Aqui vai a próxima parte dessa história. Se você não viu as partes anteriores, recomendo dar uma olhada primeiro pra entender direitinho, mas beleza, vou deixar vocês com esse conto. Espero que gostem.
No dia seguinte de manhã, enquanto eu ainda tava dormindo, senti uma sensação estranha, tipo uma excitação do caralho. Comecei a acordar e, quando abri os olhos, vi que minha mãe tava chupando minha pica. A melhor acordada da minha vida. Minha mãe tava se engasgando toda com minha pica, nós dois pelados. Enquanto ela me chupava, eu ficava apalpando os peitos dela. Era a melhor sensação, mas como eu tava sensível depois de uma boa foda, não demorei pra gozar na boca da minha mãe. Ela tomou todo meu leite e limpou minha pica bem direitinho. Depois, deitou do meu lado.
Eu: Nossa, mãe, que jeito bom de me acordar.
Mãe: Ah, meu amor, é que acordei e não consegui me segurar. Você tava com a pica de fora e parecia uma delícia.
Eu: Pois tomara que você me acorde assim todo dia.
Mãe: Faço o que meu homem mandar, docinho.
Mãe: Mas agora temos que nos arrumar, porque lembra que temos que ir pra ilha.
Eu: Puts, é verdade.
Levantei e, antes de tudo, dei um beijo nos peitos da minha mãe. Fui pro banheiro e tomei um banho rápido. Quando saí, me arrumei: só coloquei um short. Minha mãe já tinha vestido um biquíni, o menor biquíni que eu já vi na vida.
Eu: Nossa, mãe, por que tão pequeno esse biquíni?
Mãe: Não gostou, meu amor? (Ela falou isso enquanto se virava.)
Eu: Claro que adorei, mas é minúsculo.
Mãe: Bom, é pra você. Ou você não quer que nenhum homem me veja?
Eu: Não queria que vissem essa bunda gostosa.
Mãe: Fica tranquilo, meu amor, essa bunda é só sua.
Eu: Tomara.
Mãe: Claro que é, meu amor. Mas vamos descendo, assim a gente come alguma coisa antes de sair pra ilha.
Eu: Beleza, mãe, vamos.
Nós dois saímos do quarto, descemos pro restaurante e fomos tomar café da manhã enquanto esperávamos o tempo passar. Depois de um tempo, saímos, porque já eram 11:40 e meio-dia. Saímos pra ilha, então saímos do restaurante e caminhamos até a praia pra pegar um barquinho que ia nos levar até lá. Mas enquanto andava, dava pra ver os homens olhando pra bunda da minha mãe, porque com aquele biquíni que ela tava usando, tudo ficava enfiado entre as nádegas. Aí cheguei perto dela e abracei ela por trás pra tampar. Caminhamos assim até o barco, pediram nossos ingressos e subimos. Fomos pra parte de cima do barco pra ter uma vista melhor. Enquanto esperávamos todo mundo subir, uma garçonete chegou pra oferecer bebida. Pedimos umas cervejas, que depois de alguns minutos ela trouxe. Depois de deixar as cervejas, a garçonete perguntou uma coisa que deixou eu e minha mãe de boca aberta: "Com licença, vocês são casal ou mãe e filho?"
Minha mãe e eu ficamos pálidos. Minha mãe perguntou por quê, e a garçonete disse: "É que a reserva do hotel tá pra duas pessoas, registrados como mãe e filho, mas a reserva pra ilha tá como casal." Eu virei pra olhar minha mãe, que disse algo que me deixou impressionado.
M: "Bom, sou a mãe dele, mas nessa viagem viramos um casal, né, meu amor?"
Minha mãe chegou perto de mim e me deu um beijo na boca com muita paixão. Eu fiquei paralisado. A garçonete só riu e desejou uma boa estadia. Eu olhei pra minha mãe, que me encarou.
M: "O que foi, meu amor?"
Eu: "Por que você contou a verdade pra garçonete?"
M: "Fica tranquilo, meu amor, você vai ver que vão nos dar um atendimento melhor."
E dito e feito. Tomamos a cerveja e a garçonete logo trouxe outra, mas antes soltou um sorrisinho pra mim e pra minha mãe. Depois de uma longa viagem, chegamos na ilha. Uma ilha linda, água cristalina e com umas espreguiçadeiras na beira do mar. Minha mãe e eu fomos pras espreguiçadeiras mais escondidas, ideia dela. Sentamos e vimos a garçonete nos seguir, ficar atrás da gente, se aproximar e deixar... No barco, descarregamos as bebidas e comidas, pedimos umas margaritas. Depois de uns minutos, a garçonete não trouxe. Ficamos assim um tempão, minha mãe cada vez mais aproximava a espreguiçadeira dela da minha. A garçonete continuava atrás da gente, então minha mãe só se atrevia a tocar minha perna, mas eu sabia as intenções dela: fazer comigo o mesmo que eu fiz com ela da outra vez nas espreguiçadeiras. Mas com a garçonete atrás, minha mãe não se atrevia a fazer nada. A garçonete percebeu que minha mãe estava com tesão, então se aproximou e disse: "DESCULPEM, CONHEÇO UM LUGAR SÓ, ONDE NINGUÉM VAI". Minha mãe e eu olhamos para ela ao mesmo tempo, mas minha mãe a encarou com um sorriso cúmplice. Então ela se levantou e estendeu a mão para mim. Eu me levantei e peguei a mão da minha mãe. A garçonete começou a andar e nós a seguimos. Depois de caminhar um pouco, ela nos levou a umas cabanas particulares que ficavam na beira da praia. A garçonete abriu a porta e disse: "NÃO SE PREOCUPEM, NÃO SÃO OS PRIMEIROS A FAZER ISSO. SE QUISEREM PEDIR ALGUMA BEBIDA, É SÓ APERTAR O BOTÃO QUE ESTÁ NA PORTA". A garçonete mordeu os lábios e disse: "E SE QUISEREM COMPANHIA, TAMBÉM APERTEM O BOTÃO". A garçonete saiu e fechou a porta. Minha mãe e eu nos olhamos com cara de estranheza, mas minha mãe logo se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar. A cabana tinha duas espreguiçadeiras perto da praia. Minha mãe me deitou em uma e subiu em cima de mim. Continuamos nos beijando, eu passava a mão na bunda dela e com minhas mãos movia o quadril dela, roçando nossos sexos através da roupa. Ficamos assim por um tempo, até que desabotoei o top do biquíni dela e tirei. Parei de beijá-la e comecei a chupar os peitos dela. Minha mãe gemia e mordia os lábios, enquanto continuava movendo o quadril, roçando nossos sexos. Meu pau estava duríssimo, sentia a buceta da minha mãe passando por cima e ela gemia enquanto eu chupava os peitos dela. Depois de uns minutos, levantei minha mãe e tirei a calcinha do biquíni dela. A buceta dela já estava super molhada, então coloquei ela em cima de mim. camas, deixando a buceta dela bem na frente da minha cara enquanto eu tava semi-sentado e minha mãe em pé, aí eu comecei a chupar a buceta dela, minha mãe gemia que nem uma puta, me puxava pelo cabelo e me apertava mais contra a buceta dela, era a melhor sensação estar na frente e na beira da praia com a buceta da minha mãe na minha boca, continuei chupando a buceta da minha mãe, enfiava a língua, massageava o clitóris dela quando senti minha mãe se contorcendo, me enfiei mais na buceta dela e ela gozou na minha cara, minha mãe gemia que nem uma raposa, uns gemidos tão fortes e gostosos que me excitou mais, minha mãe desabou em cima de mim e ficou deitada recuperando o fôlego enquanto eu apalpava a bunda e os peitos dela, depois de uns minutos minha mãe levantou e me olhou com uma cara de cumplicidade e foi até o botão da porta, eu pensei que ia pedir alguma bebida quando ouvi ela dizer M: precisamos de companhia. Eu virei pra trás e vi minha mãe abrir a porta e a garçonete entrar, vale dizer que a garçonete era uma gostosa, pele clara, olhos coloridos, um corpo lindo, uns peitos médios e uma bunda bem firme, quando a garçonete entrou falou pra minha mãe: VEJO QUE JÁ TÃO SE DIVERTINDO BEM. A garçonete entrou na cabana e minha mãe fechou a porta, depois de fechar a porta eu vi a garçonete se aproximar da minha mãe e começar a beijar ela enquanto elas se apalpavam os peitos e a bunda, isso me excitou tanto que tirei o short e comecei a me masturbar olhando pra elas, era como se tivesse vendo um filme pornô ao vivo, minha mãe parou de beijar a garçonete e puxou ela pela mão até onde eu tava, as duas ficaram na minha frente, minha mãe começou a despir a garçonete, tirou a blusa e a calça dela, ela tava de conjunto rosa, os peitos dela eram uma delícia, minha mãe desabotoou o sutiã e tirou, os peitos dela eram bem firmes, vale dizer que a garçonete tinha uns 18 ou 19 anos, depois minha mãe tirou a calcinha fio dental dela, tinha uma bucetinha rosada, minha mãe aproximou ela de mim e a colocou por cima Em cima da cama, ela aproximou a buceta da minha boca. Não demorei nem um segundo pra começar a chupar aquela buceta. Ela tava bem fechadinha, eu metia a língua, e a garçonete soltava uns gemidinhos baixos. Ela me agarrava pelo cabelo e esfregava a buceta na minha cara. Minha mãe levantou e veio na minha direção, pegou no meu pau e começou a chupar, enquanto eu chupava a buceta da garçonete. Ficamos assim por um bom tempo, até que minha mãe tirou o pau da boca e falou pra garçonete: "M: agora quero que meu filho te coma." A garçonete olhou pra minha mãe, depois me olhou, e sem desviar o olhar de mim, foi descendo até ficar a poucos centímetros do meu pau. Minha mãe pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta da garçonete. Ela desceu um pouco mais, deixando só a ponta do meu pau entrar na buceta dela. A buceta dela era bem apertadinha. A garçonete começou a soltar uns gemidinhos baixos. Minha mãe segurou o quadril dela e puxou pra baixo, fazendo meu pau entrar de uma vez na buceta dela. A garçonete soltou um gemido bem forte. Era tão apertado que meu pau entrou e ficou bem justinho. Ela começou a subir e descer, com uns gemidinhos baixos. Minha mãe apalpava os peitos dela e chupava. A garçonete começou a acelerar o ritmo. Era uma sensação maravilhosa, não se compara com a buceta da minha mãe, mas por ser tão apertadinha, fazia tudo parecer incrível. Ela continuou assim por um bom tempo, gemendo e se segurando no meu peito, enquanto minha mãe continuava chupando os peitos dela. Aí minha mãe falou: "M: filho, quero que você goze dentro da garçonete e deixe ela bem cheia." Eu nem deixei ela terminar de falar e já gozei dentro da buceta da garçonete. Saiu jorra e jorra. A garçonete ofegava e gemia cada vez que sentia um jato de porra. Depois de deixar toda a minha porra dentro dela, a garçonete levantou. Minha porra escorria pelas pernas dela. Minha mãe chupou e limpou meu pau. A garçonete, ainda ofegante, começou a se vestir. Minha mãe e eu ficamos deitados. nus no mesmo catre, a garçonete se vestiu e saiu, mas antes disse que em duas horas a gente voltava pro hotel. eu e minha mãe ficamos lá um tempão, depois de um tempo nos vestimos e saímos da cabana. começamos a caminhar até onde estavam todas as outras pessoas, que já estavam subindo no barco. eu e minha mãe subimos no barco e sentamos de novo na parte de cima. lá a gente cruzou com a garçonete, que já trazia umas bebidas sem a gente ter pedido. ela deixou as bebidas e foi embora, mas antes soltou um sorrisinho. depois de um tempo, chegamos na praia, descemos do barco e fomos pro quarto do hotel. quando entrei, me deitei na cama e minha mãe também se deitou do meu lado. EU: mãe, por que você deixou eu comer a garçonete? M: bom, meu amor, eu já tô velha e quis que você experimentasse uma buceta mais nova que a minha. EU: não fala isso, mãe, você não é velha. mas muito obrigado por me deixar foder a garçonete. e olha, você é bem mais gostosa. M: ai, meu amor, obrigada. A gente ficou mais um tempo deitado, até que fomos tomar banho juntos. estávamos tão cansados que não fizemos nada. saímos do banho e ficamos deitados na cama. Os dois dias restantes continuaram iguais: minha mãe me acordava chupando minha pica, depois de um dia no mar a gente voltava pro quarto, fodíamos, transávamos gostoso pra caralho, tomávamos banho e dormíamos. Assim por mais dois dias. Quando chegou o dia de voltar pra casa, a gente não voltaria mais como mãe e filho, mas como um casal. Descemos as malas do quarto e colocamos no carro. Minha mãe devolveu a chave do quarto e a gente pegou a estrada de volta pra casa. FIM. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA PARTE. SE SIM, DEIXEM SEUS PONTOS PRA EU POSTAR A PRÓXIMA PARTE MAIS RÁPIDO.
No dia seguinte de manhã, enquanto eu ainda tava dormindo, senti uma sensação estranha, tipo uma excitação do caralho. Comecei a acordar e, quando abri os olhos, vi que minha mãe tava chupando minha pica. A melhor acordada da minha vida. Minha mãe tava se engasgando toda com minha pica, nós dois pelados. Enquanto ela me chupava, eu ficava apalpando os peitos dela. Era a melhor sensação, mas como eu tava sensível depois de uma boa foda, não demorei pra gozar na boca da minha mãe. Ela tomou todo meu leite e limpou minha pica bem direitinho. Depois, deitou do meu lado.
Eu: Nossa, mãe, que jeito bom de me acordar.
Mãe: Ah, meu amor, é que acordei e não consegui me segurar. Você tava com a pica de fora e parecia uma delícia.
Eu: Pois tomara que você me acorde assim todo dia.
Mãe: Faço o que meu homem mandar, docinho.
Mãe: Mas agora temos que nos arrumar, porque lembra que temos que ir pra ilha.
Eu: Puts, é verdade.
Levantei e, antes de tudo, dei um beijo nos peitos da minha mãe. Fui pro banheiro e tomei um banho rápido. Quando saí, me arrumei: só coloquei um short. Minha mãe já tinha vestido um biquíni, o menor biquíni que eu já vi na vida.
Eu: Nossa, mãe, por que tão pequeno esse biquíni?
Mãe: Não gostou, meu amor? (Ela falou isso enquanto se virava.)
Eu: Claro que adorei, mas é minúsculo.
Mãe: Bom, é pra você. Ou você não quer que nenhum homem me veja?
Eu: Não queria que vissem essa bunda gostosa.
Mãe: Fica tranquilo, meu amor, essa bunda é só sua.
Eu: Tomara.
Mãe: Claro que é, meu amor. Mas vamos descendo, assim a gente come alguma coisa antes de sair pra ilha.
Eu: Beleza, mãe, vamos.
Nós dois saímos do quarto, descemos pro restaurante e fomos tomar café da manhã enquanto esperávamos o tempo passar. Depois de um tempo, saímos, porque já eram 11:40 e meio-dia. Saímos pra ilha, então saímos do restaurante e caminhamos até a praia pra pegar um barquinho que ia nos levar até lá. Mas enquanto andava, dava pra ver os homens olhando pra bunda da minha mãe, porque com aquele biquíni que ela tava usando, tudo ficava enfiado entre as nádegas. Aí cheguei perto dela e abracei ela por trás pra tampar. Caminhamos assim até o barco, pediram nossos ingressos e subimos. Fomos pra parte de cima do barco pra ter uma vista melhor. Enquanto esperávamos todo mundo subir, uma garçonete chegou pra oferecer bebida. Pedimos umas cervejas, que depois de alguns minutos ela trouxe. Depois de deixar as cervejas, a garçonete perguntou uma coisa que deixou eu e minha mãe de boca aberta: "Com licença, vocês são casal ou mãe e filho?"
Minha mãe e eu ficamos pálidos. Minha mãe perguntou por quê, e a garçonete disse: "É que a reserva do hotel tá pra duas pessoas, registrados como mãe e filho, mas a reserva pra ilha tá como casal." Eu virei pra olhar minha mãe, que disse algo que me deixou impressionado.
M: "Bom, sou a mãe dele, mas nessa viagem viramos um casal, né, meu amor?"
Minha mãe chegou perto de mim e me deu um beijo na boca com muita paixão. Eu fiquei paralisado. A garçonete só riu e desejou uma boa estadia. Eu olhei pra minha mãe, que me encarou.
M: "O que foi, meu amor?"
Eu: "Por que você contou a verdade pra garçonete?"
M: "Fica tranquilo, meu amor, você vai ver que vão nos dar um atendimento melhor."
E dito e feito. Tomamos a cerveja e a garçonete logo trouxe outra, mas antes soltou um sorrisinho pra mim e pra minha mãe. Depois de uma longa viagem, chegamos na ilha. Uma ilha linda, água cristalina e com umas espreguiçadeiras na beira do mar. Minha mãe e eu fomos pras espreguiçadeiras mais escondidas, ideia dela. Sentamos e vimos a garçonete nos seguir, ficar atrás da gente, se aproximar e deixar... No barco, descarregamos as bebidas e comidas, pedimos umas margaritas. Depois de uns minutos, a garçonete não trouxe. Ficamos assim um tempão, minha mãe cada vez mais aproximava a espreguiçadeira dela da minha. A garçonete continuava atrás da gente, então minha mãe só se atrevia a tocar minha perna, mas eu sabia as intenções dela: fazer comigo o mesmo que eu fiz com ela da outra vez nas espreguiçadeiras. Mas com a garçonete atrás, minha mãe não se atrevia a fazer nada. A garçonete percebeu que minha mãe estava com tesão, então se aproximou e disse: "DESCULPEM, CONHEÇO UM LUGAR SÓ, ONDE NINGUÉM VAI". Minha mãe e eu olhamos para ela ao mesmo tempo, mas minha mãe a encarou com um sorriso cúmplice. Então ela se levantou e estendeu a mão para mim. Eu me levantei e peguei a mão da minha mãe. A garçonete começou a andar e nós a seguimos. Depois de caminhar um pouco, ela nos levou a umas cabanas particulares que ficavam na beira da praia. A garçonete abriu a porta e disse: "NÃO SE PREOCUPEM, NÃO SÃO OS PRIMEIROS A FAZER ISSO. SE QUISEREM PEDIR ALGUMA BEBIDA, É SÓ APERTAR O BOTÃO QUE ESTÁ NA PORTA". A garçonete mordeu os lábios e disse: "E SE QUISEREM COMPANHIA, TAMBÉM APERTEM O BOTÃO". A garçonete saiu e fechou a porta. Minha mãe e eu nos olhamos com cara de estranheza, mas minha mãe logo se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar. A cabana tinha duas espreguiçadeiras perto da praia. Minha mãe me deitou em uma e subiu em cima de mim. Continuamos nos beijando, eu passava a mão na bunda dela e com minhas mãos movia o quadril dela, roçando nossos sexos através da roupa. Ficamos assim por um tempo, até que desabotoei o top do biquíni dela e tirei. Parei de beijá-la e comecei a chupar os peitos dela. Minha mãe gemia e mordia os lábios, enquanto continuava movendo o quadril, roçando nossos sexos. Meu pau estava duríssimo, sentia a buceta da minha mãe passando por cima e ela gemia enquanto eu chupava os peitos dela. Depois de uns minutos, levantei minha mãe e tirei a calcinha do biquíni dela. A buceta dela já estava super molhada, então coloquei ela em cima de mim. camas, deixando a buceta dela bem na frente da minha cara enquanto eu tava semi-sentado e minha mãe em pé, aí eu comecei a chupar a buceta dela, minha mãe gemia que nem uma puta, me puxava pelo cabelo e me apertava mais contra a buceta dela, era a melhor sensação estar na frente e na beira da praia com a buceta da minha mãe na minha boca, continuei chupando a buceta da minha mãe, enfiava a língua, massageava o clitóris dela quando senti minha mãe se contorcendo, me enfiei mais na buceta dela e ela gozou na minha cara, minha mãe gemia que nem uma raposa, uns gemidos tão fortes e gostosos que me excitou mais, minha mãe desabou em cima de mim e ficou deitada recuperando o fôlego enquanto eu apalpava a bunda e os peitos dela, depois de uns minutos minha mãe levantou e me olhou com uma cara de cumplicidade e foi até o botão da porta, eu pensei que ia pedir alguma bebida quando ouvi ela dizer M: precisamos de companhia. Eu virei pra trás e vi minha mãe abrir a porta e a garçonete entrar, vale dizer que a garçonete era uma gostosa, pele clara, olhos coloridos, um corpo lindo, uns peitos médios e uma bunda bem firme, quando a garçonete entrou falou pra minha mãe: VEJO QUE JÁ TÃO SE DIVERTINDO BEM. A garçonete entrou na cabana e minha mãe fechou a porta, depois de fechar a porta eu vi a garçonete se aproximar da minha mãe e começar a beijar ela enquanto elas se apalpavam os peitos e a bunda, isso me excitou tanto que tirei o short e comecei a me masturbar olhando pra elas, era como se tivesse vendo um filme pornô ao vivo, minha mãe parou de beijar a garçonete e puxou ela pela mão até onde eu tava, as duas ficaram na minha frente, minha mãe começou a despir a garçonete, tirou a blusa e a calça dela, ela tava de conjunto rosa, os peitos dela eram uma delícia, minha mãe desabotoou o sutiã e tirou, os peitos dela eram bem firmes, vale dizer que a garçonete tinha uns 18 ou 19 anos, depois minha mãe tirou a calcinha fio dental dela, tinha uma bucetinha rosada, minha mãe aproximou ela de mim e a colocou por cima Em cima da cama, ela aproximou a buceta da minha boca. Não demorei nem um segundo pra começar a chupar aquela buceta. Ela tava bem fechadinha, eu metia a língua, e a garçonete soltava uns gemidinhos baixos. Ela me agarrava pelo cabelo e esfregava a buceta na minha cara. Minha mãe levantou e veio na minha direção, pegou no meu pau e começou a chupar, enquanto eu chupava a buceta da garçonete. Ficamos assim por um bom tempo, até que minha mãe tirou o pau da boca e falou pra garçonete: "M: agora quero que meu filho te coma." A garçonete olhou pra minha mãe, depois me olhou, e sem desviar o olhar de mim, foi descendo até ficar a poucos centímetros do meu pau. Minha mãe pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta da garçonete. Ela desceu um pouco mais, deixando só a ponta do meu pau entrar na buceta dela. A buceta dela era bem apertadinha. A garçonete começou a soltar uns gemidinhos baixos. Minha mãe segurou o quadril dela e puxou pra baixo, fazendo meu pau entrar de uma vez na buceta dela. A garçonete soltou um gemido bem forte. Era tão apertado que meu pau entrou e ficou bem justinho. Ela começou a subir e descer, com uns gemidinhos baixos. Minha mãe apalpava os peitos dela e chupava. A garçonete começou a acelerar o ritmo. Era uma sensação maravilhosa, não se compara com a buceta da minha mãe, mas por ser tão apertadinha, fazia tudo parecer incrível. Ela continuou assim por um bom tempo, gemendo e se segurando no meu peito, enquanto minha mãe continuava chupando os peitos dela. Aí minha mãe falou: "M: filho, quero que você goze dentro da garçonete e deixe ela bem cheia." Eu nem deixei ela terminar de falar e já gozei dentro da buceta da garçonete. Saiu jorra e jorra. A garçonete ofegava e gemia cada vez que sentia um jato de porra. Depois de deixar toda a minha porra dentro dela, a garçonete levantou. Minha porra escorria pelas pernas dela. Minha mãe chupou e limpou meu pau. A garçonete, ainda ofegante, começou a se vestir. Minha mãe e eu ficamos deitados. nus no mesmo catre, a garçonete se vestiu e saiu, mas antes disse que em duas horas a gente voltava pro hotel. eu e minha mãe ficamos lá um tempão, depois de um tempo nos vestimos e saímos da cabana. começamos a caminhar até onde estavam todas as outras pessoas, que já estavam subindo no barco. eu e minha mãe subimos no barco e sentamos de novo na parte de cima. lá a gente cruzou com a garçonete, que já trazia umas bebidas sem a gente ter pedido. ela deixou as bebidas e foi embora, mas antes soltou um sorrisinho. depois de um tempo, chegamos na praia, descemos do barco e fomos pro quarto do hotel. quando entrei, me deitei na cama e minha mãe também se deitou do meu lado. EU: mãe, por que você deixou eu comer a garçonete? M: bom, meu amor, eu já tô velha e quis que você experimentasse uma buceta mais nova que a minha. EU: não fala isso, mãe, você não é velha. mas muito obrigado por me deixar foder a garçonete. e olha, você é bem mais gostosa. M: ai, meu amor, obrigada. A gente ficou mais um tempo deitado, até que fomos tomar banho juntos. estávamos tão cansados que não fizemos nada. saímos do banho e ficamos deitados na cama. Os dois dias restantes continuaram iguais: minha mãe me acordava chupando minha pica, depois de um dia no mar a gente voltava pro quarto, fodíamos, transávamos gostoso pra caralho, tomávamos banho e dormíamos. Assim por mais dois dias. Quando chegou o dia de voltar pra casa, a gente não voltaria mais como mãe e filho, mas como um casal. Descemos as malas do quarto e colocamos no carro. Minha mãe devolveu a chave do quarto e a gente pegou a estrada de volta pra casa. FIM. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA PARTE. SE SIM, DEIXEM SEUS PONTOS PRA EU POSTAR A PRÓXIMA PARTE MAIS RÁPIDO.
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