Primeira parte do roubo do vídeo

Sou a Mônica, tenho 36 anos, sou casada há vários anos. Vou me descrever como sou: tenho 1,70m de altura, peso entre 53 e 56 quilos, sou magra, pode-se dizer. Peitos grandes e extravagantes — foi um presente de aniversário pro meu marido. Também tenho uma bunda grande e firme, de tanto fazer atividade física. Sou muito gostosa pros homens, sei me vestir elegante e sexy pra mim e pros outros. Muito sociável, simpática, tagarela, amigona das minhas amigas, boa mãe, carinhosa, presente, atenta e protetora com os meus. Sou morena de olhos pretos, sou nota 9/10 pra qualquer homem.

Minha vida financeira é super resolvida, porque casei com o Carlos: 46 anos, está em boa forma pra idade, é gerente de uma multinacional e isso nos dá uma vida muito confortável. Temos dois carros, o último modelo de alta gama da Mercedes, duas casas — uma na província de Buenos Aires, de dois andares, com piscina e um parque bem grande, num condomínio fechado bem exclusivo, e outra em Montevidéu, Uruguai, que usamos pra férias, mas também viajamos pra outros lugares várias vezes por ano. Temos um filho chamado Lucio, de 14 anos, magro pra idade, zero esporte na vida, inteligente, joga xadrez e jogos de PC, muito introvertido, difícil socializar com gente que acabou de conhecer e nem se fala com o gênero feminino, pelo que eu sei.

Casei aos 24 anos, foi amor. Carlos, meu marido, sempre foi normalzinho na cama — não muito grande nem sessões maratônicas de sexo — e isso não me incomodava porque eu também era assim. Ou pelo menos achava que era. Mas com os anos, a monotonia foi deixando nossa vida sexual mais apagada e chata do que já era. Tentamos acender essa chispa com fantasias, falar putaria, mas nunca passou pela nossa cabeça algo como troca de casais ou casamento aberto. Funcionou por um tempo. Até dois anos atrás, Carlos me convenceu a tirar fotos nua. No começo foi difícil, começou com fotos provocantes e de lingerie, depois passou pra fotos dos meus peitos, aí a gente começou a brincar de mandar fotos das minhas tetas, da minha bunda ou da minha... Fio dental enquanto ele tava no trabalho e eu recebia fotos da pica dura dele com algum comentário quente meio besta... isso começou a nos dar um tesão danado até que fomos ficando seguros e começamos a nos filmar por alguns segundos transando e deletávamos na hora. Era mais filmar na nossa casa quando eu dava pra ele, ver o vídeo um tempo depois de terminar e apagar, a gente sempre fazia isso. Menos um dia que nosso filho tinha ido dormir na casa de um amigo da escola e a gente aproveitou pra sair pra jantar com um casal amigo. Chegamos tarde e cansados, mas com vontade. Naquela noite, eu chupei ele até ele gozar na minha boca — algo que eu não gosto, mas dou esse gosto pro meu marido, sem engolir, nunca fiz isso. Nesse dia, ele me filmou e não apagou o vídeo. Dura um minuto e, com pouca luz, não dá pra ver meu rosto, eu cubro com meu cabelo preto, mas dá pra ver bem que eu tô fazendo um oral. E, sinceramente, ninguém me reconheceria, a não ser alguém que me conheça muito bem, que perceberia.

No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e, por azar, roubaram o celular dele. E aí, em alguns meses, um mundo novo se abriria pra gente. No começo, não demos importância, estávamos mais preocupados com o mau momento que ele passou — embora não tenham machucado ele — do que com o vídeo, mesmo sabendo que ele tava lá e que iam acabar postando na internet. O tempo passou e nunca mais soubemos do celular nem do vídeo. O que comecei a notar foram atitudes estranhas do Lucio comigo: olhares quando eu não tava olhando, mas eu percebia, ele era muito ruim pra disfarçar. Muita companhia pra ir a lugares comigo, lugares que pra um garoto da idade dele não eram nada atraentes — tipo mercados, lojas de roupa, casa da minha mãe, tudo chato pra ele.

Até que uma tarde, quase noite, esperando meu marido chegar, o Lucio tava fazendo a lição de casa e eu pedi uma caneta emprestada. Me aproximei pelo lado dele, me inclinei pra pegar a caneta e vi como o olhar dele foi direto pro canal das minhas tetas. Percebi na hora, ele se tocou e desviou o olhar na mesma hora. Eu me fiz de sonsa, como se nada tivesse acontecido. Passei, que perturbada. A noite toda, enquanto jantávamos, não parei de pensar no Lúcio e na atração evidente dele pela mãe. Fiquei pensando: qual parte do meu corpo ele gostaria mais? Seria igual ao meu marido, que ficava louco pelas minhas tetas. Comecei a levar na esportiva com o passar dos dias, sem dar muita importância. Quando pegava ele me olhando com cara de safado, pensava: "Lá vem esse menino de novo me olhando com vontade". E até achava graça, pensando se todos os garotos nessa idade são tão punheteiros assim.

Assim os dias foram passando, e comecei a notar a cueca dele cheia de manchas brancas e secas quando colocava na máquina de lavar. Comecei a perceber a situação: era óbvio que ele se masturbava, mas isso ele já fazia antes. Só que agora tava com muito mais quantidade. O que será que tava deixando ele tão excitado assim? Será que era eu? E comecei a pensar: com o que ele se masturbava? Será que era só imaginando meu corpo, pensando em coisas que eu obviamente faria com ele? Ou será que ele via pornô também? E que tipo de pornô ele gostava pra se aliviar à noite?

Uma tarde, fui colocar a roupa dele pra lavar e me deparei de novo com a cueca cheia de porra seca, toda manchada. Da minha boca saiu a palavra: "Tá cheio de cum". Pela primeira vez, chamei o sêmen do meu filho de cum. Mas também percebi que sempre pensava como "cum", e não como sêmen, líquido seminal ou algo do tipo. E eu tava segurando a peça com a mão, e com os dedos indicador e médio, comecei a fazer círculos em cima das manchas de cum do meu filho. Por um instante, pensei em levar os dedos ao nariz pra sentir o cheiro dele. Mas não fiz. Fiz uma cara de nojo e repulsa, lembrando que nem do meu marido eu gostava de engolir porra, só fazia isso pra agradar ele, não por prazer meu.

Pensei: queria saber que tipo de vídeo pornô ele via. Aí, uma tarde, entrei no PC dele pra dar uma olhada. No começo, não achei nada, mas depois encontrei. Uma pasta chamada "música". Quando abri, me deparei com nomes de meninas (depois descobri que eram nomes de estrelas pornô), tipo: "Dani Daniels, Charly Sommers, Kenzie Taylor, Ariela". Ferrara. Onde os temas eram elas fazendo papel de madrastras e comendo os próprios filhos, vi vários vídeos e me senti viva, excitada. Minha mão foi automaticamente pra minha entreperna, pros meus dedos acariciarem por cima do meu shortinho (shorts curtos) de tecido bem fininho que eu usava pra limpar a casa. O calor começou a me invadir e eu comecei a suar, e aquelas carícias quase imperceptíveis foram ficando mais intensas e com mais pressão, mas devagar, bem devagar. Mas a excitação não era pelo que eu via no vídeo; minha cabeça viajava com meu filho sentado onde eu estava vendo esses vídeos, se masturbando devagar, bem devagar, igualzinho a mãe dele naquele exato momento.

Deve ter passado uma hora ou mais, e eu devo ter visto mais de 20 vídeos enquanto me masturbava. Minha calcinha já tava encharcada, molhada pra caralho, até que encontro um vídeo sem nome, com um número, parecia ser caseiro. Abro e meus olhos se arregalaram com o que vi: era meu vídeo chupando o pau do meu marido. Reconheci na hora. Senti medo, vergonha, humilhação, terror do que meu próprio filho pensaria de mim. Mas também uma excitação que transbordava toda barreira moral e me fazia sentir um prazer imenso de me sentir suja, desejada, que o Lucio me visse como uma mulher que dá pra foder e não como a mãe dele.

Puxei o short pra baixo, tirei as pernas, afastei a calcinha completamente molhada e enfiei meus dedos na minha buceta. Acelerei como nunca pra explodir de prazer. Quando gozei, jorrei como nunca na vida. Tirei a mão, vi ela toda ensopada, com fios de baba pendurados entre minha mão e a buceta. Olhei pra ela e coloquei o vídeo de novo, sem parar, pra me masturbar de novo sem ter parado. Tava com tanto tesão que gozei de novo como uma cachoeira. Não podia acreditar. Aquela manhã eu tava totalmente no cio, enlouquecida. E fiz de novo. Quando terminei, tive três orgasmos seguidos, um atrás do outro, jorrando tudo, e depois mais dois com um pouco mais de espaço entre uma masturbação e outra. Terminei com cinco. Meu shortinho ficou completamente molhado na parte da minha entreperna, como se eu tivesse derramado uma bebida ali. Desliguei o PC, apaguei qualquer rastro de que eu tinha estado no computador e corri pro meu quarto pra me trocar e tomar um banho. Eu estava toda suja depois de gozar. Quando cheguei no quarto, me olhei no espelho grande e, ao me ver toda manchada e molhada, minha calça por causa das minhas próprias brincadeiras de mulher, não consegui evitar um sorriso e pensar no meu filho. Se ele me visse daquele jeito, a imagem no espelho faria ele gozar sem nem se tocar, sujaria o chão com o esperma dele e a barriguinha dele. Entrei no chuveiro e comecei a me masturbar de novo. E aí veio na minha cabeça: será que ele sabia que no vídeo da puta, como ele deveria pensar daquela mulher, era a mãe dele? Ou será que ele não tinha percebido? E esse mistério me deixava com um tesão do caralho, mostrando pro meu marido nas noites seguintes com muito sexo puro. Os dias passavam e era impossível me acalmar. Meu marido me comia todas as noites, ele tava super cansado, não sabia o que tava acontecendo comigo, mas já não aguentava mais. Enquanto isso, eu, cada vez que tinha o pau dele dentro de mim, não conseguia parar de pensar na imagem do meu filho vendo meu vídeo e se tocando. E se ele sabia ou não, essa dúvida não me deixava em paz. Os fins de semana eram assim, desde pequenos eles vinham brincar, os únicos amigos do meu filho: Sebastián, Pablo e Facundo. Jogavam PlayStation, jogos no PC, ou viam filmes e séries na TV, e ficavam pra dormir no fim de semana, às vezes na minha casa, outras vezes na casa de algum deles. Eram muito unidos. E aí comecei a sentir aqueles olhares dos amigos do Lúcio, meu filho, e dele também. No começo, eram quase imperceptíveis, mas com o tempo foram ficando menos sutis, a ponto de me sentir observada o tempo todo pelos quatro garotos. Me sentia uma gazela sendo caçada por leões, esperando a oportunidade de eu me abaixar pra verem minha bunda ou qualquer movimento pra ver um pouco mais de pele. Não me incomodava, já tinha me acostumado com meu filho, e eles só olhavam mesmo, não dava pra falar nada. Provocar eles era mais... Eu me sentia desejada e fogosa por quatro adolescentes me verem daquele jeito. Na minha cabeça, tinha a suspeita de que os quatro tinham se masturbado com meu vídeo. Às vezes pensava que era separado, outras vezes os quatro sentados lado a lado vendo meu vídeo, gozando tudo e sujando a cueca deles por minha causa. Isso deixava minha libido lá em cima o dia inteiro. Quando de manhã eu ficava sozinha, tinha longas sessões de masturbação pensando neles se masturbando e no gozo deles, e à noite transava com meu amado marido, mas pensando neles.

Uma noite, os amigos do meu filho vieram ver filmes no fim de semana. Depois do jantar, todos foram assistir no quarto do meu filho. Eu fiquei lavando a louça e conversando com meu marido, e do nada ele me diz:

— Carlos: "Não viu como elas te olham?"

— Mônica: "Quem?"

— Carlos: "Todos... incluindo seu filho." (Quando ele falou isso, senti um calor entre minhas pernas.)

— Mônica: "Nãao" (me fazendo de sonsa.)

— Carlos: "Te devoravam como uma fatia de presunto."

— Mônica: "Você acha? Eles são muito novos, passam o dia todo jogando videogame, nem pensam em mulher ainda. E olhar pra mãe do amigo na frente do pai deles? Não iam se atrever."

— Carlos: "Hahaha. Você acha mesmo?" (Ele me pegou pela cintura, puxou pra perto, desceu a mão até minha bunda e deu um tapinha devagar. A atitude dele me estranhou.)

Quando ouvimos passos descendo as escadas e se aproximando de onde estávamos, era o Pablo, que veio pegar uns copos e algo pra beber lá em cima. Ele pediu muito educadamente. Eu passei com gosto. Quando me virei, senti o olhar dele no meu rabo. E eu tinha razão: olhei pro Carlos e vi que ele me deu um olhar com aquele sorriso safado, piscando um olho — coisa que o Pablo não viu, porque tava de costas pro meu marido. Ele subiu de volta.

Terminei de lavar a louça, e eu e Carlos fomos deitar pra ver TV. Dava pra ouvir as risadas dos quatro quase adolescentes por um tempo, até que a casa ficou em silêncio. Eu... Pensei que eles iam estar vendo algum vídeo pornô ou o meu próprio vídeo e que os quatro estariam batendo uma. Meu marido ficou carinhoso comigo, começou a passar a mão na minha bunda de um jeito intenso e agressivo como nunca tinha feito, sendo que antes ele era sempre suave comigo. Eu comecei a ficar com tesão ao saber que os quatro estariam vendo meu vídeo, e então Carlos se aproxima do meu ouvido, me dando beijinhos, e me diz que os amigos do nosso filho devem estar se segurando para não se tocar por causa do Lució estar ali com eles. Mas que eles estão pensando na minha bunda bem dura e como seria gostoso tocar nela, nem que fosse uma vez. Fiz que não gostava desses comentários, mas por dentro fervia só de pensar, e aos poucos fiquei calada e comecei a me deixar levar pelo meu marido. Quando fui ver, as mãos dele já estavam dentro da minha calcinha, me masturbando, sentindo minha umidade. Eu também comecei a puxar pra cima e pra baixo a pele do pau dele, que ficava cada vez mais duro e quente, enquanto ele me dizia como os moleques tarados iam passar a mão na minha bunda e nos meus peitos até gozar. Não aguentei mais. Mônica _ vou te chupar. E chupei ele como nunca, devagar e com força, até enfiar tudo. Foi super fácil, entrou porque eu tava muito molhada. A gente transou até altas horas da madrugada, com várias gozadas. Eu tava muito excitada, nós dois nos procuramos naquela noite. De manhã, acordamos muito tarde, todo mundo em casa. E os dias foram passando, notei mudanças no meu marido. Quando os amigos do meu filho estavam por perto, ele ficava com a gente. Uma vez até cancelou um jogo de futebol pra ficar conosco, deu uma desculpa esfarrapada. E cada vez que eles estavam ali, na nossa frente, Carlos era mais carinhoso comigo: beijos, carícias e elogios na frente deles. Nada muito pesado, mas ele nunca tinha feito isso antes. Uma vez, Carlos até deu um tapinha na minha bunda e desceu com um carinho na minha nádega (por cima da calça) até tocar onde começava a racha da minha xota. Dessa vez, não consegui evitar um sorriso, e quando olhei nos olhos deles, de boca aberta... aberta com uma inveja do Carlos e mordi meu lábio inferior de prazer ao ver as caras deles. Começou a ser a regra não escrita, foda quando os meninos dormiam na nossa casa sem fazer barulho, mas com a luz da TV acesa iluminando, talvez Carlos secretamente desejasse que algum dos amigos do Lucio se aproximasse pra espiar pelo buraco da porta e pudesse ver como Carlos me comia. Num sábado à tarde, os meninos estavam jogando videogame na sala de casa quando subi pro meu quarto pra pegar roupa pra lavar e, sem perceber, ele foi atrás de mim. Meu marido fecha a porta, me agarra por trás, me assusto e ele me vira de frente pra ele, me dá um beijo de língua, pega a calça que eu tava usando pelo lado e puxa pra baixo junto com a calcinha, deixando no meu joelho, e se abaixa pra me chupar bem gostoso (nunca foi muito fã de sexo oral, mas isso também tinha mudado). Eu fiquei a mil num instante e comecei a soltar meus sucos e aquele cheiro agridoce de uma buceta bem quente, ele comia tudo sem nojo e meus gemidos começavam a aumentar de volume e os meninos podiam ouvir. Meu marido agarrou meu pescoço me sufocando pra levantar a mão e tampar com força minha boca, nunca tinha me tratado assim, nem ele nem ninguém, uma eletricidade percorreu meu corpo até chegar na minha buceta, senti me molhar mais do que já tava, de repente ele tirou a mão da minha boca e pegou uma peça de roupa sem olhar e com ela tampou minha boca, mas naquele instante soltei um gemido meio alto pra dar pra ouvir até na sala onde os meninos estavam. Mas eles não ouviram, mas meu olfato começou a sentir um aroma forte e delicioso quando meus olhos viram a peça que Carlos colocou na minha boca, era uma cueca do meu filho que tava no cesto de roupa suja, ou seja, a porra seca tava dentro da minha boca tocando minha língua, minha excitação foi tão grande que gozei como uma fonte na cara do Carlos, até os cabelos da cabeça dele tavam com meus sucos, ele chupou tudo até me limpar. Toda. Foi super excitante, os garotos não ouviram nada porque estavam lá embaixo. Se tivessem subido, teriam ouvido meu gemido abafado, mas reconhecível de prazer. Tive que trocar de roupa, e meu marido lavou o rosto e o cabelo molhado pra ficar em casa — nada disso passou despercebido pra eles. Passaram-se uns dias, e de novo estavam na minha casa comendo os quatro, e meu marido ia dormir na casa do Pablo quando ele me agarra pelo short (bem justo, com o pau bem marcado — não sabe como os olhos iam pros cinco, incluindo meu marido), me puxa pra perto dele, sai da boca dele: "que cú", e ele morde uma das minhas nádegas. Todo mundo ouve essa frase, tem um silêncio constrangedor de todos, sem saber como sair dessa situação. Eu sorri e falei: "Carlos, não seja bruto". Naquela noite, enquanto cavalgava meu marido e a gente falava da inveja que eles tinham, assim como ele, por não poderem morder meu cú gostoso, surgiu que eu tinha a sensação de que, quando estava de costas, não só olhavam meu cú — senti que eles se tocavam no volume deles. Por cima da calça, com uma ereção evidente. Fazia tempo que a gente tinha notado isso, eu e meu marido. E naquela semana saíram as palavras do meu marido pros quatro quase adolescentes na minha frente. Carlos: "Minha esposa tem um cú gostoso." (Ele disse isso virando de costas pra mim e me inclinando pra que meu cú ficasse empinado e separando as nádegas por cima do meu short curto, que roubava tanto os olhares — me deu uma ternura as caras deles, de pedra, envergonhados, sem palavras.) Carlos: "Hahaha, não tem problema, se comigo acontece a mesma coisa, e vocês também não conseguem evitar, mesmo que queiram, e vão continuar vivendo porque são amigos do meu filho. Mas só olhar e nada mais, senão vamos ter grandes problemas e vocês não vão mais vir na minha casa." (Ele disse isso com a cara de ogro mais brava do mundo.) Os quatro confirmaram em silêncio. Naquela mesma tarde, aproveitaram pra me ver o máximo possível o cú. No começo, meio que não na frente do meu marido, mas ele incentivava com palavras tipo: "Olha com calma, ou vocês vão ficar cansar os olhos e outras coisas mais" entre risadas, e assim começou a ser normal ter os três amigos do meu filho quase sempre em casa, com a falsa desculpa de que lá tinham mais conforto e eu era muito legal e deixava eles ficarem até tarde sem tanto controle. Mas a verdade é que nenhuma mãe dos três amigos deixaria, com a permissão dela, que vissem a bunda dela, e além disso, essa mãe era uma gostosa. Continua...

3 comentários - Primeira parte do roubo do vídeo

Adoraria ver fotos tuas, com sua história tá me fazendo babar muito a ponta da minha pica.
Me lembra uma vez que meus amigos vieram me visitar e tiveram a surpresa de ver minha mãe sendo comida pelo amante dela. Nunca falaram nada sobre isso depois, mas com certeza bateram muita punheta pensando nisso.