Me apaixonei pela minha mãe (parte 4)

Esta é a próxima parte desta história. Se vocês não viram as partes anteriores, recomendo que vejam primeiro para entenderem, mas enfim, deixo vocês com esta história, espero que gostem. No dia seguinte de manhã, enquanto eu estava dormindo, senti uma sensação estranha, como uma grande excitação. Comecei a acordar e, quando abri os olhos, percebi que minha mãe estava chupando minha pica, o melhor acordar da minha vida. Minha mãe se engasgava com minha pica, nós dois estávamos nus, então enquanto minha mãe me chupava a pica, eu apalpava as tetas dela, era a melhor sensação, mas como eu estava sensível depois de uma boa foda, não demorei a gozar na boca da minha mãe. Minha mãe tomou todo o meu leite e limpou muito bem minha pica, depois deitou do meu lado. Eu: Nossa, mãe, que jeito bom de me acordar. Mãe: Ai, meu amor, é que eu acordei e não consegui me segurar, você estava com a pica de fora e parecia uma delícia. Eu: Bom, tomara que você me acorde assim todo dia. Mãe: Eu faço o que meu homem mandar, docinho. Mãe: Mas agora temos que nos arrumar porque lembra que temos que ir para a ilha. Eu: Nossa, é verdade. Levantei e antes de tudo dei um beijo nas tetas da minha mãe, entrei no banheiro e tomei um banho rápido. Quando saí do banho, me arrumei, vesti só um short. Minha mãe já tinha vestido um biquíni, o biquíni mais minúsculo que eu já tinha visto. Eu: Nossa, mãe, por que esse biquíni tão pequeno? Mãe: Você não gosta, meu amor? (ela falava isso enquanto se virava) Eu: Claro que adoro, mas é pequeno demais. Mãe: Bom, é para você, ou será que você não quer que nenhum homem me veja? Eu: Não gostaria que vissem essa bunda linda. Mãe: Não se preocupe, meu amor, essa bunda é só sua. Eu: É o que eu espero. Mãe: Claro que é, meu amor, mas vamos descendo, assim a gente come alguma coisa antes de sair para a ilha. Eu: Claro, mãe, vamos. Nós dois saímos do quarto, descemos para o restaurante e entramos para tomar café da manhã enquanto esperávamos o tempo passar. Depois de um tempo, saímos porque já eram 11:40 e às 12:00... Saímos para a ilha, então saímos do restaurante, caminhamos até a praia para subir num barquinho que nos levaria até a ilha, mas enquanto caminhávamos eu podia ver os homens olhando pra bunda da minha mãe, porque com aquele biquíni que ela tava usando, tudo ficava enfiado entre as nádegas. Então me aproximei dela e abracei ela por trás pra tampar, e assim caminhamos até onde estava o barco. Pediram nossos ingressos e subimos, fomos pra parte de cima do barco pra ter uma vista melhor. Enquanto esperávamos todo mundo subir, uma garçonete se aproximou pra oferecer algo pra beber, pedimos umas cervejas, que depois de alguns minutos ela trouxe. Depois de deixar as cervejas, a garçonete nos perguntou algo que deixou eu e minha mãe de boca aberta: "DESCULPEM, VOCÊS SÃO UM CASAL OU MÃE E FILHO?" Minha mãe e eu ficamos pálidos, minha mãe perguntou por quê, e a garçonete disse: "É QUE A RESERVA DO HOTEL ESTÁ PARA DUAS PESSOAS, QUE VEM REGISTRADOS COMO MÃE E FILHO, E A RESERVA PARA A ILHA ESTÁ EM RESERVA DE CASAIS." Eu virei pra olhar minha mãe, que disse algo que me deixou impressionado: M: "Bom, eu sou a mãe dele, mas nessa viagem a gente virou um casal, né, meu amor?" Minha mãe se aproximou de mim e me deu um beijo na boca com muita paixão, eu fiquei paralisado. A garçonete só riu e desejou uma boa estadia pra gente. Eu olhei pra minha mãe, que me olhou de volta: M: "O que foi, meu amor?" Eu: "Por que você falou a verdade pra garçonete?" M: "Relaxa, meu amor, você vai ver que eles vão nos dar uma atenção melhor." E dito e feito, tomamos a cerveja e a garçonete logo trouxe outra, mas antes soltou um sorrisinho pra minha mãe e pra mim. Depois de um longo trajeto, chegamos na ilha, uma ilha linda, água cristalina e com umas espreguiçadeiras na beira do mar. Minha mãe e eu fomos pras espreguiçadeiras mais escondidas, isso por ideia da minha mãe. Sentamos nas espreguiçadeiras e conseguimos ver a garçonete nos seguindo, ela ficou atrás da gente, se aproximou e nos deixou... a carta, descarregamos as bebidas e comidas, pedimos umas margaritas, depois de alguns minutos a garçonete não as trouxe. Assim ficamos um bom tempo, minha mãe cada vez aproximava mais a espreguiçadeira dela da minha, a garçonete continuava atrás de nós, então minha mãe só se atrevia a tocar minha perna, mas eu sabia as intenções dela, fazer comigo o mesmo que eu fiz com ela da última vez nas espreguiçadeiras, mas com a garçonete atrás, minha mãe não se atrevia a fazer nada. A garçonete notou que minha mãe estava com tesão, então se aproximou e nos disse: DESCULPEM, CONHEÇO UM LUGAR SÓ, ONDE NINGUÉM VAI. Minha mãe e eu olhamos para ela ao mesmo tempo, mas minha mãe olhou com um sorriso de cumplicidade, então se levantou e estendeu a mão para mim. Eu me levantei e peguei a mão da minha mãe, a garçonete começou a andar e nós a seguimos. Depois de caminhar um pouco, ela nos levou a umas cabanas privadas que ficavam à beira da praia. A garçonete abriu a porta para nós e disse: NÃO SE PREOCUPEM, NÃO SÃO OS PRIMEIROS A FAZER ISSO. SE QUISEREM PEDIR ALGUMA BEBIDA, É SÓ APERTAR O BOTÃO QUE ESTÁ NA PORTA. A garçonete mordeu os lábios e nos disse: E SE QUISEREM COMPANHIA, TAMBÉM APERTEM O BOTÃO. A garçonete saiu e fechou a porta. Minha mãe e eu nos olhamos com cara de estranhamento, mas minha mãe logo se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar. A cabana tinha duas espreguiçadeiras que ficavam perto da praia. Minha mãe me deitou em uma e subiu em cima de mim. Continuávamos nos beijando, eu tocava na bunda dela e com minhas mãos movia a cintura dela, esfregando nossos sexos através da roupa. Assim continuamos por um tempo até eu desabotoar o top do biquíni e tirá-lo. Parei de beijá-la e comecei a chupar os peitos dela. Minha mãe gemia e mordia os lábios, enquanto ela continuava movendo a cintura, esfregando nossos sexos, e meu pau estava duríssimo. Eu sentia minha mãe passando a buceta dela, e ela gemia enquanto eu chupava os peitos dela. Depois de alguns minutos, levantei minha mãe e tirei a calcinha fio dental do biquíni. A buceta dela já estava super molhada, então a subi em cima do camastros, deixando a buceta dela bem na frente da minha cara enquanto eu tava meio sentado e minha mãe de pé, então eu parti pra chupar a buceta dela, minha mãe gemia que nem uma puta, me agarrava pelo cabelo e me puxava mais pra perto da buceta dela, era a melhor sensação do mundo estar de frente e na beira da praia com a buceta da minha mãe na minha boca, eu continuei chupando a buceta da minha mãe, enfiava a língua, massageava o clitóris dela quando senti minha mãe se contorcendo, eu me aproximei mais da buceta dela e ela gozou na minha cara, minha mãe gemia que nem uma safada, uns gemidos tão fortes e gostosos que me deixaram mais excitado, minha mãe desabou em cima de mim e ficou deitada recuperando o fôlego enquanto eu apalpava a bunda e as tetas dela, depois de uns minutos minha mãe se levantou e me olhou com uma cara de cumplicidade e foi até o botão da porta, eu pensei que ela ia pedir uma bebida quando ouvi ela falar: M: a gente precisa de companhia. Eu virei pra trás e vi minha mãe abrir a porta e a garçonete entrar, vale dizer que a garçonete era uma gostosa, pele clara, olhos coloridos, um corpo lindo, umas tetas médias e uma bunda bem firme, quando a garçonete entrou ela falou pra minha mãe: TÔ VENDO QUE JÁ TÃO SE DIVERTINDO BEM, a garçonete entrou na cabana e minha mãe fechou a porta, depois de fechar a porta eu vi a garçonete se aproximar da minha mãe e começar a beijar ela enquanto as duas se apalpavam as tetas e a bunda, isso me excitou tanto que eu tirei o short e comecei a me masturbar olhando pra elas, era como se eu tivesse assistindo um pornô ao vivo, minha mãe parou de beijar a garçonete e puxou ela pela mão até onde eu tava, as duas ficaram na minha frente, minha mãe começou a despir a garçonete, tirou a blusa e a calça dela, ela tava com um conjunto de lingerie rosa, as tetas dela eram uma delícia, minha mãe desabotoou o sutiã e tirou, as tetas dela eram bem firmes, vale dizer que a garçonete tinha uns 18 ou 19 anos, depois minha mãe tirou a calcinha fio dental dela, ela tinha uma buceta rosadinha, minha mãe aproximou ela de mim e a subiu Em cima da maca, ela aproximou a buceta da minha boca, eu não demorei nem um segundo pra começar a chupar aquela buceta, ela tava bem fechadinha, eu metia a língua, a garçonete soltava uns gemidinhos, ela me agarrava pelo cabelo e esfregava a buceta na minha cara, minha mãe levantou e foi até o meu pau, começou a chupar ele, enquanto eu chupava a buceta da garçonete, minha mãe chupava meu pau, ficamos assim por um bom tempo até que minha mãe tirou o pau da boca e falou pra garçonete: M: agora quero que meu filho te coma. A garçonete olhou pra minha mãe, depois olhou pra mim e sem desviar o olhar foi descendo até ficar a poucos centímetros do meu pau, minha mãe pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta da garçonete, ela desceu um pouco mais deixando só a pontinha entrar, a buceta dela era bem apertadinha, a garçonete começou a soltar uns gemidinhos, minha mãe segurou a cintura dela e puxou pra baixo fazendo meu pau entrar de uma vez só na buceta dela, a garçonete soltou um gemido bem alto, ela era tão apertada que meu pau entrou e ficou bem justinho, a garçonete começou a subir e descer com uns gemidinhos, minha mãe apalpava os peitos dela e chupava eles, a garçonete começou a acelerar o ritmo, era uma sensação maravilhosa, não se compara com a buceta da minha mãe, mas por ser tão apertadinha fazia parecer incrível, a garçonete continuou assim por um bom tempo, ela gemia e se agarrava no meu peito, minha mãe continuava chupando os peitos dela, quando minha mãe falou: M: filho, quero que você goze dentro da garçonete e deixe ela bem cheia. Eu nem deixei minha mãe terminar de falar, gozei dentro da buceta da garçonete, saíram jatos e mais jatos, a garçonete ofegava e gemia a cada jato de porra que sentia, depois de deixar toda minha porra dentro dela, a garçonete se levantou, meu leite escorria pelas pernas dela, minha mãe chupou e limpou meu pau, a garçonete ainda ofegante começou a se vestir, minha mãe e eu ficamos deitados. nus no mesmo colchão, a garçonete se vestiu e saiu sem antes nos dizer que em duas horas voltaríamos para o hotel, minha mãe e eu ficamos lá um bom tempo, depois de um tempo nos vestimos e saímos da cabana, começamos a caminhar até onde estavam todas as outras pessoas que já estavam subindo no barco, minha mãe e eu subimos no barco e nos sentamos de novo na parte de cima, lá cruzamos com a garçonete que já trazia umas bebidas sem a gente ter pedido, ela deixou as bebidas e foi embora sem antes soltar um sorrisinho, depois de um tempo chegamos na praia, descemos do barco e fomos para o quarto do hotel, ao entrar me deitei na cama e minha mãe também se deitou do meu lado EU: mãe, por que você deixou a garçonete me comer? M: bom, meu amor, eu já sou velha e quis que você provasse uma buceta mais nova que a minha Eu: não fala isso mãe, você não é velha, mas mesmo assim muito obrigado por me deixar foder a garçonete, porque isso sim, você é muito mais gostosa M: ai, meu amor, obrigada, ficamos mais um tempo deitados até entrarmos no banho juntos, estávamos tão cansados que não fizemos nada, saímos do banho e ficamos deitados na cama. Os dois dias restantes continuaram iguais, minha mãe me acordava chupando minha pica, depois de um dia no mar voltávamos pro quarto, fodíamos, tínhamos um sexo incrível, entrávamos no banho e dormíamos, assim por mais dois dias, quando chegou o dia de voltar pra casa, não voltaríamos mais como mãe e filho, mas sim como um casal, descemos as malas do quarto e colocamos no carro, minha mãe devolveu a chave do quarto e partimos viagem pra casa. FIM ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA PARTE, SE SIM DEIXEM SEUS PONTOS PRA EU POSTAR A PRÓXIMA PARTE MAIS RÁPIDO.

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