Minha vida mudou 4

Assim foram passando as semanas naquela fazenda isolada de Boyacá. A rotina da colheita virou o cenário perfeito pra uma maratona de sexo constante e sem trégua, onde a casa parecia respirar pura safadeza a qualquer hora do dia. De manhã, quando o cunhado terminava o turno de vigia na plantação e chegava em casa moído de frio, não ia dormir sem antes passar no meu quarto. Entrava em silêncio, se jogava em cima de mim na cama e, aproveitando que o pai tava no lote, arrancava minha roupa com violência.Minha vida mudou 4Graças a isso, comecei a dormir sozinha de conchinha, porque tava acabando com minha roupa. Eu me fazia de difícil, virava o rosto quando ele tentava me beijar e reclamava entre os dentes pra alimentar a safadeza dele, mas deixava ele abrir minhas pernas e me comer com raiva em cima das cobertas até gozar dentro de mim.infiel
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cuckoldÀ tarde, o turno era do Seu Humberto. Com o velho a coisa era mais brincalhona, mas igualmente selvagem. Um dia ele me encurralou contra a bancada da cozinha enquanto eu picava os legumes; levantou minha saia e percebeu que eu já não tava nem de calcinha. Sogro: hummmm, já tá preparada. Eu: claro, sogrinho lindo, tenho que te compensar. Eu já tava lambendo ele todo. Esse velho tirava o lado mais puta de mim. Naquele dia ele me comeu tão forte que fez...padrastofazer os pratos e as panelas tilintarem com o vai e vem das suas investidas. Outro dia, o encontro era no banheiro antes de ele sair pro lote: pedia umas chupadas rápidas, mas profundas, adorando ver como eu engolia a saliva dele e o líquido pré-gozo, curvada na frente do vaso, deixando ele pronto pra labuta do dia.esposa putaA casa era um revezamento constante: enquanto um me comia na cozinhaesposa infielou no banheiro, o outro descansava, e vice-versa. Os dias viraram um ciclo sem fim de palmadas na bunda.cunhadoGemidos escondidos e manchas de porra que eu tinha que limpar correndo antes de mudar de ambiente.Minha vida mudou 4Até que um domingo à tarde quase perdemos o teatrinho. Seu Humberto me deixou de joelhos no chão da sala, enfiando o pau até o fundo da garganta enquanto me puxava forte pelo cabelo.infielO cunhado tava dormindo no quarto dele no fundo do corredor. Do nada, a gente ouviu o barulho de metal de uma moto desligando no pátio da frente. Era o Maicol! Meu marido tinha chegado de surpresa do sítio, várias horas antes do previsto. O velho reagiu com uma agilidade incrível pros 66 anos dele: puxou o zíper de uma vez, me levantou pelo braço e sussurrou um "Se acalma e disfarça!" bem na hora que a porta da entrada abriu. Eu limpei a boca rápido com a manga da blusa e comecei a sacudir um móvel com as mãos tremendo de nervoso. O Maicol entrou todo sujo de barro, cansado da viagem de moto, mas com um sorriso de orelha a orelha. Maicol: Boa tarde, pessoal! Velho, não esperava te encontrar em casa a essa hora. Sogro: (Com uma calma impressionante, ajustando o cinto) Ah, meu filho... vim tomar um café e pegar uma ferramenta que esqueci. Já ia pro sítio. Seu Humberto saiu pro pátio como se nada tivesse acontecido, me dando um olhar cúmplice por cima do ombro. O Maicol não desconfiou de nada. Chegou por trás de mim, me abraçou a cintura com força e começou a beijar meu pescoço com uma puta vontade. Tava morrendo de tesão depois de semanas de trampo pesado no sítio. Maicol: Oi, meu amor... nem imagina quanto senti falta disso. Tô com um calorão que não aguento... Sem me dar tempo nem de lavar o rosto, o Maicol me levou empurrando pro nosso quarto, fechou a porta com um chute e me jogou no colchão. Arrancou minha roupa e subiu em cima de mim, me dando uma foda selvagem, rápida e desesperada.cuck
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esposa putaEnquanto meu marido me comia com raiva e gemia no meu ouvido, eu não conseguia parar de pensar no quão doentia era toda a situação: eu estava sendo fodida pelo meu marido na mesma cama onde o irmão dele me mantinha submissa de manhã, e com o gosto da pica do próprio pai dele ainda fresco na minha garganta.

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