Lucía, metendo sem piedade por trás, Alejandro fazia o mesmo com a mãe dele, no outro lado da cama. Os gemidos das duas mulheres se misturavam num coro de submissão. O corpo de Alejandro se tensionou, uma onda de calor subiu pela espinha e, com um rugido primal, ele gozou. Despejou uma quantidade imensa de porra dentro da Maria, sentindo o pau pulsando uma vez atrás da outra, enchendo ela, transbordando. Ao mesmo tempo, Carlos se endireitou, agarrou as cadeiras da Lucía com força e também se gozou dentro dela, um jorro de cum quente que inundou a pussy da filha dele pela segunda vez naquela manhã. Os dois homens desabaram sobre suas respectivas parceiras, ofegando, enquanto o quarto ficava num silêncio pesado, quebrado só pelo gotejar lento e obsceno da porra escapando dos corpos das duas mulheres, uma mãe e uma filha, marcadas e possuídas.
Foi naquele instante de saciedade suspensa que a porta se abriu de repente. Não houve um baque seco, mas um rangido agudo e violento, como se alguém a tivesse arrancado das dobradiças. No batente, de pé com a luz da manhã criando um halo de fúria ao redor, estava María, a mãe. Sua camisola de seda, normalmente impecável, estava amassada. Seu cabelo, uma bagunça escurecida pelo suor de um sonho inquieto, emoldurava um rosto contorcido numa máscara de incredulidade e raiva pura. Seus olhos arregalados saltaram da filha nua e brilhante para o marido e o filho, ambos eretos e manchados com a evidência do pecado. Um som gutural, uma mistura de engasgo e grito, escapou da garganta dela.
"Que pussy...!", gritou, mas a voz falhou, afogada pelo choque que a paralisou no batente.
Alejandro e Carlos não se assustaram. Não se cobriram. Em vez disso, trocaram um olhar lento, carregado de cumplicidade e um desafio visceral. Foi Carlos quem quebrou a tensão. Com um movimento fluido, agarrou Lucía pela cintura e a puxou para trás na cama, abrindo de novo as pernas dela com uma autoridade inegável. "Você, cala a boca e olha", ordenou a María sem desviar o olhar da pussy molhada da filha. Alejandro, seguindo a corrente, se ajoelhou na frente de Lucía, o pau já duro de novo, e enfiou de uma só estocada, profunda e brutal. O gemido de Lucía não foi de dor, mas de êxtase retumbante, um som feito para atravessar a quarto e cravar-se na alma de sua mãe.
Maria ficou ali, uma estátua de dor e humilhação. As lágrimas começaram a rolar por suas bochechas, não em soluços, mas em um rio silencioso de impotência. Seus olhos estavam fixos na cena, no vai e vem rítmico e selvagem dos corpos de sua filha e seu filho. Ela via como as mãos de Alejandro afundavam nas ancas de Lucía, como os colhões de Carlos batiam na bunda da jovem a cada estocada. O som da carne contra a carne, os gemidos, os grunhidos… era uma sinfonia da degradação e, para seu horror, ela sentia um calor absurdo que se espalhava do estômago até entre as pernas. Sua mão, como se tivesse vontade própria, desceu. Deslizou sob o tecido da camisola, encontrou o calor da sua buceta já encharcada, e começou a se esfregar. Não foi um toque suave; foi frenético, desesperado, uma masturbação violenta através do tecido molhado enquanto as lágrimas continuavam caindo.
Alejandro a viu. Um sorriso cruel se desenhou em seu rosto enquanto continuava se movendo dentro de Lucía. Ele parou, tirou o pau com um estalo molhado e se levantou. Caminhou até Maria, seu corpo nu e brilhante sob a luz da manhã. Agarrou-a pelo braço com uma força que a fez gritar. “Tá vendo, mãe? Você gosta de olhar, né, puta? Vem aqui e junta-se à foda em família”, sibilou, e a arrastou para a cama, jogando-a sobre os colchões ao lado de Lucía e Carlos. Com um movimento brusco, rasgou o botão da camisola, expondo seus peitões enormes, que quicaram com a violência do gesto. Ele não se deu ao trabalho de tirar as calças; simplesmente as baixou até os joelhos.
Ele se atirou sobre ela. Penetrou-a sem aviso, entrando na sua buceta com uma brutalidade que a fez arquear a espinha. “Gostosa! Puta!”, gritou Alejandro, enquanto a comia com uma fúria animal. Suas mãos se fecharam sobre seus peitos, apertando com tanta força que a carne branca se amontoava entre seus dedos. Ele deu um tapa nela. na bunda, tão forte que a palmada ecoou pelo quarto, seguida por um grito da Maria que era metade dor, metade prazer. Depois ele deu um tapa nela, um tapa seco e duro que virou a cabeça dela para o lado. Antes que ela pudesse reagir, ele cuspiu na cara dela, um fio longo de saliva que escorreu pela bochecha e pelos lábios. Maria, em vez de recuar, lambeu a cusparada, os olhos vidrados de luxúria. “Isso! Eu sou sua putinha! Me trata assim! Me dá mais, filho, me dá mais!”, gritou ela, a voz perdida no caos.
O quarto virou um turbilhão de carne e desejo. Enquanto Carlos montava a Lucía, metendo sem piedade por trás, Alejandro fazia o mesmo com a mãe dele, no outro lado da cama. Os gemidos das duas mulheres se misturavam num coro de submissão. O corpo de Alejandro se tensionou, uma onda de calor subiu pela espinha e, com um rugido primal, ele gozou. Despejou uma quantidade imensa de porra dentro da Maria, sentindo o pau pulsando uma vez atrás da outra, enchendo ela, transbordando. Ao mesmo tempo, Carlos se endireitou, agarrou as cadeiras da Lucía com força e também se gozou dentro dela, um jorro de cum quente que inundou a pussy da filha dele pela segunda vez naquela manhã. Os dois homens desabaram sobre suas respectivas parceiras, ofegando, enquanto o quarto ficava num silêncio pesado, quebrado só pelo gotejar lento e obsceno da porra escapando dos corpos das duas mulheres, uma mãe e uma filha, marcadas e possuídas.
0 comentários - Fodendo a irmã com o pai 2