O som das chaves na fechadura foi a última coisa que ouvi com normalidade naquele dia. Ao abrir a porta, um cheiro de suor e sexo me atingiu como um soco. Meu coração acelerou enquanto eu avançava pelo corredor, e então eu os vi. Ali, no sofá da minha própria sala, estavam meu pai Carlos e meu irmão Miguel. E entre eles, ela. Minha namorada Sofia.
Suas tetas enormes quicavam a cada estocada enquanto Carlos a pegava por trás, suas mãos agarravam sua cintura com tanta força que deixavam marcas vermelhas na pele pálida dela. Miguel estava na frente dela, seu pau gigante completamente enterrado na boca dela. Sofia gemia, olhos fechados, totalmente entregue à obscenidade. Seu corpo de modelo brilhava de suor, o cabelo escuro colado no pescoço.
— Olha quem chegou! — gritou Carlos sem parar —. O pauzinho voltou pra casa.
Miguel riu, tirando o pau da boca de Sofia para olhar diretamente para mim. — Vem, chega mais. Olha como se aproveita um pau de verdade.
Eu não consegui me mover. Meus pés estavam cravados no chão enquanto observava Carlos mudar de posição, colocando Sofia por cima dele. Seu pau, que devia ter pelo menos vinte e cinco centímetros, desapareceu completamente dentro da buceta dela. Ela gritou de prazer, arqueando as costas.
— Ai, sim! É gigante! Me dá mais! — gritava Sofia, sem nem olhar para mim.
Miguel se aproximou por trás, e vi com horror como ele começava a meter o pau no cu de Sofia. Ela gritou mais alto, mas era um grito de puro êxtase. Os dois a penetravam ao mesmo tempo, seus corpos se movendo numa coreografia animal que eu nunca conseguiria igualar.
— Tá vendo isso, anão? — disse Carlos entre ofegos —. É assim que se fode uma mulher. Com paus de verdade, não com essa piroquinha que você tem entre as pernas.
Minhas mãos tremiam enquanto eu desabotoava minha calça. Meu pau, ridiculamente pequeno comparado aos deles, estava duro. Comecei a me masturbar, me sentindo patético enquanto eles curtiam minha namorada.
Sofia me olhou então, seus olhos cheios de luxúria.
—Sim, papai! Me olha! Me olha enquanto me comem como você nunca conseguiria! —ela gritou—. Os paus deles são tão grandes! Me preenchem por completo!
Carlos e Miguel aumentaram o ritmo, seus corpos batendo contra Sofia com força bruta. Os sons de pele contra pele misturados com os gemidos dela enchiam o quarto. Eu continuava me masturbando, meus movimentos desajeitados e vergonhosos comparados com a força animal deles.
—Vou gozar dentro! —gritou Carlos—. Vou encher essa buceta com meu leite!
—Eu também! —acrescentou Miguel, enfiando também o pau na buceta da minha namorada junto com o do meu padrasto—. Na buceta também!
Sofia gritou quando os dois gozaram ao mesmo tempo. Vi como seus corpos se tensaram, como seus paus bombeavam dentro dela. Quando se retiraram, vi poças de leite branco escorrendo da buceta dela. Ela ficou ali, exausta mas satisfeita, seu corpo coberto de fluidos.
—Agora sua vez, pinto pequeno —disse Carlos—. Vem limpar isso.
Me arrastei até eles, meu pau ainda na mão. Sofia me olhou com desprezo.
—Não chega perto de mim com essa coisinha. Só vem limpar a bagunça que os homens de verdade deixaram.
Passei os minutos seguintes lambendo o leite do corpo dela, humilhado até o fundo da minha alma enquanto eles riam. Quando terminei, me mandaram sair da sala.
Três dias depois, Sofia e eu estávamos na cozinha. Ela estava silenciosa, nervosa. Finalmente falou.
—Estou grávida —disse, sem me olhar nos olhos—. E não é seu.
Meu mundo desabou.
—De quem é?
Ela finalmente me olhou, e houve um vislumbre de algo que poderia ser pena nos olhos dela.
—Não sei. Pode ser do Carlos ou do Miguel. Ou pode ser dos dois. O que eu sei é que nunca poderia ser seu. Não com esse pau que você tem.
Ela me deixou ali, na cozinha, enquanto saía de casa. Ouvi ela ligar o carro do Carlos, provavelmente para ir a outra sessão de sexo. Fiquei sozinho, sabendo que minha vida tinha mudado para sempre. Minha namorada estava grávida do meu pai ou do meu irmão, ou talvez dos dois, e eu só conseguia bater uma punheta com meu pau pequeno, lembrando como eles tinham comido ela como animais na minha frente.
Suas tetas enormes quicavam a cada estocada enquanto Carlos a pegava por trás, suas mãos agarravam sua cintura com tanta força que deixavam marcas vermelhas na pele pálida dela. Miguel estava na frente dela, seu pau gigante completamente enterrado na boca dela. Sofia gemia, olhos fechados, totalmente entregue à obscenidade. Seu corpo de modelo brilhava de suor, o cabelo escuro colado no pescoço.
— Olha quem chegou! — gritou Carlos sem parar —. O pauzinho voltou pra casa.
Miguel riu, tirando o pau da boca de Sofia para olhar diretamente para mim. — Vem, chega mais. Olha como se aproveita um pau de verdade.
Eu não consegui me mover. Meus pés estavam cravados no chão enquanto observava Carlos mudar de posição, colocando Sofia por cima dele. Seu pau, que devia ter pelo menos vinte e cinco centímetros, desapareceu completamente dentro da buceta dela. Ela gritou de prazer, arqueando as costas.
— Ai, sim! É gigante! Me dá mais! — gritava Sofia, sem nem olhar para mim.
Miguel se aproximou por trás, e vi com horror como ele começava a meter o pau no cu de Sofia. Ela gritou mais alto, mas era um grito de puro êxtase. Os dois a penetravam ao mesmo tempo, seus corpos se movendo numa coreografia animal que eu nunca conseguiria igualar.
— Tá vendo isso, anão? — disse Carlos entre ofegos —. É assim que se fode uma mulher. Com paus de verdade, não com essa piroquinha que você tem entre as pernas.
Minhas mãos tremiam enquanto eu desabotoava minha calça. Meu pau, ridiculamente pequeno comparado aos deles, estava duro. Comecei a me masturbar, me sentindo patético enquanto eles curtiam minha namorada.
Sofia me olhou então, seus olhos cheios de luxúria.
—Sim, papai! Me olha! Me olha enquanto me comem como você nunca conseguiria! —ela gritou—. Os paus deles são tão grandes! Me preenchem por completo!
Carlos e Miguel aumentaram o ritmo, seus corpos batendo contra Sofia com força bruta. Os sons de pele contra pele misturados com os gemidos dela enchiam o quarto. Eu continuava me masturbando, meus movimentos desajeitados e vergonhosos comparados com a força animal deles.
—Vou gozar dentro! —gritou Carlos—. Vou encher essa buceta com meu leite!
—Eu também! —acrescentou Miguel, enfiando também o pau na buceta da minha namorada junto com o do meu padrasto—. Na buceta também!
Sofia gritou quando os dois gozaram ao mesmo tempo. Vi como seus corpos se tensaram, como seus paus bombeavam dentro dela. Quando se retiraram, vi poças de leite branco escorrendo da buceta dela. Ela ficou ali, exausta mas satisfeita, seu corpo coberto de fluidos.
—Agora sua vez, pinto pequeno —disse Carlos—. Vem limpar isso.
Me arrastei até eles, meu pau ainda na mão. Sofia me olhou com desprezo.
—Não chega perto de mim com essa coisinha. Só vem limpar a bagunça que os homens de verdade deixaram.
Passei os minutos seguintes lambendo o leite do corpo dela, humilhado até o fundo da minha alma enquanto eles riam. Quando terminei, me mandaram sair da sala.
Três dias depois, Sofia e eu estávamos na cozinha. Ela estava silenciosa, nervosa. Finalmente falou.
—Estou grávida —disse, sem me olhar nos olhos—. E não é seu.
Meu mundo desabou.
—De quem é?
Ela finalmente me olhou, e houve um vislumbre de algo que poderia ser pena nos olhos dela.
—Não sei. Pode ser do Carlos ou do Miguel. Ou pode ser dos dois. O que eu sei é que nunca poderia ser seu. Não com esse pau que você tem.
Ela me deixou ali, na cozinha, enquanto saía de casa. Ouvi ela ligar o carro do Carlos, provavelmente para ir a outra sessão de sexo. Fiquei sozinho, sabendo que minha vida tinha mudado para sempre. Minha namorada estava grávida do meu pai ou do meu irmão, ou talvez dos dois, e eu só conseguia bater uma punheta com meu pau pequeno, lembrando como eles tinham comido ela como animais na minha frente.
0 comentários - Meu pai e meu irmão engravidam minha namorada